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Tag Archives: historia

Livro “Mangualde, o Nosso Património” já foi lançado

Foi lançado nesta sexta-feira o livro “Mangualde, o Nosso Património”, uma cerimónia que aconteceu no Salão Nobre da autarquia mangualdense, contou com a presença e intervenções do autor, António Tavares, do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Elísio Oliveira, do Vereador da Cultura, João Lopes, de Gertrudes Branco, prefacista do livro, e António Amaral, representante da Alcatuna. A edição da obra é da responsabilidade da Câmara Municipal de Mangualde.
Trata-se de uma obra que compila todos os bens patrimoniais do concelho de Mangualde trabalhados na campanha de promoção “Mangualde, O Nosso Património”. O livro visa, assim, dar a conhecer o património herdado e as criações contemporâneas, mas também promover a sua preservação.
A campanha de promoção “Mangualde, O Nosso Património” nasceu em 2011 e teve como objetivo catalogar o património mangualdense e dá-lo a conhecer, aproximando os mangualdenses do seu património. Quinzenalmente e, posteriormente, mensalmente era publicada uma imagem do património e uma nota explicativa do mesmo em formato de cartazes, colocados nas montras de comércio e serviços. Eram ainda produzidos postais, colocados no posto de turismo, bem como adaptada a imagem para as redes sociais e site do Município.
Os interessados em adquirir o livro “Mangualde O Nosso Património” poderão fazê-lo na Papelaria Adrião ou no Posto de Turismo de Mangualde.
O autor, António Tavares, com formação superior em História e Arqueologia, mestre em Gestão e Programação do Património Cultural pela Universidade de Coimbra, é arqueólogo e gestor do património cultural na Câmara Municipal de Mangualde. Acrescenta ainda ao seu currículo: Investigador do Centro de Estudos Interdisciplinares do Século XX, da Universidade de Coimbra; tem realizado e coordenado trabalhos de arqueologia de salvaguarda e prevenção em obras públicas; responsável por projetos de valorização de sítios e monumentos arqueológicos; tem investigação e publicação de artigos de Arqueologia, História e Património Cultural, em revistas da especialidade e é autor e coordenador de livros, com destaque para “Património Cultural: Gestão e Programação à escala municipal” e “Mangualde desde o Pós-Segunda Guerra Mundial (1953-2015); desenvolveu intensa atividade artístico-cultural, tudo no âmbito das políticas culturais da Câmara Municipal de Mangualde.

ASTA acolhe parceiros internacionais do projeto HI-STORY TELLING

O projeto internacional HI-STORY TELLING (HST), financiado pela  União Europeia, através do programa Erasmus +, que tem como principal objetivo o desenvolvimento de uma metodologia que alie as potencialidades do teatro ao ensino de História.

O projeto é liderado pela ASTA – Associação de Teatro e Outras Artes (Covilhã-Portugal), e conta com a parceria de outras duas organizações europeias: a Associazione Nuovi Linguaggi (Loreto-Itália),e Treinta Y Cuatro Emotional Performance (Sevilha-Espanha).

O projeto centra-se na importância da aprendizagem e ensino de História, e no reconhecimento do Teatro como uma poderosa ferramenta de educação. O HI-STORY TELLING propõe a utilização do teatro como meio para fomentar o interesse dos jovens, que frequentam o ensino secundário, nas disciplinas de História e Património Cultural. Serão desenvolvidas várias atividades e criados diversos conteúdos, com o objetivo de proporcionar ferramentas e materiais didáticos úteis a professores e formadores. O projeto visa ainda promover e sensibilizar os jovens para a cidadania ativa e para os valores europeus.

O projeto tem a duração de 18 meses e será implementado em Portugal (Covilhã), Espanha (Sevilha) e Itália (Loreto).

 Atividades previstas

– Produção de ferramentas e métodos para a aprendizagem não formal de História e Património Cultural.

– Produção de um espetáculo (peça de teatro).

– Produção de um documentário sobre o projeto.

– Criação de plataformas de disseminação e interação entre professores e formadores:    Site e redes sociais.

– Sessões de formações.

A ASTA acolherá na Covilhã, entre os dias 9 e 14 de maio, um workshop do projeto, que consistirá na discussão e experimentação prática das componentes teóricas e metodológicas em desenvolvimento.

Aldeias Históricas de Portugal voltam a celebrar a cultura, as tradições e o património

As festas estão de regresso às Aldeias Históricas de Portugal! Entre junho e novembro, a cultura, a gastronomia, as tradições, os costumes, o património, as lendas e os mitos de cada uma das 12 aldeias que integram a rede, voltam a ser o mote para mais uma edição – a quinta! – do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”. Uma dúzia de eventos que estão a ser preparados para a participação presencial de público, ainda que mantendo a aposta no “live streaming”, que se revelou um sucesso em 2020.

