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Seia

Cinco CLDS+ protocolados no distrito

 

O
Instituto da Segurança Social assinou Contratos Locais de
Desenvolvimento Social (CLDS+) com os municípios de Figueira de Castelo
Rodrigo, Guarda, Pinhel, Seia e Trancoso.
No
total, o Ministério da Solidariedade e da Segurança Social protocolou
80 CLDS+ com outras tantas autarquias de todo o país, o que se traduzirá
num investimento global de 20 milhões de euros em territórios mais
vulneráveis. Criados em 2007, os CLDS tinham como objetivo impulsionar
uma maior coesão territorial em todo o país, mas, após a última
reprogramação do QREN (2012) e dada a crescente taxa de desemprego no
país, foram direcionados para a empregabilidade. Assim, os CLDS+ apostam
no emprego, formação e qualificação e na criação de gabinetes de
atendimento que funcionarão em estreita parceria com IEFP, «o que
representa uma inovação em relação aos anteriores CLDS», sublinha a
tutela em comunicado. Estes 80 territórios foram selecionados em
conjunto com Câmaras, Juntas de Freguesia e IPSS, tendo em conta
indicadores como desemprego absoluto, evolução do índice de emprego,
peso de desempregados de longa duração, índice de dependência dos
idosos, índice de envelhecimento, pobreza monetária, pobreza infantil e
condições habitacionais precárias.

Bombeiros de Seia, Gouveia e Fornos de Algodres equipados com mais meios

A
Comunidade Intermunicipal da Serra da Estrela (CIMSE) vai adquirir
equipamentos de protecção individual para combate a incêndios em espaços
naturais, no valor de cerca de 100 mil euros, para apetrechar
corporações de bombeiros da região.
Segundo
Álvaro Amaro, presidente da Câmara Municipal de Gouveia e do conselho
executivo daquela Comunidade Intermunicipal, o concurso público lançado
recentemente destina-se à compra de equipamentos para distribuir por
«todas as associações» de Bombeiros Voluntários dos concelhos de
Gouveia, Seia e Fornos de Algodres, que integram a CIMSE.

O
autarca adiantou à agência Lusa que aquela entidade pretende adquirir
vestuário e botas, entre outro equipamento de protecção individual, para
apetrechar os voluntários das corporações de Gouveia, Folgosinho, Melo e
Vila Nova de Tazem (no concelho de Gouveia), de Seia, Loriga e São
Romão (Seia) e de Fornos de Algodres.
A
aquisição dos equipamentos «é mais do que uma necessidade, é o
aproveitar de uma oportunidade», declarou o presidente da CIMSE.
Álvaro
Amaro referiu que a compra é financiada a 85 por cento por fundos
comunitários e a restante verba será assegurada pela Autoridade Nacional
de Protecção Civil via Ministério da Administração Interna e pela
CIMSE. «Creio que o equipamento ainda possa ser entregue durante a
actual época» de combate a incêndios florestais, vaticina o autarca.
Segundo
o concurso público publicado em Diário da República, com o valor global
de 93.196.75 euros mais IVA, os equipamentos serão adquiridos pela
proposta concorrente que apresente o mais baixo preço.
fonte:porta da estrela

O Festival ARTIS em Seia

O
Festival ARTIS, organizado pelo Município de Seia e Associação de Arte e
Imagem de Seia, cumpriu este ano a sua 11ª edição e contou com a
participação de 57 artistas, na sua maioria da comunidade local, e
outros convidados, que apresentam trabalhos na linha do tema proposto:
(Des)formatação, bem como em tema livre.

A organização lançou
também o desafio aos artistas locais para a concepção do Cartaz do
Festival, tendo sido aprovado o cartaz apresentado por Ricardo Mota
Veiga, da Formatos.

O Festival ARTIS que este ano não
comtemplou a parte competitiva, contou ainda com diversas iniciativas
paralelas, entre elas um concerto com a Orquestra do Conservatório de
Música de Seia; uma Performance de Ricardo Cardoso, uma segunda
apresentação de SENALONGA, a partir da obra de Avelino Cunhal, pelo
Senna em Palco; a Apresentação de dois livros a Exibição da
curta-metragem “Mais do que um Olhar”, de Pedro Barbosa, do Brasil, um
filme do Cine’Eco 2012, seguido de debate, encerrando com Chave de Ouro,
numa Mostra de Música Moderna de Seia.

