|
Classificação |
PTS |
JGS |
| 1º Guarda FC Sad | 40 | 15 |
| 2º GC Figueirense | 36 | 15 |
| 3º SC Sabugal | 29 | 15 |
| 4º SC Celoricense | 26 | 15 |
| 5º OS Vilanovenses | 24 | 15 |
| 6º AD Fornos de Algodres | 24 | 15 |
| 7º GD Trancoso | 23 | 15 |
| 8º Vila Cortez | 22 | 15 |
| 9º Aguiar da Beira | 22 | 15 |
| 10º AD São Romão | 20 | 15 |
| 11º SC Mêda | 13 | 15 |
| 12º Vilar Formoso | 9 | 15 |
| 13º GD Foz Côa | 7 | 15 |
| 14º VF Naves | 2 | 15 |
Aguiar da Beira
(CIM) Viseu Dão Lafões vai marcar presença na FITUR – Feira Internacional de Turismo
A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões vai marcar presença na FITUR – Feira Internacional de Turismo, em Madrid, pelo terceiro ano consecutivo. Entre 21 e 25 de janeiro, a CIM participa com um stand próprio, que reforça a
afirmação do território junto do seu principal mercado emissor de turistas internacionais.
O stand da CIM Viseu Dão Lafões foi concebido para transmitir uma ligação próxima à natureza, à paisagem e à identidade do território. A opção estética e conceptual reflete o posicionamento da região enquanto destino sustentável, autêntico e orientado para as experiências de qualidade que se podem desfrutar em Viseu Dão Lafões.
Um programa rico e diversificado
Ao longo dos cinco dias do certame, o stand acolhe um programa diversificado, que cruza promoção institucional, contacto direto com profissionais do setor do turismo e experiências sensoriais para os visitantes.
A inauguração oficial do stand, às 15h00 do dia 21 de janeiro, contará com a presença do Secretário de Estado do Turismo, Pedro Machado, o que realça a importância institucional desta participação e o reconhecimento da estratégia de promoção turística desenvolvida pela CIM.
Os municípios de Viseu Dão Lafões estarão representados em todos os dias da programação, com apresentações dedicadas à sua oferta turística, gastronomia, eventos e experiências, evidenciando a diversidade e complementaridade do território numa lógica de promoção integrada.
A CIM Viseu Dão Lafões dinamiza várias iniciativas próprias, que incluem momentos de degustação dos sabores da região e a apresentação da oferta turística, bem como projetos estratégicos como o AgroTour, o GreenSPAS e a Rota de Megalitismo, que evidenciam a ligação entre turismo, território, sustentabilidade e bem-estar.
O Vinho do Dão assume um papel central na estratégia do stand, com um conjunto de provas comentadas promovidas pela Comissão Vitivinícola Regional do Dão. Entre os momentos em destaque estão as sessões dedicadas à Touriga Nacional – “A Rainha do Dão”, ao Encruzado – “A Joia Branca do Dão”, aos Tintos do Dão – “O Sabor da Tradição”, e ainda à elegância dos Brancos do Dão.
O programa integra ainda apresentações de entidades parceiras, como a Associação Europeia de Vias Verdes, com uma sessão dedicada às Ecopistas do Dão e do Vouga enquanto exemplo de turismo ativo em estado puro, a Inova Termas, com a apresentação “Termas Centro de Portugal: A Origem do Bem-Estar”, e a Inovcluster – Provere Queijos Centro de Portugal, que promove a Rota Turística e Gastronómica dos Queijos do Centro de Portugal.
O termalismo terá também forte destaque ao longo da feira, com a presença das Termas de São Pedro do Sul, que levam à FITUR uma experiência direta de bem-estar, e da apresentação de produtos dermocosméticos, reforçando o posicionamento de Viseu Dão Lafões como destino de saúde e bem-estar.
Também no stand da região Viseu Dão Lafões, vão passar operadores turísticos da região que vão apresentar as suas ofertas turísticas.
O stand da CIM Viseu Dão Lafões na FITUR está localizado no Pavilhão 4, na área reservada a Portugal (Visit Portugal).
Mercado espanhol é o mais importante para Viseu Dão Lafões
A participação de Viseu Dão Lafões na FITUR está alinhada com a estratégia de promoção internacional da CIM, que tem como um dos principais objetivos aumentar a notoriedade e a procura turística da região, em particular junto do mercado espanhol, o maior mercado emissor estrangeiro de turistas para o território.