Quando o desconfinamento for uma realidade, às Aldeias Históricas de Portugal não faltam argumentos para serem um dos destinos de eleição dos portugueses. Para além da maior segurança que um destino não-massificado proporciona, há muitos segredos para descobrir ou simplesmente redescobrir: a História e o extraordinário património edificado; a natureza ainda intacta pronta a ser experienciada em atividades de lazer, desporto ou aventura; a gastronomia e os vinhos identitários; mas também diferentes propostas de cultura e animação.

Nesse particular, destaque para o Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa”. Uma iniciativa que, pelo quinto ano consecutivo, celebra e promove o património cultural material e imaterial das Aldeias Históricas de Portugal, através de uma programação cultural genuinamente diferenciadora, assente em animações diversas, como visitas teatralizadas, workshops, novo circo, música e, claro, na gastronomia.

Com início a 5 de junho, em Trancoso, e término a 6 de novembro, em Monsanto, o Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” percorre as 12 Aldeias Históricas que compõem a rede. E à semelhança das edições anteriores, como ponto de partida de cada evento estará sempre algo que pertence à memória coletiva de cada aldeia, como uma personagem, uma lenda ou um conto tradicional, um acontecimento histórico ou um elemento patrimonial. Ou seja, a História, mas também as estórias e as lendas do território vão sair dos livros e do imaginário da comunidade e ganhar vida nas ruas de cada aldeia.

Uma iniciativa, que tendo em conta a conjuntura, também constitui uma excelente oportunidade para ajudar à recuperação e dinamização económica do território, uma vez que será realizada com “portas” abertas ao público, se as regras de desconfinamento assim o permitirem, mas nunca descurando a segurança sanitária e a aplicação das medidas que, na altura, estiverem em vigor. Nesse sentido, recorde-se que, em 2020, as Aldeias Históricas de Portugal foram o primeiro – e único! – destino em rede do país a implementar um rigoroso plano operacional de combate à Covid-19, com o objetivo de reforçar as 12 aldeias da rede como destino seguro e sustentável.

No entanto, independentemente da abertura do Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” ao público presencial, os eventos voltarão a beneficiar de cobertura “live streaming”. Uma aposta de enorme sucesso em 2020, como confirmam os números: quase meio milhão de pessoas alcançadas em 14 países e quase 82.000 minutos de visualizações. Ou seja, um tempo total que corresponde a cerca de 55 dias de visualizações!

Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” começa em Trancoso, no dia 5 de junho, seguindo-se Castelo Novo (19 de junho), Castelo Mendo (26 de junho), Sortelha (3 de julho), Belmonte (10 de julho), Almeida (17 de julho), Linhares da Beira (31 de julho), Castelo Rodrigo (28 de agosto), Marialva (18 de setembro), Piódão (25 de setembro), Idanha-a-Velha (30 de outubro) e Monsanto (6 de novembro).

Por último, sublinhe-se que, por ser organizado de acordo com os requisitos internacionais de sustentabilidade, o Ciclo “12 em Rede – Aldeias em Festa” será, pelo terceiro ano consecutivo, o único ciclo de eventos em rede, a nível mundial, com certificação BIOSPHERE© Events.

Início oficial das obras de conservação do Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão

Teve lugar a realizou-se no Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, em Mangualde, a cerimónia que assinalou o início oficial das obras de conservação da 1ªfase.

Foi presidida pela Diretora Regional de Cultura do Centro, Suzana Menezes, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Elísio Oliveira, e da Presidente da Junta de Fornos de Maceira Dão, Lisete Rodrigues. O evento respeitou todas as regras indicadas pela Direção- Geral da Saúde (DGS).

O projeto de recuperação do Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, classificado como Monumento Nacional desde 2002, foi alvo de candidatura ao Programa Operacional Regional do Centro, aviso CENTRO-14-2016-01 – Investimento no património cultural. O concurso público para a empreitada de obras públicas foi lançado a 12 de maio de 2020, com um preço base de 447.292,45 euros. A empreitada foi adjudicada à empresa Construções Augusto Amado por 400.608,37 euros. O contrato foi assinado e inicia-se agora a construção. A Direção Regional de Cultura do Centro, entidade com responsabilidade de criar condições de acesso aos bens culturais e acompanhar ações relativas à salvaguarda, valorização e divulgação do património cultural assume o papel de dono de obra, tendo a sua equipa técnica sido responsável pela elaboração do projeto e seguindo-se agora o acompanhamento e fiscalização da intervenção.