Esta Mostra, foi um dos
momentos altos do Festival, com um público em grande número a aplaudir
os 11 temas que foram passando no palco do Cineteatro. Esta Mostra, que
contou com apresentação de temas originais, numa vertente criativa, por
parte de grupos e músicos de Seia, afirmou-se como um primeiro passo
para dar oportunidade aos talentos locais, na continuidade do que o
Município tem vindo a fazer há vários anos e neste caso na área da
música.
O espetáculo que foi sendo preparado com a envolvência dos
participantes, não teve caráter competitivo, apresentando-se como uma
oportunidade de dar espaço à criatividade artística dos músicos locais.

Pelo meio, o Festival ARTIS contou também com uma pequena homenagem a 3
artistas de Seia. Este ano na Pintura, Ana Carvalhal, na Fotografia
Carlos Moura e na Música Tozé Novais.

Relativamente às
exposições, de pintura, escultura, instalação e fotografia, para além da
quantidade de artistas presentes, a organização realçou a qualidade dos
trabalhos apresentados, “o que ajuda a consolidar o festival no
calendário cultural de Seia, correspondendo às expetativas da
organização e do público que a visitou”.

O Festival contou
também com a colaboração da Academia Sénior de Seia, presidida por
Alicia Gomes, que no dia da abertura promoveu uma iniciativa de rua, que
consistiu em pintar tampas de esgoto pelas principais ruas do centro
histórico de Seia.

Também se verificou a mobilização de outras
instituições para visitas organizadas às exposições, com destaque para
escolas e concretamente dos cursos de artes, através da colaboração do
artista plástico e professor, Sérgio Reis.

Em boa hora, o
Presidente do Município, Carlos Filipe Camelo tomou a decisão de retomar
a organização deste Festival em Parceria com a Associação de Arte e
Imagem de Seia, presidida pelo artista plástico, Luiz Morgadinho. Um
evento cheio de boas vontades, onde se gasta para participar, mas quando
não há recursos financeiros, há a colaboração e a participação das
pessoas e neste caso do imenso grupo de artistas e instituições locais.
E só assim é possível manter Seia numa dinâmica cultural assinalável – com a participação de todos.

fonte:Casa da Cultura de Seia

Distrito da Guarda perdeu 13 mil eleitores em quatro anos

 