Em 2024, os cidadãos espanhóis representaram 4,78% do total dos hóspedes registados na região, correspondendo a um quarto (25,69%) do total de hóspedes estrangeiros, confirmando o país vizinho como o mercado externo mais relevante para Viseu Dão Lafões.
Os dados mais recentes disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) evidenciam igualmente um crescimento sustentado da atividade turística em Viseu Dão Lafões. Entre janeiro e novembro de 2025, a região registou 611.961 dormidas nos estabelecimentos de alojamento turístico, mais 3,18% do que no período homólogo de 2024 – um crescimento superior à média nacional, que no mesmo período se fixou em 2,13%.
No mesmo intervalo temporal, o número de hóspedes também aumentou de forma expressiva, passando de 323.507 em 2024 para 337.104 em 2025, o que representa um crescimento de 4,20%, novamente acima da média nacional, que se situou nos 2,88%.
No indicador das receitas, particularmente relevante para os empresários do setor, os proveitos totais nos estabelecimentos de alojamento turístico de Viseu Dão Lafões atingiram os 38,9 milhões de euros em 2024, um aumento de 21,4% face a 2023, enquanto a média nacional cresceu 10,9% no mesmo período. Os dados relativos a 2025 neste indicador ainda não se encontram disponíveis.
De notar ainda que, entre 2023 e 2024, a oferta turística da região aumentou de 6.665 para 6.897 camas disponíveis nos estabelecimentos de alojamento turístico. A taxa líquida de ocupação por cama situou-se, em 2024, nos 26,8%, acima dos 24,9% registados em 2023.
A estadia média dos hóspedes, com valores de 1,8 noites em 2024, reflete a atratividade da região para o turismo de proximidade, importante no contexto do mercado ibérico.
“Presença na FITUR é peça-chave para consolidar crescimento”
Para João Azevedo, Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, “a presença da CIM na FITUR, pelo terceiro ano consecutivo, traduz a consistência da nossa estratégia de promoção turística e a aposta clara no mercado espanhol, que é prioritário para o território. Regressamos com um stand próprio e com uma proposta integrada, que valoriza os nossos principais ativos – natureza, vinho, património e bem-estar – e afirma Viseu Dão Lafões como um destino sustentável, autêntico e competitivo no contexto ibérico”.
“Os resultados da atividade turística na região, superiores à média nacional, demonstram que a estratégia de promoção do território está a produzir efeitos concretos. A presença na FITUR é uma peça-chave para consolidar este crescimento e reforçar a captação de novos fluxos turísticos, em especial do mercado espanhol”, acrescenta.
Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM, sublinha o carácter experiencial da participação: “A FITUR é uma oportunidade para criar proximidade com os públicos e gerar ligação ao território de Viseu Dão Lafões. O programa que apresentamos aposta em experiências concretas, das provas de vinho ao termalismo, da gastronomia ao património, e reflete uma estratégia de promoção coerente, focada na qualidade, na diferenciação e na valorização do território como destino turístico de referência. Estou convicto de que esta presença na FITUR contribuirá para reforçar ainda mais a notoriedade da região no mercado espanhol”.
AF Guarda – Nuno Sena de saída da ADRC Aguiar da Beira
A ADRC Aguiar da Beira em comunicado, informa que cessou hoje, por mútuo acordo, as funções do treinador Nuno à frente da equipa sénior.
“Falar do Nuno é falar da própria história desta casa.
Durante 36 anos, esteve ligado à ADRC Aguiar da Beira de forma ininterrupta e exemplar: como jogador da formação, jogador do plantel sénior, treinador da formação, treinador do plantel sénior e, acima de tudo, como alguém que sempre esteve disponível para ajudar o clube em todas as frentes, dentro e fora de campo, com o máximo profissionalismo e dedicação que ajudaram a fazer deste clube a referência que é hoje em dia para todos nós.
O Nuno não passou pelo clube… viveu o clube.
É a personificação do ADN Cabicanca, um dos grandes moldadores da identidade da ADRC Aguiar da Beira e uma das pessoas que melhor soube representar, proteger e transmitir aquilo que somos enquanto instituição.
A decisão agora tomada não apaga, nem apagará jamais, o impacto humano, desportivo e identitário que o Nuno deixa nesta casa. O seu nome ficará para sempre ligado à história, aos valores e à alma da ADRC Aguiar da Beira.