                                    Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão

O Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão, erigido naquele local em 1173, por D. Soeiro Teodoniz, privilegiado do rei D. Afonso Henriques, pertenceu inicialmente à ordem beneditina para ingressar na de Cister. A sua localização, meticulosamente escolhida, em planície fértil e junto a um rio, permitia o sustento dos monges, a meditação e o culto religioso, numa paz edilicamente bucólica. Arquitetonicamente são visíveis as várias fases de construção do imóvel: a torre, do século XII; do século XVII é o edifício monacal e os claustros e, do século XVIII, a igreja elíptica. Inserido em área agrícola, e de microclima peculiar, o Real Mosteiro de Santa Maria de Maceira Dão está classificado como Monumento Nacional, desde 2002.

 

Monumentos e bens do património cultural bem sinalizados no concelho de Mangualde

Ficou concluída a colocação de sinalética de trânsito indicativa e de direcção de vários monumentos e bens do património cultural do concelho de Mangualde. Na cidade de Mangualde, o foco foi essencialmente a indicação das Ruínas Romanas da Quinta da Raposeira que, restauradas e conservadas, se tornam, agora, mais facilmente acessíveis aos turistas e população local em geral.

Pelo resto do território, a sinalização indica a direcção de vários monumentos, como o Dólmen de Cunha Baixa, a Orca dos Padrões, a Torre Medieval de Gandufe, entre outros.

A iniciativa, idealizada através do Gabinete de Arqueologia e Gestão do Património Cultural da Câmara Municipal de Mangualde, permite dar visibilidade e facilitar a visita ao rico património do concelho, fomentando a permanência de turistas que, deslocando-se pelo território, estimulam a economia local, promovendo desenvolvimento.

Livro “Mangualde desde o pós-Segunda Guerra Mundial (1953-2015). Estado Novo, Democracia e Integração Europeia”,apresentado

Foi lançado neste sábado, dia 3 de fevereiro, o livro “Mangualde desde o pós-Segunda Guerra Mundial (1953-2015). Estado Novo, Democracia e Integração Europeia”, uma obra de João Paulo Avelãs Nunes e Marcos Branco com coordenação de António Tavares. A sessão decorreu a meio da manhã, no Salão Nobre da Câmara Municipal de Mangualde, e contou com a presença do Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, dos autores João Paulo Avelãs Nunes e Marcos Branco e do coordenador António Tavares.

 A obra é uma monografia historiográfica que pretende contribuir para um melhor conhecimento e para uma compreensão acrescida da evolução de Mangualde – localidade, concelho e região – nas últimas décadas do século XX até aos nossos dias. Trata-se de uma proposta que visa reconstituir e interpretar a história recente de Mangualde que interesse a diversos públicos, mas sem ignorar as exigências da historiografia que predomina na atualidade nos países com regimes democráticos ou demoliberais abertos.

A obra é, por isso, um ensaio historiográfico acerca do tempo presente e é, também, uma forma de comemorar e celebrar Mangualde. É editada pela Câmara Municipal de Mangualde e pela ArqueoHoje.

