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Aguiar da Beira

AF Guarda- Competições distritais até ao próximo dia 30 de janeiro.

Em comunicado, a Direção da Associação de Futebol da Guarda informa que decidiu suspender todas as competições distritais até ao próximo dia 30 de janeiro.

Esta decisão vem no seguimento da reunião  entre a AFG e a FPF. “Uma vez que apenas foi obtida autorização para a realização de algumas provas organizadas pela FPF”, a direção da AFG  informa que também “Não foi concedida a autorização para a realização das provas distritais até ao fim deste período de confinamento (30 de janeiro)”.

Assim esta associação ainda refere no comunicado que: Quando vier a autorização para a disputa das provas distritais, seja já possível ter informações sobre a retoma da formação e o acesso do público aos estádios, e as autoridades de saúde o permitam marcarão uma reunião presencial com todos os clubes que estão a disputar as provas da AFG.

Liturgia do Baptismo do Senhor- Ano B

 

Com a Festa do Baptismo do Senhor encerramos o Tempo do Natal, com o qual contemplámos o mistério da Encarnação do Filho de Deus e iniciamos o Tempo Comum até quarta-feira de Cinzas com o início da Quaresma. A passagem entre estes dois tempos litúrgicos acontece neste Domingo. Se na solenidade da Epifania do Senhor celebrávamos a manifestação de Deus a todos os povos da terra, com a festa do Baptismo do Senhor continuamos a celebrar esta manifestação como mistério da revelação de Deus que em Cristo ilumina e enche de sentido a nossa vida.

O evangelho deste Domingo narra-nos o início da pregação de João Batista que é um grande anúncio para todos. Depois da sua pregação virá o Messias que nos baptizará no Espírito Santo. A palavra “cristão” significa consagrado no mesmo Espírito no qual Jesus foi consagrado. O baptismo de João era um acto de contrição para receber o perdão dos pecados, mudar a vida e assim estar preparados para a vinda do Salvador para libertar Israel. O anúncio de que o Messias baptizaria no Espírito Santo revela que a sua acção salvífica e redentora irá mais além do perdão dos pecados, ou seja, fará surgir uma vida nova tal como profetizou Isaías na primeira leitura.

Depois do anúncio de João Batista, o evangelista Marcos, de uma maneira muito sóbria, introduz Jesus e o seu baptismo. Diz-nos que “naqueles dias, Jesus veio de Nazaré da Galileia e foi baptizado por João no rio Jordão”. No rio Jordão, Jesus manifesta-se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade daquele menino na manjedoura de Belém. Antecipa já os sentimentos que, no final dos seus dias neste mundo, lavará os pés dos seus discípulos e assumirá a humilhação terrível da morte na cruz. O Filho de Deus, Aquele que não tem pecado, encontra-se entre os pecadores e revela a proximidade de Deus no caminho da conversão de cada homem e de cada mulher. Jesus carrega sobre os seus ombros o peso da culpa de toda a humanidade e assim inicia a sua missão, a sua vida pública. Por isso a festa do Baptismo do Senhor leva à sua plenitude o tempo do Natal.

Com a mesma sobriedade, o evangelista Marcos continua a narrar o baptismo do Senhor, dizendo que “ao subir da água, viu os céus rasgarem-se e o Espírito, como uma pomba, descer sobre Ele”. Nesta imagem, os Padres da Igreja reconheceram um dos momentos constitutivos do sacramento do baptismo. Afirmavam o seguinte: se João baptizava com água para purificar os pecados, o baptismo do Senhor tinha purificado a água para pudéssemos entrar na vida nova da sua ressurreição. Assim, a água passa a ser sinal de salvação real para todos. O baptismo no rio Jordão converte-se numa promessa pascal: o homem novo, Jesus, promete a todos os homens e mulheres, prisioneiros do homem velho por causa do pecado, estar com eles numa missão necessária e dolorosa para todos: a morte do homem velho.

