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Tag Archives: CCDR Centro

Plásticos do Dão (Nelas) e Lactoceleiro (Fornos de Algodres) entre as 91 empresas Gazela

São 91 empresas Gazela repartidas por 46 municípios, sendo os concelhos de Leiria (10) e Coimbra (seis) os que têm um maior número, seguidos de Aveiro, Ovar, Torres Vedras e Viseu (com cinco empresas cada). Empregam 3.875 pessoas e geram um volume de negócios de 914 milhões de euros e 571 milhões de euros de exportações. Conclusões do último estudo efetuado pela CCDR Centro sobre as empresas Gazela existentes na região Centro em 2021, com base em informação económica disponível para 2020.

Na zona das Beiras e Serra da Estrelas são cinco empresas e de Viseu Dão e Lafões são 11 empresas.

Destacamos a Plásticos do Dão (Nelas) e Lactoceleiro (Fornos de Algodres).

Concurso Regional Centro Circular contou com participação de 2472 alunos

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) promove no dia
6 de junho, a sessão de entrega dos prémios da primeira edição do Concurso Regional Centro
Circular, que pretende promover os conhecimentos sobre economia circular junto da
comunidade escolar da região Centro.
Trata-se de um jogo online, https://www.centrocircular.pt/ ​, destinado aos alunos do 2º e 3º
Ciclos das Escolas dos 100 municípios que constituem a região Centro e que decorreu entre os
dias 19 de abril e 31 de maio de 2022. Este jogo, desenvolvido pela CCDRC, em parceria com a
Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares – DSR Centro, tem como principal objetivo
educar e sensibilizar, de forma lúdica, sobre as várias temáticas que se interligam em torno do
conceito de economia circular: eficiência hídrica; eficiência energética; eficiência material;
conceção e produção e aquisição e consumo.
Houve uma forte adesão da comunidade escolar, com a participação de 2472 alunos (610 do
2º ciclo e 1862 do 3º ciclo) e 95 professores de 65 escolas da Região. Durante toda a
competição foram criados mais de sete mil jogos de tabuleiro (que poderiam ir até 5
jogadores cada) e quase 3 mil batalhas (envolvendo apenas 2 jogadores).

Lista das Escolas Vencedoras
Escola Básica e Secundária Pedro Álvares Cabral, Belmonte
Escola Secundária Eng. Acácio Calazans Duarte, Marinha Grande
Escola Secundária de Tondela
Escola Básica João de Barros, Figueira da Foz

Diversas empresas do território CIMBSE rubricam contratos de apoio

O grande palco do TMG na cidade da Guarda acolheu a assinatura de diversas empresas da Comunidade Beiras e Serra da Estrela  de contratos de financiamento da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIMBSE), que a Guarda integra, no âmbito do Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN).
Uma  sessão  presidida pela ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que contou com a presença da Secretária de Estado da Valorização do Interior Isabel Ferreira, a Presidente da CCDRC/Centro, Isabel Damasceno, o Presidente da Comunidade Intermunicipal Luís Tadeu, o Presidente da Câmara Municipal da Guarda Sérgio Costa e representantes de candidaturas aprovadas no PAPN, que assinaram contratos de financiamento com a Autoridade de Gestão do Programa Operacional Centro 2020.

Das 122 candidaturas ao aviso de concurso n.º CENTRO-D7-2021-12 publicado em fevereiro de 2021 pela Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela no âmbito do Programa de Apoio à Produção Nacional (PAPN), foram aprovadas 61 candidaturas, que totalizam um investimento elegível total de 9.074.310,00€ ao qual está associado um financiamento (fundo europeu FEDER) no montante de 5.133.835,00€, distribuído pelas empresas ligadas ao setor do Turismo no montante de 816.796,00€ e o restante pelas empresas ligadas ao setor da Indústria de transformação/extração no montante de 4.317.039,00€.

Estas empresas vão investir, na expansão das suas instalações, aquisição de novos equipamentos, diversificação da produção, redução de custos com energia e modernização de processos e serviços prestados.

