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Artigos de Opinião

Adecco sugere 7 formas de os Recursos Humanos fomentarem o work/life balance

A conciliação da vida pessoal e profissional está na ordem do dia: maior equilíbrio e bem-estar dos profissionais, gestão de tempo responsável e modelos de organização de trabalho mais flexíveis e tão tailor-made quanto as áreas de negócio o permitam, geram pessoas mais felizes. As empresas ganham em produtividade com os seus colaboradores mais motivados e é desejável tomarem medidas para fomentarem o mais possível o seu equilíbrio de vida. Eis as 7 formas que a Adecco Portugal sugere para capitalizar um maior work/life balance das suas pessoas.

  Não é impossível alcançar um equilíbrio ótimo entre trabalho e vida pessoal: é um facto que a maioria dos profissionais quer passar mais tempo com as suas famílias e ter disponibilidade para os seus hobbies. No entanto, os empregadores preocupam-se frequentemente com a flexibilidade ou com o trabalho à distância, temendo que prejudiquem a produtividade e a eficiência.

Na realidade, o contrário é que é verdade. Os trabalhadores à distância podem aumentar a produtividade global até 77%, mesmo quando trabalham apenas alguns dias por mês a partir de casa. Contudo, trabalhar a partir de casa não é a única forma de capitalizar um melhor equilíbrio entre a vida profissional e familiar. Os departamentos de recursos humanos precisam de se envolver e conhecer melhor os hábitos de trabalho dos colaboradores, prevenindo riscos de stresse acrescido que comprometam o seu bem-estar pessoal que, por sua vez se reflete negativamente na produtividade de trabalho. Ler Mais »

Artigo de Luís Condeço- Utilização Saudável dos Ecrãs- parte I

Autor

Luís Miguel Condeço

Enfermeiro Especialista de Saúde Infantil e Pediátrica do Centro Hospitalar Tondela-Viseu

Professor Convidado do Instituto Politécnico de Viseu

 

Em 11 março de 2020 o SARS-CoV2 estava presente em 114 países e era responsável por mais de 115 mil infeções e 4.291 mortes, com a declaração de pandemia pela Organização Mundial de Saúde, todo o nosso quotidiano ficou “diferente”. E não foi só para os adultos que este quotidiano se alterou, também as crianças viram o seu dia-a-dia mudar, impedidos de brincar ou confraternizar nos recreios da escola. Contudo, muitos dos defensores e impulsionadores da transição digital há muito prometida pelas instituições governamentais, afirmavam que este era o início da revolução informática há tanto aguardada.

O confinamento trouxe a corrida às superfícies comerciais com o intuito da aquisição de bens informáticos, componentes e consumíveis, nada podia faltar para o ensino à distância, ou como muitos lhe chamam – “escola virtual”.

Julgo que todos somos unânimes nos benefícios académicos e comunicacionais dos meios digitais e em particular na internet, enquanto ferramenta que fornece uma panóplia de recursos. Mas hoje as crianças têm contacto com dispositivos e ecrãs (computadores, tablets e smartphones) cada vez mais cedo, alguns até sem se quer saber ler ou escrever, e não esqueçamos que esta “janela” sempre aberta para o mundo digital permite que todos visualizem aquilo que todos colocam online.

A utilização abusiva de ecrãs/tecnologias leva ao aparecimento de problemas orgânicos e psicológicos, destacando-se a obesidade, as alterações no sono, na aprendizagem e no comportamento.

 

Artigo de Paula Miranda— Foi um dia Feliz, Obrigada

FOI UM DIA FELIZ, OBRIGADA

 A minha mudança para cá foi um processo com algum tempo, na realidade foram alguns anos até, de vontade, muita indecisão e algum receio.

E como já disse algumas vezes, o Universo é lindo e mágico para nos mostrar o caminho.

Foi necessário quase chegar à exaustão para a decisão já tomada entrar em ação.

Tudo estava já criado em mim, eu já tinha visualizado como iria acontecer esta mudança, o que queria construir, como queria estar e acima de tudo como queria ser.

Quando decidimos e iniciamos o caminho para o objetivo final, devemos estar conscientes com todos os passinhos que vamos dar e acima de tudo apaixonarmo-nos pelo processo, pelo caminho.