Mas se ainda houvesse dúvidas, o evangelista Marcos termina esta narração com uma manifestação de Deus. Devemos recordar que o evangelho de Marcos inicia sem nenhuma referência ao nascimento de Jesus. O texto evangélico deste domingo contém quase os primeiros versículos do evangelho. O evangelista coloca uma frase pronunciada por Deus que é de grande importância e que não se repetirá até ao momento da Transfiguração no monte Tabor. O itinerário pedagógico da liturgia leva-nos a conhecer as reacções que Jesus tinha suscitado nos pastores, no rei Herodes, nos Magos do Oriente, em Simeão e Ana. Pouco a pouco, estes sentimentos levam-nos a reconhecer que aquele menino é o Messias que o povo esperava. Mas se ainda houver dúvidas, hoje ressoa a voz de Deus que nos confirma que aquele homem entre o povo e baptizado nas águas do rio Jordão é o seu Filho muito amado. Depois de contemplar o seu nascimento neste tempo de Natal, saibamos acolher Jesus na sua vida pública para sentir e experimentar a realidade do seu Reino.

Elo de comunhão

LEITURA ESPIRITUAL

Junto do Jordão, Jesus manifesta-se com uma extraordinária humildade, que recorda a pobreza e a simplicidade do Menino colocado na manjedoura, e antecipa os sentimentos com os quais, no final dos seus dias terrenos, chegará a lavar os pés dos discípulos e sofrerá a humilhação terrível da cruz. O Filho de Deus, Aquele que é sem pecado, coloca-se entre os pecadores, mostra a proximidade de Deus ao caminho de conversão do homem. Jesus carrega sobre os seus ombros o peso da culpa da humanidade inteira, inicia a sua missão pondo-se no nosso lugar, no lugar dos pecadores, na perspectiva da cruz.

Recolhido em oração, depois do baptismo, enquanto sai da água, abrem-se os céus. É o momento esperado por multidões de profetas. “Se rasgásseis os céus e descêsseis!”, tinha invocado Isaías (64, 1). Neste momento, parecia sugerir São Lucas, este pedido é satisfeito. De facto, “o céu abriu-se e o Espírito Santo desceu” (3, 21-22); ouviram-se palavras nunca antes pronunciadas: “Tu és o Meu Filho muito amado; em Ti pus todo o Meu enlevo” (v. 22). Jesus, saindo das águas, como afirma São Gregório de Nazianzo, “vê o céu abrir-se e separar-se, aquele céu que Adão tinha fechado para si e para toda a sua descendência” (Discurso 39 para o Baptismo do Senhor, p. 36). O Pai, o Filho e o Espírito Santo descem entre os homens e revelam-nos o seu amor que salva. Se são os anjos que levam aos pastores o anúncio do nascimento do Salvador, e as estrelas aos Magos vindos do Oriente, agora é a própria voz do Pai que indica aos homens a presença no mundo do seu Filho e que convida a olhar para a ressurreição, para a vitória de Cristo sobre o pecado e sobre a morte. (Bento XVI, Homilia de 10 de Janeiro de 2010)

 

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Ano B - Tempo do Natal - Baptismo do Senhor - Boletim Dominical II sem avisos

Emília Martins venceu concurso Aguiar Natal com o Comércio Local

Teve lugar , no Dia de Reis, o Sorteio Aguiar Natal com o Comércio Local, com o Município de Aguiar da Beira a tentar incentivar a comunidade a realizar compras no comércio local, com este concurso teve como objetivo.

Assim a grande vencedora foi Emília Martins, com cupão do estabelecimento BP Aguiar, depois em segundo ficou Francisco Marques e em terceiro lugar, César Alves , ambos na Galp.

