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Culinária

AHRESP informa: Outubro com quebras dramáticas de faturação

Os resultados de mais um Inquérito Mensal da AHRESP –  Associação da Hotelaria, Restauração e Similares de Portugal à atividade turística, confirmam o desespero das empresas e demonstram enormes dificuldades em conseguir manter os negócios e os postos de trabalho, caso não surjam apoios imediatos. A insolvência e os despedimentos são inevitáveis.

Na Restauração e Bebidas, 41% das empresas ponderam avançar para insolvência, dado que as receitas realizadas e previstas não permitirão suportar todos os encargos que decorrem do normal funcionamento da sua atividade.

Para as empresas inquiridas, a faturação do mês de outubro foi devastadora, com mais de 43% das empresas a registarem quebras homólogas de faturação acima dos 60%.

Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 14% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em outubro e 11% só o fez parcialmente.

Com esta realidade, 47% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 27% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e 14% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. Cerca de 23% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano.

No Alojamento Turístico, 23% das empresas não registaram qualquer ocupação no mês de outubro e 30% indicou uma ocupação máxima de 10%. Para o mês de novembro, cerca de 50% das empresas estimam uma taxa de ocupação zero, e mais de 24% das empresas perspetivam uma ocupação máxima de 10%. Para os meses de dezembro e janeiro a estimativa de ocupação zero agrava-se, sendo referida por mais de 57% das empresas.

Para as empresas inquiridas, a faturação do mês de outubro foi devastadora, com mais de 36% das empresas a registarem quebras homólogas de faturação acima dos 90%.

Com estas perdas, cerca de 19% das empresas ponderam avançar para insolvência por não conseguirem suportar todos os normais encargos da sua atividade.

Como consequência da forte redução de faturação, cerca de 21% das empresas não conseguiram efetuar o pagamento dos salários em outubro e 9% só o fez parcialmente.

Com esta realidade, 27% das empresas já efetuaram despedimentos desde o início da pandemia. Destas, 24% reduziram o quadro de pessoal entre 25% e 50%, e cerca de 30% reduziram em mais de 50% os postos de trabalho a seu cargo. Mais de 15% das empresas assumem que não vão conseguir manter todos os postos de trabalho até ao final do ano.

A AHRESP considera que, com as novas restrições em grande parte do território português, o funcionamento das atividades económicas será necessariamente agravado, sendo por isso ainda mais urgente a disponibilização de medidas para estes setores.

Exemplo desse agravamento são os dados publicados pelo INE referentes ao 3º trimestre de 2020 (período normal de maior empregabilidade), revelando que a restauração e o alojamento perderam 49.200 postos de trabalho face ao mesmo período de 2019.

As 10 medidas propostas pela AHRESP, que acolhem alguns exemplos de outros países europeus, procuram contribuir para a sobrevivência de muitas das 119 mil empresas e dos 400 mil postos de trabalho diretos.

 

“Receitas que Contam Histórias – Gastronomia e Vinhos das Aldeias Históricas de Portugal”

“Receitas que Contam Histórias – Gastronomia e Vinhos das Aldeias Históricas de Portugal” é mais um ambicioso projeto da Associação das Aldeias Históricas de Portugal. Em curso desde junho, começou com a recolha de testemunhos junto da população residente, com o objetivo de identificar as receitas que são a essência do território. Uma extraordinária inventariação de conhecimentos ancestrais, saberes tradicionais e técnicas artesanais que agora vai ser perpetuada, mas também promovida junto do sector da restauração e hotelaria local (com harmonização de vinhos da região), de modo a reforçar as Aldeias Históricas de Portugal como um destino turístico verdadeiramente singular e excecional.

As Aldeias Históricas de Portugal são muito mais do que o seu extraordinário património edificado. Um território com uma riqueza ímpar também pelos recursos naturais, pelas culturas endógenas e pelas gentes que nele habitam. Uma população enraizada de séculos de saberes tradicionais e de técnicas ancestrais, autênticos artesãos de produtos que são, também, uma parte muito significativa da História do nosso país. Um imenso legado que a Associação das Aldeias Históricas de Portugal agora eterniza com o projeto “Receitas que Contam Histórias – Gastronomia e Vinhos das Aldeias Históricas de Portugal”.