Estas empresas operam sobretudo nos setores na CAE REV 3: Indústrias extrativas; Indústrias transformadoras; Turismo: Estabelecimentos hoteleiros, turismo no espaço rural, parques de campismo e de caravanismo, restauração e organização de atividades de animação turística.

Sérgio Costa, Presidente da Câmara da Guarda, abriu a sessão e referiu que o PAPN é um estímulo à Produção Nacional e um poderoso investimento público, reforçando que são medidas como esta que diferenciam os territórios do interior, contribuindo para uma economia mais sustentável. Salientou a importância do PAPN como instrumento de apoio direto ao investimento empresarial produtivo. Referindo, como autarca, a importância das micro e pequenas empresas para a economia local, uma vez que «dão sangue e vida económica ao nosso território». Reforçou ainda a ideia «de voltar à discussão da regionalização como fator de diferenciação e desenvolvimento territorial», como já referiu noutras ocasiões. E concluiu que «o Porto Seco da Guarda será uma realidade que trará desenvolvimento a todo o Distrito da Guarda e ao Interior». O PAPN é uma iniciativa do ministério da Coesão Territorial.

Luís Tadeu, Presidente do Conselho Intermunicipal da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela assumiu que as micro e pequenas empresas candidatas são prova da sua existência e integração na sociedade e contribuem para uma melhor e maior dinâmica da Comunidade Intermunicipal.

Salientou ainda a importância dos próximos avisos serem alargados a outras áreas, e mostra-se disponível para colaborar na operacionalização de avisos que vão de encontro às necessidades das empresas do território.

Nas palavras de Isabel Damasceno, Presidente da CCDRC/CENTRO 2020, este projeto tratou-se de uma força conjunta e concertada, usando diversos instrumentos virados para o território com características diferenciadoras, nomeadamente SI2E, + COESO emprego e agora o PAPN.

A cerimónia encerrou com o discurso da Ministra da Coesão Territorial Ana Abrunhosa que ressalvou que esta medida é “um exemplo de coesão territorial, tratar diferente o que é diferente”.

Exposição sobre soluções e materiais de construção sustentáveis em Coimbra

O Instituto de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico para a Construção, Energia, Ambiente e Sustentabilidade (Itecons) e a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) promovem, de 9 a 17 de outubro, no átrio central no piso 0 do Alma Shopping, em Coimbra, uma exposição sobre soluções e materiais de construção sustentáveis, destinada ao público em geral.

A inauguração da exposição realiza-se no dia 12 de outubro, pelas 16h, com a participação do Presidente da Direção do Itecons, António Tadeu, e da Presidente da CCDRC, Isabel Damasceno.

Esta exposição, que tem como principal objetivo a sensibilização da população para estratégias de sustentabilidade aplicadas ao setor da construção, terá a participação de cerca de 30 entidades, incluindo empresas, associações e centros de investigação.

A exposição é constituída por expositores com diferentes tipos de soluções construtivas sustentáveis: soluções para a melhoria da eficiência energética de edifícios, materiais de construção com incorporação de resíduos e subprodutos de indústrias nacionais, soluções a partir de materiais naturais, soluções para coberturas e fachadas verdes, entre outras.

Os expositores serão colocados em redor de uma estrutura central, com um conjunto de informações e conteúdos, de forma a promover experiências didáticas relacionadas com a utilização de novos materiais e com os principais conceitos que suportam as principais estratégias de sustentabilidade aplicadas ao setor da construção.

Covilhã , Fornos de Algodres e Guarda com Empresas Gazela

A região Centro conta, pela segunda vez, com mais de uma centena de empresas Gazela. São 119 empresas jovens que, num curto espaço de tempo, apresentam um crescimento acelerado no emprego e no volume de negócios. Trata-se de uma reduzida percentagem do universo das empresas, mas estão presentes em todos os setores de atividade e diferenciam-se, também, pelo seu posicionamento nos mercados e pela sua capacidade de gestão e de risco.