  O dia 16 de junho fica marcado como, o grande dia. E foi um dia bonito e Feliz!

  Foi o dia que escolhi para apresentar oficialmente o gabinete que reconstruí, que decorei, que energizei com todo o meu amor e a minha verdade, do que por aqui pode ser construído, tanto para mim, como para os meus clientes.

Para estes, decidi que teria de dar o meu melhor. Teria de ser um espaço onde sentissem tranquilidade, onde se sentissem seguros, que o pudessem sentir como casa.

 

A minha e a vossa casa está pronta!

Aqui existe muito Amor.

Aqui existe Confiança.

Aqui existe Segurança.

Aqui existe… Tudo o que for desejado.

Aqui podemos transformar Dor em Amor.

Aqui podemos Criar.

Aqui podemos Sonhar e Realizar Sonhos

Aqui Trabalhamos para o bem comum, para o crescimento.

Aqui tens quem te ouça, quem te compreenda, quem te aceite, tal e qual como és.

E tens alguém que te vai mostrar o bom e bonito que habita em TI.

 

Já tinha toda uma quantidade de novidades estruturadas para serem lançadas após a inauguração do espaço.

Sabes que o trabalho visto é fruto de muita dedicação e trabalho em privado?

A partir deste mês tenho agenda aberta para terapias Reiki:

  • de Segunda a Sexta às 9h30/12h30/17h30 – 1 hora de terapia.

Vamos ter Sessões de Meditação em grupo (max. 7 pessoas) cerca de 90’

  • Irão ser noites especiais onde para além de te conectares contigo no aqui e agora, irá haver espaço a partilhas entre os participantes que assim o entendam.

Cartas com mensagens para cada participante, E… Muito Mais.

Lancei o Evento anual Tree Coach que já acontece há 5 anos.

Este ano mais uma vez vão ser 3 dias de imersão, trabalho e transformação sobre o tema SER PRESENTE. Está marcado para os dias 26, 27 e 28 agosto.

 

Ainda vão haver mais dinâmicas, aguarda, pois vai valer a pena.

Enquanto isso aproveita que até ao final deste ano as primeiras sessões de coaching vão continuar a ser GRATUITAS.

Agora um agradecimento a todos os que estiveram presentes na inauguração, foi muito bom receber-vos e ter-vos comigo neste dia tão especial para mim.

Mesmo aqueles que por qualquer motivo não compareceram e enviaram mensagens, a minha maior gratidão. Terei sempre a porta aberta para vos receber.

Muito obrigada ao Dr. Manuel Fonseca, ao Dr. Alexandre Lote e ao Eng.º André Pereira pela presença e todo o apoio demonstrado com este novo espaço no nosso município.

Agradeço igualmente a presença do Magazine Serrano e todo o apoio nestes últimos anos, na divulgação do meu trabalho.

Ao Miguel por estar do meu lado e ter captado imagens tão significativas para mim, onde as mensagens subliminares estarão sempre ali naqueles registos, para mais tarde recordar.

É a magia da fotografia.

Ao Diogo e à Sandra que desde a nossa decisão de vir para longe, não nos esquecem e estão presentes nestes momentos.

Aos de cá, que nos receberam sempre de braços abertos, com muito amor e carinho.

Ao Luís (pai gato), ainda hoje não consigo encontrar palavras que descrevam o que me fizeste sentir com a tua presença surpresa. Vieste, fizeste questão de me abraçar neste dia, eu sei que sabes o que o teu abraço significa para mim, o que me conforta. É uma ligação que não se explica apenas se sente. Obrigada.

 

Gratidão

Continuarei a escolher o Amor, a Verdade e a Compaixão.

 

Sempre por perto … treecoach9@gmail.com

 

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda

Coach Profissional & Kid Coach

Especialista em Comunicação e PNL

Atendimento Parental e Escolar

Analista Comportamental

Rua Marquês de Tomar, 22

Fornos de Algodres

 Somos Criadores / Acredita em Ti

Tlm 932 688 567

treecoach9@gmail.com

 

Artigo de Madalena Fonseca—Teatro – Um Ato de Fé

A experiência de ver teatro é única e acaba no momento da última palma, já a experiência de fazer teatro é inexplicavelmente bela e prolonga-se dentro de nós.