Nenhum concelho escapa à redução do número de recenseados

Em
quatro anos, o distrito da Guarda perdeu mais de 13 mil eleitores e na
Cova da Beira a quebra foi de cerca de 4.200 votantes. O número de
recenseados desceu em todos os concelhos da região, sendo Belmonte o
menos afetado, enquanto a Covilhã, que mantém o atual número de
vereadores no executivo por apenas 110 eleitores, é o que mais perdeu.
Os dados mais recentes do número de pessoas recenseadas estão
disponíveis no site da Comissão Nacional de Eleições (CNE), tendo a
última atualização sido feita a 31 de dezembro do ano passado. Há quatro
anos, houve um “boom” de eleitores na região por força das alterações à
lei do recenseamento que previa a inclusão de muitos emigrantes. No
final de 2012 estavam inscritos no distrito da Guarda 169.065 eleitores,
mas em dezembro de 2008 eram 182.066, o que significa um decréscimo de
13.001 potenciais votantes. Quanto à Cova da Beira, que inclui os
concelhos de Belmonte, Covilhã e Fundão, passou de 90.150 recenseados em
dezembro de 2008 para 85.938 no final do ano transato. A maior quebra
em termos absolutos foi registada na Covilhã, que perdeu 2.337 eleitores
em quatro anos e mantém os nove vereadores atuais apenas por 110
inscritos nos cadernos eleitorais, pois caso contasse menos de 50 mil
eleitores o número de eleitos passaria a ser sete.
Entre os concelhos mais penalizados encontram-se também Seia
(-1.999), Fundão (-1.853), Sabugal (-1.846), Pinhel (-1.478) e Gouveia
(-1.218). Pelo contrário,os que menos eleitores perderam foram Belmonte
(-22), Fornos de Algodres (-329), Manteigas (-372), Guarda (-453) e
Figueira de Castelo Rodrigo (-578). Outro dado curioso é que, cruzando
os números do recenseamento com dados dos Censos de 2011, constata-se
que apenas cinco dos concelhos analisados têm mais população residente –
critério que inclui habitantes desde os zero anos – do que eleitores.
São eles a Guarda, com mais 2.512 habitantes do que recenseados, Covilhã
(1.687), Belmonte (198), Figueira de Castelo Rodrigo (84) e Fundão
(46). Ou seja, na maioria dos municípios, o número de eleitores
(cidadãos com 18 ou mais anos) supera os respetivos moradores. Apesar da
variação do número de recenseados, não haverá qualquer alteração na
formação dos executivos nas 17 autarquias analisadas. Ainda assim, não é
por muito que Pinhel (345) e Trancoso (565) vão manter os sete eleitos
para a Câmara.
O nº 2 do artigo 57º da Lei nº 169/99, de 18 de setembro,
estabelece que, «para além do presidente», a câmara municipal é composta
por oito vereadores nos municípios com mais de 50 mil e menos de 100
mil eleitores; seis vereadores nas autarquias com mais de 10 mil e até
50 mil eleitores e, por último, quatro vereadores nas edilidades com 10
mil ou menos eleitores, situação em que se encontra a maioria das
Câmaras da região. O secretário e coordenador dos serviços da CNE
esclarece que o recenseamento eleitoral é «permanentemente atualizado» e
o número de mandatos de cada órgão autárquico «será definido de acordo
com os resultados do recenseamento eleitoral, publicados pelo Ministério
da Administração Interna no “Diário da República” com a antecedência de
120 dias relativamente ao termo do mandato». Paulo Madeira adianta
ainda que a atualização do recenseamento é suspensa no 60º dia anterior à
eleição e até ao dia da mesma, «não podendo ser efetuadas novas
inscrições ou transferências».

Concurso Ideias Serra da Estrela, fase de Fornos de Algodres

Concurso Ideias  Serra da Estrela, fase de Fornos de Algodres
Jovens trouxeram ideias inovadoras
Na noite de ontem, o centro cultural municipal de Fornos de Algodres, foi palco de bastantes ideias dos jovens desta vila, que procuram dar uso à sua criatividade e tentar com estas ideias trazer mais emprego para esta
vila.
Assim a concurso estavam nove ideias que eram oriundas de alunos do 3ºciclo e também do secundário do agrupamento de escolas local.
Para dar as boas vindas aos participantes a vice-presidente do município, Dra Isabel Santos, salientou o empenho destes jovens que se esforçaram por desenvolver estas ideias no intuito de procurar o desenvolvimento para a sua terra, e deve se continuara apostar nos jovens porque são o futuro na terra.

Assim sendo a concurso do 3ºciclo estavam: Condi Tub; Empadas inovadoras; Patê Sabores conterrâneos; T-Train(comboio turístico).
Por banda do secundário: Folhados estrelinha da serra;  Coisas da serra; Sandes SA;Sementes da Montanha e Zimbro M2.
Face a isso todos os projetos foram devidamente apresentados e alguns até foram dados a provar ao júri presente.
Após a votação dos presentes e das conclusões do júri, os vencedores foram então divulgados, isto é a fase concelhia de Fornos de Algodres,
que agora irão representar a terra, em Gouveia no próximo dia 6 de Junho a grande final, perante ideias de Gouveia e Seia.
Assim na vertente do 3ºciclo, o vencedor foi o Condi Tub, um tubo com diversos enchidos regionais.
Por sua vez, na vertente do secundário, a vitória coube ao projeto ”Sementes da Montanha”, consiste numa caixa onde seriam colocadas várias espécies de sementes.
Agora como todos não podiam vencer, mas as outras ideias
apresentadas todas elas teriam pernas para andar neste concelho de Fornos de Algodres, basta que haja o devido apoio ao jovens em causa, todas elas constituem mais-valias para o concelho fornense.
Assim com uma boa moldura humana presente se realizou a 1ªfase deste Ideias da Serra da Estrela, já que a grande final vai ter lugar no
inicio do mês de Junho na cidade jardim, numa organização da Adruse em colaboração com diversas entidades da região da Serra da Estrela.
28/05/13                              António Pacheco

