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Mêda- Caminhada“Todos Por Todos” a 29 de maio

Todos Por Todos” é a iniciativa da LPCC que está a movimentar toda a Região Centro.  Visa a prevenção e o dinamismo das comunidades locais para a luta contra o cancro. O evento em Mêda realiza-se a 29 de maio, com uma Caminhada Solidária.

 Mêda é outro dos concelhos da Região Centro que se associa à iniciativa solidária e de voluntariado comunitário “Todos Por Todos” (TpT), no sentido da promoção de estilos de vida saudável. Nesse âmbito, organiza no próximo dia 29 de maio uma caminhada solidária, a partir das 09h00, com partida junto à sede do Grupo de Voluntariado Comunitário (GVC) da Liga, na antiga escola primária.

A organização do evento, que perspetiva mobilizar inúmeras pessoas através de uma caminhada, é da responsabilidade do GVC de Mêda que tem em vista também desenvolver localmente, com este projeto, mecanismos e espaços de envolvimento ativo dos cidadãos para a luta contra o cancro.

A inscrição na caminhada (5 euros), pode ser feita junto dos voluntários da Liga e disponibiliza um kit onde se inclui uma T-shirt TpT.

 “Todos Por Todos” define-se também pela abrangência geográfica e descentralizada do projeto em todos os concelhos da Região Centro.

Fornos de Algodres-Caminhada Noturna “Todos Por Todos” a 9 de junho

Fornos de Algodres caminha pela prevenção e apoio ao doente oncológico

Fornos de Algodres junta-se aos vários concelhos da Região Centro que integram a iniciativa solidária e de voluntariado comunitário “Todos Por Todos”. Assinala nesse sentido, no próximo dia 9 de junho a partir das 20h00, a caminhada noturna “Todos Por Todos”, com início nos Paços do Concelho.

As inscrições, com um custo de 5 euros (que confere direito a uma t-shirt do projeto), deverão ser realizadas junto do Grupo de Voluntariado Comunitário da Liga no local, Câmara Municipal e CLDS de Fornos de Algodres.  De salientar que o valor angariado no âmbito desta iniciativa irá reverter a favor do Núcleo Regional do Centro da LPCC, para o apoio ao doente oncológico e sua família.

A iniciativa “Todos Por Todos” define-se como uma ação de grande abrangência geográfica e descentralizada, desafiando a comunidade a unir-se em torno da sensibilização e difusão da mensagem luta contra o cancro, assim como promover sinergias para aumentar o impacto desta mensagem.

Com organização do GVC de Fornos de Algodres, e apoio da Câmara Municipal, Junta de Freguesia, Santa Casa da Misericórdia e CLDS, a iniciativa visa ainda fortalecer a presença da Liga e a dos seus voluntários nas comunidades locais.

Livro “Work From Centro de Portugal”apresentado pelo Turismo Centro de Portugal

A Turismo Centro de Portugal apresentou no Hotel Selina Peniche, o livro “Work From Centro de Portugal”. Esta é mais uma iniciativa inserida num projeto abrangente, que visa promover a região Centro como destino de trabalho remoto para trabalhadores remotos e nómadas digitais, com oferta para todas as pessoas, famílias e equipas que pretendam trabalhar à distância.

Nas páginas do livro contam-se as histórias de pessoas que mostram como é viver e trabalhar em vários pontos do Centro de Portugal. Rostos de quem se move em setores tão diferentes como a cultura, o desporto, a tecnologia, as artes e ofícios tradicionais. O livro disponibiliza igualmente uma listagem extensiva de locais com condições especialmente indicadas para quem escolhe a região para trabalhar de forma remota. Ler Mais »

Maior resistência da região Centro à pandemia a nível económico

Segundo o INE, a região Centro foi a região que mais resistiu aos efeitos económicos da pandemia. Uma conclusão dos mais recentes resultados das Contas Regionais de 2020 Apesar do Produto Interno Bruto (PIB) ter diminuído em todas as regiões portuguesas em 2020, o Centro teve o desempenho menos negativo, apresentando o menor decréscimo do PIB entre as várias regiões. Este decréscimo foi determinado pela contração do Valor Acrescentado Bruto (VAB) dos ramos do comércio, transportes, alojamento e restauração e da indústria, mas de forma menos acentuada do que nas outras regiões.