No passado domingo, dia 22 de maio, o grupo de teatro TAFA (Teatro Amador de Fornos de Algodres), participou na Feira Renascentista de Algodres, com animação de rua, e a apresentação do seu primeiro espetáculo teatral.

Todo o processo foi um carrossel de emoções, até ao clímax da apresentação final, uma viagem feita e sentida apenas por quem nela participou. O teatro é isto mesmo, a
entrega total, a união e a paixão por aquilo que fazemos, e a construção de algo que toca e muda o outro. O TAFA é a prova de que juntos, o que construímos provoca algo
nas pessoas, algo profundo, um sentimento talvez de esperança na Humanidade. O teatro une as pessoas, junta todas estas almas em comunhão com aquele momento de
partilha, de amor, de família, um sentimento que nos arrebate quando ouvimos as palmas do público, por tudo acabar ali, numa questão de minutos. Não se preocupem,
não acabou, cabe-nos a nós florescer e infetar mais pessoas com este bichinho, juntar todos neste ato de gratidão para com o outro, tornando assim o mundo mais humano.

Esta família prolongar-se-á no tempo, o teatro propõe isso mesmo, essa partilha de cada pessoa individual, diferente, com um único objetivo, expressar o mais belo que há no
nosso interior, construindo um mundo que poderá não ser apenas da nossa imaginação

Artigo de Paula Miranda —Está tudo bem, em não estar tudo bem

É natural em nós, quando nos perguntam como estamos, respondermos:

Está tudo bem!

E será que está sempre tudo bem?

Falo por experiência própria, andei e ainda acontece dar esta resposta quando chegam até mim e me perguntam como estou, mesmo em alturas de muita dor, de muito sofrimento, de tristeza, de desafio. Só que agora com outra consciência.

Um dia, penso que durante o ano passado, em pleno confinamento, uma grande amiga, irmã que ganhei nesta minha caminhada, disse-me esta frase: “Paulinha, está tudo bem, em não estar tudo bem!”

Foi a melhor frase, o melhor conselho que recebi algum dia.

Caramba, porque é que nós temos sempre de estar bem? Porque é que nós não podemos mostrar que há dias que não estamos bem, que precisamos de colo, de apoio, de ajuda.

Eu sempre fui o pilar de muitas pessoas, estava sempre bem, diziam-me várias vezes que tenho uma força incrível.

Tenho é certo, consigo ver soluções, consigo ultrapassar desafios, consigo encontrar no meio das nuvens, o raio de sol.

Sou incapaz de magoar seja quem for, já fiz asneiras? Claro que sim, quem não faz?

Já tomei decisões erradas? Sim já.

Apenas procuro todos os dias melhorar o meu eu, ser melhor que ontem e hoje aprender com o que se passa à minha volta e dentro de mim, para ser melhor amanhã.

É fácil? Não. Só sei que não é impossível.

Há dias de muita dor, muita tristeza.

Paro e procuro encontrar as respostas que necessito dentro de mim.

São momentos em que escolho estar sozinha.

Procuro em mim o melhor, choro, desabafo, digo o que sinto, peço o que preciso. Ouço-me.

Sou eu!

Sou atendida? Sou correspondida? Sou compreendida?

Maior parte das vezes não.

Sei que sou merecedora de paz, tranquilidade e muito amor.

Sei que dou muito de mim, e que muitas vezes me esqueço de mim.

A vida rola, os projetos andam, o entusiasmo apodera-se de nós e nós vamos no barco sem apreciar a paisagem.

Foi o que me aconteceu nos últimos tempos, realizei alguns dos meus objetivos, estou onde quero estar e ser feliz.

Só que quando ganhamos também perdemos, eu posso dizer que perdi, vi escapar-me pelos dedos da mão algo que me alimenta em amor.

O que é que isto me trouxe?

Dor, uma dor profunda, tristeza muita, dúvidas de mim, duvidas de tudo, vontade de desistir.

Só que para mim: Desistir não é opção!

E sim também trouxe as dores do passado, o medo das decisões tomadas não terem sido as melhores, o medo… esse bloqueou-me durante alguns dias.

Permiti-me sentir isto tudo, permiti-me colocar em perspetiva tudo o que tinha, o que tenho e o que quero.

