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Guarda como caso de sucesso no 2º Congresso da Associação Portuguesa de Parques Empresariais

Guarda como caso de sucesso no 2º Congresso da Associação Portuguesa de Parques Empresariais

Foi anunciado pelo Presidente da Câmara, Sérgio Costa, da Guarda como caso de sucesso no 2º Congresso da Associação Portuguesa de Parques Empresariais (APPE), que decorreu a 9 de outubro, no Auditório Municipal da Figueira da Foz, sob o tema “Capacitação e Resiliência dos Territórios para o Desenvolvimento Económico”.

Integrado no painel “Caso de Sucesso – Boas Práticas na Gestão, Valorização e Desenvolvimento dos Parques Empresariais”, o autarca apresentou a estratégia de desenvolvimento económico e de planeamento do território seguida pelo Município nas últimas duas décadas, sob o título “GUARDA – A Porta de Portugal para a Europa”. O objetivo é dotar o concelho de capacidade efetiva para acolher investimento empresarial e industrial, nomeadamente nos setores da logística, da produção e transformação, da energia e do agroalimentar.

Sérgio Costa destacou a localização da Guarda no centro da Península Ibérica, no Corredor Atlântico da rede transeuropeia de transportes, com ligação rodoviária e ferroviária aos portos atlânticos e a Espanha.

Principais ativos apresentados

Plataforma Logística da Guarda, criada em 2002, com 96 hectares totalmente ocupados;
Porto Seco (APDL), com inauguração marcada para o próximo dia 23 de outubro;
Parque TIR, com mais de 150 lugares;
Continuidade de expansão assegurada em PDM, parte da qual já comprometida com novos investimentos;
Comunidade de Energia Renovável do Parque Industrial, com mais de 80 empresas em rede;
Aposta no hidrogénio verde.

Com o novo Plano Diretor Municipal, a Guarda dispõe de 1.011 hectares classificados para atividades económicas, distribuídos por cinco áreas empresariais: Arrifana, Vale de Estrela, Vale do Mondego, Parque Industrial e Plataforma Logística. Perfazem cerca de 10 km², valor superior aos 3 a 8 km² previstos pelo Governo para cada uma das novas grandes áreas de acolhimento empresarial.

“A questão não é se Portugal precisa de uma nova Área de Acolhimento Empresarial Estratégica. A questão é onde ela gera mais valor para o País. E a resposta, sustentada por fatores objetivos, aponta para a Guarda”, afirmou Sérgio Costa. O congresso contou ainda com as intervenções do Ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, na sessão de abertura, do Presidente da Agência para o PTRR – Portugal Transformação, Recuperação e Resiliência, Luís Leite Ramos, e do Presidente da CCDR Centro, José Ribau Esteves, que assumiram o compromisso de capacitar o País para responder à crescente procura de grandes investimentos internacionais.

Para o Município da Guarda, estes compromissos confirmam o caminho seguido. Com planeamento, solo disponível, energia, ligações multimodais e uma estrutura de gestão autónoma e profissional, a Guarda VIVA E.M., o concelho está preparado para ser parte da resposta nacional a esta procura, contribuindo para a verdadeira coesão territorial.