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Oficina prática de Plantas Alimentícias não convencionais

O futuro dos territórios passa, cada vez mais, pela demonstração da sua capacidade de trabalhar em rede e criar dinâmicas que promovam a coesão territorial. Esta é uma delas.
O objetivo principal desta oficina prática é o reconhecimento de plantas alimentícias, vulgarmente apelidadas de “daninhas”. Não existem plantas daninhas, existe apenas desconhecimento, por parte das comunidades, das suas propriedades nutritivas, medicinais, condimentares, etc. O mundo das plantas é ainda um mistério para o homem pois conhecemos pouco mais de 30% de todas as plantas do mundo e uma grande percentagem das que conhecemos está em perigo de extinção. Conhecê-las, valorizá-las, utilizá-las no nosso dia a dia, olhar para elas com um outro olhar é uma forma de valorizar o nosso património natural e, sem sombra de dúvida, aportar nutrientes, saúde, bem estar e beleza para a nossa mesa! Diretamente do prado, do monte ou da floresta, muitos alimentos podem seguir diretamente para o nosso prato, sem químicos e dotados de uma invulgar riqueza de nutrientes! Este é o desafio que lançamos aos participantes nesta oficina, pela mão da formadora Ludovina Margarido, com larga experiência nesta matéria.
Durante 3h30m,  os participantes serão guiados nesta experiência sensitiva: desde as boas práticas de colheita às características das plantas, formas de conservação e consumo, esta promete ser uma manhã inesquecível. A atividade que terá lugar num local emblemático da cidade da Guarda, a Quinta da Maúnça do Município da Guarda onde, ao longo dos últimos 20 anos, crianças e jovens do concelho e do distrito têm desenvolvido a sua consciência ecológica e ligação ao mundo rural.
Esta iniciativa conta com a parceria do Município da Guarda, da Associação Guardiões da Serra da Estrela e da Associação juvenil Guarda a Terra.

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