Enquanto seres humanos estamos constantemente à espera de respostas… hoje decidi não procurar respostas, hoje decidi não forçar aquilo que o futuro me reserva.

Decidi lutar por aquilo em que acredito, decidi continuar a Amar da forma que sei e deixar vir o que tiver de vir.

Sei que seja o que for que o futuro me reserve, será algo de bom e sabendo que no meio acontecerão sempre desafios, sei que não estarei só! Obrigada.

Estou cá para receber, o que vier.

Com consciência que não vou ficar no “vale” com o menos bom, nem me vou deslumbrar no “pico” com o bom.

 

Muitas vezes sermos conscientes, vulnerabilizarmo-nos, aceitarmos, leva-nos ao patamar seguinte.

É o que está a acontecer comigo neste momento.

Tomei consciência plena que sou um ser humano como qualquer outro, do que me está a inquietar e do que tenho de trabalhar em mim;

Vulnerabilizei-me ao escrever este artigo;

Subi mais um patamar, com muita força, foco e fé sigo o caminho.

Levem com vocês esta frase:

ESTÁ TUDO BEM, EM NÃO ESTAR TUDO BEM.

 

  • “O modo como gerimos o nosso vale determina a rapidez com que chegamos ao pico seguinte”
  • “O caminho para sair do vale surge quando escolhemos ver as coisas de outra maneira”
  • “Não podemos controlar sempre os acontecimentos externos, mas podemos controlar os nossos picos e vales pessoais com aquilo em que acreditamos e com o que fazemos”
  • “Conseguimos sair mais cedo de um vale quando conseguimos sair de nós próprios: no trabalho, sendo mais úteis, e na vida, sendo mais afetuosos.”

 

In Picos e Vales _ Dr Spencer Johnson

 

Gratidão

Continuarei a escolher o Amor, a Verdade e a Compaixão.

 

Em breve chegarão novidades ♥

 

 

 

Sempre por perto … treecoach9@gmail.com

 

Com Amor e Gratidão

Paula Miranda

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Especialista em Comunicação e PNL

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Rua Marquês de Tomar, 22

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Artigo de Sara Morais— Comportamentos repetidos e padrões autodestrutivos

No início do ano prometeu para si mesmo que este ano seria diferente, que agora ia controlar o seu apetite ou, simplesmente, que iria parar de fumar. Mas, entre mil e uma tentativas, ainda não conseguiu. E aquela tarefa ou assunto que está por resolver, e todos os dias o dia termina e não a concretiza?! Promete que não compra mais nenhuma peça de roupa, pois o seu armário está a abarrotar, mas ainda assim, porque o preço está apetecível… cede!

O tempo vai passando e, de facto durante algum tempo, vai conseguindo manter a motivação dia após dia, ganhando a convicção que AGORA, sim, vai controlar melhor as coisas. No final das contas, é algo que realmente deseja atingir – a mudança. Mas este entusiasmo é sol de pouca dura.

Os padrões de comportamento repetitivo são hábitos que foi construindo ao longo da vida em resposta às várias necessidades interiores que foram surgindo perante as diversas experiências que vivenciou. Há algo, dentro do leitor, ou de alguém com quem se relaciona, que carece daquele padrão comportamental que tanto gostaria de contrariar, mas que acaba por ceder por ser mais forte que o seu próprio desejo.

Comportamentos como a reincidência de maus relacionamentos, de adições, de fracasso, de sentimentos de raiva, de compulsões alimentares ou até mesmo, a subjugação a maus-tratos, são padrões autodestrutivos que devem ser sinalizados como sintomas dos quais deve permanecer alerta. Importa referir, que estes comportamentos compensatórios, para além de se alimentarem das crenças limitantes do leitor, têm uma agenda muito clara – a busca do prazer ou o preenchimento de um determinado vazio interno. Não tem, contudo, haver com falta de autocontrolo, de motivação ou força de vontade.

Uma vez que os hábitos e comportamentos autodestrutivos estão armazenados no subconsciente, a Hipnose Clínica torna-se uma ferramenta terapêutica de grande auxílio no processo de mudança que deseja alcançar. A terapia oferece ao leitor a possibilidade de identificar e compreender a raiz da carência intrínseca que sustenta os comportamentos indesejáveis. Ao compreender a necessidade em relação à existência e persistência do sintoma, em resposta a algum evento ou experiência que vivenciou, automaticamente, elimina a necessidade e, por conseguinte, o padrão repetitivo e autodestrutivo.

