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Lisboa

Ciberataques: queixas dos consumidores duplicaram em 2021

Os ataques informáticos aumentaram durante a pandemia. Segundo os dados mais recentes do Gabinete de Cibercrime da Procuradoria-Geral da República (PGR), as denúncias de cibercrimes duplicaram em 2021, chegando às 1.160, mais do dobro do que no ano anterior (544). O Portal da Queixa registou a mesma tendência crescente através das reclamações recebidas na sua plataforma, só relativas a burlas online foram mais de 6.000 no ano passado. A literacia digital é a melhor arma para combater o crime informático, defende o Portal da Queixa, reforçando alguns alertas junto dos consumidores para terem uma presença informada e segura no meio digital.

Se é verdade que os ataques informáticos acontecem há vários anos – com esquemas que assumem diversos modus operandis, com maior ou menor impacto -, também é verdade que a cibercriminalidade associada à vertiginosa evolução tecnológica está para durar. Desde ciberataques dirigidos a entidades governamentais, a bancos, a marcas e a empresas, esta é uma notícia que se tem repetido, nos últimos tempos. Só este ano, que ainda mal começou, registaram-se ataques à página de internet da Assembleia da República, ao Grupo Impresa (SIC e Expresso), à Cofina (Record, Correio da Manhã, CMTV, Sábado e Jornal de Negócios), e agora à Vodafone.

O investimento em cibersegurança passará a ser uma prioridade vital para empresas, marcas e organizações e, para os consumidores, o caminho apontado pelo Portal da Queixa é o de construir uma forte literacia digital. Para a maior rede social de consumidores de Portugal, estar alerta, informado e ter consciência da situação, pode mesmo fazer toda a diferença. A ideia passa por saber reconhecer cenários duvidosos e fraudulentos e saber como agir quando se é vítima de algum esquema de burla.

 

— Criar passwords seguras e atualizá-las regularmente: ter a mesma password para tudo é ser um alvo fácil. Hoje em dia, existem plataformas seguras – como o Lastpass ou o 1password, por exemplo – onde podes guardar as tuas passwords, e assim evitar usar sempre a mesma. Pode ainda aceitar as passwords geradas pelo Google e guardá-las em plataformas para o efeito. Ler Mais »

Preço das casas em Portugal em ligeira descida

Os preços das casas em Portugal apresentaram uma descida de 0,9% em janeiro face ao mês anterior. Segundo o índice de preços do idealista, comprar casa tinha um custo de 2.304 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro deste ano, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, os preços subiram 0,3%.

 Regiões

Durante o mês de janeiro, os preços das casas desceram em quatro regiões do país. A liderar as descidas, encontra-se a Área Metropolitana de Lisboa (-1%), seguida pelo Alentejo e Norte (-0,3% em ambas regiões) e pela Região Autónoma dos Açores (-0,2%). Por outro lado, os preços das casas subiram no primeiro mês do ano no Algarve (0,9%), Centro (0,8%) e Região Autónoma da Madeira (0,5%).

A Área Metropolitana de Lisboa, com 3.314 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (2.625 euros/m2), Norte (1.923 euros/m2) e Região Autónoma da Madeira (1.914 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se a Região Autónoma dos Açores (1.045 euros/m2), o Alentejo (1.105 euros/m2) e Centro (1.196 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Distritos/Ilhas

As maiores descidas de preços tiveram lugar na Ilha de Santa Maria (-8,7%), Ilha do Pico (-5,3%), Beja (-1,9%) e Évora (-1,8%). Segue-se Castelo Branco (-1,7%), Guarda (-1,6%), Lisboa (-0,9%), Coimbra (-0,7%), Ilha de São Miguel (-0,7%), Portalegre (-0,5%) e Porto (-0,1%).

Por outro lado, os preços subiram na Ilha do Faial (9,5%), Ilha Terceira (5,7%), Ilha de Porto Santo (3,7%), Bragança (2,5%), Aveiro (1,8%) e Braga (1,6%). Segue-se Viseu (1,3%), Santarém (1,2%), Leiria (1,1%), Faro (0,9%), Setúbal (0,8%), Viana do Castelo (0,8%). Já na Ilha da Madeira e em Vila Real a subida foi de 0,4% em ambos os casos.

