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Artigo de Sara Morais– A Felicidade, o prazer e a Hipnose Clínica

A vida é como um bolo, poderá ser deliciosa ou, simplesmente, dura consigo, poderá exibir um aspeto divinal e ser uma verdadeira desilusão, ou poderá aparentar simplicidade, mas ser agradável ao palato. Uma coisa é certa, a felicidade e o prazer são os dois ingredientes fundamentais, diria mesmo, a Cereja no Topo do Bolo.

Mas, atenção! A felicidade e o prazer são ingredientes que não se substituem um ao outro uma vez que apresentam funções neurais distintas, embora algumas vezes o leitor as possa confundir. A felicidade é algo que requer paciência e planeamento, é duradoura, constituída por emoções positivas, sentimentos de alegria e sensações de prazer. Este ingrediente é nutrido pelo neurotransmissor serotonina que se produz quando exerce pensamentos positivos e, substancialmente, quando o seu pensamento é predominantemente mais otimista. O prazer, por outro lado, consiste numa resposta direta aos impulsos físicos e está, naturalmente, ligado ao ato de receber e é alimentado pela dopamina. Contudo, ambos os ingredientes são aditivos, por isso é que a sabedoria popular dita que o que é doce nunca amargou.

Ao saborear uma fatia de bolo o leitor vai, automaticamente, aumentar a produção de dopamina, mas cuidado com os exageros. Saiba, também, que ao fazê-lo poderá desenvolver pensamentos positivos o que vai libertar um aumento da circulação da endorfina que equilibra o sistema nervoso autónomo simpático e parassimpático concedendo-lhe a sensação de felicidade. Contudo, após a ingestão, sentir-se-á com mais vontade de comer para manter aquela sensação de prazer. Certamente, já comeu algo doce quando se sentia sem energia ou, simplesmente, triste com o intuito de sentir, novamente, aquela sensação de prazer e conforto.

Mais do que nunca, é importante desenvolver o conhecimento sobre si mesmo, sobre os seus impulsos e comportamentos que podem ou não gerar desequilíbrios emocionais e psicológicos. É nesta medida que surge a Hipnose Clínica, não só como uma ferramenta terapêutica para intervir nos desequilíbrios emocionais, mas, também, desenvolver o conhecimento e o controlo sobre a sua mente. Numa fase inicial, a Hipnose Clínica visa compreender e trabalhar as emoções negativas mal geridas. É posteriormente, desenvolvido, um novo conceito mais favorável que irá contribuir para desenvolver uma nova reprogramação mental em que o leitor tomará escolhas conscientes saboreando o bolo de forma prazerosa, ao mesmo tempo que desenvolve a sua felicidade em experienciar as pequenas e boas coisas que a vida tem para lhe oferecer. A Hipnose Clínica, permite ao leitor transformar o círculo vicioso a seu favor, num comportamento ajustado para potenciar o equilíbrio da sua saúde.

“Nada é Suficiente para quem julga o suficiente demasiadamente pouco” Epicuro

 No próximo boletim de saúde poderá analisar mais sobre Depressão e sentimento de Fatiga e de que forma a Hipnose Clínica pode ajudar.

Morais

Hipnoterapeuta

Consultas 91 63 54 106

sfilipa.morais@gmail.com

 

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