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Lisboa

GNR-Balanço de Natal com 12 vítimas mortais

No período de Natal, entre 19 e 26 de dezembro de 2022, registaram-se nas estradas de Portugal 12 vítimas mortais, mais 1 do que em igual período do ano passado.

No mesmo período registaram-se 3.194 acidentes, mais 155 que no período homólogo, donde resultaram 795 feridos, menos 109 que igual período de 2021. Dos 795 feridos, 44 foram graves (mais 5 que o ano anterior) e 751 leves (menos 114 que o ano anterior).

Deste modo, face aos mesmos dias de 2021, os acidentes evidenciaram um aumento de 5,1%, enquanto as vítimas totais registaram diminuição de 11,8%.

As 12 vítimas mortais entre os dias 19 e 26 de dezembro de 2022 foram provenientes de acidentes nos distritos de Porto (3), Aveiro (2), Faro (2), Setúbal (2), Beja, Coimbra, Santarém. Nos restantes distritos do país – Braga, Bragança, Castelo Branco, Évora, Guarda, Leiria, Lisboa, Portalegre, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu – e nas regiões autónomas dos Açores e Madeira o objetivo de zero mortos nas estradas portuguesas foi atingido.

As vítimas mortais ocorreram na rede rodoviária nacional (7): estradas nacionais (3), itinerários complementares (2) e autoestradas (2) e na rede municipal (5): em arruamentos (4) e estrada municipal (1).

Predominaram as colisões (5, envolvendo 10 veículos ligeiros), tendo havido ainda 4 despistes (1 veículo ligeiro, 1 veículo pesado, 1 ciclomotor e 1 motociclo) bem como 3 atropelamentos (2 em estradas nacionais e 1 num arruamento).

As 12 vítimas mortais, 10 delas do sexo masculino, tinham idades entre 24 e 86 anos.

 

Cerca 3 milhões de veículos fiscalizados

No período de 19 a 26 de dezembro de 2022, foram fiscalizados cerca de 3 milhões de veículos, quer presencialmente, pela Guarda Nacional Republicana (GNR) e pela Polícia de Segurança Pública) PSP, quer através de controlo por radar, pela GNR, pela PSP e pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR).

Do total dos veículos fiscalizados, foram registadas 25,7 mil infrações, distribuídos conforme quadro abaixo, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,87% (0,78% no período homólogo de 2021).

Total de Infrações

ANSR

7 496

GNR

13 493

PSP

4 689

Total Portugal

25 678

Relativamente à velocidade, foram fiscalizados 2,9 milhões de veículos, dos quais 2,5 milhões pelo SINCRO – Sistema Nacional de Controlo de Velocidade (88,3% do total), da responsabilidade da ANSR.

Dos veículos fiscalizados por radar de velocidade, 12 mil circulavam com excesso de velocidade, dos quais 4,5 mil foram detetados pelos radares da GNR e da PSP e 7,5 mil pelos da ANSR, resultando numa taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de veículos fiscalizados) de 0,42% (0,33% no período homólogo de 2021).

No que diz respeito à condução sob o efeito do álcool, foram submetidos ao teste de pesquisa de álcool 57,4 mil condutores, tendo 512 apresentado uma taxa de alcoolemia superior à máxima permitida, do que resultou um total de 312 detenções. A taxa de infração (n.º total de infrações/n.º total de testes de pesquisa de álcool realizados) foi de 0,89% (1,37% no período homólogo de 2021).

Com a expetativa de contribuir para a descida da sinistralidade no período de Natal e Ano Novo, decorre até 2 de janeiro de 2023 a campanha de segurança rodoviária “O melhor presente é estar presente”, uma iniciativa da ANSR, em parceria com a GNR, PSP e mais de 200 entidades, que apela a todos os portugueses para que nas deslocações no período da passagem de ano, adotem comportamentos seguros na estrada, designadamente, viajar sem pressa, sem álcool, sem telemóvel e parar para descansar.

Pretende-se com esta campanha dar mais um passo para o envolvimento dos portugueses no desígnio de tornar a segurança rodoviária uma prioridade de todos. Só assim será possível consolidar a diminuição da sinistralidade rodoviária até ao único número aceitável de vítimas mortais: Zero.