Para Isabel Damasceno, presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), “apesar do forte impacto que a pandemia teve na atividade económica durante o ano de 2020, a região Centro mostrou a sua resiliência. A estrutura produtiva da região, diversificada, territorialmente heterogénea e baseada num tecido empresarial com elevados graus de flexibilidade e de resistência, ajuda a explicar estes resultados”

 Em 2020, o PIB da Região Centro ascendia a 38,4 mil milhões de euros, representando 19,2% do total do país e posicionando o Centro no terceiro lugar a nível nacional, depois da Área Metropolitana de Lisboa e da Região Norte. O PIB regional registou uma variação nominal de -4,0% e real de -5,9% face a 2019. No entanto, esta diminuição foi menos intensa do que a média nacional, uma vez que o país registou um decréscimo nominal de 6,7% e real de 8,4%.

Em todas as sub-regiões da Região Centro, o PIB diminuiu em termos nominais e reais, destacando-se o Oeste e a Beira Baixa com as variações mais negativas. Já as quebras menos significativas ocorreram nas Beiras e Serra da Estrela (-3,4%) e Viseu Dão Lafões (-3,5%), em termos nominais, e em Viseu Dão Lafões (-5,3%) e na Região de Coimbra (-5,4%), em termos reais.

As quatro sub-regiões do litoral foram responsáveis por mais de dois terços da riqueza criada na Região Centro em 2020: Região de Coimbra (20,6%), Região de Aveiro (18,5%), Oeste (15,1%) e Região de Leiria (14,6%). As sub-regiões com menor peso relativo no PIB regional foram a Beira Baixa e as Beiras e Serra da Estrela, que geraram uma riqueza de 3,7% e 7,7%, respetivamente.

Também o PIB por habitante e a produtividade do trabalho diminuíram. O PIB por habitante da região Centro cifrava-se nos 17.275 euros, traduzindo um decréscimo de 780 euros em relação a 2019. Este valor representava 88,9% da média nacional, tendo convergido para o valor nacional, já que aumentou 2,3 pontos percentuais face ao ano anterior. Analisando ainda o desempenho do PIB por habitante das sub-regiões em relação ao ano anterior, constata-se que todas convergiram para a média nacional.

CCDRC premeia boas práticas de envelhecimento ativo e saudável na região Centro

De forma a promover práticas e iniciativas inovadoras e a induzir novos projetos e novas parcerias, as Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável da Região Centro recebidas, no âmbito nas várias edições deste concurso, encontram-se compiladas num catálogo online, em http://envelhecimentoaocentro.ccdrc.pt/

Hospital amigo dos + velhos”, promovido pelo Hospital Arcebispo João Crisóstomo, de Cantanhede, “Palco em Casa”, da Sociedade Artística Musical dos Pousos, em Leiria, e “Walk-ID”, apresentado pela Universidade de Aveiro, são os três projetos vencedores da quarta edição do concurso de Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), em colaboração com o consórcio Ageing@Coimbra.

Os vencedores deste concurso, que tem como objetivo aumentar a divulgação e o reconhecimento de projetos e iniciativas que promovem o envelhecimento ativo e saudável na região Centro, foram, hoje, revelados, em Coimbra, no 8º Congresso do Envelhecimento Ativo e Saudável.