Uma intensa investigação no domínio da arqueologia alimentar que teve início em junho deste ano. Durante três meses, muitos dos residentes das 12 Aldeias Históricas (na sua maioria anciãos) foram entrevistados, com vista à recolha detalhada dos saberes, receitas, métodos de confeção, especificidades, tradições e produtos endógenos existentes ou que até se tenham “perdido” no tempo. Ou seja, a informação necessária para a inventariação do cardápio gastronómico do território, assim como dos métodos de confeção dos respetivos pratos.

Com este trabalho de investigação, as Aldeias Históricas de Portugal procuram não apenas perpetuar este extraordinário património imaterial, mas igualmente desenvolver ferramentas que permitam a apropriação desta importante cultura gastronómica por parte dos agentes económicos do setor da restauração e da hotelaria, mas também da população da região.

Um importante recurso que importa ser ainda mais valorizado. Pela importância cultural, pelo papel que pode desempenhar em potenciar e melhorar (ainda mais) a oferta turística das Aldeias Históricas de Portugal, pela capacidade de criação de valor e de emprego, bem como a preservação ou até mesmo a recuperação das culturas e produtos endógenos. Uma aposta que até vai ao encontro da “Estratégia Farm to Fork”, que está no cerne do Pacto Ecológico Europeu, e que tem como objetivo tornar os sistemas alimentares justos, saudáveis e ecológicos

Identificadas as receitas na sequência das entrevistas realizadas à população das 12 Aldeias Históricas de Portugal (Almeida, Belmonte, Castelo Mendo, Castelo Novo, Castelo Rodrigo, Idanha-a-Velha, Linhares da Beira, Marialva, Monsanto, Piódão, Sortelha e Trancoso), está em curso agora o seu desenvolvimento por parte da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra, com harmonização de vinhos da região, através de uma parceria com a Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior.

Sublinhe-se que, para além do desenvolvimento do receituário, a Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra também será responsável pela realização de “workshops” e de sessões de formação para os agentes privados do sector da hotelaria e restauração do território das Aldeias Históricas de Portugal.

Iniciativa realizada ao abrigo do Programa Valorizar, linha de apoio “Valorização Turística do Interior”, cofinanciada pelo Turismo de Portugal.

António Robalo, Presidente da Associação das Aldeias Históricas de Portugal
“Para a Associação das Aldeias Históricas de Portugal, este projeto é extraordinariamente importante para a consolidação do território como destino turístico sustentável de qualidade, associado a experiências turísticas diferenciadoras e inovadoras, assentes na valorização dos recursos naturais e culturais, com capacidade para criar valor e potenciar o ‘saber-fazer’ do capital humano local.

Há uma tendência crescente de ‘In tradition we trust’, em que se verifica uma procura, por parte dos consumidores, de sabores, práticas e modos de confeção tradicionais/antigos. Ou seja, esta é uma oportunidade de repensar os produtos e a gastronomia oferecidos no âmbito da experiência turística. Este projeto abre, assim, ´portas´ para a Inovação Rural e Inovação no Turismo, ambos os domínios integrados na estratégia da Rede das Aldeias Históricas de Portugal. Uma importante alavanca para a dinamização da economia local e para a promoção da sustentabilidade e inclusão.”

Rodolfo Queirós, Presidente da Direção da CVR Beira Interior
“Congratulamo-nos com o repto feito à Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, no sentido de harmonizar as ementas das 12 Aldeias Históricas de Portugal com os vinhos da Beira Interior. É mais um desafio que abraçamos com entusiasmo, certos que estamos da sua adequação à gastronomia local. Produzidos por mãos experientes, a partir de castas autóctones como as brancas Síria, Arinto ou Fonte Cal, e as tintas Rufete, Trincadeira, Jaen, Touriga Nacional, Tinta Roriz, Marufo, entre outras, serão, seguramente, fator positivo para a coesão territorial que a Carta Gastronómica das Aldeias Históricas de Portugal pretende alcançar.

Este projeto será também o início de uma parceria profícua entre as Aldeias Históricas de Portugal e a CVR da Beira Interior.”

José Luís Marques, Diretor da Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra
“A Escola de Hotelaria e Turismo de Coimbra saúda, com entusiasmo, a criação de uma carta gastronómica das Aldeias Históricas de Portugal. Desde o primeiro momento em que tivemos conhecimento deste feliz projeto que procurámos associar-nos, disponibilizando os recursos humanos e técnicos para o efeito. Um contributo que esperamos possa contribuir para um resultado que se pretende de excelência. O nosso ´know-how´ e recursos podem e devem ser colocados ao serviço dos territórios e suas comunidades, sempre em benefício do desenvolvimento turístico das regiões e do país. A carta gastronómica das Aldeias Históricas de Portugal é um dos melhores exemplos disso mesmo.”