A Direção agradece profundamente todo o empenho, dedicação e amor demonstrados ao longo de mais de três décadas, desejando-lhe as maiores felicidades pessoais e profissionais”.
AF Guarda – Resultados da 14ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER
Resultados da 14ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER — 18-01-2026
Saúde mental: fraca literacia financeira está associada a níveis mais elevados de stress e ansiedade
Um estudo desenvolvido por docentes da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico de Viseu (ESTGV-IPV) reforça a ligação entre literacia financeira, segurança económica e indicadores de saúde mental, mostrando que níveis mais baixos de literacia financeira estão associados a maior stress, ansiedade e depressão.
O estudo, realizado por Paula Sarabando, Manuel Reis, Tiago Miguel e Rogério Matias, analisou respostas de 677 adultos, abrangendo diferentes idades, níveis de escolaridade e rendimentos. Foram avaliados os níveis de literacia financeira, os comportamentos financeiros, a satisfação com a condição financeira pessoal e alguns indicadores de
bem-estar psicológico dos participantes.
Os resultados indicam que cerca de metade dos participantes apresenta níveis baixos de literacia financeira – isto é, obtêm valores iguais ou inferiores a 50 pontos (numa escala de 0-100 pontos) num indicador global de literacia financeira. Os resultados alarmantes não se limitam ao domínio dos conhecimentos financeiros, mas estendem-se também à vertente comportamental: mais de metade dos participantes não elabora regularmente
um orçamento familiar.
Para além do diagnóstico quanto ao nível de literacia financeira dos portugueses, o estudo evidencia relações relevantes entre finanças pessoais e saúde mental.
Participantes com maior literacia financeira tendem a apresentar:
· menores níveis de stress na gestão financeira atual;
· maior perceção de segurança financeira futura.
Adicionalmente, a satisfação com a condição financeira pessoal surge como um fator central, associada a níveis mais baixos de stress e ansiedade, dois indicadores frequentemente ligados ao bem-estar psicológico. Deste modo, encontra-se uma associação clara entre literacia financeira e saúde mental: mais literacia financeira está associada a níveis mais baixos de stress, ansiedade e depressão.
Segundo os autores, estes resultados mostram que a literacia financeira deve ser encarada como uma competência determinante para o bem-estar dos cidadãos, principalmente em Portugal, um dos países da União Europeia com rendimentos mais baixos. “Não é apenas o nível de rendimento que importa, mas a forma como as pessoas
gerem e percecionam a sua situação financeira”, sublinham.
Deste modo, e num contexto em que Portugal continua a apresentar níveis preocupantes de literacia financeira, os investigadores realçam a importância de investir em educação financeira ao longo da vida, com programas que promovam não só o conhecimento, mas também a adoção de comportamentos financeiros mais conscientes.
Liturgia do Baptismo do Senhor
Celebração do Tempo do NATAL – ano A
NO JORDÃO, DEUS TRINO MANIFESTA-SE COMO MISTÉRIO DE AMOR
Com a celebração da festa do Baptismo do Senhor, concluímos o Tempo de Natal e iniciamos o Tempo Comum. Mas o Natal não acaba aqui. A finalidade de celebrar o mistério do Natal é a seguinte: se Deus desceu à Terra é porque nós podemos chegar ao céu. E esta promessa de Deus não termina, mas continua durante toda a celebração do mistério salvífico de Jesus durante todos os Domingos do ano litúrgico. O Natal revelou-nos o desejo de Deus de oferecer à humanidade a sua vida divina, uma vida em plenitude, cheia de amor, de felicidade. O Natal que celebrámos faz-nos descobrir que a maior aspiração humana está na vida de Deus. Este é o admirável intercâmbio do Natal: Deus faz-se homem para que o homem se converta em Deus. Este é o caminho que continuamos a percorrer de mãos dadas com a celebração do Domingo, onde Cristo nos convoca como comunidade. No entanto, perante o grande plano de Deus, podemos perguntar-nos se o homem merece o