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Gasolina regista maior descida de sempre na próxima semana

Gasolina regista maior descida de sempre na próxima semana

gasolina Gasolina regista maior descida de sempre na próxima semana

 

Mais de cinco cêntimos por litro é o valor da redução do preço da gasolina nos postos nacionais a partir de segunda-feira.
Os
preços dos combustíveis interrompem esta segunda-feira um ciclo de mais
de quatro semanas consecutivas sem qualquer descida, segundo dados da
Direção Geral de Energia e Geologia (DGEG). Isto porque as cotações da
gasolina e do gasóleo nos mercados internacionais deram tréguas na
semana passada e fecharam com uma forte desvalorização. Fontes do setor
sondadas pelo Diário Económico apontam para uma diminuição do
valor praticado para a gasolina e o gasóleo na ordem dos cinco cêntimos e
dois cêntimos por litro, respetivamente, esta semana. «Vai acompanhar a
descida das cotações nos mercados internacionais”, explicou uma fonte
que prefere não ser identificada. Nunca a gasolina desceu tanto de uma
só vez nos postos de abastecimento nacionais. Os preços dos postos junto
aos hipermercados, que ganharam muitos adeptos com a escalada dos
combustíveis, também seguem as tendências de mercado. Contactada pelo Diário Económico,
fonte dos Mosqueteiros (que controla os supermercados Ecomarché e
Intermarché) afirma que «a tendência da próxima semana será para uma
descida de preço em todos os produtos, sendo que nas gasolinas será mais
acentuada». A contribuir para a desvalorização ose preços estão vários
factores: as cotações da gasolina e do gasóleo nos mercados
internacionais desceram em força na última semana. Já o euro regista uma
perda semanal face à nota verde, o que agrava os efeitos da subida dos
preços dos combustíveis para os consumidores europeus, dado que a
matéria-prima é negociada em dólares. O preço de referência do litro de
gasolina em Portugal é atualmente de 1,729 euros, enquanto o do gasóleo
vale 1,539 euros. Em qualquer dos casos trata-se de preços de
referência, ou seja, na prática os portugueses estão a pagar valores
mais elevados para alimentar os seus automóveis.
fonte:Diário Económico