Para Isabel Damasceno, presidente da CCDRC, “tendo em conta o desafio demográfico da região Centro, que apresenta uma população bastante envelhecida, torna-se premente promover e potenciar políticas para um envelhecimento cada vez mais saudável e ativo. Nesta edição do Concurso, houve 145 candidaturas, que envolvem 123 entidades, números que muito nos orgulham e que são um estímulo ao desenvolvimento de novos projetos e parcerias e ao aparecimento de novas formas de promoção do envelhecimento ativo e saudável. É, para nós, fundamental disseminar o conhecimento obtido com as candidaturas a concurso, para que estas práticas e projetos possam ser replicados em toda a região”.

Informação sobre os vencedores:

Vencedor da categoria Conhecimento+ (categoria com 7 candidaturas a concurso), o projeto “Walk-ID”, apresentado pela Universidade de Aveiro, baseia-se no desenvolvimento de capas coloridas para equipamentos de auxílio à marcha, através da tecnologia de impressão 3D. São destinadas a seniores que frequentam espaços públicos e instituições de acolhimento. O principal contributo do projeto foi detetar o processo de estigma associado a estes equipamentos no envelhecimento e melhorar a qualidade da mobilidade por meio de um projeto que supere este estigma social, provendo sua personalização e conexão emocional entre o equipamento e o sujeito sénior.

O ” Hospital amigo dos + velhos”, promovido pelo Hospital Arcebispo João Crisóstomo, de Cantanhede, foi o vencedor na Categoria Saúde+, que teve a concurso 40 boas práticas. Este projeto assenta num programa que visa a implementação sistemática de intervenções baseadas em boas práticas dirigidas aos idosos que são utentes do hospital, partindo de quatro elementos base: i) Motivação: conhecer e alinhar os cuidados com o resultado esperado para o estado específico de cada um e considerando as suas preferências incluindo, mas não limitando, a cuidados de fim de vida, nos vários cenários de cuidados; ii) Medicação: se a medicação for necessária, usar medicação “Age-Friendly” que não interfira com o que é importante para o idoso; iii) Estado Mental: prevenir, identificar, tratar e “gerir” a demência, depressão e estados confusionais e iv) Mobilidade: assegurar que o idoso se movimenta de forma segura diariamente e que mantêm a funcionalidade para fazer o que quer.

Na categoria Vida+, com 98 candidaturas submetidas, foi vencedora a boa prática “Palco em Casa”, da Sociedade Artística Musical dos Pousos, em Leiria.  Através da criação de uma programação de Concertos de Bolso, o público alvo tem acesso a fruir de cultura, em suas casas, no seu espaço, podendo convidar familiares e amigos, através da oferta de um bilhete, para assistirem a um espetáculo cultural escolhido por si. Este projeto contribui para reduzir o nível de solidão e isolamento do idoso, pois, através da fruição cultural, de sua preferência, potenciam a socialização cultural e reduzem o sentimento de solidão, ativando a saúde mental e física.

 

Cerca de meia centena de carros clássicos descobriram encantos da Região Centro

A segunda edição da iniciativa “Termas Centro Classic Cars”, que levou 43 automóveis clássicos e desportivos a descobrir estâncias termais da Região Centro, constituiu um enorme sucesso e deixou em todos os participantes a vontade de repetir a experiência em novas edições.

Durante três dias, de 10 a 12 de setembro, os participantes tiveram oportunidade de conhecer as Termas de Luso, Sangemil, Vale da Mó e São Pedro do Sul, assim como as principais atrações turísticas e paisagens dos territórios onde as estâncias termais estão implantadas, num estimulante programa que aliou a cultura ao lazer e à gastronomia.

O evento resultou de uma parceria entre a rede Termas Centro e o Clube Escape Livre e insere-se no ciclo de animação “Viva Termas Centro”, promovido pelas Termas Centro nas suas estâncias termais. A iniciativa serviu também para o Clube Escape Livre assinalar o seu 35.º aniversário, já que foi fundado em 12 de setembro de 1986.