Causas solidárias neste Natal com apoio e participação dos portugueses

Segundo os dados do Observador Cetelem Natal 2022, neste período natalício, tendo em conta o contexto económico e social que o país atravessa, os portugueses demonstram mais vontade em ajudar o próximo. Assim, mais de metade dos portugueses (63%) afirmam que vão participar em causas solidárias, +30 pontos percentuais comparando com o ano passado.

A ajuda será prestada de diferentes formas: cerca de 36% vão entregar roupa, brinquedos e alimentos a instituições ou a famílias necessitadas e 32% vão optar por comprar produtos solidários. 16% vão fazer doações monetárias a instituições e 14% comprar postais e cartões de Natal de instituições, entre outras ações.

Este ano, mais de metade dos portugueses inquiridos vão igualmente optar por adotar medidas sustentáveis este Natal. Assim, para tornar o período festivo mais sustentável, entre as medidas adotadas pelos portugueses estão: reutilizar os enfeites das árvores (65%); reutilizar a árvore de Natal artificial (59%); levar sacos para utilizar nas suas compras (57%); comprar só o essencial (53%); e ligar a iluminação de Natal apenas quando necessário (50%).

44% vão também reutilizar embrulhos de presentes, 26% optar por utilizar materiais recicláveis para os embrulhos e 16% fazer as suas peças de decoração com materiais reutilizáveis. Já 21% afirmam mesmo que vão fazer os seus próprios presentes. 16% pretendem ainda apostar em presentes ecológicos e de marcas sustentáveis e 10% comprar produtos em segunda mão.

Analisando os dados, os mais velhos, com mais de 55 anos, acabam por ser aqueles que procuram tomar mais medidas sustentáveis este Natal. São, por exemplo, os que mais tencionam reutilizar os enfeites (73%), reutilizar a árvore (67%); reutilizar sacos nas suas compras (63%); comprar o essencial (62%); ou utilizar lâmpadas de baixo consumo (49%).

Saberes e Sabores Serranos agora em Lisboa

Abriu recentemente ao público, no Olaías Shopping em Lisboa, a primeira loja 3SSS – Saberes e Sabores Serranos.

A qualidade e genuídade dos produtos de gastronomia e de artesanato, entre outros, que são originários das Beiras é por demais conhecida e reconhecida.
No entanto o seu escoamento por parte dos produtores é de dificil realização, para além de por vezes não possuirem valor acresçentado ao nivel da imagem, da inovação e do design.

Com este projeto, pretende-se criar pontos de venda no territorio nacional para venda desses produtos, levando assim aos grandes centros o que de bom se faz nas terras serranas.

Recorde-se que na abertura esteve o Presidente da Câmara Municipal da Guarda, Sérgio Costa e tendo-se juntado, mais tarde, ao evento a  Ministra Ana Godinho.

Para além de provas de vinhos, queijos e enchidos que decorreram em paralelo, esteve também presente com a colaboração da autarquia da Guarda, uma mostra de cestaria da Vila de Gonçalo com a demonstração do  Fernando Nelas e uma mostra de tecelagem pelas mãos do tecelão José Teles do museu de tecelagem dos Meios.

O espaço oferece uma permanente divulgação da região, dos produtos, e dos produtores, artesãos e associações através de vídeo e está aberto a parcerias com entidades e autarquias da região interior para além de integrar projetos sociais.

Aí poderão ser adquiridos enchidos com destaque para a Morcela da Guarda, queijos da serra e beira baixa, compotas, frutos secos, vinho, azeite, mel, licores, artesanato, artigos de verga e muitos outros.

Produtos devidamente selecionados e que são embaixadores na divulgação e promoção desta região, das suas qualidades e capacidades.

Queijo do Centro sobre Rodas

Campanha de sensibilização leva queijos únicos às cidades de Lisboa e Porto

Os queijos Serra da Estrela, Beira Baixa e Rabaçal com Denominação de Origem Protegida (DOP) vão andar na estrada a levar sabores únicos ao palato e ao coração dos consumidores. A carrinha vai percorrer as cidades do Porto de 7 a 11 de dezembro e Lisboa de 13 a 17. Esta ação surge no âmbito do Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro, liderado pela InovCluster, em parceria com 15 entidades regionais e que visa sensibilizar os consumidores para o consumo de Queijos com DOP.

