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Legislativas 2022-Jorge Dourado cabeça de lista pelo Volt pela Guarda

 Jorge Dourado é o cabeça de lista pelo Volt para as Legislativas de 2022 pelo distrito da Guarda, face a isso,vem apresentar as suas linhas para as legislativas de janeiro.
“O Volt Portugal é um Partido com alguma história na Europa Democrática e chegou a Portugal há cerca de 2 anos. Tem estado a fazer um trabalho de preparação e estabelecimento, já concorreu nas últimas eleições autárquicas em alguns distritos e vai concorrer agora às Eleições Legislativas, nomeadamente no Distrito da Guarda, onde o Cabeça de Lista serei eu, filho de gente deste distrito, mais precisamente de Almeida, vila com a qual ainda mantenho várias relações pessoais.
Esta é a razão principal porque vos apelo à vossa sensibilidade para a publicação do referido Artigo para a Imprensa.
Crente a vossa boa vontade e dada a importância do assunto, fico-vos grato, até porque se trata de um mero artigo de apresentação e não de promoção eleitoral.

O País está desorientado com a pandemia e com as dificuldades colocadas sobre todos, situação ainda mais agravada pelos salários precários que afecta sobremaneira, entre outros, os trabalhadores independentes, as pequenas empresas bem como os profissionais da Saúde, que depois de serem considerados heróis não viram os seus feitos recompensados devidamente pelo Governo

A crise política com a queda do Governo veio adensar, ainda mais, uma situação já de si dramática. Podemos mesmo dizer que o País e a Europa começaram o século XXI com o pé esquerdo.

É tempo de cada um fazer o balanço e avaliar os últimos dois anos de governação do PS, que foram uma continuação do já anterior governo PS e da sua aliança de governação apelidada de Gerigonça. Ao mesmo tempo é o momento, em que todos os cidadãos portugueses são novamente chamados a se pronunciarem, sobre que futuro querem para o seu país.

O Partido Volt faz a sua estreia nestas eleições e como acontece com qualquer novo partido, surgem dúvidas acerca dos nossos Valores e da nossa Visão para o país, especialmente junto das Distritais. Vale a pena o Distrito olhar com atenção para esse novo partido? Vão realmente trazer melhorias para a região? A estas questões, começamos por responder que sim, que vale mesmo a pena e perguntamos o que achariam se, por exemplo, o Volt colocar na agenda o alívio sobre as empresas e os habitantes do distrito da Guarda com reduções de IRC e de impostos sobre os combustíveis?

O Distrito da Guarda é um belíssimo e vasto território, com séculos de história e tradições. Com uma população habituada a enfrentar dificuldades e superar as mesmas

A primeira medida é dar novas oportunidades e condições para as pessoas fazerem a sua vida. As ferramentas do passado, obsoletas, já não servem para o Futuro. É necessário dar os instrumentos certos às pessoas. Num tempo em que a Globalização é a matriz do desenvolvimento, é fundamental dar-lhes literacia informática, seja através do ensino, seja através de garantias de acesso a internet de qualidade para montarem e desenvolverem os seus negócios. O ensino de competências no inglês, na engenharia, na gestão, artes e desporto nas escolas. Aos jovens que acabam de entrar no mercado de trabalho, o Estado deve dar o 15 mês para aqueles que se radicam no Interior. Atrair empreendedores para este distrito através de apoios e de condições reais para eles se radicarem aqui e iniciarem novos negócios. Queremos trazer empresas europeias em parcerias com empresas do Distrito. Apoiar os que acreditam em si próprios e querem lançar-se na vida empresarial. Reforçar com apoios as empresas existentes, seja através de formação ligada ao seu negócio, seja com apoio ao acesso de Fundos Europeus. A ferramenta de trabalho para o Futuro é dar poder ao cidadão, aos empreendedores, aos jovens e às empresas

Uma e outra vez, vemos os produtos da nossa terra serem cada vez mais reconhecidos e galardoados no país e no mundo. Os vinhos da nossa região, que não ficam atrás de outros mais famosos, seja a nível nacional ou internacional. O mel criado pelas abelhas de floras da região, com o seu sabor único, a ser cada vez mais premiado. Os nossos enchidos, cujo fabrico é o fruto de anos e anos de tradição e partilha de conhecimento dos nossos avós, são cada vez mais um símbolo distintivo da nossa Região. A gastronomia, inventada e reinventada em frente ao lume durante longas noites frias de inverno, que cada vez mais é um motivo de atração de turismo à Região. E como poderia esquecer o nosso famoso queijo da serra, tão bom que ora o vemos como entrada ora como sobremesa, tal é a vontade de o comer e de o combinar com outros sabores.

O renascer das indústrias é fundamental para o Distrito mas é também necessário repensar a nossa maneira de chegar ao mundo e de lhes levar o que de melhor nós fazemos. O renovar e expandir de novos Caminhos de Ferro faz da Guarda não só um local de passagem mas também de paragem, faz da Guarda um novo centro de produção, com menores custos de transporte dos seus bens nos mercados internacionais. Esta redução de custos é fundamental para assegurar a sustentabilidade das empresas da nossa região e atrair outras a se localizarem perto de uma terra onde tão facilmente conseguem chegar ao resto do mundo. Afinal, somos a Porta da Europa.