céu desta forma, de maneira automática, livremente. Não seria uma injustiça, perante tanto mal, violência e engano como vemos na terra, dizer: “Agora todos vão para o céu”? Como se nada tivesse acontecido! Todos irão gozar da felicidade eterna? Ora, hoje temos a resposta: é evidente que não! Todos os homens e mulheres não mereciam esta felicidade. Porquê? Por causa do pecado, da desobediência do homem ao plano de Deus. Por esta razão, Jesus vem à terra para fazer justiça, para abrir as portas do amor e da vida a toda a humanidade imersa no pecado e na escravidão. Como? De que maneira? Descendo as águas do Jordão, onde os pecadores entravam e integrando a fila de espera para se banhar. Jesus entra nestas águas, chama a si toda a miséria da humanidade e limpa-a com o seu sangue. É por isso que João se escandaliza: que fazes, Jesus? Por que estás na fila dos pecadores? Tu és santo! Uma vez, uma freira contemplativa foi à polícia fazer uma queixa. Na sala de espera, viu-se no meio de suspeitos de crimes e comentou: “Entendi Jesus na fila no rio Jordão”. É por isso que João resiste, está escandalizado. Não se pode amar à distância. Jesus encurta distâncias, molha-se, quer libertar-nos do nosso orgulho, da nossa maldade, como se sofresse a paixão. Fala da paixão do seu baptismo. E Jesus responde: “Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça”. E em que consiste esta justiça? Fazer o que Deus, seu Pai, quer: que se molhe, que se identifique com a humanidade, com a sua condição vulnerável. Ele quer que o seu Filho percorra o caminho da dor e da humilhação para abrir um caminho para o céu para aqueles que se arrependem dos seus pecados. Porque desta forma todos nós nos identificamos com a sua divindade. Ele é o servo de Deus, anunciado pelo profeta Isaías, que, como um cordeiro levado ao matadouro, aceita a missão que lhe foi confiada pelo Pai. Finalmente, como nos diz o evangelho, João aceita a missão de Jesus. Baptiza-O. De seguida, a voz do Pai, acompanhada pela presença do Espírito Santo, ratifica a missão do Filho de Deus: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência”. Isto é tudo o que recebemos agora com as águas santificadas pelo amor de Deus que aconteceu no baptismo de sangue de Jesus na cruz. Deus oferece-nos a vida através da morte do seu Filho, assumindo Ele próprio a nossa iniquidade. Esta é a permuta de Natal. Aceitas?.
Leitura Espiritual
Descemos com Cristo para nos reerguermos com Ele, cheios de luz
Não posso conter a minha alegria, o meu espírito exulta e salta de gozo. Quase me sinto movido pelo mesmo ardor de João a anunciar a boa nova. É verdade que não sou o Precursor, mas venho do deserto como ele. Cristo foi iluminado, resplandeçamos com Ele. Cristo foi baptizado, desçamos com Ele para com Ele podermos voltar a erguer-nos. João baptiza e Jesus avança, para santificar o Batista. Ele vem mergulhar o velho Adão por completo nas águas e, antes disso – e para isso -, santificar as águas do Jordão. O Batista recusa e Jesus insiste. A lamparina diz ao Céu, a voz diz ao Verbo, o amigo diz ao Esposo: «Eu é que preciso de ser baptizado por Ti»; e Jesus responde: «Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça». Jesus entra nas águas levando o mundo consigo, e elevando-o quando sai, e vê o Céu aberto, esse Céu que Adão tinha fechado para si e para os seus, esse paraíso que estava como que selado por uma espada de fogo. E o Espírito dá testemunho da sua divindade, acorrendo ao seu semelhante, ao mesmo tempo que uma voz desce do Céu, pois foi do Céu que veio Aquele a quem está a ser prestada homenagem. Hoje, celebrando o baptismo do Senhor com grande alegria, purifiquemo-nos. Não há coisa mais agradável a Deus que a salvação dos homens e a sua conversão, que é o ponto alto dos ensinamentos e dos mistérios. Assim será se fordes uma luz no mundo, uma força vital para todos os homens, e pequenas luzinhas em volta de Cristo, que é a grande Luz, reflectindo na vossa face o seu esplendor celeste. (São Gregório de Nazianzo (330-390), bispo, doutor da Igreja, Sermão 39, 14-16,20 ; PG 36, col. 350-354).