Para concluir, o pensamento é como a água, que corre sem parar, com força, e o comportamento é a expressão natural dessa mesma energia, se lutar contra essa movimentação vai desperdiçar a sua energia e aumentar a intensidade do desequilíbrio, mas se a compreender conseguirá abrandar o fluxo e conquistar a tranquilidade.

No próximo boletim de saúde poderá verificar mais sobre as diferenças entre felicidade e prazer e o respetivo papel da Hipnose Clínica.

Sara Morais

Hipnoterapeuta

Consultas 91 63 54 106

sfilipa.morais@gmail.com

Artigo de Ana Carolina Marques—Dúvidas mais comuns na área da Terapia da Fala Não custa nada ficar informado!

·         Como inicia o acompanhamento na terapia da fala?

O trabalho do terapeuta da fala divide-se em três fases: entrevista (anamnese), avaliação e tratamento. Na entrevista é feita uma recolha dos dados do paciente e do historial clínico, e em seguida é feita a avaliação de acordo com a queixa apresentada. Com base nos resultados obtidos, traça-se o plano terapêutico a ser implementado nas consultas seguintes e estabelece-se a periodicidade das mesmas.

·         O terapeuta da fala intervém com crianças?

A atuação do terapeuta da fala é muito abrangente, estendendo-se a todas as faixas etárias, desde o bebé recém-nascido ao adulto idoso.

·         Quando devo procurar o terapeuta da fala?

A procura de um terapeuta da fala deve obedecer à deteção de alguns sinais de alerta: atraso ou dificuldades no desenvolvimento da linguagem (comparativamente a outras crianças), gaguez, trocas e/ou omissões de sons, rouquidão, alterações no desenvolvimento motor (começou a segurar a cabeça, a andar ou a falar tardiamente), uso de chupeta, biberão, sucção do dedo, respiração oral, alteração na mastigação, na deglutição, dificuldades na leitura/escrita, dificuldades de compreensão, entre outros.

 

·         O uso da chupeta até idades tardias atrasa a fala?

O uso de chupeta, como também outros hábitos orais nocivos, tais como o uso do biberão, sugar o dedo, roer as unhas, morder os lábios, língua, bochechas e outros objetos (lápis, brinquedos, etc.), apertar e ranger os dentes, respiração oral, posição de repouso da língua alterada, entre outros, irão alterar a musculatura da boca e da face, imprescindível à produção dos sons da fala e às funções de mastigação e de deglutição, logo pode causar impactos significativos.

 

·         Qual é a diferença entre respirar pelo nariz e pela boca?

Na respiração nasal, o ar é humedecido, aquecido e filtrado de impurezas, enquanto o ar respirado pela boca chega ao organismo como se encontra no ambiente, ou seja, seco, frio e com impurezas, podendo causar problemas respiratórios. Além disso, sendo esta função responsável pelo desenvolvimento craniofacial, o padrão respiratório oral pode causar alterações no desenvolvimento dos dentes (oclusão dentária) e da musculatura da face (lábios, língua, bochechas, etc.), podendo gerar alterações na articulação, na voz, na mastigação e na deglutição, bem como alterações de sono e dificuldades de atenção e de concentração.

 

·          É possível “curar” a gaguez, mesmo em idade adulta?

Existem muitas abordagens, tanto em crianças, como em adultos, e todas elas visam minimizar os efeitos da disfluência (gaguez) e melhorar a experiência comunicacional da pessoa com os seus vários interlocutores, nos diferentes contextos, pois, uma vez que se trata de um problema de etiologia multifatorial e com diversos níveis de gravidade, não se pode falar em “reverter o processo” mas sim modificá-lo.

·         Comecei a usar aparelho ortodôntico e o meu médico dentista encaminhou-me para a terapia da fala. O que vou fazer à terapia?

