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Apresentação do Livro “O Amor e a Sedução” em Fornos de Algodres

Depois de termos lançado no nosso jornal, este livro- O Amor e a Sedução , a sua apresentação por Diamantino Ferreira acontecerá na Biblioteca Municipal Maria Teresa Maia Gonzalez, em Fornos de Algodres .
Nos dias 27 e 28 de maio de 2021, das 10h00-13h00 e 15h00-17h00.
O “Fornense” Diamantino Ferreira, vai estar presente para apresentar a sua obra literária – O Amor e a Sedução e trocar várias impressões sobre a obra.
Sinopse
A obra literária” O AMOR E A SEDUÇÃO” é um conjunto de frases e citações sobre o amor e a sedução que nasceram da criatividade e da imaginação do autor numa fase da vida dele em que após uma relação amorosa terminada ficou descomprometido emocionalmente e livre para amar e por consequência sentiu inspiração e vontade de interagir com o universo com o objetivo de partilhar pensamentos, sentimentos e emoções que são a expressão do seu próprio ADN acerca de como ele vê e sente a sedução e o amor na sua essência.
Após o desbloqueio emocional o autor começou a escrever diariamente frases e citações nas redes sociais, todas da sua inteira autoria e que rapidamente geraram reações muitos positivas e comentários muito favoráveis por parte dos seus seguidores dada a sua carga romântica, ousada, atrevida, e às vezes humorística e poética, mas sempre educada e respeitadora.
Por outro lado o autor deixou sempre margem aos leitores e leitoras para induzirem, subentenderem e imaginarem algo a partir dessas mesmas frases, que na sua grande maioria foram criadas e escritas diretamente nas redes sociais após momentos de inspiração que aconteciam normalmente de manhã cedo em frente ao mar.
Este livro apareceu na sequência da insistência dos seguidores do autor em passar as frases para obra literária o que naturalmente acabou por acontecer.
Biografia
Diamantino, tem 56 anos de idade, tem nacionalidade Portuguesa, é natural de Fornos de Algodres e reside atualmente em Lisboa.
É Licenciado em Ciências Militares pela Academia Militar. Fez carreira militar como Oficial de Infantaria no Exército Português entre 1981 e 2015, tendo terminado o serviço no posto de Coronel. Representou Portugal e as Forças Armadas numa missão militar na Bósnia e Herzegovina em 2005. Atualmente trabalha no ramo imobiliário como Consultor.

Apicultura- Conversa com produtor Pedro Arrais

A apicultura tem vindo a aumentar um pouco por toda a parte e Fornos de Algodres não é exceção, face a isso fomos conversar com  Pedro Arrais, da localidade da Matança, que nos deixou um pouco como realiza o seu trabalho e como ganhou paixão pela arte.

Magazine Serrano(MS)-Como surgiu o gosto pela apicultura?

Pedro Arrais(P.A.) – Quando era pequeno ia com o meu pai à quinta do meu avô paterno, que tinha algumas colmeias e também produzia mel, e sempre senti uma admiração e interesse pelas abelhas que ele tinha e pelo trabalho que o via fazer com elas. Um dia, já mais tarde, o meu avô ofereceu-me uma colmeia já mais velhota, onde apanhei o meu primeiro enxame e desde aí nunca mais parei.

MS-Quantas colmeias tem nesta altura? Como se faz o processo, as fases até recolher o mel?

P.A.-Neste momento tenho cerca de 150 colmeias, o que já me ocupa muito tempo do meu dia. A campanha do mel, ou seja, o ano apícula, começa quando acaba outra, isto é um ciclo contínuo, sem paragens. Inicialmente temos de fazer tratamentos por causa da Varroa, um ácaro que prejudica as abelhas. Logo no início do outono temos de cuidar das colmeias e das abelhas, alimentando-as, verificar os níveis de infestação da Varroa e perceber se as colmeias estão fortes de população e alimentação para passar o inverno. No final do inverno fazemos novo tratamento da Varroa e fazemos alimentação líquida às abelhas para estimular a Rainha a colocar mais ovos, para as colmeias estarem mais fortes e terem um bom arranque na primavera, época em que fazemos os desdobramentos, introduzimos as meias alças onde as abelhas colocam o mel, fortalecemos colmeias mais fracas com quadros de criação das mais fortes, trocamos quadros velhos e bloqueados por quadros novos e tentamos impedir enxameação. No verão, normalmente entre o mês de julho e agosto, é colhido o mel e inicia-se nova campanha.