ADRUSE convida alunos a “Brincar às Ideias”

 
 

“Brincar
às Ideias” e “Ideias Serra da Estrela” são os desafios lançados a
alunos dos concelhos de Fornos de Algodres, Gouveia e Seia, no âmbito do
Plano de Aquisição de Competências e Animação da ADRUSE.
Integrado
no PRODER – Programa de Desenvolvimento Rural, este projeto visa educar
para o empreendedorismo os estudantes do 1º e 2º ciclo, bem como os que
frequentam o ensino secundário, profissional e superior. A iniciativa
arrancou com uma Oficina de Formatação – frequentada pelos professores
que vão trabalhar a temática com os alunos juntamente com a equipa da
ADRUSE (Associação de Desenvolvimento Rural da Serra da Estrela) –, e
termina com os Concursos de Ideias.

Conversa com Alexandre Lote, Coordenador da JS Fornos

Fomos conversar com o líder da JS Fornos, Alexandre Lote
 
Magazine serrano-Que balanço faz sobre a sua liderança na JS desta localidade neste período?
Alexandre  Lote-Na JS de Fornos de Algodres os balanços centrar-se-ão sempre no trabalho da estrutura e não, no trabalho desta ou daquela liderança. Aquilo que posso dizer hoje, é que tem sido um enorme orgulho liderar um projeto, que nasceu com seis jovens e que rapidamente atingiu a centena de militantes. Definimos sempre de modo claro que, de pouco interessava o tamanho da estrutura, se os resultados práticos da sua dimensão não se traduzissem na elaboração de momentos de reflexão e propostas concretas para o concelho. Este objetivo tem sido amplamente alcançado ao longo destes dois anos e meio, conforme o comprova as inúmeras iniciativas que promovemos nas mais variadas áreas, desde o Comércio Local, Empreendedorismo, Agricultura, até ao Desporto e Apoio Social. Relativamente a iniciativas de Apoio Social, recordamos com orgulho o reconhecimento da imprensa regional e nacional, pelo Programa de Comparticipação das Vacinas Prevenar e Synflorix lançado em Agosto
de 2010, para todas as crianças com menos de dois anos de idade no nosso concelho. Comprovámos ao longo de todo este tempo, as imensas qualidade da nossa juventude, que têm obrigatoriamente, repito obrigatoriamente, ser
colocadas ao serviço do nosso concelho, sob pena de perdemos o maior ativo para inverter o rumo de decadência que vive Fornos de Algodres.
 MS– Ser Líder da Juventude Socialista é um desafio que requer muita ação porque estamos a meio ano das
autarquias 13!?
AL-Ser líder da JS de Fornos de Algodres requer muita atenção, tão e somente porque torna essencial disponibilizar diariamente as minhas capacidades ao serviço de um concelho que tem tudo para ser diferente daquele que hoje conhecemos. Na sua pergunta pode estar implícita, uma forma de olhar para as juventudes partidárias como estruturas criadas a alguns meses de eleições, com o único intuito de ser parte de “máquinas partidárias” que procuram alcançar resultados eleitorais. Desde cedo contrariámos e tornámos impossível a atribuição desse rótulo, através da dinâmica demonstrada pela própria estrutura. Não queremos ser unicamente atores relativamente à construção do futuro para o nosso concelho. Todas as estruturas da Juventude Socialista e do Partido Socialista,
qualquer que seja a sua dimensão territorial, sabem que, no concelho de Fornos de Algodres há uma juventude ativa, com capacidade organizativa e ideias para lutar pelas suas gentes e território, independentemente do calendário
eleitoral.
 MS-A juventude de hoje são os homens de amanhã, que conselhos a dar a estes jovens de hoje?