As alterações dentárias e ósseas podem interferir nas funções de mastigar, deglutir, falar e respirar, assim como estas mesmas funções, quando realizadas de forma inadequada, podem causar ou contribuir para o surgimento ou reaparecimento de alterações dentárias. Assim, para além de corrigir estruturas dentárias e ósseas, é necessário avaliar e adequar as estruturas estomatognáticas (lábios, língua, bochechas, palato mole) e respetivas funções que as mantêm, a fim de proporcionar o equilíbrio, estabilidade e harmonia orofaciais.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu

 

Artigo de Cinema de Madalena Fonseca—- A Gaiola Dourada

A Gaiola Dourada de Ruben Alves, de 2013, é um filme sobre uma família de emigrantes portugueses em França, em que é explorada uma representação plena de clichês, relacionados com aquela comunidade. O tema da emigração portuguesa é especialmente atrativo para o público português, que se revê e sente o filme com todas as suas particularidades, esta pode ser uma das explicações para a sua grande visualização. O realizador, pela elegante forma como caracteriza e representa o povo português, enaltece-o, enquanto homenageia os emigrantes que sonham voltar a casa.

Relativamente à estrutura e aspetos que valorizam o filme como, estereótipos, elementos subliminares portugueses, as diferenças entre portugueses e franceses e jogos cómicos, fazem desta uma obra muito bem conseguida. Conjugado com a utilização das formas cinematográficas como, ligações entre cenas, cortes, montagem, movimentos de câmara, e utilização de som e imagem, conferindo-lhe ainda mais brilho e atratividade, tornando-a um êxito cinematográfico.

A história, simples, divertida, e muito próxima do espectador, termina com a frase: “c’est ça que c’est bon”, “isto é que é bom” – este é o esperado final feliz, com portugueses e franceses juntos à mesa e com vista para o Douro. A frase é uma mensagem sobre os valores que os portugueses defendem e o que realmente importa, a família, os amigos, o amor, uma mesa farta e conversadora, e o estar em casa.

Madalena Fonseca

Artigo de Paula Miranda — FIQUEI SEM NADA! E AGORA?

Fiquei sem Nada. E agora?

Quantas vezes já nos lamentamos por algo que perdemos, que nos roubaram, que por algum motivo, seja ele qual for desapareceu?

Depois há a frase na sua forma literal. É que ficaram mesmo sem Nada.

Um incêndio que em menos de nada levou tudo. Levou tudo o que é material, levou recordações e investimentos de uma vida. Levou, é certo. Foi um susto enorme? Foi. É real e presenciei-o na primeira pessoa. Ver uma casa arder sem nada podermos fazer, dá-nos uma sensação de impotência, traz-nos sentimentos de raiva e tristeza profunda. Diria que ainda hoje passados alguns dias quando regresso à minha casa e vejo este cenário, parece quase irreal.

Já ouvi uma outra frase, vezes sem conta, “para cada problema existem mil e uma soluções”, e neste caso é o que mais me acompanha e faço por passar como exemplo a esta família que nos acolheu como vizinhos há tão pouco tempo, ao filho que apoiou e apoia o meu na inclusão na nova escola.

Podemos sempre escolher a perspetiva com que queremos ver, sentir e agir em cada situação da nossa vida.

Eu quero escolher encontrar soluções e ajudá-los neste momento a verem, sentirem e agirem também nesta perspetiva.

Um passinho de cada vez e vamos caminhar no sentido da reconstrução neste caso de uma casa e quatro vidas que se safaram do infortúnio que poderia ter sido bem pior.

O que é que podemos fazer?

[  ] Mostrar o nosso exemplo de força e determinação;

[  ] Calçar os sapatos deles, e perceber que se fossemos nós, o que gostaríamos de ouvir e receber;

[  ] Unirmo-nos enquanto seres humanos e povo, para que a dor seja menor;

[  ] Ver e Sentir a realidade, que por mais dura, injusta ou triste que seja, existe, é real.

[  ] Apoiar

[  ] Abraçar

[  ] Não especular

[  ] Apenas Ser

 

Caraças isto pode acontecer a qualquer um de nós!

 

Amor e Amizade Incondicional nestes momentos deve ser o que devemos escolher Ser.

 

A vocês que estão a passar por este desafio gigante, NUNCA DEIXEM DE ACREDITAR.

Eu, sou e serei sempre:

A vizinha do Porto.