Das 119 empresas, cinco estão localizadas nos municípios da Comunidade Intermunicipal (CIM) Beiras e Serra da Estrela: três na Covilhã, uma em Fornos de Algodres e uma na Guarda.

De acordo com os apuramentos efetuados pela CCDRC, que pelo nono ano consecutivo faz esta distinção das Empresas Gazela na região, destacam-se os seguintes aspetos, para a CIM Beiras e Serra da Estrela:

 

  • O número de empresas Gazela identificadas na CIM Beiras e Serra da Estrela aumentou face ao ano de 2019, passando de três para cinco empresas em 2020.
  • Estas empresas têm um elevado potencial para gerar novos de postos de trabalho, tendo quase triplicado as pessoas ao serviço entre 2016 e 2019, passando de 83 trabalhadores para 237 trabalhadores.
  • O volume de negócios destas cinco empresas cresceu cerca de cinco vezes entre 2016 e 2019, pois faturaram 3 milhões de euros em 2016 e 13 milhões de euros em 2019.
  • Todas as empresas gazela da CIM Beiras e Serra da Estrela são de pequena dimensão.
  • Duas destas cinco empresas desenvolve as suas atividades na indústria transformadora, uma no setor da construção, uma nas atividades imobiliárias e uma no setor do alojamento e restauração.
  • Em termos de distribuição geográfica estão localizadas em apenas três dos 15 municípios do território da CIM Beiras e Serra da Estrela: Covilhã (3), Fornos de Algodres e Guarda (uma, em cada)

O estudo completo para a Região Centro pode ser consultado em www.ccdrc.pt

Centro 2020 apoia a Concretização do Sistema de Informação Cadastral Simplificado

O Programa Operacional Regional do Centro (Centro 2020) aprovou 16 candidaturas das Comunidades Intermunicipais e Câmaras Municipais da região Centro para a concretização do Sistema
de Informação Cadastral Simplificado no território dos municípios que não dispõem de cadastro geométrico da propriedade rústica ou cadastro predial.
Com um apoio de 9,2 milhões de euros de fundos europeus, o objetivo é que mais de 2 milhões de prédios inscritos na matriz rústica passem a ter representação gráfica georreferenciada, permitindo a identificação da estrutura fundiária e da titularidade dos prédios rústicos e mistos e, dessa forma,
ajudar a uma melhor gestão do território, em particular no interior e em áreas fortemente afetadas porfogos florestais. Trata-se de uma das medidas do Programa de Valorização do Interior que incorporou
o Programa de Estabilização Económica e Social, em resposta à pandemia causada pelo vírus COVID.
Para Isabel Damasceno, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), “este é um passo decisivo para passar a dispor de um instrumento vital na gestão do
território e na definição de políticas de intervenção e valorização dos espaços rurais da região e, em particular, de cada município. É com grande satisfação que vejo uma medida que há anos defendo
começar agora a concretizar-se”.
O problema do abandono ou ausência de gestão das terras rústicas é um dos mais relevantes problemas do país e da região. A ausência de informação cadastral atualizada de grande parte do território regional, em particular nas zonas ruais e florestais, acentua os fatores de risco de incêndio, decorrente da limitada capacidade de controlo e fiscalização e, consequentemente, eficácia das medidas de proteção e prevenção. Mas também inibe o desenvolvimento de um mercado fundiário que possibilite o crescimento e a competitividade das empresas agrícolas e florestais e uma adequada valorização do território regional.