Dados publicados pela DGS totalmente desajustados que suscitam grandes lapso das comunidades

Situação surreal no País

De facto, Portugal vive uma situação pandémica complicada, onde a DGS tem a missão de alertar e procurar prevenir  e comunicar notas e informações sobre os casos que todos dias aumentam, mas neste momento, o que se passa no País é comprometedor e perigoso para a saúde pública, uma vez que os quadros apresentados para serem implantadas novas medidas no País, são números desajustados, isto é desatualizados, uma vez que podem ser colocadas medidas leves em concelhos com imensos casos e vice- versa.

Citamos o exemplo do distrito da Guarda, onde são apresentados números de 28/12/20, quando desde esse dia até dia 03/01/21, existem concelhos que neste mapa são considerados moderados e vão continuar a partir do dia 8/01 e neste momento o número de casos aumentou em larga escala.

Será que as entidades regionais que regem esses casos não deveriam informar os superiores desse desajustamento, será que a ULS da Guarda não poderá apresentar um mapa atualizado de casos até dia 03/01.

De certo que, com esses novos registos, as comunidades deixavam de estar em pânico, com estão agora e novas medidas seriam adotadas para combater a pandemia rapidamente.

Creio que está na hora das grandes instâncias, pensarem que se trata de vidas humanas e não de números para dados de estatísticas.

 

Avisos e Liturgia- Epifania do Senhor- Ano B

 

Prossegue o tempo do Natal com a celebração da Epifania do Senhor. A oração colecta sempre nos ajuda a alcançar o mistério que celebramos em cada uma das celebrações eucarísticas. Neste Domingo, esta oração recorda-nos que Deus revelou o seu Filho Unigénito aos gentios guiados por uma estrela. Também pedimos que o Senhor nos guie para contemplarmos face a face a sua glória. Na narração dos Magos do Oriente encontramos um perfeito itinerário da fé cristã.

Os Magos deixam a estabilidade, o conforto e a segurança dos seus lares para fazerem um caminho, uma viagem. De certeza que preferiam ficar em casa, rodeados da tranquilidade própria de uma habitação confortável. Um sinal no céu despertou-lhes a curiosidade, o espírito de aventura e a vontade de percorrer um caminho, ou seja, de fazer uma viagem que transformará as suas vidas. O caminho que eles fizeram pode ser feito por cada um de nós em qualquer momento da vida. Muitas vezes somos cristãos desinteressados e insensíveis; os nossos pais e avós já eram cristãos e, por isso, também somos e pronto! Os acontecimentos da vida, os sinais dos tempos, despertam-nos da nossa fé acomodada para procurarmos o seu fundamento e alicerce. Da decisão que tomarmos poderão surgir dois caminhos: ou ficamos na mesma e a nossa fé enfraquece, ou decidimos percorrer um caminho que nos leve a contemplar o nosso redentor.

O texto do evangelho de S. Mateus revela-nos que este itinerário não está isento de dificuldades. Os Magos do Oriente também as tiveram. O rei Herodes foi um traidor; aparentemente, desejava conhecer o menino Jesus, mas na realidade pretende servir-se da boa vontade daqueles Magos para concretizar o seu plano: matar o menino Jesus para que só ele possa ser o rei dos judeus. Os Magos poderiam ter-se enganado no caminho, poderiam ter ficado contentes por conhecer o rei Herodes ou poderiam ter atraiçoado o menino Jesus dando a conhecer a Herodes a sua morada. Não o fizeram porque foram fiéis e não se deixaram iludir com as palavras de Herodes. Cuidado! Os falsos ídolos de hoje distraem-nos e separam-nos do que realmente desejamos: o encontro pessoal com o Senhor.

Qual é o momento mais esperado de toda a viagem dos Magos? Aquele em que podemos contemplar face a face a sublime glória de Deus. No ponto de chegada deste caminho encontramos Maria a apresentar-nos Jesus Cristo. Depois da contemplação vem a adoração, porque prostraram-se para O adorar. Não há troca de palavras, não há apresentações; viram o menino e adoram-no. Os Magos ensinam-nos o seguinte: perante o mistério de Deus não há palavras, perante a possibilidade de O conhecer e de O contemplar desponta o silêncio da adoração.