O “Mercado do Bolhão” que caiu em Fornos de Algodres

A “Bruxinha”

Sou Eu e estou Aqui

 

Apoios necessários neste momento:

  •  Muito Amor
  •  Muita Compaixão

 

AÇÃO SOLIDÁRIA

 

Toda a ajuda neste momento será muito bem-vinda.

 

Conta da São e família:

 

NIB : 0035 0327 0002 0279 9303 9

IBAN: PT50 0035 0327 0002 0279 9303 9

 

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Artigo de Ana Carolina Marques—- A Terapia da Fala na 3ª Idade

 

O Terapeuta da Fala pode intervir na população mais idosa?

 

O envelhecimento não tem uma data de início estabelecida. Sem nos apercebermos os cabelos ficam esbranquiçados, a pele enrugada e o tempo parece que voa. Com o envelhecimento surgem as dificuldades em funções e atividades que antes nos pareciam tão simples, como é o caso do falar, do comer ou do escrever. É aqui, que começamos a ter consciência que nem sempre as coisas mais simples estão garantidas. Com todas as alterações na vida da pessoa, muitas das vezes surge a ideia de incapacidade porque se perdeu o seu lugar na sociedade, o que pode desencadear frustrações, alterações emocionais e isolamento (porque reduzem drasticamente as interações).

À medida que as pessoas envelhecem, ficam mais propícias a desenvolver patologias que têm repercussões negativas na comunicação e na deglutição, como é o caso do AVC, Parkinson, Alzheimer, entre outros. A capacidade de articular com precisão as palavras, compreender e expressar mensagens verbais pode também estar alterada nestas patologias.

Se quisesse dizer obrigada ao seu filho ou parabéns ao seu neto e as palavras não saíssem? Como se sentia? O que ponderava fazer? E se não conseguisse comer porque se engasgava com frequência ou porque não conseguia engolir? Como ficava? Onde ia procurar ajuda? Qualquer pessoa pode vir a ter problemas ao nível da comunicação e/ou da deglutição ao longo do processo de envelhecimento, quer este seja fisiológico (natural) ou patológico.

As alterações na comunicação são das mudanças mais evidentes e que por vezes advêm da presbiacúsia (envelhecimento do aparelho auditivo) porque a pessoa não compreende o que lhe é dito. Estas condições influenciam negativamente a pessoa, levando-a à solidão e à deterioração da imagem a nível social. Deste modo, podemos concluir que as alterações comunicativas podem também advir de condições patológicas.

As alterações na voz e na fala dizem muito sobre a nossa saúde. A presbifonia (envelhecimento da voz) pode surgir em qualquer momento e depende da saúde física/psicológica da pessoa, da alimentação, estilo de vida ou mesmo fatores ambientais. Assim, é necessário estar atento aos sinais porque podem ser indicativos de problemas neurológicos, funcionais ou orgânicos que não podemos ignorar.

As dificuldades na alimentação (disfagia), nomeadamente em engolir os alimentos de forma segura, são muito comuns e podem ter como causa os problemas neurológicos (AVC, TCE, Parkinson, Alzheimer, Paralisia Cerebral…). As dificuldades podem evidenciar-se na mastigação, manipulação do alimento ou mesmo no transporte deste. Este tipo de perturbação pode implicar consequências assoladoras na qualidade de vida da pessoa, desde desidratação, subnutrição, depressão, asfixia, até, eventualmente, a morte.

A intervenção direta do Terapeuta da Fala abrange o envelhecimento fisiológico mas também o patológico, onde, de forma geral, se promove sempre a autonomia, qualidade de vida e realização pessoal. É também efetuada uma intervenção indireta, onde os cuidadores fazem parte de todo o processo de reabilitação, já que a comunicação com estes são requisitos fundamentais para manter a qualidade de vida.

A formação do Terapeuta da Fala qualifica-o para dar resposta às necessidades da pessoa idosa considerando os fatores biopsicossociais, aconselhando-a e reabilitando algumas das funções. Deste modo, o tratamento adequado e o envolvimento dos cuidadores permite atuar não só no foco da patologia mas também no contexto da pessoa, tentando ultrapassar as barreiras e superando as suas dificuldades.

Em caso de dúvidas, consulte um Terapeuta da Fala.

 

Ana Carolina Melo Marques C-046322175

Terapeuta da Fala na APSCDFA, na Clínica Nossa Srª da Graça e na CliViseu