AL-Mais do que conselhos os jovens precisam que lhes seja devolvida a esperança. Devolver a esperança, criando condições para que a geração mais capaz, a mais bem preparada, retire o peso da precariedade e do desemprego de cima dos seus ombros e horizontes. Devolver a esperança, dando espaço e fomentando a participação dos jovens na vida da sua comunidade, qualquer que seja a via utilizada. Devolver a esperança, responsabilizando também a juventude por decisões com impacto direto na vida das suas populações. Devolver a esperança, criando condições para que todos os jovens tenham elevada probabilidade de alcançar o projeto de vida com que sonharam. Em suma, a grande maioria dos conselhos que hoje são dados, derivam da percepção errada, de que a juventude está desmotivada, porque prefere ficar sentada a criticar do que erguer-se e partir à procura de soluções. Percepção errada porque, a partir do momento em que os jovens voltarem a ver a luz ao fundo do túnel, seja a nível nacional ou
concelhio, a dinâmica da juventude será aquilo com que todos sonham, mas todos consideram impossível alcançar.
MS- Que objetivos tem já delineados para mobilizar os jovens de hoje?
AL-A mobilização dos jovens de hoje, só pode ser feita através de uma política de proximidade, projetos e pessoas com as quais os mesmos se identifiquem. Sem qualquer um destes pressupostos, será impossível credibilizar a política e mobilizar uma juventude ávida por participar, mas desconfiada relativamente ao efeito da sua participação. Quanto
a projetos, podemos desde já avançar que o Orçamento Participativo Jovem será um pilar do programa eleitoral do Partido Socialista à Câmara Municipal de Fornos de Algodres. Esta será uma conquista não para a JS de Fornos de
Algodres, mas para todos os jovens deste concelho que anseiam ter voz na definição do futuro da sua comunidade.
MS- Ao longo deste tempo tem organizado alguns eventos com jovens, que balanço? Que evento vai surgir de
imediato?
AL-O balanço dos eventos que realizámos não podia ser mais positivo. Ao longo destes dois anos e meio, utilizámos estes momentos, como os alicerces de uma casa (concelho diferente para melhor) que queríamos e queremos ajudar a construir. Para além da forte participação com que sempre contámos, conseguimos colocar os fornenses a pensar o concelho de modo aberto, descomplexado, interessado e interessante. As propostas ou ideias de que deles saíram são um ativo que utilizaremos na apresentação do nosso manifesto eleitoral.
Quanto a iniciativas propriamente ditas, realizaremos no próximo dia 17 de Maio, uma Conferência direcionada a
dar resposta à implementação de projetos no nosso concelho.
MS- As autarquias estão à porta,depois de três mandatos de José Miranda, surgem caras novas, no PS, Manuel
Fonseca é o candidato. Como define o candidato?
AL-Definir o candidato do PS, Dr. Manuel Fonseca é falar em primeiro lugar de um Fornense que gosta verdadeiramente da sua terra e das suas gentes.
Falar em Manuel Fonseca é falar num dos mais prestigiados economistas do Distrito da Guarda, o que será certamente uma enorme mais-valia, na gestão de um dos municípios com maiores dificuldades financeiras de todo o País.
Falar em Manuel Fonseca é falar em alguém, que não chegou só agora à política em Fornos de Algodres. O Dr. Manuel
Fonseca é deputado municipal desde 1989, tendo desenvolvido desde bem cedo portanto, a sua atividade cívica e política no nosso concelho.
Falar em Manuel Fonseca é falar num militante do Partido Socialista, que sempre foi fiel aos seus valores e
princípios.
Falar em Manuel Fonseca, é falar num fornense com passagens pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Fornos, Banda Filarmónica de Fornos de Algodres, Caixa de Crédito Agrícola Mútuo, Clube Desportivo e Cultural “Os Beirões”, Associação Desportiva de Fornos de Algodres e Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários Fornos.
Em suma, falar do candidato Manuel Fonseca é falar verdadeiramente em Fornos de Algodres, seja no passado, no
presente ou no futuro!
MS- Como vai contrapor as ideias que a JSD vai lançando aos jovens?