Por:MM

Casa do Bandarra inaugurada em Trancoso

A “Casa do Bandarra” foi inaugurada neste domingo ,12 de março.
Trancoso tem agora, um espaço dedicado ao sapateiro, poeta e profeta Gonçalo Anes Bandarra.
O programa oficial teve início no sábado (11 de março) com uma visita guiada ao Património Judaico e Cristão Novo no Centro Histórico em Trancoso.
À tarde o Jornalista Carlos Andrade encetou a Conferência “Bandarra XXI”, contando com a presença da Prof. Maria Antonieta Garcia, do Jornalista e Escritor António Carlos Carvalho, do escritor Fernando Santos Costa e do Dr. José Valle Figueiredo, seguida da apresentação dos livros: “Os Sonhos Proféticos de Bandarra” e “Palavras Eternas” do escritor António Carlos Carvalho, bem como, a apresentação do Jogo “Os Escritos do Bandarra” de Hugo Morango com ilustrações de Filipa Santos.
O Sr. João Duarte Fonseca inaugurou, no papel de comissário, a exposição “Bandarra – Memórias e Realizações 20 anos depois” no Centro Cultural de Trancoso.
Já durante a noite a comunidade de Moreira de Rei teve a oportunidade de visualizar em jeito de antestreia, a curta-metragem “ Sonho Primeiro”, trabalho de Hugo Morango dedicado à comunidade pelos préstimos e total empenho aquando das filmagens.
Às 9h30 de domingo, o grupo de BTT “Os Bandarras” juntamente com alguns amigos pedalaram “Por Trilhos de Bandarra” troço esse designado pelos vestígios/ passagem do poeta por tais paragens.
Pelas 14h45 homenageou-se o profeta Bandarra com a declamação de algumas trovas junto do seu túmulo na Igreja de São Pedro, momento ao qual nem o próprio poeta faltou, interpretado/encenado pelo ator João Janela, protagonista do filme “Sonho Primeiro”.
Bandarra não foi o único personagem a ressuscitar, também Mofina Mendes teve a sua aparição numa fábula interpretada por Graciosa e Paulo Inácio.
O Grupo de Teatro Mandrágora através dos seus atores e marionetas deram uma breve lição sobre a “Breve História de Portugal” a todos aqueles que no Largo Luís Afonso de Albuquerque se encontraram.
Após o término da peça teatral o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Trancoso e a Srª Conselheira da Embaixada da Noruega, Drª Gunvor Alida Endreson descerraram a placa inaugural do Centro Interpretativo “Casa do Bandarra” contando também com a presença do Sr. Presidente da Assembleia Municipal, Dr. Amaral Veiga, da Sr.ª Diretora Regional da Cultura do Centro, Dr.ª Celeste Amaro e do Sr. Eng. Marco Batista representando a Rede de Judiarias de Portugal.
A Casa do Bandarra está integrada no projeto Rotas de Sefarad – Valorização da Identidade Judaica Portuguesa no Diálogo Interculturas, resultando de uma candidatura ao Programa EEA Grants 2009-2014, da Associação Rede de Judiarias de Portugal, da qual Trancoso foi cofundador a 17 de março de 2011.
Há mais de 20 anos (setembro de 1996), no âmbito das Comemorações dos 500 anos do nascimento de Bandarra, profetizou-se a fundação de um núcleo museológico, hoje tornado realidade, enquanto se lembrava e honrava aquele “… cujo coração foi não Português, mas Portugal” (Fernando Pessoa).

Por:Mun.Trancoso17264473_696605570519722_5148422834762114613_n tran

Turistas israelitas visitaram a cidade de Pinhel

15109597_1579348775425235_7641021978545285199_nO Município de Pinhel recebeu na manhã desta quarta-feira, a visita de um grupo de turistas provenientes de Israel.
Depois de terem sido recebidos nos Paços do Concelho, seguiu-se uma visita guiada ao centro histórico, dando particular atenção aos testemunhos da presença judaica, como por exemplo cruzes de diferentes tipologias que é possível observar nas ombreiras das portas das casas que outrora albergaram famílias judaicas.
A visita terminou junto ao edifício em que foi instituída uma Sinagoga, no início da década 30, através da obra do resgate de Barros Bastos.

Por:MP

Vestígios Romanos na história de Penaverde

  AdeIMG_7104são massiva viu Edícula Romana

  Na tarde do passado domingo, na localidade de Penaverde, concelho de Aguiar da Beira, houve conversas com história sobre os vestígios romanos.

  Desta forma, após as boas vindas pelo Presidente do Município, Prof. Joaquim Bonifácio, o Presidente da freguesia, Armindo Florêncio e Ricardo Guerra, sócio fundador da Aquilaris (Associação de Defesa do Património), seguiu-se a preleção do Dr. Pedro C. Carvalho, da Área de História, Arqueologia e ArIMG_7100tes da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, que foi dando a conhecer um pouco da história Penaverdense.

 Segundo o preletor, Penaverde situa-se numa localização importante a nível da região, dado que, na época dos romanos, era um local de grandes cruzamentos dos povos para outras localidades, inclusive para terras espanholas.

 Também nesta época, apareceram elementos importantes para sinalizar os povos, caso dos Marcos Milenares, um símbolo importante descoberto nesta localidade foi uma edícula romana, que muitos ouviam falar dela mas poucos a tinham vIMG_7087isto ao vivo.

  Deste modo, nesta tarde, a Edícula Romana esteve presente na freguesia, esta peça é única e face a isso foi doada para um museu em Viseu, segundo o preletor, salientou que esta peça tem gravado o nome de Cornélio, leva a deduzir que estivesse na parede de uma casa particular.

  Esta peça foi encontrada a 2 de maio de 1932, no Soutinho, aquando a remodelação daquele local, esta peça depois de limpa e analisada poderá ter cerca de 2000 anos, segundo o caderno de apontamentos do Padre José Coelho.

  Esta peça representa muito valor, sendo um de muitos vestígios romanos na freguesia.

  Para completar a preleção, teve lugar, uma pequena caminhada no intuito de observar outros traços e vestígios existentes da passagem dos romanos por esta localidade, existentes nas diversas ruas.