A adesão à iniciativa foi muito grande, com os participantes a chegarem de todos os cantos do país, desde Lisboa, Porto ou Coimbra, até Leiria, Castelo Branco ou Vila Viçosa, por exemplo. O tempo esteve muito agradável durante todo o fim de semana, sem que a chuva tivesse aparecido. O programa e o percurso foram muito elogiados, destacando-se uma etapa de montanha considerada “espetacular”, que ligou Luso, Caramulo e São Pedro do Sul.

O percurso desenhado para os três dias privilegiou, aliás, as estradas inseridas em grandes paisagens e com muita história. Destacaram-se, entre outras, as visitas à Cruz Alta, ponto mais alto da Serra do Buçaco, à barragem da Aguieira, à adega de Santar ou ao Museu do Caramulo, além das Termas de Luso, Sangemil, Vale da Mó e São Pedro do Sul.

O roteiro teve início na sexta-feira, dia 10, com a apresentação do evento aos participantes e à comunicação social, numa cerimónia no Grande Hotel de Luso. Aqui, houve também lugar a um jantar de boas-vindas, com apresentação das Termas de Luso.

A etapa de sábado começou com um coffee break no Montebelo Aguieira Lake Resort & Spa, onde os participantes tiveram oportunidade de apreciar uma vista única da barragem da Aguieira. Seguiu-se uma visita à vila de Santar, com uma receção no Paço dos Cunhas, seguida de almoço e de visita guiada à Adega de Santar, em que as equipas acompanharam todo o processo de vindima em curso. À tarde, houve tempo para parar nas Termas de Sangemil, onde, no seu magnifico espaço exterior, os participantes tomaram um café e receberam a oferta de um saco com documentação. O dia terminou com uma visita às Caves Aliança e ao Aliança Underground Museum, na Anadia, seguida de jantar em plena Adega, tendo depois os participantes regressado ao Grande Hotel de Luso.

O domingo teve início com uma passagem pelas Termas do Vale da Mó, seguindo-se a Serra do Caramulo, onde as equipas visitaram o Museu do Caramulo. A comitiva seguiu então para as Termas de São Pedro do Sul, para um almoço de encerramento no Grande Hotel das Thermas. Aqui, teve lugar a entrega dos troféus Spal e foram expostos os 43 veículos participantes junto ao lago, o que mereceu a atenção de muitos transeuntes. Houve ainda tempo para uma visita guiada às Termas de São Pedro do Sul, nomeadamente ao Balneário Romano e ao Balneário Rainha D. Amélia.

O programa dos três dias foi complementado com uma oferta gastronómica de elevado nível, que deu a conhecer aos participantes as especialidades da região.

Entre os automóveis clássicos e desportivos que puderam ser vistos nas estradas da região, houve exemplares de grande raridade e beleza. São os casos, por exemplo, do MG B GT, do Citroën DS, do Ferrari 400, do Austin Healey Sprite, do Mercedes 300 SL, do Matra Murena e do Jaguar E-Type, além de outros modelos de excecional qualidade.

Matos e Prata, concessionário da BMW, garantiu a viatura oficial da “Termas Centro Classic Cars”.

Adriano Barreto Ramos, coordenador da rede Termas Centro, sublinha que “o grande sucesso que o ‘Termas Centro Classic Cars’ evento registou no ano passado tornou obrigatório que realizássemos uma segunda edição, a qual superou todas as expetativas”.  “Mais uma vez, ficou comprovado que esta é uma excelente forma de dar a conhecer as estâncias termais da região aos adeptos dos automóveis clássicos. Os participantes chegaram ao final plenamente satisfeitos com um fim de semana de puro lazer. As experiências termais, paisagísticas de que desfrutaram, criaram em todos a vontade de que haja mais edições”, acrescenta.

De acordo com Luís Celínio, presidente do Clube Escape Livre, “esta segunda edição do Termas Centro Classic Cars constituiu mais um enorme sucesso, nas palavras dos participantes. Fazer sempre melhor é o objetivo que anima o Escape Livre. Estamos disponíveis, por isso, para trabalhar de forma a concretizar uma terceira edição, em que possamos visitar outro núcleo importante das Termas Centro”.

