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Tag Archives: “Património de Mangualde”

Encontro Gastronómico Amador de Abrunhosa-a-Velha no início de agosto

Vai ter lugar no próximo dia 6 de agosto (sábado), pelas 17 horas, a sétima edição do Encontro Gastronómico Amador de Abrunhosa-a-Velha, no centro da aldeia. O evento contará com a participação de cozinheiros amadores que darão destaque à gastronomia tradicional do concelho de Mangualde, desde a Sopa de Barbo da “Cozinha das Marchas Populares de Abrunhosa-a-Velha”, a Feijoada à Abrunhosense da “Cozinha do Estrela Mondego Futebol Clube”, o Rancho à Moda de Abrunhosa da “Cozinha da Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha”, os Rojões à Vila Mendo da “Cozinha do Centro Desportivo e Recreativo de Vila Mendo de Tavares” e as Pataniscas com Arroz de Tomate da “Cozinha do Centro Social e Paroquial de Abrunhosa-a-Velha”.

Os visitantes poderão comprar o kit no local e assim provar os pratos que, certamente, farão as delícias de todos, bem como, desfrutar de muita animação.

O Encontro é da organização da Junta de Freguesia de Abrunhosa-a-Velha e da Câmara Municipal de Mangualde e conta com o apoio das Marchas Populares de Abrunhosa-a-Velha, da Associação Humanitária e Cultural de Abrunhosa-a-Velha, do Centro Desportivo e Recreativo de Vila Mendo de Tavares, do Centro Social e Paroquial de Abrunhosa-a-Velha e do Estrela do Mondego Futebol Clube.

Município de Mangualde adquiriu grande parte da Quinta D. Leonor

A Quinta D. Leonor  situada no centro de Mangualde, foi adquirida grande parte pela Câmara Municipal de Mangualde , neste caso , falamos de 7.100 m2 dos 8.100m2 da totalidade da quinta.
Dotada de árvores valiosas e centenárias, de fonte de água potável, a correr por gravidade o ano inteiro, entre outras pequenas construções de granito. Um valor incomensurável e um tesouro urbano qualificante da cidade, do lazer e da qualidade de vida das pessoas.
A aquisição foi feita por 80.000 euros, um valor muito abaixo do seu valor real. Esta compra foi feita a pensar no futuro. Poderá não ficar de imediato disponível ao público, porquanto o direito de usufruto pertence à antiga proprietária, D. Alexandra com 95 anos de idade, que fez doação da quinta à Madalena Castelo Branco, e que por enquanto, quer preservar esse direito, podendo, eventualmente, abdicar dele a favor da câmara a todo o momento.
A proprietária, Madalena, reservou para si 1000 m2, onde poderá construir, unicamente, por acordo prévio e por imposição do PDM, serviços de café /restaurante, o que será uma segunda vantagem para valorizar este espaço ao serviço dos munícipes e do turismo.
Sobre esta operação o Presidente da Câmara, Elísio Oliveira, fez as seguintes declarações:
Fizemos história ao adquirir este jardim, esta jóia natural no centro da cidade. Mangualde é deficitário em espaços ajardinados e com esta aquisição responde a essa falha. É um alto desígnio e um privilégio proporcionarmos aos mangualdenses esta apropriação.
Este resultado foi possível graça, por um lado, à inteligência negocial e à persistência da Câmara e por outro lado ao espírito de diálogo e cooperação dos proprietários.
Quero deixar uma palavra de profundo reconhecimento e gratidão pessoal e institucional á proprietária D. Madalena Castelo Branco e ao seu pai Sr. José Pedro Castelo Branco, pela forma como foi possível, durante muitos meses, tratar este tema e como foram sensíveis aos apelos do sentido público e do espírito de cooperação com o progresso da nossa cidade. É um facto marcante e inesquecível, que não podemos deixar de realçar e enaltecer.
Ter bons jardins, parques urbanos, boas escolas, cultura e emprego são fundamentais, entre outras valências, para valorizar a construção da habitação e para fixar e atrair pessoas e alavancar o pleno desenvolvimento do nosso concelho. “

Portal Quinhentista de Pinheiro de Tavares em destaque

A campanha «Mangualde, o nosso património!», que voltou a ser quinzenal, destaca nesta segunda quinzena de abril o Portal Quinhentista de Pinheiro de Tavares. Promovida pela autarquia, esta campanha tem como objetivo aproximar a população do património mangualdense do mais belo que existe no concelho.