03-01-2021

Abriram os seus tesouros e ofereceram-lhe ouro, incenso e mirra. Nestas prendas, os Padres da Igreja vêm simbolizadas no ouro a realeza de Jesus Cristo, no incenso a sua divindade e na mirra a sua paixão. Estas prendas são uma representação da identidade de Jesus Cristo. Podemos afirmar que os Magos, depois da viagem, conseguiram descobrir quem é Jesus. Que prendas podemos hoje oferecer ao menino Jesus? É evidente que podemos oferecer ouro, incenso e mirra, mas quem é Jesus Cristo para nós? E se oferecêssemos a nossa vida e a nossa pobreza para que Ele a transforme?

No final da celebração eucarística deste Domingo iremos, como os Magos, regressar às nossas casas. Na Eucaristia temos a oportunidade de nos encontrar e de adorar o Senhor. Celebrando a Eucaristia, transformamos a nossa vida. Que o itinerário dos Magos do Oriente nos ajude hoje e sempre a contemplar face a face a admirável glória de Deus.

 

LEITURA ESPIRITUAL

“Levanta-te e resplandece, Jerusalém, chegou a tua luz!” (Is, 60,1) Chegou realmente a tua luz; ela estava no mundo e o mundo foi feito por ela, mas o mundo não a conheceu. O Menino nascera, mas não foi conhecido enquanto o dia da luz não começou a revelá-Lo. Erguei-vos, vós que estais sentados nas trevas! Dirigi-vos para esta luz; ela ergueu-se nas trevas, mas as trevas não conseguiram abarcá-la. Aproximai-vos e sereis iluminados; na luz vereis a luz, e dir-se-á sobre vós: “Outrora éreis trevas, mas agora sois luz no Senhor” (Ef 5,8). Vede que a luz eterna se acomodou aos vossos olhos, para que Aquele que habita uma luz inacessível possa ser visto pelos vossos olhos fracos e doentes. Descobri a luz numa lâmpada de argila, o sol na nuvem, Deus num homem, no pequeno vaso de argila do vosso corpo o esplendor da glória e o brilho da luz eterna!

Nós Te damos graças, Pai da luz, por nos teres chamado das trevas à tua luz admirável. Sim, a verdadeira luz, mais do que isso, a vida eterna, consiste em Te conhecer, a Ti, único Deus, e ao teu enviado, Jesus Cristo. É certo que Te conhecemos pela fé, e temos como seguro que um dia Te conheceremos na visão. Até lá, aumenta-nos a fé. Conduz-nos de fé em fé, de claridade em claridade, sob a moção do teu Espírito, para que penetremos cada dia mais nas entranhas da luz! Que a fé nos conduza à visão face a face e que, à semelhança da estrela, ela nos guie até ao nosso chefe nascido em Belém.

Que alegria, que exultação para a fé dos magos, quando virem reinar, na Jerusalém das alturas, Aquele que adoraram quando vagia em Belém! Viram-No aqui numa habitação de pobres; lá, vê-Lo-emos no palácio dos anjos. Aqui, nos paninhos; lá, no esplendor dos santos. Aqui, no seio de sua Mãe; lá, no trono de seu Pai. (Beato Guerric de Igny, 3º sermão para a Epifania).

 

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Feliz 2021!!!!

Um Bom Ano 2021 cheio de esperança e alegria!

Testes rápidos de saliva da Biojam para diagnóstico do COVID-19 chegaram ao mercado português

Um método alternativo à zaragatoa: Novo sistema de diagnóstico permite detetar o vírus com um único teste à saliva.

·               Uma solução que constitui uma alternativa fiável, segura, confortável e muito mais barata.