  Para finalizar a tarde, um magusto na Casa do Povo local, com a música do Grupo de concertinas Clave de Sol.

  De salientar a grande adesão por parte da população quer IMG_7183da freguesia de Penaverde, assim como do restante concelho de Aguiar da Beira.

  Esta ação teve como entidade organizadora, a Aquilaris, com o apoio da Junta de Freguesia local e o Município de Aguiar da Beira.

  Fomos conversar com um dos elementos da Aquilaris, Ricardo que nos referiu que foi importante, sendo a presença da edícula romana a razão talvez de tão grande adesão.

  Foi encontrada em 1932, e nesta ação a preleção do Dr. Pedro Carvalho, foi importante no sentido de que agora todos ficaram com mais conhecimento e vai ser mais fácil as pessoas identificarem que nas suas casas podem existir pedras com história.

  Foi um despertar para todos poderem preservar todo este património, com grandes vestígios romanos e daqui a uns tempos se poder contar melhor esta história.

  No futuro, poderá vir a surgir uma réplica desta edícula e ser colocada num local específico, ou seja, um “museu”, onde toda a gente possa ver.

  Esta é a terceira ação, uma foi  em Carapito, com o tema “os dolmens”, na segunda ação, em Dornelas, a visita pelos fontanários, ambas também com grande adesão.

  A missão é alertar os mais jovens e as populações para as maravilhas que existem nestas localidades e no futuro podem vir a ser importantes a nível do turismo.

Por:António Pacheco

Paredes que falam da História… de Mangualde

2ag 16Paredes que falam da História… é o tema em destaque na campanha «Mangualde, o nosso património!» do mês de agosto. A iniciativa da Câmara Municipal de Mangualde tem como objetivo continuar a aproximar a população do património mangualdense, dando a conhecer o vasto património do concelho.

Paredes que falam da História…

A mensagem da fotografia ilustra bem o período do “Verão Quente” de 1975. Por todo o país a propaganda no contexto da Revolução do 25 de Abril do ano anterior assumia várias posições ideológicas e era perpetrada de diversas maneiras. A escrita nas paredes, a colagem de cartazes eram algumas dessas formas e muito frequentes, invadindo as cidades e as aldeias, mesmo as mais recônditas.

Paredes pintadas com vozes de ordem e outros dizeres são, hoje, verdadeiros documentos históricos. Testemunham uma vivência histórica já passada. A singularidade, alguma raridade e o tempo conferem-lhes a categoria de bens do património cultural. A sua preservação (manutenção) ou o seu desaparecimento (com pintura nova a cobri-las) é da responsabilidade e da vontade dos proprietários dos imóveis, naturalmente!

A parede que mostramos foi pintada em duas noites distintas e retrata dois posicionamentos também divergentes: existia a inscrição da sigla do PCP, feita por um determinado grupo e, em reação, surge a frase que se lê, aproveitando inclusivamente aquela sigla para escrever a palavra porcos. CUN é o que restou de CUNHAL, devido à intervenção de reconstrução do edifício contíguo.

Um testemunho cultural numa parede de Abrunhosa do Mato, no concelho de Mangualde.

 

António Tavares

Gestão e Programação do Património Cultural

 

Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, em vários pontos de encontro do concelho, informação sobre o monumento/património apresentado. O património material e imaterial vai sendo apresentado consoante a categoria com a qual foi classificado: arqueologia, pelourinhos, fontes, palacetes e religiosos, bem como outros bens patrimoniais. Cada categoria será representada por uma cor que a distingue das restantes.

 

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos dois anos. Em 2015, a comunidade teve oportunidade de conhecer melhor alguns pedaços de património que fazem história no nosso concelho: Igreja de São Tomé de Cunha Baixa, o Fontenário dos Seabra Beltrões, em Cassurrães, o Penedo da Cruz, em Póvoa de Cervães, Vila Cova de Tavares…1663, a Capela dos Cabral Pinto – Cassurrães, a Ponta da Barca, a Igreja de Santiago de Cassurrães, as Sepulturas medievais de Maceira Dão e a «Nossa Senhora do Monte, ou da Cabeça – Sítio primitivo do Mosteiro de Maceira Dão?», as Casas de Lobelhe, a Casa da Quinta de Santo António – Fornos de Maceira Dão e a Igreja de São João da Fresta. No mês de maio destacamos a Igreja de São Silvestre de Pinheiro de Baixo e de Cima e Picota: tecnologia antiga e no mês de junho, os Vestígios de Outrora: Vila Nova de Espinho.

Por:Mun.Mangualde