De referir que o ranking dos distritos mais caros para comprar casa é liderado por Lisboa (3.692 euros/m2), seguido por Faro (2.625 euros/m2), Porto (2.270 euros/m2), Setúbal (1.960 euros/m2), Ilha da Madeira (1.925 euros/m2), Ilha de Santa Maria (1.503 euros/m2), Ilha de Porto Santo (1.432 euros/m2) e Aveiro (1.423 euros/m2). Comprar casa em Leiria tem um custo 1.269 euros/m2, em Braga de 1.268 euros/m2 e em Coimbra de 1.219 euros/m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Portalegre (604 euros/m2), Guarda (650 euros/m2), Castelo Branco (723 euros/m2) e Bragança (780 euros/m2).

 Cidades capitais de distrito

Os preços das casas em janeiro desceram em 7 capitais de distrito, com Ponta Delgada (-2,5%) e Vila Real (-2,1%) a liderarem a lista. Segue-se Faro (-0,8%), Castelo Branco (-0,6%), Leiria (-0,6%), Portalegre (-0,5%) e Santarém (-0,3%). Por outro lado, os preços aumentaram em Bragança (2%), Beja (2%), Viana do Castelo (1,9%), Aveiro (1,5%), Guarda (1,4%), Viseu (1,4%), Évora (1,2%), Funchal (1,1%) e Setúbal (0,6%). No Porto e em Coimbra os preços subiram 0,3% e em Lisboa e Braga os preços mantiveram-se inalterados.

 Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro comprar casa: 4.992 euros/m2. Porto (3.023 euros/m2) e Faro (2.166 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Portalegre (677 euros/m2), Guarda (760 euros/m2), Castelo Branco (765 euros/m2), Bragança (783 euros/m2) e Beja (843 euros/m2).

Por:Idealista

Legislativas 22- PS vence nos distritos da Guarda e Viseu e a maioria absoluta

Maioria absoluta alcançada

Uma noite eleitoral com o PS a ser o grande vencedor da noite com a maioria absoluta , por sua vez no distrito da Guarda e Viseu, os socialistas venceram com margem folgada.

Ana Mendes Godinho e António Monteirinho pelo PS e Gustavo Duarte pelo PSD foram eleitos no distrito da Guarda.

PS-Almeida, Fornos de Algodres, Celorico da Beira, Figueira de Castelo Rodrigo, Gouveia, Guarda, Manteigas, Sabugal, Seia, Trancoso e Foz Côa.

PSD-Aguiar da Beira, Mêda, Pinhel. Ler Mais »

Artigo:A revisão entre pares abordada no filme “Não Olhem para Cima” é um dos pilares da ciência

No âmbito do programa “Cultura, Ciência e Tecnologia na Imprensa”, promovido pela Associação Portuguesa de Imprensa.

Contribuir para o avanço do conhecimento é algo que todos os cientistas ambicionam. Mas para isso, é necessário que as suas descobertas sejam validadas por outros cientistas. Esta validação é feita através do processo de revisão entre pares, um dos pilares do processo científico, mencionado por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrense no filme “Não Olhem Para Cima”.

Se já viu o filme “Não Olhem Para Cima”, de Adam McKay, terá notado que o professor Randall Mindy e a sua doutoranda Kate Dibiasky, interpretados por Leonardo DiCaprio e Jennifer Lawrense, questionam o processo científico de revisão entre pares da missão implementada pela BASH, a grande empresa que prometia impedir que o cometa “destruidor de planetas” acabasse com a vida na Terra. Mas afinal o que é que é o processo de revisão entre pares e em que medida é que este seria uma importante ferramenta para escolher a missão mais eficaz para salvar o mundo?

A revisão entre pares é o processo através do qual os cientistas avaliam o trabalho desenvolvido por outros cientistas, sendo um dos principais pilares da ciência. Esta avaliação pode ocorrer em várias etapas do processo científico, mas é mais frequente quando os cientistas que conduziram um determinado estudo submetem o seu trabalho a uma revista científica, com o objetivo de verem as suas descobertas publicadas e disseminadas pela comunidade científica.

Existem pelo menos três fases no processo de revisão entre pares

A primeira fase ocorre no momento em que o artigo é submetido para uma revista científica selecionada pelos autores, de acordo com a área de investigação e com as características do estudo. Nesta fase, o trabalho passa por uma primeira avaliação por parte do editor da revista. Quando são identificadas limitações significativas no trabalho desenvolvido, ou quando a investigação não se enquadra nos objetivos da revista, o artigo é imediatamente rejeitado. Segundo o grupo Elseviers (https://www.elsevier.com/connect/authors-update/5-ways-you-can-ensure-your-manuscript-avoids-the-desk-reject-pile) 30 a 50% dos artigos são rejeitados nesta fase.