INQUÉRITO- 77,5% dos residentes do Centro satisfeitos com a sua vida

Foi realizado um inquérito para analisar o grau de satisfação dos residentes na região Centro.

Deste modo, aumentou em 2021, com 77,5% dos residentes a considerarem-se globalmente satisfeitos com a sua vida. Esta é uma das conclusões da 7.ª edição do Inquérito à Satisfação dos Residentes na região Centro, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC), no âmbito do Barómetro Centro de Portugal.

O inquérito mostra que, em 2021, 12,2% dos residentes estão “muito satisfeitos”, 65,3% “satisfeitos”, 13,7% “não muito satisfeitos” e 8,8% “nada satisfeitos”. Face aos anos anteriores, destaca-se o significativo acréscimo da percentagem de inquiridos “satisfeitos” e o decréscimo expressivo de inquiridos “não muito satisfeitos”.

Estes são os resultados mais positivos das sete edições deste inquérito efetuado para a Região Centro, com 77,5% dos residentes globalmente satisfeitos, contra 73,7% em 2019, 72,5% em 2018, 77,1% em 2017, 69,2% em 2015, 58,2% em 2014 e 61,2% em 2013. Este valor é superior à média obtida pelo Eurobarómetro de março de 2021 (inquérito realizado à escala europeia) para Portugal (70%), mas continua aquém da avaliação média dos cidadãos europeus (79%), apesar da tendência de aproximação.

Entre os principais motivos de satisfação encontram-se a qualidade de vida e um nível de vida estável (24,5%), ter emprego (20,7%), ter saúde (19,3%), a vida familiar (18,3%) e gostar do local onde reside (17,3%).

Em termos de motivos de insatisfação, os problemas de saúde (29,6%), a remuneração e reformas baixas (27%) e as dificuldades financeiras (27%) são as três principais razões apontadas pelos inquiridos.  A solidão (6,6%) e a pandemia Covid-19 (4,6%) aparecem, pela primeira vez, como motivo de insatisfação. O desemprego (2,6%) e as políticas governamentais (2,6%) são outros dos motivos apontados.

Para informações adicionais, consultar o estudo “Resultados do Inquérito à Satisfação dos Residentes na Região Centro 2021” ou o Barómetro Centro de Portugal em www.ccdrc.pt

Campanha “Visit Viseu Dão Lafões” lançada para o verão

A Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIM Viseu Dão Lafões) apresentou  a sua nova campanha de promoção turística para este verão. Uma bela aposta na promoção do turismo seguro nos 14 Municípios associados, através de uma campanha de âmbito nacional e do lançamento das páginas “Visit Viseu Dão Lafões”.

Com a retoma das várias atividades económicas no processo de desconfinamento, a CIM Viseu Dão Lafões sugere a região como ponto central para as férias de amantes da natureza, apaixonados da gastronomia e vinhos, público familiar e fãs das propostas de saúde e bem-estar das estâncias termais.

Viseu Dão Lafões é a opção segura para viver o interior de Portugal, este verão, fora dos grandes centros”, declara Rogério Mota Abrantes, Presidente CIM Viseu Dão Lafões. “À semelhança de campanhas anteriores, a CIM afirma a marca Viseu Dão Lafões, naquela que é uma nova era de investimento na promoção turística desta região”, acrescenta.

A campanha, sob o mote “O verão começa aqui”, aposta na diferenciação do destino nas suas vertentes mais fortes e identitárias: “Natureza? É aqui.”, “Sabores? É aqui.” e “Férias em família? É aqui.” são algumas das áreas temáticas que vão viver em simultâneo, em meios físicos, online, na rádio e na imprensa escrita.

Esta é uma campanha muito relevante de afirmação da região Centro do país. Valorizar Viseu Dão Lafões enquanto destino multifacetado e seguro é indispensável no âmbito da nossa estratégia de atração turística e recuperação económica, neste pós-desconfinamento.”, refere Pedro Machado, Presidente do Turismo do Centro de Portugal.