 A aldeia de Pinheiro de Tavares, da freguesia de São João da Fresta, é rica em vestígios arqueológicos que são a evidência científica que aquele lugar foi, desde muito cedo, escolhido pelo homem para aí assentar modos e formas de vida. São inúmeras as pegadas da ocupação romana – várias lápides ainda ali existentes, reaproveitadas na construção das casas -, cerâmicas de origem romana, elementos arquitectónicos, mas, também, no aglomerado da localidade, podemos ver um vão de porta quinhentista, ou seja, do século XVI. De arestas chanfradas, quer nos umbrais quer na torça, a dimensão do portal é pequena. Não percebemos se a casa que hoje compreende o portal é a original – com as naturais e necessárias alterações e adaptações -, ou se o portal foi para ali, algures no tempo, transladado, vindo de outra casa vizinha, ou apenas destacado nalgum momento de remodelação da casa. Atesta, de qualquer das formas, uma permanência humana nestas paragens, ao longo do século XVI.

A ilação histórica mais interessante deste dado da arqueologia da arquitectura não é tanto dar solução à questão levantada, mas fundamentalmente concluir da continuidade de povoamento da localidade. Isto é, os vestígios romanos e o portal quinhentista deixam, de alguma forma, perceber a continuidade de povoamento naquelas paragens, com seguimento até aos dias de hoje, apesar do hiato de vestígios entre os dois períodos históricos (não por que não existam, mas tão só porque não os distinguimos ou não nos temos interessado por eles e, por isso, entram na categoria de “invisíveis”).

Terão sido a pastorícia de gado ovino e caprino e o fabrico secularmente artesanal de queijo as bases da economia, suficientemente fortes para ali fixarem pessoas ao longo da História. Ainda hoje, essas actividades são ali as mais evidentes.

Admitindo, então, em Pinheiro, um processo histórico de continuidade de povoamento, a realidade dos dias de hoje é a inevitável disrupção desse processo, bem como noutras vizinhas localidades das antigas Terras de Tavares. Dramática e irremediavelmente.

Coordenadas geográficas: 40º 37.947’N; 7º 34.043’O

António Tavares, Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural da CMM

 Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, nos meios digitais do município, a informação sobre o monumento/património apresentado.

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos anos. A título de exemplo, Já foram destacados os Refrigerantes Condestável de Abrunhosa do Mato, os Bordados de Tibaldinho, a Casa dos Condes de Mangualde, a Fonte de Ricardina, vestígios arqueológicos ao tempo do Império Romano em Pinheiro de Tavares, a Capela de São Domingos de Ançada, a Carvalha, a Capela de Santo António em Mesquitela, a Fundação de Nossa Senhora da Saúde de Cunha Alta, os símbolos maçónicos e o Solar de Santa Eufémia. Mais recentemente, estiveram em destaque o Santuário de Santa Luzia, em Freixiosa; a Casa de Darei, na aldeia de Darei, freguesia de Mangualde, a Igreja Matriz de Várzea de Tavares, a Calçada Romana de Mourilhe; a Igreja de São Pedro de Cunha Alta; e a Capela de São Sebastião, em Santiago de Cassurrães, a Alminha de Tabosa, a Capela de São Domingos de Vila Mendo, o Pontão da Amieira, em Quintela de Azurara, o Depósito da Cruz da Mata e a “Senhora da Graça, ou do Alqueve – Fortaleza de Deus?”.

 

Símbolos Maçónicos em Mangualde

A campanha «Mangualde, o nosso património!» apresenta, mês de outubro, os Símbolos Maçónicos. Promovida mensalmente pela autarquia, esta campanha tem como objetivo aproximar a população do património mangualdense do mais que belo existe no concelho.

 SÍMBOLOS MAÇÓNICOS

Não são abundantes os símbolos maçónicos no território de Mangualde. Aqui e ali, numa exposição discreta, mas visível, vão surgindo alguns símbolos icónicos da maçonaria.