Relatório Anual de Execução de 2020 e a Reprogramação do Centro 2020 aprovados

O Comité de Acompanhamento do Programa Operacional Regional do Centro (Centro 2020), que
reuniu hoje por videoconferência, aprovou por unanimidade o Relatório Anual de Execução de 2020 e a
Reprogramação do Centro 2020.
A reprogramação do Centro 2020 visa financiar a retoma da atividade das empresas, apoiando o
regresso dos trabalhadores ao horário normal de trabalho, depois de cessado integralmente um
período de lay-off, alocando recursos de Fundo Social Europeu (FSE) a estes apoios, através da
criação de um novo objetivo específico com uma dotação de 70M€.
O Relatório Anual de Execução de 2020 permitiu efetuar um balanço do Centro 2020 muito focado nos
resultados alcançados, tendo sido destacados: o apoio ao investimento empresarial em 3328
empresas, que permitem criar 8.590 postos de trabalho, o apoio ao microemprendedorismo com 1.164
projetos, permitindo criar 2.519 postos de trabalho, o apoio à colocação de 90 pessoas altamente
qualificadas em empresas e o apoio a 138 equipamentos escolares e a 63 equipamentos de saúde.
Como indicadores de resultado transmitiu-se a boa evolução da região na taxa de emprego, no impacto
reduzido na taxa de desemprego e o sucesso no combate ao insucesso escolar.
Para Isabel Damasceno, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do
Centro (CCDRC), “O Comité de Acompanhamento decorreu da melhor forma, tendo-se verificado um
excelente nível de debate e participação. Aproveitando a presença dos nossos principais parceiros,
destacámos a importância de acelerar a execução do Centro 2020, colocando como meta de curto
prazo atingir a taxa de execução de 50% no final de junho, ou seja, pagar mais de 200 milhões de
euros de janeiro a junho. Este desafio implica o empenho de todos, tendo a região o desafio de garantir
a plena absorção dos fundos europeus disponíveis”.
A reunião contou com a presença de representantes da Comissão Europeia, da Agência para o
Desenvolvimento e Coesão, organismos intermédios dos sistemas de incentivos, Comunidades
Intermunicipais (CIM) e Grupos de Ação Local (GAL), e vários parceiros regionais como são as
associações empresariais, sindicatos, municípios, universidades e institutos politécnicos.
O Comité de Acompanhamento é um órgão colegial, responsável por analisar e aprovar a metodologia
e os critérios de seleção das operações, os relatórios de execução anuais e finais, as propostas da Autoridade de Gestão para alteração do programa e analisar as questões que afetem o seu
desempenho.

Região Centro conta com 18,4 milhões de euros para a programação cultural em rede

Foram aprovadas 65 candidaturas pelo Programa Operacional Centro 2020 para a programação cultural em rede, que representam um investimento total de 19,2 milhões de euros e uma comparticipação de fundos europeus de 18,4 milhões de euros. O montante total já aprovado representa um reforço de 6,7 milhões de euros face à dotação inicial do aviso de concurso (11,7 milhões de euros).

Estes projetos são uma resposta para a retoma e manutenção das atividades culturais e artísticas, tendo em conta os prejuízos decorrentes da suspensão total ou parcial de atividade no contexto da pandemia COVID-19.

Por sua vez, Isabel Damasceno, (CCDRC), referiu que: “este conjunto de aprovações representa um esforço significativo do Programa Regional do Centro, financiando a 100% a realização de eventos e iniciativas culturais. É mais um contributo para que os diversos agentes culturais da região possam ultrapassar os fortes constrangimentos decorrentes da pandemia”.

Os apoios concedidos destinam-se a investimentos que visem promover a dinamização, promoção e desenvolvimento do património cultural, enquanto instrumento de diferenciação e competitividade dos territórios, designadamente através da sua qualificação e valorização turística. O objetivo é aumentar a atratividade das regiões e a sua dinamização económica, mas também garantir o acesso à cultura para todos os cidadãos e criar novos públicos.

São beneficiários destes apoios os municípios (em rede ou parceria), as comunidades intermunicipais, entidades privadas sem fins lucrativos e agentes culturais.

Assim, a CIM Viseu, Dão e Lafões com a Programação Cultural em Rede; Município de Seia com o Festival Cultural da Serra da Estrela; o Município de Mangualde com o Cultura do Dão.