A CIM Viseu Dão Lafões apresenta, também, as páginas criadas especificamente para a promoção turística com o naming “Visit Viseu Dão Lafões”, orientada para a divulgação das atrações no portal que passa a adotar esta designação e que está disponível em www.visitviseudaolafoes.pt, a par de páginas novas nas redes sociais Facebook e Instagram (@visitviseudaolafoes).

Simultaneamente, e como pretexto para desfrutar do ar livre, em oposição aos espaços fechados, a Comunidade Intermunicipal lançou a “Rede de Percursos em Natureza”. O guia reúne as várias propostas de percursos pedestres, centros de BTT, ecopistas, espaços de termalismo, culturais e de gastronomia.

A CIM aposta não só numa campanha de promoção da região e dos seus principais atributos, mas também na organização e comunicação de um produto consolidado e que é particularmente valorizado no contexto pandémico: o Guia de Turismo de Natureza. Neste guia condensar num mesmo produto a oferta rica que existe na região neste domínio”, afirma Nuno Martinho, Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões.

Esta campanha turística apresenta especial valor numa altura de retoma para os setores relacionados com o turismo, mas a promoção da região será uma aposta que a CIM manterá ao longo de todo o ano, como forma de afirmar o destino no contexto nacional.

Para o período outono/inverno será preparada uma nova campanha com foco nos atributos mais convidativos para esse período do ano.

Queijarias e produtores lutam para evitar situação crítica e de grande fragilidade 

FILEIRA DO QUEIJO COM DOP DA REGIÃO CENTRO É DAS MAIS AFETADAS COM A PANDEMIA 

“Se nada for feito, vamos ter uma profunda crise no setor dos Queijos na Região Centro”, é assim que a Inovcluster, Associação do Cluster Agro-Industrial do Centro traça o futuro próximo da fileira dos Queijos com DOP da Região Centro. Como se não bastassem os incêndios de 2017 e os períodos de seca por que a Região ciclicamente passa, esta crise de saúde pública provocada pela COVID-19 está a colocar em sério risco uma cadeia de valor que tem vindo a ser testada de ano para ano.

As vendas de Queijos estão a decrescer colocando os agentes numa situação catastrófica. Também as dificuldades no escoamento do produto levaram à sobrelotação das queijarias no que se refere à capacidade de armazenamento do queijo e muitos constrangimentos na continuidade de fornecimento de leite para o fabrico de queijo. As queijarias deixaram de poder manter a compra leite deixando os produtores numa situação de grande fragilidade.

“Temos de facto muita oferta de um produto de qualidade como é o caso dos Queijos da Beira Baixa DOP. São diferentes porque têm um nome e uma tradição de bem-fazer associada a esta região da Beira Baixa. A procura é que está muito fraca”, releva Joaquim Dias da Associação de Produtores de Queijos do distrito de Castelo Branco (APQDCB). “Temos de continuar a trabalhar na valorização do Queijo Beira Baixa com DOP (queijo de Castelo Branco, Amarelo da Beira Baixa e Picante da Beira Baixa). As vendas estão a diminuir de uma forma acentuada o que está a gerar um problema grave de escoamento do queijo”, sustenta o técnico da APQDCB.

No caso do Queijo com DOP Serra da Estrela a situação é mais grave. “Estamos com uma quebra superior de 50% no número de vendas de Queijo face ao período homólogo, isto é dramático para não dizer insustentável, quando falamos da produção de um queijo com as qualidades intrínsecas e produção diferenciadora como é o caso do Queijo com DOP Serra da Estrela”, sustenta Célia Henriques, técnica da Cooperativa dos Produtores de Queijo Serra da Estrela (ESTRELACOOP). “Estamos a entrar numa fase crítica da nossa atividade que, caso não acontecer uma inflexão durante o mês de dezembro com as vendas do Natal, no limite, pode estar em risco todo o circuito associado à produção do Queijo Serra da Estrela DOP!”, desabafa.