 O que é um Queijo com DOP? Como identificar um Queijo com DOP? O que os distingue dos demais? São perguntas que muitos portugueses, ainda, hoje, têm dificuldade em responder. Ainda há muita iliteracia alimentar e esta mostra itinerante quer pôr todos estes termos na ponte da língua, até porque há muitas pessoas que, ainda, não conseguem reconhecer este produto qualificado

A mensagem a transmitir é simples: ao consumir queijos com DOP do Centro, as pessoas estão a optar por produtos de origem portuguesa e de elevado valor, mas também, a preservar o património, a autenticidade dos territórios e as paisagens, através da manutenção dos campos. De facto, os consumidores ao optarem por adquirir queijos com DOP estão a contribuir para preservar uma atividade económica relevante para a região Centro, valorizando a profissão de pastores e de queijeiros e combatendo a desertificação em espaços rurais.

Depois de um ano difícil marcado pela seca severa e por grandes incêndios, a fileira demonstra, com mais esta ação inovadora, a sua resiliência e vontade de agarrar o futuro. É urgente valorizar estes produtos endógenos de elevada qualidade e tornar os sabores genuínos os mais apreciados e, para isso, nada melhor que o contacto direto com os consumidores.

“É necessário realizar ações de proximidade que permitam ao consumidor constatar que a escolha por um produto qualificado, em detrimento de outro sem qualificação, é garantia de qualidade superior, de genuinidade e autenticidade e, por tal motivo merece toda a sua confiança. Assim, é pertinente sensibilizar o consumidor de forma a que este possa, facilmente, identificar um queijo qualificado, na prateleira de um supermercado ou outros locais de venda”, sublinha a InovCluster.

Recorde-se que os Queijos com DOP da Região Centro são feitos, obrigatoriamente, nas regiões da Serra da Estrela, Beira Baixa e Rabaçal, com leite cru de ovelha ou ovelha e cabra (dependendo do queijo) de raças autóctones ou perfeitamente adaptadas a estes territórios e carregam um legado histórico de diferentes gerações, respeitando e valorizando um conjunto de saberes ancestrais. Por outro lado, estes queijos seguem rigorosas regras de salubridade e segurança alimentar. Este conjunto de características conferem a estes queijos uma qualidade diferenciada e sabores únicos e inimitáveis.

Por trás destes queijos há rostos e mãos, há pastores e queijeiros o que significa que a produção de queijos tem também uma importância vital para a dinâmica económica e social de um conjunto de territórios rurais, mas também ambiental, já que contribuiu para a manutenção de preservação de paisagens e espécies diferenciadoras.

O Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro é uma parceria composta por 15 entidades tais como comunidades intermunicipais, associações ligadas à fileira, instituições de ensino superior e de I&DT e outras instituições com um papel relevante na valorização económica dos Queijos com DOP da Região Centro tendo como entidade Líder a InovCluster – Associação do Cluster Agro-industrial do Centro, cofinanciado pelo CENTRO2020, PORTUGAL 2020 e pela UE através do FEDER.

 

CALENDÁRIO DAS AÇÕES

 

PORTO

 

7 de dezembro – Praça D. João I

8 de dezembro – Avenida dos Aliados

9 de dezembro – Rua das Carmelitas

10 de dezembro – Avenida Brasil – Esplanada do Molhe

11 de dezembro – Praça Mouzinho de Albuquerque

 

LISBOA

13 de dezembro – Campo Grande

14 de dezembro – Alameda D. Afonso Henriques

15 de dezembro – Praça de Londres

16 e 17 de dezembro – Belém (junto ao estacionamento junto ao McDonalds)

Encontro “Cancro e Sofrimento Emocional” pela LPCC

A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) vai promover o encontro “Cancro e Sofrimento Emocional” no dia 11 de novembro, a partir das 15h00, no Museu Nacional de Machado de Castro (Coimbra), em parceria com a MOAI Consulting e inserido no programa “Vamos Falar?” do projeto “Tenho cancro. E depois?” – um projeto editorial da SIC Notícias que conta com a colaboração da LPCC, da Sociedade Portuguesa de Oncologia e com o apoio da Novartis e da Médis.

