A Cidade Falcão esteve em festa com a Paróquia de Pinhel a assinalar neste domingo, os 250 anos da criação da Diocese de Pinhel com um programa que incluiu a celebração de uma eucaristia e a apresentação de um livro intitulado “Diocese de Pinhel, a História”.
A missa teve lugar ao ar livre, junto ao antigo Paço Episcopal, e foi presidida pelo Bispo da Guarda, D. Manuel Felício. No final, foi feita uma breve apresentação da obra redigida pelo pároco de Pinhel, Pe. Jorge Castela, no intuito de dar a conhecer a história da Diocese de Pinhel, criada a 21 de junho de 1770, no mesmo ano em que Pinhel viria a conquistar o título de Cidade.
Presente nas cerimónias, o Presidente da Câmara Municipal de Pinhel, Rui Ventura, teve oportunidade de “felicitar a Paróquia pela edição deste livro que, em tamanho, pode ser ‘de bolso’, mas em conteúdo é certamente uma obra de grande importância para o conhecimento da nossa História”.
Infelizmente, as circunstâncias que estão a afetar este ano de 2020 não têm permitido que quer o Município, quer a Paróquia levem a efeito algumas das muitas iniciativas que estavam agendadas no âmbito das comemorações dos 250 anos da Diocese e da Cidade, motivo pelo qual o dia de hoje foi de facto importante para Pinhel e para os pinhelenses.
Por:MP
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Depois de meses em confinamento, a que sabe um bom pastel de nata na sua pastelaria de sempre? E um café ou um cimbalino? Um gelado, uma imperial ou um fino? Seja no café, na esplanada ou no restaurante, todos estes pequenos prazeres a que regressamos depois de meses de confinamento sabem “pela vida”.
No entanto, devido ao período sensível que vivemos derivado da Pandemia por COVID- 19, a organização implementou regras para vendedores e visitantes no local, em consonância com as normas de segurança e distanciamento social estabelecidas pela Direção Geral de Saúde (DGS). Assim, segundo as orientações da DGS e a partir da Resolução do Conselho de Ministros n° 38/2020, de 17 de maio, esta iniciativa fica sujeita ao cumprimento do distanciamento mínimo de 2 metros entre as pessoas. Dentro do recinto é o obrigatório o uso de máscara ou viseira tanto pelos vendedores como pelos consumidores. O atendimento, por sua vez, deverá ser feito de forma organizada, limitado a um consumidor de cada vez, respeitando as regras de higiene e segurança. Os vendedores terão para disponibilização aos clientes, solução antisséptica de base alcoólica.
Assim o Município de Gouveia informou que prolonga Vigência do Plano Municipal de Emergência e Proteção Civil, de acordo com o despacho nr.º6/2020, até dia 30 de junho.
Vai decorrer a partir desta sexta-feira, a reposição dos comboios Intercidades entre Lisboa-Guarda e Lisboa-Covilhã são repostos a 100% e as ligações voltam a ser asseguradas por três Intercidades, por sentido”, divulgou a CP, em comunicado.O controlo da lotação de passageiros vai continuar a ser assegurado através da limitação dos lugares disponíveis para venda, garante a empresa.
Associação dos Instaladores de Portugal (AIPOR) reafirma que a utilização de equipamento de Ar Condicionado é segura, não existindo risco acrescido de transmissão do vírus SARS-Cov-2. A AIPOR estima que tenham sido instalados mais de 3 milhões de aparelhos de Ar Condicionado nos últimos 15 anos.
A Federação Académica de Viseu (FAV) em comunicado revelou que a semana académica que deveria ter acontecido no final de abril, vai ter lugar em outubro se nada de anormal acontecer.
Nelas vai finalmente ter um Parque de Autocaravanismo, Infraestrutura de acolhimento ao turismo que vai ser construída no Largo da Feira em Nelas nos próximos meses.
A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 5 de a 11 de junho. Estas ações visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais:
O filme “Haverá Tempo”, de 50 segundos, foi a peça central de uma campanha com o mesmo nome, lançada a 19 de março, dia em que foi declarado o estado de emergência. A campanha apelou aos portugueses para que ficassem em casa, dando nota de que “haveria tempo” para conhecer ou regressar ao Centro de Portugal, que estaria à sua espera quando a fase aguda da doença fosse ultrapassada. A mensagem do filme era de esperança, expressa em frases como “São tempos como os que vivemos que nos obrigam a parar, para depois recomeçar”, “Haverá tempo para voltar a dar asas aos nossos sonhos, de abraçar quem amamos” ou “Haverá tempo para viajar, para correr, para voar. Até lá, ficaremos em casa”.