AL-O que nos move não é contrariar ideias que outras juventudes partidárias possam apresentar, mas sim, contrariar o rumo que o concelho teima em seguir. Durante estes dois anos e meio, sempre tivemos agenda própria, nunca andámos a reboque de ninguém, e fomos com toda a certeza, uma juventude atenta, reivindicativa, humanista,
solidária, exigente e apostada na criação de um projeto de mudança para o nosso concelho.

Programa Mais Centro apoia microempresas na criação de 46 empregos no interior

 
Programa Mais Centro apoia microempresas na criação de 46 empregos no interior 

O
programa Mais Centro permitiu aprovar 37 projetos de investimento que
«vão criar cerca de meia centena de postos de trabalho», informou a
CCDRC.
Os
projetos foram aprovados no âmbito da primeira fase do Programa
Valorizar – Mais Centro, através do Sistema de Incentivos de Apoio Local
a Microempresas, que se destina a «microempresas localizadas em
territórios com problemas de interioridade». A primeira fase de
candidaturas do Programa Valorizar, que encerrou em 1 de abril,
contemplou um investimento total de cerca de 241 mil euros, que
correspondem a um incentivo da ordem dos 113 mil euros e à «criação de
46 postos de trabalho, apoiada por um incentivo financeiro superior a
420 mil euros», sublinha a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento
Regional do Centro (CCDRC), uma nota tornada pública esta quarta-feira.
As candidaturas aprovadas envolvem 21 concelhos da região Centro: Aguiar
da Beira, Belmonte, Carregal do Sal, Castelo Branco, Celorico da Beira,
Covilhã, Fundão, Gouveia, Guarda, Lousã, Manteigas, Miranda do Corvo,
Mortágua, Oliveira do Hospital, Penela, Viseu, Seia, Sertã, Sever do
Vouga, Trancoso e Vila Nova de Poiares. Para Pedro Saraiva, presidente
da CCDRC, «é de reconhecer e agradecer a capacidade empreendedora destas
microempresas do interior, cujos investimentos dinamizam as economias
locais, combatem o desemprego e promovem tanto o desenvolvimento
económico como a coesão territorial». Há «disponibilidades orçamentais
para continuar a apoiar este tipo de projetos nos 59 concelhos do
interior do Centro de Portugal», salienta Pedro Saraiva, desafiando
«todos os potenciais interessados» a apresentarem as suas respetivas
candidaturas «o mais rapidamente possível». A apresentação de
candidaturas ao SIALM está aberta, podendo os interessados obter
informações através do programa operacional regional Mais Centro,
recorda a CCRDC.

fonte:Lusa

Diocese da Guarda quer definir roteiros de turismo religioso

Fonte: Guarda Digital

 

