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Desagregação de freguesias do concelho de Vouzela chega à Assembleia da República na sessão solene do 25 de Abril

O processo de desagregação de freguesias do concelho de Vouzela,
excluído por incumprimento do prazo de aprovação do pedido, “não deve ficar na gaveta, contra
a vontade das populações”, afirma a presidente da concelhia do PS, Catarina Meneses.
A atual vereadora e candidata às eleições autárquicas promete “não baixar os braços” e vai mesmo
entregar a todos os grupos parlamentares na Assembleia da República, à margem da sessão solene
do 25 de abril, um dossier sobre a matéria, com pedidos de audiência para a sua consequente
discussão.
“Não vamos desistir. Iremos fazer, tudo por tudo, para que a reposição das freguesias do concelho se
efetue, tal como irá ser feito na maior parte do território nacional. É um desígnio do PS, mas,
sobretudo, do povo de Fataunços, Figueiredo das Donas, Vouzela, Paços de Vilharigues,
Cambra e Carvalhal de Vermilhas, que merecia ter sido respeitado”, salienta.
Em 2013, Portugal reduziu 1.168 freguesias do continente, de 4.260 para as atuais 3.092, por
imposição da “troika”. O Parlamento confirmou no início do passado mês de março a reposição de
302 freguesias agregadas durante essa reforma administrativa, depois de reapreciar o decreto vetado
pelo Presidente da República.
“Vouzela ficou de fora pela inércia e pela falta de vontade política do executivo camarário
liderado pelo PSD, que devia, de resto, pedir desculpa à população, pois foi o principal
responsável pelo facto. Os nossos alertas caíram, infelizmente, em saco roto”, frisa Catarina
Meneses.
“O PS, que tem conduzido desde a primeira hora este processo – de forma planeada e
democrática – mantém a sua intenção inicial, em favor da população. Nesse sentido, tudo
faremos para dar cumprimento à voz do povo”, acrescenta.

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