André Soares, Associação Fórum Turismo
“A Associação Fórum Turismo tem como missão criar pontes e consolidar relações entre os diferentes ´stakeholders´ do Turismo, quer de âmbito nacional, quer a nível local. Neste sentido, participar ativamente no desenvolvimento do projeto que visa valorizar o património local e contribuir para a qualificação da oferta turística junto aos agentes do território representa um enorme satisfação e responsabilidade, na qual temos o gosto em fazer parte.

Temos a certeza que será um projeto de sucesso, de resultados e de inspiração para outras entidades que queiram investir no seu território, nas suas gentes e no Turismo.”

Vencedores do 4ºsorteio do Concurso “Apoie a Economia Local – Compre no Comércio Tradicional de Mangualde”

Foram assim divulgados os  vencedores do quarto sorteio do Concurso “Apoie a Economia Local – Compre no Comércio Tradicional de Mangualde”:
📣 Angelino Costa Coelho – Mangualde
📣 Amândio Nascimento – Mangualde
📣 Ana Loureiro – Água – Levada
📣 António José Ferreira Marques – Cubos
📣 Augusta Doce – Mangualde
📣 Carla Silva – Mangualde
📣 Célia Isabel Amaral Peixoto – Vila Garcia
📣 Ernesto José Azevedo Teles – Mangualde
📣 José Assis Lopes – Mangualde
📣 Luís Costa – Mesquitela
📣 Mafalda Sofia Peixoto Lopes – Vila Garcia
📣 Maria Bernardo – Mangualde
📣 Maria Eduarda Fernandes Peixoto Lopes – Vila Garcia
📣 Maria Isabel Cardoso F. Patrício – Mangualde
📣 Maria Susete Fonseca Silva Figueiredo – Mangualde
📣 Maria Teresa P. Almeida – Mangualde
📣 Mónica Soares de Pinho – Mangualde
📣 Rui Vale – Mangualde
📣 Maria Martins – Mangualde
📣 Sérgio Mateus – Mangualde
Os vencedores já foram contactados e facultadas as indicações para se deslocarem à Associação Empresarial de Mangualde a fim de receberem o seu prémio!
A listagem de estabelecimentos aderentes encontra-se disponível em www.aemangualde.com

Os restantes cupões permanecem na tombola até 31/12/2020 estando desta forma habilitados aos restantes sorteios mensais.

“Feira dos Santos” à mesa em Mangualde

7 e 8 de novembro 2020, nos restaurantes aderentes:

EMENTA ESPECIAL: ENCHIDOS DA REGIÃO, ROJÕES À MODA DE MANGUALDE, FEBRAS À FEIRA DOS SANTOS, REQUEIJÃO COM DOCE DE ABÓBORA, QUEIJO DA SERRA E AINDA O VINHO DO DÃO.

Devido à pandemia que o mundo atravessa, a “Feira dos Santos” em Mangualde, com mais de 300 anos de história, foi adiada pela primeira vez para 2021, tendo como principal preocupação a saúde pública. Contudo, o Município de Mangualde não deixa de relembrar esta efemeridade, adaptando-se ao mundo atual pandémico e celebrando de forma segura com a também já tradicional “Feira dos Santos à Mesa”.

 Em conjunto com vários restaurantes locais, a “Feira dos Santos à Mesa” proporcionará uma celebração de forma adaptada da festividade comemorada há tantos anos no município. O evento decorrerá nos dias 7 e 8 de novembro nos restaurantes que aderiram sempre ao longo dos anos, adaptando a sua atividade, de acordo com as regras da DGS.

A “Feira dos Santos à Mesa” comemora-se através da gastronomia típica desta festividade, dando enfase a produtos gastronómicos locais, como enchidos da região, rojões à moda de Mangualde, febras à Feira dos Santos, requeijão com doce de abóbora, queijo da serra e ainda o vinho do Dão.