A segunda fase ocorre quando o artigo passa nesta primeira avaliação e é enviado para revisão entre pares. O editor convida um, dois ou mais cientistas com experiência reconhecida na área de investigação, designados por revisores. O número de revisores depende da área de conhecimento e da revista científica. Por exemplo, na revista multidisciplinar Nature (https://www.nature.com/nature-portfolio/editorial-policies/peer-review) são usualmente convidados dois ou três revisores por artigo. É importante que os revisores não tenham qualquer ligação direta com o estudo, para evitar potenciais enviesamentos na avaliação.

Aos revisores convidados, é solicitado que analisem, de forma independente e criteriosa, se as hipóteses dos autores são suportadas pela evidência científica; se os métodos implementados são adequados para testar as hipóteses; se os dados foram recolhidos e analisados corretamente; se as conclusões dos autores vão de encontro com os dados obtidos; se acrescenta conhecimento ao já existente; entre outros aspetos. Revistas com processos mais rigorosos de revisão entre pares tendem a ser julgadas como mais prestigiadas pela comunidade científica.

É através destas avaliações e da sua própria perspetiva que o editor consegue filtrar os estudos com qualidade, que serão publicados na revista e consequentemente disseminados pela comunidade científica. Assim, podem acontecer três cenários distintos:

No primeiro cenário, o estudo é avaliado com elevada qualidade e é aceite para publicação, sem qualquer revisão. Este cenário é pouco frequente, já que a maioria dos estudos tem alguns aspetos que podem beneficiar de uma revisão, ainda que mínima.

No segundo cenário, os revisores encontram problemas incorrigíveis que diminuem a qualidade do estudo e, consequentemente, a validade das suas descobertas. Perante uma avaliação negativa deste tipo, o editor geralmente opta pela rejeição do artigo, o que faz com que o mesmo não seja publicado na revista.

Por fim, no terceiro cenário, apesar de considerarem que o estudo tem vários pontos positivos, os revisores apontam aspetos que devem ser melhorados ou esclarecidos.

Aqui, inicia-se a terceira fase do processo de revisão entre pares: os autores são convidados pelo editor a submeter uma versão revista do artigo, de forma a responder às dúvidas e solicitações dos revisores e do próprio editor. Esta versão é avaliada novamente pelos revisores e o processo repete-se até que o editor decida aceitar (caso todas as questões dos revisores tenham sido devidamente respondidas) ou rejeitar o artigo (caso as revisões feitas ao artigo não tenham acrescentado qualidade ao mesmo, existindo problemas que limitam muito a validade das conclusões). No caso da revista The Lancet (https://www.thelancet.com/), uma das mais prestigiadas na área da medicina, apenas 5% dos artigos submetidos são aceites para publicação.

O processo de revisão pode demorar vários meses ou até vários anos, exigindo esforço e dedicação de todos os intervenientes. Porém, estas revisões permitem aumentar a confiança nas descobertas do estudo, ao agregar não só os conhecimentos dos autores, mas também os conhecimentos e críticas dos revisores e do editor.

Existem diferentes tipos de revisões. As mais comuns são as revisões cegas simples, revisões cegas duplas e revisões abertas. Nas revisões cegas simples, os autores não sabem a identificação dos revisores. Nas revisões cegas duplas, os autores não sabem a identificação dos revisores e os revisores também não sabem a identificação dos autores. Por outro lado, nas revisões abertas, a identidade dos autores e dos revisores é conhecida por todos os envolvidos no processo de revisão. Apesar de terem vantagens e desvantagens distintas, todos os tipos de revisões partilham o mesmo propósito: garantir que o conhecimento científico provém de estudos de qualidade, seguindo metodologias rigorosas, baseadas na evidencia científica e não enviesadas por interesses políticos, económicos ou pessoais.

Voltando ao filme, a recusa do CEO da BASH em responder a questões relacionadas com o processo científico da missão, sugere que o mesmo não foi validado por revisão entre pares. Consequentemente, não só não foi possível averiguar a (evidente falta de) qualidade do projeto, a sua base teórica e a adequabilidade da metodologia, como também não foi possível lutar contra um claro enviesamento político e económico na seleção da missão a ser implementada.