Diana Ventura, técnica da AproRabaçal, a Associação de Produtores Rabaçal, traça um cenário igualmente negro para os produtores do famoso Queijo com DOP Rabaçal. “Estamos com quebras de comercialização na ordem dos 80%. Enquanto os consumidores não perceberem que temos de proteger o que é nosso e comprar Queijo com DOP, os produtores e distribuidores de Queijo com DOP da Região Centro vão andar em permanente insegurança. Ao comprarmos produtos certificados estamos a proteger os territórios, a matéria-prima e produtos certificados genuinamente nossos e que obedecem a toda uma cadeia de valorização, tradição, segurança e qualidade”, sustenta. Diana Ventura apela aos consumidores para olharem bem para o Queijo que compram “em especial nas grandes superfícies comerciais”, acentua. “Verifiquem se os Queijos têm certificação e selo da DOP, esta simples ação é já um passo gigante para a valorização e sustentação dos Queijos com DOP a Região Centro”, concretiza a técnica desta Associação.

VALORIZAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DA FILEIRA DOS QUEIJOS COM DOP DA REGIÃO CENTRO 

Ainda assim, não obstante a queda acentuada do número de vendas dos Queijos com DOP da Região Centro, há um esforço concertado de dar a volta a uma situação particularmente desafiante. “Estamos na linha da frente e no terreno para ajudar a reerguer toda uma fileira de agentes económicos locais do Queijo com DOP da Região Centro – desde os pastores, produtores de leite, queijeiros/as, distribuidores e fornecedores – na realização de uma verdadeira restruturação e modernização do setor para que possamos, todos, fazer frente aos efeitos devastadores desta crise pandémica”, concretiza Cláudia Soares, Presidente da Inovcluster, Associação do Cluster Agroindustrial do Centro com sede nas instalações do Centro de Apoio Tecnológico Agroalimentar em Castelo Branco. Os desafios são muitos, mas fruto do Projeto da Valorização dos Queijos com DOP da Região Centro há todo um trabalho de campo que já está a ser feito “por forma a reduzir ao máximo o impacto sentido devido às restrições geradas pela pandemia, isto para que os seus efeitos negativos sejam minimizados quer a montante (na produção de leite), quer a jusante (na produção e comercialização de queijos)”, sustenta.

Esta é uma estratégia de rejuvenescimento, valorização e competitividade da fileira dos Queijos com DOP do Centro, que visa encontrar novas soluções para o sector da produção de leite no que se refere ao escoamento da matéria-prima e, consequentemente, dos Queijos em situações extremas; Capacitar as queijarias para novas formas de armazenamento e conservação do queijo; Apostar na sensibilização do consumidor para o consumo de queijo com DOP; Apostar na comercialização do queijo com DOP em novos formatos de modo a que seja mais facilmente colocado no mercado e se torne mais acessível ao consumidor; Apostar em novos meios de comercialização do queijo com DOP, com recurso a plataformas digitais; Associar os queijos com DOP a um setor de inegável potencial na Região Centro – o Turismo (gastronómico e cultural).

Apesar das restrições vividas no atual contexto pandémico, o Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro, cofinanciado pelo Centro 20202, Portugal 2020, União Europeia através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, tem primado por manter o bom desenvolvimento das suas atividades, para dinamizar a própria Fileira. São exemplos o Concurso de atribuição de prémios monetários para incentivo à produção de leite com qualidade, instalação na atividade e fornecimento de queijarias produtoras de queijo com DOP (Vale Pastor – 5000 euros e Vale Pastor+ – 2500 euros); a Escola de Pastores e Queijeiros; a criação de Banco de Terras para uso exclusivo em atividades ligadas à fileira do queijo, já com os primeiros terrenos atribuídos na Região DOP Serra da Estrela; Criação de uma marca conjunta agregadora dos queijos das 3 regiões DOP.