http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/
Avisos e Liturgia da Celebração do Tempo do NATAL – ano A —-Baptismo do Senhor
NO JORDÃO, DEUS TRINO MANIFESTA-SE COMO MISTÉRIO DE AMOR
Com a celebração da festa do Baptismo do Senhor, concluímos o Tempo de Natal e iniciamos o Tempo Comum. Mas o Natal não acaba aqui. A finalidade de celebrar o mistério do Natal é a seguinte: se Deus desceu à Terra é porque nós podemos chegar ao céu. E esta promessa de Deus não termina, mas continua durante toda a celebração do mistério salvífico de Jesus durante todos os Domingos do ano litúrgico. O Natal revelou-nos o desejo de Deus de oferecer à humanidade a sua vida divina, uma vida em plenitude, cheia de amor, de felicidade. O Natal que celebrámos faz-nos descobrir que a maior aspiração humana está na vida de Deus. Este é o admirável intercâmbio do Natal: Deus faz-se homem para que o homem se converta em Deus. Este é o caminho que continuamos a percorrer de mãos dadas com a celebração do Domingo, onde Cristo nos convoca como comunidade. No entanto, perante o grande plano de Deus, podemos perguntar-nos se o homem merece o céu desta forma, de maneira automática, livremente. Não seria uma injustiça, perante tanto mal, violência e engano como vemos na terra, dizer: “Agora todos vão para o céu”? Como se nada tivesse acontecido! Todos irão gozar da felicidade eterna? Ora, hoje temos a resposta: é evidente que não! Todos os homens e mulheres não mereciam esta felicidade. Porquê? Por causa do pecado, da desobediência do homem ao plano de Deus. Por esta razão, Jesus vem à terra para fazer justiça, para abrir as portas do amor e da vida a toda a humanidade imersa no pecado e na escravidão. Como? De que maneira? Descendo as águas do Jordão, onde os pecadores entravam e integrando a fila de espera para se banhar. Jesus entra nestas águas, chama a si toda a miséria da humanidade e limpa-a com o seu sangue. É por isso que João se escandaliza: que fazes, Jesus? Por que estás na fila dos pecadores? Tu és santo! Uma vez, uma freira contemplativa foi à polícia fazer uma queixa. Na sala de espera, viu-se no meio de suspeitos de crimes e comentou: “Entendi Jesus na fila no rio Jordão”. É por isso que João resiste, está escandalizado. Não se pode amar à distância. Jesus encurta distâncias, molha-se, quer libertar-nos do nosso orgulho, da nossa maldade, como se sofresse a paixão. Fala da paixão do seu baptismo. E Jesus responde: “Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça”. E em que consiste esta justiça? Fazer o que Deus, seu Pai, quer: que se molhe, que se identifique com a humanidade, com a sua condição vulnerável. Ele quer que o seu Filho percorra o caminho da dor e da humilhação para abrir um caminho para o céu para aqueles que se arrependem dos seus pecados. Porque desta forma todos nós nos identificamos com a sua divindade. Ele é o servo de Deus, anunciado pelo profeta Isaías, que, como um cordeiro levado ao matadouro, aceita a missão que lhe foi confiada pelo Pai. Finalmente, como nos diz o evangelho, João aceita a missão de Jesus. Baptiza-O. De seguida, a voz do Pai, acompanhada pela presença do Espírito Santo, ratifica a missão do Filho de Deus: “Este é o meu Filho muito amado, no qual pus toda a minha complacência”. Isto é tudo o que recebemos agora com as águas santificadas pelo amor de Deus que aconteceu no baptismo de sangue de Jesus na cruz. Deus oferece-nos a vida através da morte do seu Filho, assumindo Ele próprio a nossa iniquidade. Esta é a permuta de Natal. Aceitas?.
