Estudo “Como comemos o que comemos”
A Fundação Francisco Manuel dos Santos publicou um estudo que analisa o consumo de refeições em Portugal no século XXI, o Estudo analisa as práticas de planeamento, aquisição, conservação, confeção, apresentação, ingestão e descarte de alimentos por parte da população portuguesa;
Investigação, que reúne dados de diversas fontes, foi coordenada por Ana Isabel Costa (CATÓLICA-LISBON School of Business & Economics);
Análise demonstra, entre outras conclusões, que o peso da confeção e do consumo alimentar não-domésticos em Portugal é elevado quando comparado com outros países – Bélgica, Espanha, Reino Unido e Estados Unidos da América – e que a tendência de consumo de refeições preparadas ou confecionadas fora de casa, prevalecente entre os jovens, é associada a um estilo de vida mais sedentário, afastando-os do referencial de alimentação saudável.
Com o objetivo de contribuir para um maior conhecimento dos hábitos alimentares dos portugueses, a Fundação Francisco Manuel dos Santos (FFMS) divulga o estudo “Como comemos o que comemos: um retrato do consumo de refeições em Portugal”. Esta investigação, estã disponibilizada , no site da FFMS[1], analisa a importância que as mais de 200 decisões que tomamos todos os dias sobre comer e beber têm para cada indivíduo e para a sociedade nas múltiplas dimensões do quotidiano, para lá do domínio estrito da função nutritiva.
Da autoria de Ana Isabel Costa (CATÓLICA-LISBON School of Business & Economics), Cláudia Simão e Ana Rita Farias (ISCTE-IUL), Mariana Rei, Sara Rodrigues, Duarte Torres e Carla Lopes (Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto – ISPUP), este estudo procura aprofundar o conhecimento sobre os hábitos de consumo de refeições dos portugueses na atualidade, tendo por base dados estatísticos já existentes e dados recolhidos pelos autores, num inquérito conduzido em 2021.