Mas a aposta nos transportes não se pode reduzir apenas ao comboio. A ligação entre as várias Aldeias do Distrito e as suas respetivas Sedes de Concelho ou à Capital Distrital nem sempre se pode fazer com o recurso a comboios e como tal é necessária a criação de estradas de ligação seguras e de qualidade entre as mesmas. Ao mesmo tempo, para os habitantes e empresas localizadas no distrito, queremos a isenção do pagamento das antigas Scuts, de forma a facilitar a mobilidade dentro do distrito, seja de pessoas seja de bens.

Como o futuro é digital, não podemos deixar de pensar e apostar neste sector e para tal queremos atrair novos nómadas digitais para viverem no Distrito da Guarda, transformando o distrito, onde o passado e o futuro existam no presente. A cada vez maior aposta no teletrabalho, derivado dos tempos de pandemia, é uma oportunidade de atração de novos habitantes, com a vinda de novas famílias para o distrito que, já não estando obrigadas a picar o ponto às 9 horas da manhã na empresa, podem sair das mesmas e irem viver em locais onde os custos das casas são muito mais baratos do que em Lisboa ou Porto, garantindo assim uma enorme poupança nos orçamentos familiares, sem deixarem de viver em casas com a mesma ou ainda melhor qualidade do que aquelas na capital.

Isto não é apenas um sonho, já o vemos acontecer pela Europa, com cada vez mais Europeus a saírem dos seus países de origem, como França e Alemanha e irem morar para Portugal, onde o custo de vida inferior aos que eles encontram nos seus países de nascença, faz o seu ordenado valer mais. Se isto já acontece com os restantes cidadãos europeus, porque havemos de pensar que os portugueses deveriam ficar eternamente presos nas grandes cidades a suportar custos de rendas e empréstimos cada vez mais altos, quando há uma alternativa de melhor qualidade dentro do nosso próprio país?

Num futuro próximo, os combustíveis fosseis irão acabar por ser banidos e como tal, temos de começar já a preparar os habitantes do Distrito da Guarda para as casas do futuro, com melhores sistemas de aquecimento e mais sustentáveis. O incentivo na aposta de energias amigas do ambiente tem de ser expandido e todos os habitantes deste distrito têm um papel importante nesta transformação. Por esse mesmo motivo temos de realizar eventos de aprendizagem e de esclarecimento junto das populações locais, de molde a que percebam que o investimento neste tipo de tecnologias não é uma perda de tempo ou dinheiro mas sim uma redução de custos nas suas despesas mensais e que permite um melhor aquecimento das casas, do que têm atualmente.

Também as infraestruturas públicas têm de ser renovadas, pois com um uso cada vez maior de energia elétrica, nem todos os atuais cabos e postes têm a capacidade necessária de assegurar este envio o que originará cada vez mais acidentes a envolverem a queda de cabos elétricos e curtos circuitos que levam na sua maioria das vezes a incêndios, com custos elevadíssimos, sejam materiais ou humanos.

A aposta energética no distrito também tem de ser variada e expandida. A aposta nacional no hidrogénio é cada vez mais uma resposta alternativa para os transportes que atualmente usam combustíveis fósseis. Como tal, é importante preparar o distrito para este novo tipo de combustível, seja com a criação de locais de armazenagem do mesmo, seja com postos de carregamento de veículos movidos com este novo combustível.

Também a questão da saúde implica um justificado investimento para atrair novos médicos e serviços de saúde. Neste aspeto, não podemos fugir ao facto de o hospital da Guarda estar bastante envelhecido e a precisar de obras urgentes. As imagens de utentes em camas no meio dos corredores não pode ser qualificado senão como degradante e vergonhoso, um total desrespeito pela vida humana e um desinteresse do Estado por esta população que durante longos anos trabalhou com a promessa de uma reforma honrosa. População que muito tem contribuído para a riqueza do Estado, mas que é esquecida.

Derivado da falta de capacidade do Estado de atrair investimento, é urgente criar parcerias público-privadas na área da saúde para conseguirmos montar novas infraestruturas no nosso distrito e conseguirmos a captação de mais médicos, essenciais para a melhoria da qualidade da saúde na região.

O Partido Volt Portugal tem uma novidade: os dois ou três deputados que espera eleger irão, ao Centro, viabilizar a criação de um Governo: não queremos os partidos de extremos porque são vazios de soluções viáveis a médio e longo prazo, sem resposta aos desafios do amanhã, utilizando o medo como forma de angariação de votos, focando-se nas suas divergências, sem buscarem reais alternativas. Não queremos o eurocepticismo encapotados dos dois partidos da Gerigonça porque nos impede de usufruir de todas as parcerias, todos os Fundos que a Europa nos pode trazer. E neste distrito já conhecemos os custos desse isolamento da Europa, aquando do fecho de fronteiras em 2020 durante o estado de emergência, onde negócios e famílias ficaram separados por uma fronteira novamente fechada, com perdas para ambos os lados.

A Europa não começa nas metrópoles nem nas capitais das nações. A Europa começa nos seus cidadãos e todos os cidadãos são iguais, independentemente de onde eles vivam. Por isso dizemos sem qualquer rodeio, que todos os habitantes do Distrito da Guarda são Portugal e são Europa“, refere o Candidato do Volt Portugal pelo Distrito da Guarda

 

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