Depois de lançados os testes rápidos de antigénio para diagnóstico de COVID-19 e os testes DUO de diagnóstico de COVID-19 e Gripe, a BioJam disponibiliza também, a partir de agora, os testes rápidos de saliva, os quais já foram alvo de notificação junto do Infarmed. De uma forma mais simples e sem o desconforto associado aos convencionais testes de antigénio que utilizam as zaragatoas para recolha de amostra, o novo sistema de diagnóstico permite detectar, em apenas 15 minutos e de uma forma não invasiva, possíveis casos positivos de COVID-19. Com explica Carlos Monteiro, CEO e fundador da farmacêutica BioJam, “a realização dos convencionais testes de antigénio, apesar de constituírem um processo rápido, não deixam de ser mais desconfortáveis, sobretudo para crianças, adolescentes e até adultos com sensibilidade ao método da zaragatoa. Além disso, poderão ser muito úteis em aeroportos, escolas, empresas ou atividades desportivas, para identificar assintomáticos em período infecioso. Com os novos testes de saliva conseguimos eliminar o desconforto mantendo a segurança dos testes que apresentam uma especificidade de 100% e uma sensibilidade de mais de 94%”.

O teste rápido PCL COVID19 Ag Gold saliva é um dispositivo médico de diagnóstico invitro que se baseia no Teste imunocromatográfico (ICA) para a detecção qualitativa do antigénio SARS-CoV-2 na saliva humana. Ainda que não seja um teste invasivo, o mesmo só estará disponível para realização em clínicas e laboratórios de análises clínicas devidamente registadas na ERS para tal, por profissionais de saúde ou sob o acompanhamento destes, esperando que estes também possam ser distribuídos pelas farmácias comunitárias. A ideia é que seja supervisionado por um profissional e realizado numa clínica, hospital ou, eventualmente, farmácia. Além de eliminar o desconforto da zaragatoa, deixa de ser necessário ter profissionais de saúde especificamente habilitados para a colheita, como acontece atualmente, aliviando a logística e os custos”, acrescenta Carlos Monteiro.

Avisos e Liturgia – Sagrada Família – ano B

 

Continuando com as festas solenes do Natal, neste domingo a Igreja recomenda contemplar a Sagrada Família. Esta celebração não ofusca este tempo litúrgico; recordamos e celebramos Deus que quis nascer numa família para que tivesse alguém que Dele cuidasse. Jesus, o Filho de Deus, ao nascer numa família, santificou a família humana. Por isso, veneramos a Sagrada Família como modelo importante e fundamental da família humana. Numa sociedade em que a família não disfruta do mérito e prestigio que merece, é muito importante celebrar esta festa instituída em 1921 pelo Papa Bento XV e colocada no calendário universal da Igreja. A oração colecta recorda-nos que Deus quis dar-nos o modelo da Sagrada Família para que, imitando as suas virtudes familiares e o seu espírito de caridade, possamos um dia reunir-nos na Sua casa para gozarmos as alegrias eternas.

Mas, quais são essas virtudes familiares? O texto do evangelho pode ajudar-nos a encontrar a resposta. José e Maria levaram Jesus a Jerusalém, para O apresentarem ao Senhor, para cumprirem os preceitos da lei de Moisés relacionados com a purificação. Esta particularidade do início do texto ajuda-nos a entender que José e Maria eram uma família que cumpria os preceitos da sua religião judaica. Por isso, não é difícil imaginá-los na sua casa a rezar juntos os salmos e a ensinar o Menino Jesus no ritmo diário de oração. É isto que as nossas famílias cristãs deveriam imitar com os mais pequenos da casa para que aprendam a importância de rezar nos diversos momentos do dia. Mas sigamos o texto para encontrar outras virtudes a imitar desta família. A visita ao templo supõe um encontro com duas pessoas interessantes.