A sessão iniciar-se-á com a apresentação dos resultados do estudo de avaliação do distress emocional dos utentes que recorrem a consultas de Psico-Oncologia, a que se seguirá o painel de discussão. Esta sessão vai contar com a presença de Psicólogos, Psiquiatras e Oncologistas que vão debater a saúde mental dos doentes oncológicos em Portugal, a necessidade de avaliar precocemente as dificuldades emocionais e a referenciação para serviços especializados.

Os resultados do estudo que avalia o sofrimento emocional de doentes e cuidadores seguidos nas Unidades de Psico-Oncologia entre fevereiro de 2020 e outubro de 2022 revelam que 9 em cada 10 destes utentes em acompanhamento revelam um elevado sofrimento emocional. Estes resultados demonstram o distress psicológico daqueles que procuram a resposta psicológica da Liga Portuguesa Contra o Cancro e assinalam a necessidade desta intervenção. Os resultados demonstram também que o sofrimento emocional se mantém ao longo de todas as fases da doença.

Atendendo ao impacto multidimensional do cancro, a Liga Portuguesa Contra o Cancro criou, em 2009, Unidades de Psico-Oncologia que se estendem por todo o país e disponibilizam intervenção psicológica especializada a doentes oncológicos, familiares, cuidadores e profissionais de saúde. Estima-se que cerca de um terço dos doentes oncológicos apresentem distress significativo, extensível aos familiares e cuidadores.

Reconhecido internacionalmente como o 6º sinal vital, especialmente na área da oncologia, o distress refere-se a um estado de sofrimento emocional, caracterizado pela presença de sintomatologia depressiva e ansiosa. A sua expressão e intensidade variam de pessoa para pessoa, de acordo com fatores internos e externos, como sejam a fase da doença e/ou do tratamento, prognóstico, problemas físicos, emocionais, entre outros, podendo interferir com a capacidade de lidar com a doença e com os seus sintomas e, os efeitos secundários dos tratamentos, além de afetar as atividades do dia-a-dia, a adesão à terapêutica e as tomadas de decisão.

O evento terá transmissão em direto no Facebook da SIC Notícias e da LPCC.

Pode aceder através do link de agendamento da transmissão FB Live:

https://fb.me/e/3NLnW01q9

Jantar e animação de Halloween no Amazónia – The Day After – Viseu

“Eat, Drink and Get Wild” sem apanhar sustos de morte é o
desafio do restaurante Amazónia, em Viseu, para a noite de 31 de outubro. Para além de um jantar amazónico de outro mundo, com iguarias arrepiantes, o serão de halloween convida os “zombies dançantes” para a pista do Bar Americano, da antiga discoteca The Day After, onde poderão protagonizar, até às 4 da manhã, momentos de terror idênticos aos que ficaram eternizados no videoclipe “Thriller”, de Michael Jackson.
É assim num cenário envolto em mistério e decoração alusiva à celebração, onde até osanimais selvagens e a vegetação exótica que habitam naquele espaço parecem ganhar vida,que o restaurante Amazónia se estreia na celebração do Dia da Bruxas. A partir das 19h30, os
clientes serão surpreendidos por uma combinação entre jantar e espetáculo de dança, isto
porque à gastronomia assustadoramente deliciosa, assinada pelos magos da cozinha
amazónica, se juntam um monstruoso espetáculo de dança e performances que deixarão
muitos de olhos arregalados e a engolir em seco.
A sugestão da sanguinária cozinha do Amazónia é um menu explosivo de sabores com nigiri de
carabineiro com molho da cabeça, tamboril e camarão de Moçambique em cremoso de arroz e
coentros ou lombinhos de porco, acompanhados por puré de batata violeta e ananás
caramelizado. Já a doçura da noite passa por um arrepiante semifrio de lemond curd. Para
refrescar o jantar há uma seleção de poções mágicas para diferentes níveis de travessura:
água, refrigerantes, vinho branco e tinto Casa da Ínsua ou sangria. Para terminar, um aterrador
e saboroso café.
Nesta noite das Bruxas e Espíritos, os clientes estão convidados a trazer uma indumentária de
meter medo que permita liberdade de movimentos, já que a ideia é a de prolongarem o serão
na after dinner party do Bar Americano, onde os espera uma seleção musical macabramente
boa que lhes permitirá abanar o esqueleto madruga fora.
O valor do jantar é de 40 euros por pessoa, incluindo o acesso à pista de dança do Bar
Americano. As reservas podem ser efetuadas através do 967065044.