paroquiasagb
Leitura Espiritual
Descemos com Cristo para nos reerguermos com Ele, cheios de luz
Não posso conter a minha alegria, o meu espírito exulta e salta de gozo. Quase me sinto movido pelo mesmo ardor de João a anunciar a boa nova. É verdade que não sou o Precursor, mas venho do deserto como ele. Cristo foi iluminado, resplandeçamos com Ele. Cristo foi baptizado, desçamos com Ele para com Ele podermos voltar a erguer-nos. João baptiza e Jesus avança, para santificar o Batista. Ele vem mergulhar o velho Adão por completo nas águas e, antes disso – e para isso -, santificar as águas do Jordão. O Batista recusa e Jesus insiste. A lamparina diz ao Céu, a voz diz ao Verbo, o amigo diz ao Esposo: «Eu é que preciso de ser baptizado por Ti»; e Jesus responde: «Deixa por agora; convém que assim cumpramos toda a justiça». Jesus entra nas águas levando o mundo consigo, e elevando-o quando sai, e vê o Céu aberto, esse Céu que Adão tinha fechado para si e para os seus, esse paraíso que estava como que selado por uma espada de fogo. E o Espírito dá testemunho da sua divindade, acorrendo ao seu semelhante, ao mesmo tempo que uma voz desce do Céu, pois foi do Céu que veio Aquele a quem está a ser prestada homenagem. Hoje, celebrando o baptismo do Senhor com grande alegria, purifiquemo-nos. Não há coisa mais agradável a Deus que a salvação dos homens e a sua conversão, que é o ponto alto dos ensinamentos e dos mistérios. Assim será se fordes uma luz no mundo, uma força vital para todos os homens, e pequenas luzinhas em volta de Cristo, que é a grande Luz, reflectindo na vossa face o seu esplendor celeste. (São Gregório de Nazianzo (330-390), bispo, doutor da Igreja, Sermão 39, 14-16,20 ; PG 36, col. 350-354).
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Unidade Pastoral das P. de Fornos de Algodres, Cortiçô, Casal Vasco, Infias, Vila Chã e Algodres
De 11 a 18 de janeiro


AF Guarda – Resultados da 13ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER
AF Guarda — Resultados da 12ªjornada da 1ª LIGA FUTEBOL CIMA-TAVFER
Avisos e Liturgia da Celebração do Tempo do NATAL – ano A— Epifania do Senhor
A MANIFESTAÇÃO DE JESUS AJUDA-NOS A MANIFESTAR QUEM SOMOS: FILHOS DE DEUS NO FILHO AMADO DO PAI
Em certa ocasião, um jovem, que ia à Missa todos os Domingos, foi questionado por um padre: “Em que grupo ou movimento estás integrado”? Imediatamente o jovem respondeu: “Em nenhum”. Então o sacerdote perguntou-lhe novamente: “Então, como manténs a tua fé”? O jovem respondeu: “Na internet, através de sites católicos”. Então, podemos afirmar que a sua estrela, que tinha guiado a sua fé, era a internet. Hoje, também existem muitas pessoas cuja janela de acesso à fé é o ecrã, a internet. Através dele, como os sábios com a estrela, continuam a caminhar para Jesus. Os meios que se servem para encontrar o Senhor são diferentes. Jesus nasce para todos! Não para alguns, mas quer chegar a todos! Os pastores foram os primeiros a chegar ao presépio graças à comunicação do anjo. Também os Magos chegam lá através da mediação da estrela. Assim, não há dúvidas que Jesus nasce para todos. Que cada um vem ter com ele de uma forma ou de outra, porque Jesus veio e nos convoca a todos, de qualquer condição social, raça, idade… Os pastores eram judeus, membros do povo de Israel, que esperavam o cumprimento das promessas, a vinda do Messias. Porém, os Magos eram pagãos e não conheciam as Escrituras Sagradas. Eram peritos em estrelas. E, no meio de tantas estrelas, detectam algo grande, novo…. Observam e partem corajosamente. E finalmente chegam, depois de se terem encontrado com os sacerdotes do palácio de Herodes que lhes dizem, através das Sagradas Escrituras, que o Messias, quando chegar, manifestar-se-á em Belém. Jesus vem para todos. Esta é a mensagem da Epifania. Jesus não vem somente para os da sua terra, mas para todos. Para aqueles que são da África, da Amazónia, do Alasca, do Bangladesh… Para aqueles que estão longe, mesmo muito longe. E agora vemos que aqueles de longe também são os que estão perto. Pessoas que vieram para junto de nós, que vivem connosco. Pessoas que, muitas vezes, como aquele jovem que foi interrogado