É sabido que o processo de revisão entre pares não está isento de limitações, conforme descrito neste artigo publicado na revista Frontiers in Neuroscience (https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC4444765/). Por exemplo, a revisão entre pares, sendo um processo praticado por humanos, está sujeita a erro ou falhas de comunicação entre os autores e os revisores, e nem sempre é eficaz na identificação de possíveis erros. É também um processo demorado, que pode limitar o acesso atempado a conhecimento científico em momentos mais urgentes, como no contexto pandémico.

No entanto, apesar das limitações, a revisão entre pares no filme “Não Olhem Para Cima” teria ajudado a evitar uma catástrofe global bem ao estilo de Hollywood, mas facilmente transferível para a vida real.

Joana Grave

Licenciada em Psicologia (2012) e Mestre em Psicologia Forense (2014) pela Universidade de Aveiro. Colaborou enquanto investigadora (2016-2018) no Departamento de Saúde Mental da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa, e como assistente convidada (2017-2018) na mesma instituição. É atualmente bolseira de doutoramento em Psicologia no Departamento de Educação e Psicologia da Universidade de Aveiro, em colaboração com o Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia da Universidade de Tübingen, Alemanha. O objetivo geral da sua investigação passa por compreender a forma como determinadas pistas sociais (em particular, expressões faciais e odores corporais) são percecionadas e modelam processos cognitivos, comportamentais e fisiológicos, tanto na população geral como em certas perturbações mentais. Para além do percurso académico, é membro da Ordem dos Psicólogos Portugueses desde 2016. Já desempenhou funções de psicologia clínica, psicogerontologia e psicologia da justiça.

“Programa para edifícios mais sustentáveis com reforço de 15 milhões

O Programa de Apoio a Edifícios Mais Sustentáveis foi reforçado em 15 milhões de euros, para um total de 60 milhões financiados pelo Fundo Ambiental.”

O referido programa abriu a 21 de junho de 2021 na plataforma do Fundo Ambiental com uma dotação inicial de 30 milhões de euros, provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência. Esta verba foi reforçada a 26 de novembro com outros 15 milhões.
O Plano de Recuperação e Resiliência conta com um total de 135 milhões de euros para aplicar, até 2025, na eficiência energética dos edifícios.

O montante já financiado corresponde ao apoio a 16.148 candidaturas, o que envolve um apoio global de 26,8 milhões de euros, de um total de 56.552 candidaturas submetidas.

As tipologias que reúnem mais candidaturas são as referentes a painéis fotovoltaicos (38,5%), janelas mais eficientes (34,5%) e bombas de calor (27%). Por regiões, Lisboa lidera as candidaturas (22,3%), seguida do Porto (11,7%), Setúbal (9%) e Braga (9%).

Membros das Mesas de Voto e funcionários das Juntas de Freguesia vão ser vacinados dia 15

O Governo em comunicado refere que: Os membros das Mesas de Voto e funcionários das Juntas de Freguesia serão vacinados no próximo sábado, dia 15 de janeiro, com uma dose de reforço à Covid-19.

Nesse dia, a vacinação será dedicada a este universo, que será convocado por SMS, através de agendamento central. Haverá ainda senhas digitais para as pessoas elegíveis que não recebam a mensagem, mediante a apresentação de um documento comprovativo das funções em causa. Esta é uma decisão que está a ser operacionalizada pelo Núcleo de Coordenação de Apoio ao Ministério da Saúde, com o apoio da Administração Eleitoral.

Neste momento, a Administração Eleitoral está a recolher informações junto das Câmaras Municipais e Juntas de Freguesia relativas à identificação dos membros das Mesas de Voto e funcionários das Juntas de Freguesia que prestam apoio ao ato eleitoral, que pretendam receber o reforço da vacina contra a Covid-19.

Está previsto um total de 16.427 mesas de voto para estas eleições legislativas, das quais 2.606 no dia do voto antecipado em mobilidade, a 23 de janeiro de 2022.

Concurso “Vamos Brincar na Escola” para escolas do 1ºciclo

Escolas têm até dia 15 para se candidatarem ao concurso da IKEA

 Este é já o quarto ano consecutivo que a IKEA desafia as escolas públicas do primeiro ciclo  a participarem no concurso “Vamos Brincar na Escola”. A iniciativa tem como objetivo promover a brincadeira e incentivar as crianças a brincar mais e melhor na escola. Para concorrer, as escolas têm até ao final desta semana, 15 de janeiro, para submeter este formulário, apresentando um projeto que responda às necessidades das suas instalações e contribua para um ambiente de brincadeira.

