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Legislativas 22- Quinze partidos para três lugares no Distrito da Guarda

No distrito da Guarda são eleitos , desde as eleições de 2019, três deputados à Assembleia da República (AR) e, atualmente, o PS tem dois eleitos e o PSD um, mas neste ato eleitoral são: quinze partidos pelo círculo eleitoral da Guarda, com PSD, CDS-PP e BE a apresentarem novos cabeças-de-lista e o PS, a CDU e o Chega a manterem os candidatos de 2019.

O PS mantém a atual ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho (jurista, 49 anos), como cabeça-de-lista e o PSD, que no anterior ato eleitoral recandidatou Carlos Peixoto, candidata pela primeira vez o empresário Gustavo Duarte (64 anos), ex-presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa.

O CDS-PP candidata, também pela primeira vez, o empresário do concelho de Seia João Amaral (61 anos) e o BE escolheu Pedro Cardoso (41 anos), trabalhador independente, para liderar a lista.

A CDU (PCP-PEV) recandidata o arqueólogo André Santos (45 anos) e o Chega voltou a escolher o empresário José Marques (46 anos), para número um.

A lista do Movimento Alternativa Socialista (MAS) é liderada pelo professor Sílvio Miguel (57 anos), o Pessoas – Animais – Natureza (PAN) candidata a técnica superior de educação social Beatriz Ferraz (26 anos) e o Volt Portugal (VP) o mediador de seguros Jorge Santos (33 anos).

António Andrade (aposentado, 68 anos) é o cabeça-de-lista do Partido Trabalhista Português (PTP), Ângelo dos Santos (26 anos, assistente administrativo) é o candidato do Iniciativa Liberal (IL) e a enfermeira especialista Margarida Bento (58 anos) lidera a lista do Livre (L).

A lista do Partido da Terra (MPT) é encabeçada por Mário Gomes (reformado, 62 anos), a do Reagir Incluir Reciclar (RIR) por Ana Rodrigues (vigilante, 40 anos) e a candidatura do Ergue-te (E) por Otília Fernandes (técnica administrativa, 48 anos).

Em 2019 concorreram 19 partidos pelo círculo eleitoral da Guarda e o PS foi a força partidária mais votada, com 37,55% dos votos, enquanto o PSD obteve 34,37%.

O PS ganhou em 10 concelhos (Almeida, Fornos de Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo, Gouveia, Guarda, Manteigas, Trancoso, Sabugal, Seia e Vila Nova de Foz Côa) e o PSD em quatro (Aguiar da Beira, Pinhel, Celorico da Beira e Mêda).

O BE manteve-se como a terceira força política mais votada, com 7,81% dos votos, seguindo-se, em quarto, o CDS-PP, com 4,99%, e, em quinto lugar, o PCP-PEV, com 2,99% dos votos.

No distrito da Guarda, onde a abstenção foi de 49,42%, estavam inscritos 151.535 eleitores e votaram 76.649.

O círculo eleitoral da Guarda, por se situar no interior do país, continua a debater-se com a falta de população.

Segundo os resultados dos Censos de 2021 o distrito, com 14 municípios, contabiliza 142.998 residentes, quando em 2011 possuía 160.939, de acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE).

Dados da Comissão Nacional de Eleições (CNE) indicam que em 1975 (Constituinte) a Guarda elegia seis representantes para a AR, tendo passado para cinco em 1979 (eleição intercalar), para quatro em 1991 e para três em 2019.

Desde as eleições legislativas de 1987 que o círculo eleitoral da Guarda apenas elege deputados do PS e do PSD, tendo igualado o número de eleitos (2-2) nos atos eleitorais de 1995, 1999, 2002, 2005, 2009 e 2015.

fonte:Lusa

 

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