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IPG vai criar aplicações biomédicas para subproduto da indústria do papel

IPG vai criar aplicações biomédicas para subproduto da indústria do papel

O Politécnico da Guarda está a preparar a transformação de pasta de papel em cápsulas de medicamentos. A nova unidade de investigação do IPG vai desenvolver nanomateriais para encapsular agentes terapêuticos anticancerígenos, anti inflamatórios ou ansiolíticos.

A BRIDGES – Biotechnology Research, Innovation and Design for Health Products, nova unidade de investigação do Instituto Politécnico da Guarda – IPG, vai desenvolver a transformação da lignina, um subproduto da pasta de papel, num recurso valioso para a encapsulação dos fármacos na indústria biomédica. O projeto chama-se BIO-LIGNE e a equipa do IPG conta com a colaboração da empresa Biotek S.A., de Vila Velha de Rodão, para otimizar uma metodologia de extração de lignina das águas residuais da indústria de pasta de papel e utilizá-la como matéria-prima para produzir nanomateriais inovadores para a administração de medicamentos.