Estes símbolos podem ser observados em lugares variados, como torças de portas de entrada de residências, ou na última morada dos maçons, nos jazigos dos cemitérios. Surgem esculpidos, em alto ou em baixo relevo, no granito e noutros materiais duráveis. Tais símbolos têm carácter identitário, quer do maçon quer dos valores preconizados por aquela ordem na construção de um homem novo e de uma sociedade nova, último e crucial objetivo da maçonaria. Aquela ordem iniciática e ritualista, universal e fraterna, tem pendor filosófico e progressista e assenta no livre pensamento e na tolerância, visando o desenvolvimento espiritual do Homem.

Os símbolos que hoje aqui apresentamos, o compasso e o esquadro, expressam dois grandes valores da maçonaria: o compasso é o instrumento utilizado por Deus para desenhar os seus planos. O esquadro representa o percurso correto que os membros da corporação devem seguir na busca da moralidade e do civismo.

O compasso e o esquadro, ladeando uma moldura com as iniciais do dono da casa e a data de construção da mesma, podem ser observados na localidade de Cunha Baixa.

 

Coordenadas geográficas 40º 34. 178’N

                                                  7º 45. 396’O

 António Tavares

Gabinete de Gestão e Programação do Património Cultural

Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, em vários pontos de encontro do concelho, informação sobre o monumento/património apresentado. O património material e imaterial vai sendo apresentado consoante a categoria com a qual foi classificado: arqueologia, pelourinhos, fontes, palacetes e religiosos, bem como outros bens patrimoniais. Cada categoria será representada por uma cor que a distingue das restantes.

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos três anos. Deixamos de seguida apenas alguns exemplos. Em maio último destacamos a Igreja de São Silvestre de Pinheiro de Baixo e de Cima e Picota: tecnologia antiga, no mês de junho, os Vestígios de Outrora: Vila Nova de Espinho, em agosto Paredes que falam da História, em setembro o Santo António dos Cabaços. As últimas campanhas contemplaram a Arquitetura modernista em Mangualde, Tribunal de Mangualde e Português Suave. Ao arrancar 2017 o destaque foi para os Refrigerantes Condestável… de Abrunhosa do Mato no mês de janeiro e para os Bordados de Tibaldinho… património das culturas populares, no mês de fevereiro. No mês de março o destaque foi para a Casa dos Condes de Mangualde, no mês de abril foi para a Fonte de Ricardina, em maio para Pinheiro de Tavares ao tempo do Império Romano, em junho para a capela de São Domingos de Ançada, em julho, a Carvalha…a nostálgica lembrança de um património e em agosto, a Capela de Santo António, em Mesquitela. Em setembro apresentou-se a Fundação de Nossa Senhora da Saúde de Cunha Alta.

Por:MM

 

Balanço positivo na Formação de Bordados de Tibaldinho

bord Terminou, no passado dia 30 de junho, mais uma formação de «Pontos Bordados / Bordados de Tibaldinho», organizada pela Câmara Municipal de Mangualde, em parceria com o CEARTE – Centro de Formação Profissional de Artesanato e com a Junta de Freguesia de Alcafache. A Vereadora da Ação Social da autarquia, Maria José bordaCoelho, esteve presente no encerramento da ação e parabenizou todos os envolvidos pelo sucesso da mesma.

“O empenho, a dedicação, o entusiasmo e a boa disposição”, evidenciados pela formadora Cidália Rodrigues e pelas formandas ao longo das sessões de formação, foram enaltecidos pela Vereadora Maria José Coelho, que valorizou os trabalhos apresentados e salientou a importância de manter viva esta arte como fator de identidade local. Agradeceu, ainda, a colaboração da Junta de Freguesia de Alcafache e da Sociedade Filarmónica.

O curso, que decorreu na sede da Sociedade da Banda Filarmónica de Tibaldinho, funcionou em horário pós-laboral e destinava-se a desempregados e a empregados com interesse nesta tradição. Tinha como principal objetivo manter viva a arte de confecionar bordados de Tibaldinho e preservar, promover e valorizar este património cultural que faz parte da identidade mangualdense.

Por:Mun.Mangualde

 

Exposição do atelier ‘Pontos e Encontros’ em Mangualde

0.3Até dia 2 de dezembro, a Biblioteca Municipal Dr. Alexandre Alves, em Mangualde, acolhe mais uma exposição do atelier ‘Pontos e Encontros’. A iniciativa é promovida pela autarquia mangualdense através da Rede Social de Mangualde e do Banco Local de Voluntariado de Mangualde. A exposição, de entrada livre, pode ser visitada no horário de funcionamento da Biblioteca Municipal.