Operações de gestão de resíduos, novo programa da CCDR Centro

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) disponibiliza uma nova ferramenta para auxiliar a verificação da conformidade legal dos projetos de operações de gestão de resíduos. Trata-se de um ficheiro em formato Excel de análise técnica, que permite a verificação prévia dos elementos a apresentar, podendo assim ser detetadas e corrigidas eventuais desconformidades que possam ser impeditivas da decisão final favorável.

Esta ferramenta auxiliar e a “Norma do procedimento de licenciamento de operações de gestão de resíduos” estão disponíveis em:

http://www.ccdrc.pt/index.php?option=com_docman&view=filteredlist&Itemid=58

Na sequência da publicação do DL n.º 75/2015, de 11 de Maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 30/2015, de 18 de Junho, que configura o Regime de Licenciamento Único Ambiental (LUA) foi desenvolvida uma plataforma eletrónica para a tramitação desmaterializada dos processos. A plataforma eletrónica SiLiAmb (Sistema Integrado de Licenciamento Ambiental) está alojada no portal da Agência Portuguesa do Ambiente (APA,IP), integra o Módulo LUA e visa possibilitar a tramitação eletrónica de todos os pedidos de licenciamento e autorização relativos a projetos e atividades abrangidos pelo referido regime.

Qualquer pedido de licenciamento de operações de gestão de resíduos terá de ser submetido nesta plataforma referida, devendo a sua instrução respeitar a Portaria n.º 399/2015, de 5 de novembro, bem como o DL n.º 178/2006, de 5 de setembro, na sua atual redação.

“Visão Estratégica para a Região Centro 2030”aprovada pela CCDRCentro

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) aprovou a estratégia para a região Centro para a próxima década. Consulte  aqui (2.70 MB) a “Visão Estratégica para a Região Centro 2030”, que foi discutida e aprovada no Conselho Regional, no passado dia 4 de novembro.

A CCDRC dinamizou o exercício de reflexão para definir a “Visão Estratégica para a Região Centro 2030”, procurando que tivesse um elevado nível de participação dos agentes regionais. O processo foi iniciado com uma reunião plenária, em outubro de 2019, onde se iniciou a discussão da revisão da Estratégia de Especialização Inteligente do Centro (ainda a decorrer, prevendo-se concluída no final do ano), no âmbito dos trabalhos preparatórios do período pós-2020. Seguiu-se uma segunda reunião aberta, em janeiro de 2020, que tinha subjacente a apresentação e discussão de um documento de trabalho preparado pela CCDRC que procurava identificar os principais constrangimentos e desafios que a região enfrenta, avançando com uma primeira proposta de visão estratégica.

Seguiu-se um período para a recolha de contributos escritos de todos quantos quiseram participar ativamente nesta reflexão conjunta, a partir de um inquérito orientador disponibilizado pela CCDRC e ainda a realização de várias sessões de trabalho.  Infelizmente, a interrupção forçada pela pandemia COVID-19 afetou todo o restante processo de participação presencial previsto inicialmente. Foi, por isso, opção da CCDRC devolver à região um segundo documento, que esteve em auscultação pública durante o mês de setembro, que beneficiou dos contributos recebidos e em que se apresentou uma proposta de linhas estratégicas de ação e onde se procurou incorporar uma primeira resposta aos imensos desafios que a crise pandémica, e a crise económica e social que ela acarreta, nos veio colocar.

Traduzindo todo o processo em números, destacamos que houve mais de 400 participações em reuniões presenciais. Nos vários momentos de auscultação pública foram recebidos quase 160 contributos escritos. Contabilizando as intervenções em reuniões e/ou o envio de contributos escritos podemos afirmar que se envolveram representantes de cerca de 130 entidades. Destas entidades, um quarto eram provenientes da Administração Pública Local, um quarto de associações (empresariais, setoriais e territoriais) e quase um quinto de instituições do sistema de ensino superior e investigação da região (Universidades, Institutos Politécnicos ou Centros de investigação)