MS- A vespa asiática é um dos obstáculos para a sua produção. Tem métodos de combate?

P.A. – A Vespa já se faz sentir na nossa zona desde 2018, uma praga que enfraquece e chega a matar muitos enxames. Juntando com a Varroa, por vezes torna-se difícil termos abelhas. Atualmente, tento combater as Vespas com armadilhas apropriadas, com um atrativo, onde elas vão ficar presas. Temos tido alguma ajuda do Município, no fornecimento destas armadilhas e do respetivo atrativo e na destruição de ninhos de Vespas Asiáticas.

MS- Quantos quilos produz e como faz o escoamento no mercado? Estar na plataforma “O Bom Sabor da Serra” é importante?

P.A. – Produzo por volta de 1 tonelada, dependendo dos anos. Este ano espero que seja uma boa colheita, pois também aumentei o efetivo de colmeias com essa finalidade, mas não só, para satisfazer todos os pedidos que me têm sido feitos. O escoamento do nosso mel, na maioria ainda se faz através de consumidores privados, que compram ao frasco consoante necessitam, no entanto este ano já fornecemos alguns supermercados ou lojas de produtos típicos. Os nossos produtos, que não é apenas o mel, mas também pólen e extrato de própolis, estão presentes na plataforma “O Bom Sabor da Serra” para venda, que este ano também nos permitiu que os nossos produtos chegassem mais longe, tornando-os mais conhecidos.

MS – Que apoios e incentivo tem um jovem apicultor, para continuar este trabalho?

P.A.- Existem alguns projetos financiados que podem ajudar jovens agricultores a iniciarem a sua vida apícula, embora eu ainda não tenha recorrido a nenhum. Para mim, por enquanto, a apicultura ainda não é o meu único e principal trabalho, tenho vindo a aumentar todos os anos o meu efetivo, mas ainda sem projetos definidos para se tornar a minha principal atividade profissional.

MS- Que mensagem deixa a toda a comunidade nesta fase do ano?

P.A. – Todos nós estamos a passar por uma fase atípica e difícil, que nos tem vindo a prejudicar a vários níveis, o que nos leva a querer investir mais nos poucos negócios que não foram tão afetados pelo COVID-19, como é o caso da Apicultura, em que muitas pessoas procuraram o mel, o pólen ou o extrato de própolis como reforçadores do Sistema Imunitário. Assim, a mensagem que poderei deixar nesta fase, é muito simples, que não desistam e que procurem oportunidades de adaptação aos momentos difíceis que vivemos.

Queijo de cabra curado(Queijaria Artesanal Serras do Mondego) recebe medalha de Ouro a nível Nacional

Teve lugar um concurso a nível nacional em Santarém, onde o CNEMA-Centro de Exposições e Mercados Agrícolas e a Qualifica/oriGIn Portugal elegeram  os melhores produtos tradicionais em Portugal  e  promoveram os diversos produtos nos  concursos.

Deste modo, a Queijaria Artesanal Serras do Mondego de Ana Patrícia Martins da Matança, Fornos de Algodres, foi contemplada com a Medalha de Ouro, na categoria de queijos curados tradicionais.

Desta forma, o Queijo Picante da Beira Baixa produzido pela Queijaria Lourenço, de Vila Velha de Rodão, ganhou o prémio Melhor dos Melhores no 10º Concurso Nacional de Queijos Curados Tradicionais Portugueses que o CNEMA realizou em conjunto com a Qualifica/oriGIn Portugal .

Recorde-se que o objectivo principal do Concurso foi premiar, promover, valorizar e divulgar os genuínos Queijos Curados Tradicionais Portugueses, alguns deles já com Nomes Qualificados.