Águas do Vale do Tejo conquista financiamento de 85 mil euros do Fundo Ambiental para investimento na Albufeira de Póvoa e Meadas

A Águas do Vale do Tejo apresentou uma candidatura ao Fundo Ambiental e obteve um financiamento de 85 mil euros para a realização de intervenções no âmbito de projetos de erradicação e controlo de espécies invasoras prioritárias na Albufeira de Póvoa e Meadas. A empresa tem como objetivo futuro que esta intervenção seja certificada por uma entidade externa e contribua para a obtenção de um crédito de carbono que possa financiar inovações necessárias à descarbonização do setor da água.

O financiamento obtido será aplicado na remoção plantas invasoras exóticas que se acumulam na margem, nomeadamente a ludevígia (Ludwigia), e na plantação de espécies arbóreas e arbustivas ripícolas autóctones para promover o ecossistema natural e impedir a propagação das plantas exóticas no estrato herbáceo.

A existência de plantas invasoras é responsável por impactes negativos na biodiversidade e ecossistema das albufeiras, podendo constituir um perigo à saúde pública. Por isso, a plantação das novas espécies em zonas sujeitas a erosão irá evitar o arrastamento de sólidos para a albufeira e contribuir para a melhoria da qualidade da água.

Para apoiar na monitorização da evolução das plantas exóticas invasoras e das espécies que serão plantadas, a Águas do Vale do Tejo vai criar uma equipa de alerta constituída pelos seus trabalhadores.

Na realização destas intervenções, está incluída a colocação de placas de sensibilização para os cidadãos sobre a nocividade das plantas exóticas invasoras, bem como a promoção de intervenções da Águas do Vale do Tejo e da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) no âmbito dos ecossistemas, para a garantia da qualidade da água.

Entrega do Prémio APAV 2022 em Lisboa

A Associação Portuguesa de Apoio à Vítima leva a efeito a cerimónia de entrega do Prémio APAV 2022, que se irá realizar a 25 de outubro, às 11h, na sede da APAV, na Rua José Estêvão, 135-A, em Lisboa.

Em 2020, a propósito do 30.º aniversário da APAV, foi criado o Prémio APAV, que se destina a distinguir a/s pessoas/s singular/es ou coletiva/s que se destaquem na defesa e na promoção dos fins, missão e visão da APAV. Em 2020 foi atribuído a título póstumo, a Bruno Brito (1976-2020), distinguindo-o pelo seu carácter pioneiro, a nível nacional e internacional, em novas e desafiantes áreas de conhecimento, enriquecendo a intervenção junto das vítimas de crime, seus familiares e amigos/as. Em 2021, o Prémio APAV não foi atribuído, ratificando-se a deliberação de não atribuição para este ano.

Neste ano de 2022, o Prémio APAV será entregue a uma entidade que, com isenção e independência, ao longo do último ano, se tem dedicado a dar voz ao silêncio das vítimas.

O troféu foi desenvolvido por Gonçalo Falcão e Tiago Águas, partindo da “ideia de transformar um processo negativo num positivo” — pelo que se usou lixo plástico derretido e remoldado para a construção do troféu. O designer Gonçalo Falcão explica que usou “plástico branco e vermelho que, neste processo, se misturaram de formas imprevisíveis”, com a forma estável de um pilar.