 Esta mostra revela os trabalhos elaborados pelos munícipes com 65 anos ou mais, no âmbito do atelier de trabalhos manuais dinamizado por uma voluntária do Banco Local de Voluntariado de Mangualde. Já o atelier que lhe deu origem funciona semanalmente na Biblioteca Municipal e tem como objetivo ocupar os tempos livres de seniores com 65 ou mais anos, promovendo a vitalidade e o potencial de cada um, contribuindo para um envelhecimento ativo. Todas os interessados em participar neste atelier podem inscrever-se no Gabinete de Ação Social da autarquia, pelo telf. 232 619 880 ou pelo e-mail margarida.chaves@cmmangualde.pt.

Por:Mun.Mangualde

Igreja de São Silvestre de Pinheiro de Baixo e de Cima em destaque

igrA Igreja de São Silvestre de Pinheiro de Baixo e de Cima é o património em destaque este mês de maio. Mangualde continua assim a dar a conhecer o vasto património do concelho através da campanha da autarquia mangualdense, «Mangualde, o nosso património!». A iniciativa tem como principal objetivo aproximar a população do património mangualdense.

Igreja de São Silvestre de Pinheiro de Baixo e de Cima

Situada no princípio da localidade de Pinheiro de Baixo, servindo as duas localidades, junto à actual estrada nacional 234, ergue-se a elegante Igreja de São Silvestre. Dada como existente já no ano de 1758, em resposta ao Inquérito Paroquial daquele ano, pelo vigário José Rebello de Mesquita, integrava a Freguezia de Sam Juliam de Mangoalde de Azurara da Beira.

A par de várias outras ermidas da mesma freguesia, que aquele pároco cifra em 21, exceptuando a Senhora do Castelo, também esta de São Silvestre de Pinheiro não tinha romagem.

A sua arquitectura, típica do estilo barroco, apresenta algumas notas de elevado requinte decorativo, fazendo incidir o maior esforço na ornamentação das portas e janelas, com destaque, natural, para o portal e janelas da fachada principal, que mostram requintados aventais.

O pequeno sino enquadra-se no topo de uma ventana que, em arco de volta perfeita, e concluindo a torre sineira de acesso directo por escadaria, não ultrapassa a cércea do templo. A planta, tendencialmente rectangular, abre lateralmente para dar corpo à sacristia.

Coordenadas geográficas  40º 35.372’ / 7º 47.972’

António Tavares

Gestão e Programação do Património e Cultura

Com esta campanha todos ficam mais próximos do vasto esplendor patrimonial do nosso concelho. Nesse sentido, continua a ser colocada, em vários pontos de encontro do concelho, informação sobre o monumento/património apresentado. O património material e imaterial vai sendo apresentado consoante a categoria com a qual foi classificado: arqueologia, pelourinhos, fontes, palacetes e religiosos, bem como outros bens patrimoniais. Cada categoria será representada por uma cor que a distingue das restantes.

Foram já vários os bens patrimoniais destacados por esta campanha nos últimos dois anos. Em 2015, a comunidade teve oportunidade de conhecer melhor alguns pedaços de património que fazem história no nosso concelho: Igreja de São Tomé de Cunha Baixa, o Fontenário dos Seabra Beltrões, em Cassurrães, o Penedo da Cruz, em Póvoa de Cervães, Vila Cova de Tavares…1663, a Capela dos Cabral Pinto – Cassurrães, a Ponta da Barca, a Igreja de Santiago de Cassurrães, as Sepulturas medievais de Maceira Dão e a «Nossa Senhora do Monte, ou da Cabeça – Sítio primitivo do Mosteiro de Maceira Dão?», as Casas de Lobelhe, a Casa da Quinta de Santo António – Fornos de Maceira Dão e a Igreja de São João da Fresta.

Por:Mun.Mangualde

 

 

 

Concerto de Páscoa em Mangualde

O Concerto de Páscoa e1concm Mangualde é uma estreia ibérica. «A PAIXÃO DE CRISTO» de Józef Elsner terá lugar, este sábado, 19 de março, pelas 21h15, na Igreja do Complexo Paroquial de Mangualde, e conta com as participações da Orquestra Filarmonia das Beiras e do Coro da Sé Catedral do Porto.