Todas as candidaturas são depois analisadas por uma comissão de avaliação e a escola vencedora recebe 10.000€ por parte da IKEA para implementação do projeto submetido a concurso. Esta é mais uma iniciativa da marca de origem sueca para garantir que cada vez mais crianças têm a brincadeira presente nas suas escolas e na sua vida, de uma forma segura e inspiradora.

Escolas vencedoras “Vamos Brincar na Escola” 2020

As escolas vencedoras do concurso “Vamos brincar na escola” 2020, foram Escola Básica de Tondela, do Agrupamento de Escolas de Tondela Cândido de Figueiredo e Escola Básica Via Rara, do Agrupamento de Escolas de Santa Iria de Azoia. Desde 2017 a IKEA Portugal já apoiou 8 escolas nacionais no âmbito deste concurso, tendo ajudado a criar mais e melhores condições de brincadeira para mais de 1500 crianças em cada ano letivo.

Ministra Ana Mendes Godinho vai assinar diversos acordos e protocolos

A agenda da Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, esta terça -feira vai ser preenchida na assinatura de acordos e protocolo com diversas instituições.

10h30 –  Ana Mendes Godinho, acompanhada do Secretário de Estado Adjunto do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita, vai estar presente na assinatura do Acordo de Formação e Qualificação do Setor Economia Social, que tem como objetivo promover a dinamização e o crescimento da Economia Social.A sessão realiza-se no espaço Brotéria.

12h00 – A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social,  acompanhada do Secretário de Estado Adjunto do Trabalho e da Formação Profissional, Miguel Cabrita, vai participar na sessão de assinatura dos 5 memorandos entre o IEFP e entidades parceiras, no âmbito do plano de investimento de modernização dos Centros de Formação Profissionais e dos Centros Protocolares na área da Economia Social, Digital, Transição Energética e da Ação Climática. A cerimónia realiza-se no espaço CITEforma.

15h30 – A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, acompanhada do Gestor Executivo da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo, Henrique Joaquim, vai participar na sessão de assinatura de protocolos para soluções habitacionais para pessoas em situação de sem-abrigo na modalidade de apartamentos partilhados e housing-first com a Associação CRIAR-T, o Centro Social e Paroquial de Nossa Senhora da Conceição e a Cáritas Diocesana de Setúbal.

 

CAP-Debate sobre as linhas de ação dos partidos para o setor agrícola

A Confederação dos Agricultores de Portugal convidou os principais partidos políticos que se apresentam a eleições no próximo dia 30 de janeiro para um debate sobre as linhas de ação dos partidos para o setor agrícola e irá realizar-se no próximo dia 12 de janeiro (quarta-feira), às 15h com transmissão em direto via Zoom e através dos canais Facebook e YouTube da CAP.
A Sessão de Esclarecimento vai ter como moderador o Secretário-geral da CAP, Luís Mira, e os intervenientes vão dispor de três minutos para responder a cada uma das cinco questões que lhes irão ser colocadas.
Estarão presentes nesta sessão os seguintes representantes dos partidos:
PS – Pedro do Carmo
PSD – João Paulo Gouveia
CDU – João Dias
CDS/PP – Francisco Palma
IL – Carla Castro
Chega – Pedro dos Santos Frazão
Para participar nesta ação não precisa de se inscrever. No dia do evento clique num dos seguintes links:
👉Através do Zoom, clique em: https://us02web.zoom.us/j/87022411050…
👉Através do Facebook, clique em: https://www.facebook.com/CAPagricultores

Inscrições para o Curso Intermédio de Formação de Dirigentes da Portugal Football School

Segunda edição em curso

Iniciou já o processo de candidatura à segunda edição do Curso Intermédio de Formação de Dirigentes da Portugal Football School, a realizar entre 25 de fevereiro e 4 de junho maioritariamente em formato de ensino à distância, com os dois últimos dias a decorrerem presencialmente na Cidade do Futebol, em Oeiras.

As 40 vagas disponíveis destinam-se a dirigentes que tenham frequentado, com aproveitamento, uma das nove edições do Curso de Formação Inicial de Dirigentes. Entre estes, terão prioridade de acesso os que estiverem registados na Federação Portuguesa de Futebol ou numa associação distrital/regional como dirigentes de clubes de futebol, futsal ou futebol de praia no ativo.

As sessões de formação terão lugar à sexta-feira e ao sábado em fins de semana intercalados, serão tratados temas como liderança, planeamento estratégico, gestão de recursos humanos, gestão de operações, direito do desporto, contabilidade e fiscalidade, marketing e comunicação.

CANDIDATURAS AQUI

fonte:FPF