Sabemos que Simeão era um homem justo e piedoso e que esperava a hora da consolação de Israel. Movido pelo Espírito Santo vai ao templo e ali encontra-se com a Sagrada Família. Desta maneira, cumpre-se a promessa que o Espírito Santo lhe tinha feito: ver o Messias antes de morrer. Com o menino Jesus nos braços, Simeão entoa um dos hinos mais importantes para a liturgia da Igreja que é rezado na hora de completas, antes do repouso da noite. Este hino é de acção de graças por ter conseguido ver o Messias. Sabemos que Ana foi casada sete anos após o tempo de donzela e viúva até aos oitenta e quatro. Tinha uma vida sóbria dedicada à oração e ao jejum, não se afastando do templo. O texto não nos revela nenhum diálogo entre ela e a Sagrada Família, mas podemos imaginar uma grande alegria ao conhecer o menino Jesus, a qual deu origem à sua acção de graças a Deus. Falava daquele menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém. Em ambos os encontros a Sagrada Família proporciona um momento de acção de graças a Deus. Assim, temos uma nova virtude, digna de ser imitada: eles dão a conhecer o Messias e, com Ele, geram a consolação e a esperança que vêm de Deus depois de uma vida longa e provavelmente dura. E se nós também fossemos mensageiros desta consolação e esperança, dando a conhecer o Messias em todos os momentos da nossa vida? Talvez a nossa sociedade pudesse converter-se numa autêntica família que louva a Deus e é capaz de imitar os exemplos da família da qual Deus fez parte.

Elo de Comunhão (3)

Finalmente, na festa da Sagrada Família rezemos especialmente pelas nossas famílias. No seio da nossa família nascemos e crescemos. Foi nela que Deus estabeleceu o alicerce das nossas vidas. Os nossos pais e padrinhos ajudaram-nos a crescer na fé, nos valores de uma vida cristã. Recordemos os membros falecidos das nossas famílias e agradeçamos os novos membros que nela se incorporaram. Diante de Deus, agradeçamos todos os membros da nossa família e peçamos a protecção da Sagrada Família. Que o nosso lar, por intercessão da Sagrada Família, se converta num modelo da Igreja doméstica, como afirmou o Concílio Vaticano II.

 

LEITURA ESPIRITUAL

Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho. Aqui se aprende a observar, a escutar, a meditar e a penetrar o significado tão profundo e misterioso desta manifestação do Filho de Deus, tão simples, tão humilde e tão bela. Talvez se aprenda também, quase sem dar por isso, a imitá-la. Aqui se aprende o método e o caminho que nos permitirá compreender facilmente quem é Cristo. Aqui se descobre a importância do ambiente que rodeou a sua vida, durante a sua permanência no meio de nós: os lugares, os tempos, os costumes, a linguagem, as práticas religiosas, tudo o que serviu a Jesus para Se revelar ao mundo. Aqui tudo fala, tudo tem sentido. Aqui, nesta escola, se compreende a necessidade de ter uma disciplina espiritual, se queremos seguir os ensinamentos do Evangelho e sermos discípulos de Cristo. Quanto desejaríamos voltar a ser crianças e acudir a esta humilde e sublime escola de Nazaré! Quanto desejaríamos começar de novo, junto de Maria, a adquirir a verdadeira ciência da vida e a superior sabedoria das verdades divinas! Mas estamos aqui apenas de passagem e temos de renunciar ao desejo de continuar nesta casa o estudo, nunca terminado, do conhecimento do Evangelho. No entanto, não partiremos deste lugar sem termos recolhido, quase furtivamente, algumas breves lições de Nazaré.  Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito, tão necessário para nós, que nos vemos assaltados por tanto ruído, tanto estrépito e tantos clamores, na agitada e tumultuosa vida do nosso tempo! Silêncio de Nazaré, ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor de uma conveniente formação, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê. Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré como é preciosa e insubstituível a educação familiar e como é fundamental e incomparável a sua função no plano social. Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do Filho do carpinteiro! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano, restabelecer a consciência da sua dignidade, de modo que todos a sentissem; recordar aqui, sob este tecto, que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que a sua liberdade e dignidade se fundamentam não só em motivos económicos, mas também naquelas realidades que o orientam para um fim mais nobre. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande Modelo, o seu Irmão divino, o Profeta de todas as causas justas que lhes dizem respeito, Cristo Nosso Senhor. (Paulo VI, Alocução em Nazaré, 5 de Janeiro de 1964).