A entrada é livre e insere-se na programação «Páscoa em Mangualde 2016», uma organização conjunta da Câmara Municipal de Mangualde e da Paróquia de Mangualde.

Por:Mun.Mangualde

Palestra sobre “Um olhar sobre a Casa Nobre em Terras de Azurara e de Tavares”

Palestra em Mangualde sobre Património Culturalconde

A Câmara Municipal realiza mais uma palestra sobre Património Cultural, desta feita sobre o tema “Um olhar sobre a Casa Nobre em Terras de Azurara e de Tavares”, com a palestrante Mestre Anabela Ramos. O encontro, de entrada livre, acontece no dia 1 de abril, no Auditório da Câmara Municipal de Mangualde, pelas 21h00.

Anabela Ramos, natural de Mangualde, é licenciada em História (U. Coimbra), Mestre em História Moderna (U. Coimbra), Pós-graduada em Assuntos Culturais no âmbito das Autarquias (U. Coimbra) e em Ciências Documentais, área de Arquivo (Universidade do Porto). Atualmente coordena um estudo sobre a alimentação monástica nos séculos XVII e XVIII, de que se destacam: Alimentar o corpo e saciar a alma: ritmos alimentares dos monges de Tibães, séc. XVII. Porto: Afrontamento, DRCN, 2013; O Cidrão: na história, no campo e na mesa. Braga: ATAHCA, 2014. Em colaboração com Augusto Assunção; e Mosteiro de Tibães: Alimentos medicinais à mesa monástica. Braga: Universidade do Minho, 2015.

Foi Técnica superior no Arquivo Distrital de Viseu entre 1994 e 1999 e é Técnica Superior no Mosteiro de São Martinho de Tibães, Braga, desde 1999. Tem desenvolvido vários trabalhos de investigação na área da história social da época moderna.

Para mais informações, os interessados poderão contactar a Câmara Municipal de Mangualde, através do Gabinete de Gestão e Programação do Património e Cultura (T. +351 232 619 880; E. antonio.tavares@cmmangualde.pt).

Por:Mun.Mangualde

Patrimonio e identidades em destaque em Mangualde

A Câmara Municipal de Mangualde vai falar de Património Cultural. A Palestra “Eu, tu, nós e a Salvaguarda do património Cultural” será abordada por Gertrudes Branco, Arqueóloga da DRCC, no Auditório da Câmara Municipal de Mangualde, no dia 19 de fevereiro, pelas 21h00. A entrada é livre. O objetivo é abordar a importância da salvaguarda do património cultural e, em particular, destacar o papel da arqueologia de acompanhamento e de prevenção no contexto das obras públicas e privadas. Desmistificar o papel do arqueólogo nesta função e dar relevo ao seu papel na salvaguarda de um património que é de todos nós, uma herança conjunta.

 Gertrudes Branco é investigadora do Centro de História da Arte e Investigação Artística, da Universidade de Évora, licenciada em História Arqueologia, pela Universidade de Lisboa, mestre em Pré-História e Arqueologia, doutora em Arqueologia, pela Universidade de Évora. É técnico superior da Direção Regional de Cultura do Centro e já foi técnico superior do IGESPAR e técnico superior no Instituto Português de Arqueologia.

 “PATRIMÓNIO(S) E IDENTIDADE(S)”:

FALAR DE PATRIMÓNIO, HISTÓRIA E CULTURA

A palestra insere-se no programa “Património(s) e Identidade(s)” que faz parte da programação para a celebração dos 30 anos de elevação de Mangualde à categoria de Cidade. “Património(s) e Identidade(s)” consiste na realização mensal de uma palestra sobre temas de património, história e cultura, relacionados com Mangualde e as suas gentes, numa lógica monográfica, ou sobre assuntos que, de universais, possam implicar este território.

O objetivo é permitir o acesso à cultura e à reflexões destas questões a qualquer pessoa da comunidade mangualdense, e integrá-la de forma ativa na preservação do seu património e dar-lhe a conhecer – ou a relembrar – a sua história local, as suas memórias e a fazer-lhe sentir a sua identidade, a sua singularidade, ou seja democratizar a cultura.

Por:Mun.Mangualde