Assim no 10º Concurso Nacional de Queijos curados Tradicionais Portugueses  a Medalha de Ouro foi para o Queijo de cabra curado  das Serras do Mondego – Queijaria Artesanal de Ana Patrícia Perregil Martins.

Leite cru, sal e cardo. Sangue, suor e lágrimas assim se faz este produto agora galardoado a nível nacional.
Segundo a produtora Ana Patrícia Martins refere:“Ainda que indirectamente estes são, também, os ingredientes do nosso trabalho. O esforço e o empenho, a luta e as pequenas batalhas interiores, os sonhos e as metas traçadas são diariamente postos à prova, e nesta fase ainda mais. Mas, felizmente, são também recompensados. E que bem recompensados foram este ano! Não só pela medalha de ouro, mas, acima de tudo, pelos nossos clientes e amigos”. A produtora mostrou-se radiante dizendo:”Porque, não desfazendo o orgulho enorme que é receber uma medalha de ouro num concurso como este, são os pequenos elogios, os sorrisos, as partilhas, o apoio e os comentários daqueles com que nos relacionamos, próximos ou distantes, que fazem realmente valer a pena todo o trabalho que fazemos!
A eles o nosso obrigado. A eles dedicamos, também, este reconhecimento nacional. Por eles estamos aqui todos os dias, mesmo quando as forças já faltam. Sem eles não seríamos ouro, não seríamos bronze… não seríamos nós”.

 

Matança acolhe apresentação de um livro

1livroA localidade da Matança, vai acolher no próximo dia, 12 de dezembro de 2015 (sábado), pelas 14h30m, na sala da Escola Primária de Matança, a sessão de apresentação do livro
“De tempos immemoriaes”. A Matança: história e património de uma comunidade”.
Da autoria de João Augusto Guerra da Rocha Nunes e Liliana Andrade de Matos e Castilho.
A apresentação da obra ficará a cargo do Professor Doutor José Pedro de Matos Paiva, Diretor da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra.
Desta forma, surge assim uma obra que fala desta localidade do concelho de Fornos de Algodres.
Por:António Pacheco

500 anos do foral da Matança

Matança na época medieval festejou
500 Anos da carta do foral
Este domingo foi um dia especial para todos os residentes
da freguesia da Matança, concelho de Fornos de Algodres, uma vez que se comemoraram os 500 anos após a atribuição da carta de foral, a localidade se revestiu de um cenário da época medieval.

Tudo iniciou com um cortejo onde os habitantes se trajaram com, roupas da época medieval, posteriormente teve lugar a cerimónia
de abertura, onde também o presidente do Município, Dr. Manuel Fonseca, deixou algumas palavras de elogio ao evento e salientou que são eventos deste género que fazer movimentar as gentes da região, seguiu-se a leitura da respetiva carta de Foral.
Também acabou por ser inaugurado um monumento alusivo, ao
evento onde todos os visitantes podem visualizar, dado que se situa na parte histórica da freguesia.
A alegria de todos era grande, com as danças, o cantar da
época, tudo foi muito preparado, e claro as tasquinhas com os petiscos e demais iguarias.
Em suma, um evento que trouxe muitos visitantes à  freguesia, onde no final de tudo a presidente da freguesia, Dra. Maria João, estava satisfeita por ter sido um dia muito importante e de as pessoas terem aderido ao evento.
Texto de António Pacheco

18º Convívio dos Antónios

 

Freguesia da Matança, Fornos de Algodres acolheu 18º Convívio dos Antónios
No passado sábado decorreu mais um convívio dos Antónios do concelho de Fornos de Algodres, desta vez na freguesia da Matança, que contou com a participação de meia centena de Antónios e uma Antónia.
Depois da concentração, teve lugar a eucaristia em memória dos já falecido e em louvor a Sto António, seguindo- se a foto oficial,o almoço foi servido de seguida, onde bons pratos foram servidos, regados pelo bom vinho da região e para terminar o bolo alusivo ao 18º convívio.
Em suma, mais um convívio onde todos ficaram satisfeitos e ficou deliberado que no próximo ano irá se realizar em Casal Vasco.
Um dia diferente para os Antónios deste concelho.
18/06/12           António Pacheco