pelo sacerdote, não têm ninguém por perto, nem família, nem amigos, nem estudos, nem trabalho para os guiar, como uma estrela para Jesus. Ou talvez tenham, mas não brilham o suficiente; são uma luz fraca, e, no entanto, acabam por ir ter com Jesus de inúmeras maneiras. O texto do evangelho diz que, quando viram a estrela, os Magos do Oriente ficaram cheios de alegria. E essa alegria aumentou quando viram o Menino junto de Maria e José; prostrando-se, adoraram-no. Hoje, inclinamo-nos e ajoelhamo-nos diante da presença de Jesus, da sua palavra, dos pobres e mais necessitados, porque sabemos que estamos perante o mistério da presença de Deus. E essas pessoas que hoje vêm de longe para viver entre nós, não desanimam, lutam para orientar a sua vida, não se cansam e, como os Magos, vivem com entusiasmo, em espírito de sacrifício. Pensemos também nos sacerdotes do palácio de Herodes. Sabem o caminho, mas não conseguem pôr-se a caminho. Eles desafiam-nos a pensar na forma como estamos a viver a fé. Será que ela está a marcar profundamente a nossa vida? Vivemos a fé como os Magos, pessoas dispostas a fazer qualquer coisa, a sacrificar dinheiro, energia, tempo para descobrir a presença de Deus na nossa vida? Não tenhamos vergonha de vir, todos os Domingos, adorar o Menino. Redescubramos a ânsia de procurar Jesus, de sair para O conhecer, de investir tempo e energia para encontrar o Filho de Deus que se manifesta a todos os povos do mundo. Vivamos a paixão por Jesus! Apaixonados por sabermos cada vez mais dele, por sermos cada vez mais íntimos dele, por O darmos a conhecer cada vez mais aos outros. Viver a fé supõe ter um espírito de aventura, de arriscar, de deixar o conforto, como os Magos, para nos colocarmos numa atitude de busca, de inquietação, no seu desejo de dar a conhecer aos outros o Menino-Deus. Esta será a medida da nossa amizade com Ele.
04-01-2026
paroquiasagb
Leitura Espiritual
«Hoje, Senhor, revelaste o Teu Filho único às nações»
Levanta-te e resplandece, Jerusalém, que está a chegar a tua luz (cf. Is 60,1). Abençoada sejas, Luz «vinda em nome do Senhor»! «O Senhor é Deus; Ele tem-nos iluminado!» (Sl 118,26-27). Pela sua benevolência, este dia santificado pela iluminação da Igreja brilhou sobre nós. Por isso Te damos graças, «Luz verdadeira que, ao vir ao mundo, a todo o homem ilumina» (Jo 1,9); e foi precisamente para isso que vieste ao mundo, tomando forma humana. Ela resplandece sobre Jerusalém, a nossa mãe (cf. Gl 4,26), mãe de todos os que mereceram ser iluminados; e ilumina desde agora quantos estão no mundo. Nós Te damos graças, Luz verdadeira, que Te fizeste Luz para iluminar Jerusalém e para que o Verbo, a Palavra de Deus, Se tornasse «farol para os meus passos» (Sl 119,105). Ela não foi apenas iluminada: foi «colocada sobre um candelabro» de ouro maciço (Mt 5,15; cf. Ex 25,31), tornando-se «uma cidade situada sobre um monte» (Mt 5,14) para que o seu Evangelho brilhe em toda a extensão dos impérios do mundo. Ó Deus, que iluminas todas as nações, nós Te cantamos: «O Senhor virá e iluminará os olhos dos seus servos». Agora que vieste, ó minha Luz, «Ilumina os meus olhos para não adormecer na morte» (Sl 13,4). Tu vieste, Luz dos crentes, e deste-nos a alegria de sermos iluminados pela fé, que é a nossa lâmpada. Dá-nos ainda e sempre a alegria de ver iluminar-se em nós aquilo que continua a ser trevas. Eis o caminho que tens de tomar, alma fiel, para chegar à pátria onde «as trevas se tornarão como o meio-dia» (Is 58,10) e a «noite será brilhante como o dia» (Sl 139,12). E «quando vires isto, ficarás radiante de alegria; o teu coração palpitará e dilatar-se-á» quando a Terra se encher da majestade da luz infinita e «a sua glória aparecer sobre ti» (Is 60,5.2). «Vinde, caminhemos à luz do Senhor» (Is 2,5). Então, «como filhos da Luz», caminharemos «de glória em glória, pelo Senhor, que é Espírito» (2Cor 3,18). (Beato Guerric de Igny (c. 1080-1157), abade cisterciense, 3º Sermão para a Epifania).
Unidade Pastoral das P. de Fornos de Algodres, Cortiçô, Casal Vasco, Infias, Vila Chã e Algodres
Avisos de 04 a 11 de janeiro

Avisos Paroquiais :
Magazine Serrano A Voz Serrana para o Mundo