“Este é um projeto disruptivo, que com inovação se adaptou devidamente a uma fase crítica de pandemia. Deixa escrita uma história, mas que se posiciona e olha para o futuro como um exemplo a seguir para alavancar outros projetos que lhe deem continuidade”, frisa Cláudia Soares da Inovcluster.

“Outubro Rosa” na Região Centro

No mês de Luta Contra o Cancro da Mama, empresas e diversas instituições da Região Centro são convidadas pela Liga Portuguesa Contra o Cancro a organizar e/ou participar em atividades. A iniciativa tem o objetivo de promover a consciencialização sobre a doença e partilhar informações sobre o cancro da mama.

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) desafia a comunidade a juntar-se ao movimento “Outubro Rosa”, propondo iniciativas a desenvolver ao longo de todo o mês de outubro, nomeadamente na Região Centro. A ação promovida pela LPCC – em representação da EUROPA DONNA (Coligação Europeia Contra o Cancro da Mama) – pretende sensibilizar para a doença, incentivando à prevenção e ao diagnóstico precoce do cancro da mama.

Na Região Centro, o Núcleo Regional do Centro da LPCC pretende potenciar o impacto deste movimento, lançando o desafio às mulheres, famílias, entidades da sociedade civil e entidades diversas. Nesse sentido, serão reforçadas, por um lado, as parcerias estabelecidas anteriormente – nomeadamente no âmbito do evento anual “Pequenos Passos, Grandes Gestos”, caminhadas que habitualmente integram o “Outubro Rosa” e que somam 10 edições – mas também procurando novas.

Além da vertente de sensibilização pública, a campanha pode integrar ações de angariação de fundos, a favor do doente oncológico e familiares, existindo para o efeito um conjunto vasto de materiais alusivos à iniciativa, a disponibilizar mediante solicitação dos interessados.

A participação é fácil e está ao alcance de todos que, de forma institucional, individual ou em pequenos grupos, podem organizar uma atividade de angariação de fundos, ou simplesmente divulgando as mensagens desta campanha junto dos que os rodeiam. Todos os materiais de sensibilização e divulgação necessários, assim como merchandising, são disponibilizados pelo Núcleo Regional do Centro da LPCC.

As inscrições para a iniciativa “Outubro Rosa 2020” e toda a informação da campanha encontram-se disponíveis em: https://www.ligacontracancro.pt/outubrorosa/.  Se necessário, os interessados podem contactar o Núcleo Regional do Centro da LPCC através do telefone 239 487 490 ou pelo e-mail outubrorosa.nrc@ligacontracancro.pt.

Neste âmbito, o Núcleo Regional do Centro da LPCC assinalará ainda simbolicamente, a 3 de outubro (sábado), o evento “Pequenos Passos Grandes Gestos”, que em 2020 não se realizará nos moldes habituais, considerando o Estado de Contingência de Covid-19.Este ano a iniciativa contará, sempre que possível, com a presença de voluntárias nos pontos habituais de partida destas caminhadas solidárias (Aveiro, Castelo Branco, Coimbra, Covilhã, Guarda, Leiria e Viseu), locais onde se procederá à informação, sensibilização e disponibilização dos materiais da campanha “Outubro Rosa”.

Recordamos que o cancro da mama é o tipo de tumor mais comum na mulher (apenas 1 em cada 100 cancros se desenvolvem no homem) e o segundo mais frequente em todo o mundo, de acordo com os últimos dados da International Agency for Research on Cancer (GLOBOCAN). Apesar de não ser um dos mais letais, em 2018, registaram-se cerca de 2,1 milhões de novos casos e mais de 625.000 mortes por cancro de mama, a nível mundial. Em Portugal, em 2018, foram identificados mais de 6.900 novos casos e cerca de 1.800 mortes por esta causa em Portugal.