 

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Ano B - Tempo do Natal - Sagrada Família - Boletim Dominical II

Avisos e Liturgia do Domingo IV do ADVENTO – ano B

a)         Estamos no último e quarto Domingo do Advento. Estes quatro Domingos ajudaram-nos a melhor preparar a vinda de Jesus. Esta vinda que esperamos para o fim dos tempos, no final da história, recordando, por agora, a sua primeira vinda fazendo-se homem. Neste contexto, é importante não esquecer o contraste e a complementaridade das leituras propostas na liturgia deste Domingo.

 

b)         Em primeiro lugar, há um contraste entre a primeira leitura e o texto do evangelho. O extracto do 2º Livro de Samuel (1ª leitura) apresenta-nos David a manifestar o desejo de construir uma casa para Deus, uma casa semelhante ao palácio que ele construiu para si próprio, e a resposta de Deus na boca do profeta Natã. Mais que uma casa, Deus deseja recordar a David tudo o Ele fez por ele, pelo Povo de Israel e confirma todas as promessas feitas. Porém, o extracto do evangelho de S. Lucas narra-nos o anúncio de Arcanjo Gabriel a Maria, falando-nos, assim, da “casa” que Deus escolheu para se tornar presente na Humanidade, para habitar entre nós; não num edifício, mas “entre nós”. Esta presença supõe o consentimento da própria humanidade, expressa na resposta positiva de Maria ao convite que Deus lhe faz para ser mãe do seu Filho. Estas duas leituras como o fragmento da Carta de S. Paulo aos Romanos (2ª leitura) falam-nos da contínua presença de Deus entre nós. Há, pois, entre elas, uma complementaridade. É uma presença que o salmista converte em oração de louvor e de agradecimento: “Cantarei eternamente as misericórdias do Senhor e para sempre proclamarei a sua fidelidade”.

 

Ano B - Tempo do Advento - 4º Domingo - Boletim Dominical II

 

c)         Deus entra na vida da humanidade, na vida da nossa comunidade cristã, na vida de cada cristão discretamente, sem ruído, sem expressões evidentes de poder ou magnificência, sem se impor. O Senhor torna-se presente silenciosamente. Para Ele, basta a nossa resposta. A nossa comunidade cristã, onde fazemos a caminhada de fé, a mesma que nos ajuda a viver a fé, é o ambiente propício para se manifestar, descobrir e celebrar esta presença e a proposta de vida que Deus nos faz por Jesus Cristo.

 

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Elo de Comunhão (2)

AF Guarda- Campeonato Distrital Seniores- 4ºjornada Séries A e B

Série A

Freixo Numão – Foz Côa-1-2

VF Naves – AD Fornos de Algodres-2-2

CD Gouveia – Aguiar da Beira-0-0

Classificação:

1-Trancoso – 7

2- VF Naves- 6

3-CD Gouveia-5

4-AD Fornos de Algodres-4

5-Foz Côa-4

6-Aguiar da Beira-4

7-Freixo Numão-0

 

Série B

 

Guarda FC- Soito-0-1

Casal Cinza – UD Os Pinhelenses-1-2

SC Sabugal – Guarda DFC-1-3

SC Celoricense- Estrela Almeida- 10 fev.

 

Classificação:

1-Guarda DFC- 9

2-SC Celoricense-6

3-UD Os Pinhelenses-6

4-Soito-6

5-Estrela Almeida-3

6-Guarda FC-3

7-SC Sabugal-3

8- Casal Cinza-0