Está em curso a inventariação de todo o património de arte cristã.
A
Diocese da Guarda tem em curso a inventariação de todo o património de
arte cristã de forma a definir roteiros de turismo religioso. D. Manuel
Felício explicou ao Jornal A GUARDA que «este trabalho
insere-se já nas preocupações gerais de colaborarmos com o turismo
religioso, no exercício do que chamamos pastoral do turismo». Nesse
sentido, o Bispo da Guarda diz que está a decorrer, a bom ritmo, «a
inventariação do património de arte cristã espalhado por toda a
diocese», que pretende «fazer a apresentação com qualidade deste valioso
património», estando em estudo as formas de articulação com o museu de
arte sacra da Diocese. É também objetivo da Diocese da Guarda «definir
roteiros de turismo religioso» de forma a «facilitar ao máximo a
acessibilidade aos mesmos, quer divulgando-os, quer preparando pessoas
que sejam capazes de fazer falar este valioso património». D. Manuel
Felício considera que o património de arte cristã «está a interessar
cada vez mais visitantes». Para o Cónego Eugénio Sério, coordenador do
Departamento Diocesano do Património Cultural, na Diocese da Guarda são
locais de grande afluência de romeiros as seguintes festas: «Senhora da
Póvoa (Vale da Senhora da Póvoa), Senhora da Ajuda (Malhada Sorda),
Senhora do Incenso (Penamacor), Santa Eufémia (Paranhos – Seia), Senhora
das Dores (Paul – Covilhã), Santa Luzia (Castelejo – Fundão), Senhora
da Alagoa (Argomil – Pinhel), Senhor do Calvário (Gouveia); Senhora da
Fresta (Trancoso), Senhora da Graça (Sabugal e Manteigas); Santa Maria
de Aguiar (Figueira de Castelo Rodrigo); Senhora do Monte (Cerdeira),
Senhor da Barca (Almeida), Senhor Bom Jesus (Famalicão da Serra –
Guarda)». Numa altura em que tanto se fala do turismo de ambiente, a
Diocese da Guarda tem locais de culto privilegiados em termos
paisagísticos. O Cónego Eugénio Sério destaca «a Capela de Nossa senhora
em Manteigas, o Cristo da Serra da Marofa em Figueira de Castelo
Rodrigo; a Senhora da Guia em Loriga – Seia; a Senhora do Ar na Torre –
Serra da Estrela, e a Senhora do Desterro em São Romão – Seia». Neste
ponto, Joana Pereira, formada em História da Arte e que colabora com a
Diocese, aponta mais dois lugares que considera fantásticos: «A Senhora
do Campo, em Almendra e a Capela de S. Gabriel, em Castelo Melhor, ambas
no arciprestado de Figueira de Castelo Rodrigo». No tocante à criação
de roteiro de turismo religioso, Joana Pereira adiantou ao jornal A GUARDA
que «a Diocese tem potencialidades para avançar com a Rota do Azulejo, a
Rota dos Frescos, a Rota do Gótico, a Rota do Barroco, entre outras».

fonte:Jornal A Guarda

Associações criam Conselho Empresarial da Região das Beiras e da Serra da Estrela

Nove associações empresariais e comerciais dos
distritos da Guarda e de Castelo Branco estão envolvidas no projecto de
criação de um Conselho Empresarial da Região das Beiras e da Serra da
Estrela. Segundo Rogério Hilário, presidente da Associação Industrial e
Comercial do Concelho do Fundão, o futuro Conselho Empresarial da Região
das Beiras e Serra da Estrela, terá como objectivo a definição de “uma
estratégia colectiva e organizada” para a área da nova Comunidade
Intermunicipal que abrange 15 municípios daquela região.

“Já estamos a
trabalhar não só naquilo que é uma estratégia para a região, mas para
as nossas empresas”, referiu o responsável na Guarda, durante um
jantar/debate com o tema “Beiras e Serra da Estrela – um desafio novo”,
organizado pelo NERGA – Associação Empresarial da Região da Guarda, onde
o projecto do Conselho Empresarial foi anunciado. Rogério Hilário
adiantou que o projecto, que envolve nove associações empresariais e
comerciais dos distritos da Guarda e de Castelo Branco, deverá ser
formalizado “em finais de Abril, princípios de maio”.
Pedro Tavares,
presidente do NERGA, considera que o projecto pretende “mostrar a toda a
região” a necessidade de os agentes económicos estarem unidos e em
sintonia.
“Nos temos que nos unir. Nós somos poucos e, desunidos, não
vamos a lado nenhum”, observou, destacando a importância do jantar que
reuniu, nas instalações daquela Associação Empresarial, cerca de 300
empresários, autarcas e políticos locais.
Durante a sessão, foi
destacada a importância da nova Comunidade Intermunicipal que resulta da
fusão das Comunidades Intermunicipais da Serra da Estrela e
Comurbeiras, abrangendo os concelhos de Guarda, Gouveia, Manteigas,
Meda, Pinhel, Sabugal, Seia, Trancoso, Almeida, Belmonte, Gouveia,
Covilhã, Fundão, Celorico da Beira e Fornos de Algodres.
O presidente
da Câmara Municipal da Covilhã e presidente da Comurbeiras, Carlos
Pinto, lembrou que está a ser preparado “um plano de desenvolvimento”
para a futura região das Beiras e da Serra da Estrela.
Já o autarca
de Gouveia, Álvaro Amaro, que também dirige a Comunidade da Serra da
Estrela, desejou que a futura Comunidade Intermunicipal “tenha a sede na
cidade da Guarda”
fonte:terras da beira