Apoio de 10 euros por mês à compra de gás de botija já em vigor

O apoio de 10 euros por mês à compra de gás de botija está disponível a partir de 20 de outubro, com efeitos a 1 de setembro, para consumidores domésticos, beneficiários de tarifa social de eletricidade ou de prestações sociais mínimas.
De acordo com o regulamento publicado em Diário da República, «o apoio destina-se à aquisição de gás de petróleo liquefeito em garrafa (GPL), por beneficiários da tarifa social de eletricidade ou de prestações sociais mínimas e ascende a 10 euros por garrafa, o qual é pago por um período de quatro meses, de setembro a dezembro de 2022».
Na fase anterior, este apoio foi pago durante três meses, de abril a junho, aos balcões dos CTT, e desta vez será na sede das juntas e união de juntas de freguesias.
Segundo o diploma, «o atual conflito entre a Rússia e a Ucrânia tem conduzido a uma grande instabilidade no setor energético, impactando diretamente nos preços e nas cadeias de abastecimento de energia, com repercussões expressivas na economia e nos consumidores».
Neste sentido, «mantendo-se o referido conflito e a instabilidade no setor energético, importa continuar a apoiar os consumidores mais vulneráveis», estando previsto uma dotação de dois milhões de euros para iniciar uma 2.ª fase deste apoio às famílias mais carenciadas.
O apoio compete à direção do Fundo Ambiental, em articulação com as juntas e uniões de juntas de freguesias, através da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE), lê-se ainda no despachado assinado pelo Ministro do Ambiente e da Ação Climática, Duarte Cordeiro.
O período para pagamento do apoio inicia-se após a aprovação do Regulamento e decorre até ao dia 31 de dezembro de 2022 ou até se esgotar a dotação .
Os beneficiários deverão apresentar a fatura da eletricidade em que comprove ser beneficiário da tarifa social da eletricidade, a fatura/recibo ou recibo onde conste o respetivo número de identificação fiscal (NIF) em nome do titular do contrato de eletricidade, beneficiário da Tarifa Social de Energia Elétrica, com data de setembro, outubro, novembro ou dezembro de 2022, e que comprove a aquisição da garrafa de GPL. Tem ainda de apresentar cartão do cidadão, de residente ou passaporte do titular do contrato de eletricidade beneficiário de tarifa social.
Já os beneficiários de apoios sociais abrangidos têm de apresentar documento comprovativo do recebimento de uma das prestações sociais mínimas, com referência ao mês anterior ou ao mês do apoio, o recibo de aquisição da garrafa e a documentação do titular da prestação social mínima.
O apoio é pago em dinheiro face à apresentação da documentação.

Atividade operacional diária da GNR

A Guarda Nacional Republicana, para além da sua atividade operacional diária, levou a efeito um conjunto de operações, em todo o território nacional, entre os dias 7 a 13 de outubro, que visaram, não só, a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, como também a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional, registando-se os seguintes dados operacionais provisórios:

 

  1. Detenções: 462 detidos em flagrante delito, destacando-se:
  • 204 por condução sob o efeito do álcool;
  • 97 por condução sem habilitação legal;
  • 45 por tráfico de estupefacientes;
  • 22 por furto e roubo;
  • 17 por posse ilegal de armas e arma proibida;
  • Oito por violência doméstica.

 

  1. Apreensões:
  • 8 833,675 doses de cocaína;
  • 2 020,036 doses de liamba;
  • 1 915,62 doses de haxixe;
  • 943,9 doses de heroína;
  • 23 comprimidos de anfetaminas;
  • 50,24 doses de óleo de canábis;
  • 28 pés de canábis;
  • 22 armas de fogo;
  • 18 armas brancas ou proibidas;
  • 235 munições;
  • 17 engenhos explosivos;
  • 15 viaturas;
  • 3 545,07 euros em numerário.

 

  1. Trânsito:

Fiscalização: 6 485 infrações detetadas, destacando-se:

  • 1 323 excessos de velocidade;
  • 501  por falta de inspeção periódica obrigatória;
  • 408 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei;
  • 308 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou sistema de retenção para crianças;
  • 306 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução;
  • 279 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização;
  • 261 por falta de seguro de responsabilidade civil;
  • 198 relacionadas com tacógrafos.