Os restaurantes locais aderentes à comemoração da “Feira dos Santos à Mesa”, nos dias 7 e 8 de novembro, são os seguintes, “Restaurante 2002”, “Os Galitos”, o “Cantinho dos Petiscos”, o “Kerú”, o “Cruzeiro”, o “Chafariz Beirão”, “O Valério”, a “Cascata de Pedra”, o restaurante do “Hotel Cruz da Mata”, o “Gestur“,  “O Telheiro”, a “Tia Cinda”, e o restaurante do “Hotel Senhora do Castelo.”

CONTACTOS DOS RESTAURANTES ADERENTES:

RESTAURANTE 2002

Largo Dr. Couto, nº 18, 3530-134 Mangualde. Tel. 232 622 376

Latitude – 40°36’18.83″N; Longitude – 7°45’41.20″W

RESTAURANTE CHURRASQUEIRA PIZZARIA “OS GALITOS”
Rua 25 de Abril, nº 91, 3530 – 140 Mangualde. Tel.:232 612 950

Latitude – 40°36’14.93″N; Longitude – 7°45’31.65″W

RESTAURANTE “CANTINHO DOS PETISCOS”
Avenida da Liberdade, nº 18, 3530 – 113 Mangualde. Tel. 232 282 051

Latitude – 40°36’18.27″N; Longitude – 7°45’47.08″W

RESTAURANTE “KERÚ”
Estrada Nacional 234, Pinheiro de Baixo, nº 33, 3530 – 241 Mangualde. Tel. 232 610 215

Latitude – 40°35’9.30″N; Longitude – 7°48’13.10″W

RESTAURANTE “CRUZEIRO”
Estrada Nacional 16, nº 16, Fagilde, 3530 – 070 Fornos de Maceira Dão. Tel. 232 623 294

Latitude – 40º37’19.60 “N; Longitude – 7º48’6.77 “W

RESTAURANTE “CHAFARIZ BEIRÃO”
Rua Papa João Paulo II, nº 31, 3530-191 Mangualde. Tel. 232 623 720

Latitude – 40°36’21.21″N; Longitude – 7°45’33.55″W

RESTAURANTE “O VALÉRIO”
Rua Combatentes da Grande Guerra, nº 48, 3530 – 278 Mangualde. Tel. 232 611 955

Latitude – 40°36’26.21″N; Longitude – 7°45’46.03″W

RESTAURANTE “CASCATA DE PEDRA”

Rua Fernão de Magalhães, nº 14, 3530-260 Mangualde. Tel. 232 621 311

Latitude – 40°36’58.83″N; Longitude – 7°45’36.17″W

HOTEL CRUZ DA MATA

Cruz da Mata, 3530-154 Mangualde. Tel. 232 619 560

Latitude – 40°36’18.29″N; Longitude – 7°46’30.56″W

RESTAURANTE “GESTUR”
Av. Montes Hermínios, nº 136, Quinta da Tapada – Cubos, 3530 – 116 Mangualde. Tel. 232 622 325

Latitude – 40°35’27.58″N; Longitude – 7°45’49.06″W

RESTAURANTE O TELHEIRO

Estrada Nacional 16, nº 5, 3530-075 Tabosa. Tel. 232 623 146

Latitude – 40°37’08.8″N; Longitude – 7°47’51.1″W

RESTAURANTE TIA CINDA

Av. Montes Hermínios, 25, 3530-116 Mangualde. Tel. 232 073 613

Latitude – 40°35’53.8″N; Longitude – 7°45’32.5″W

HOTEL SENHORA DO CASTELO

Apartado 4, 3534-909 Mangualde. Tel. 232 619 950

Latitude – 40°36’40.67″N; Longitude – 7°44’38.89″W

Almoço de S.Martinho em take away do Agrupamento de Escuteiros 1393

Vai ter lugar o almoço de S.Martinho, no domingo, dia 8 de Novembro numa iniciativa do Agrupamento de Escuteiros 1393 de Fornos de Algodres , que face à pandemia, não vai ser presencial, mas sim em take away.

Para tal , fica a informação que as inscrições estão abertas para a reserva até dia 5 de novembro.

Esta é uma iniciativa com os fundos angariados a reverter para este agrupamento de escuteiros.

Estatuto de PME Líder 2020 atribuído à “Lacticôa”-Lacticínios do Côa, Lda

Recentemente, a empresa “Lacticôa ”-Lacticínios do Côa, Lda. , sediada no Concelho de Trancoso, foi lhe atribuído o Estatuto de PME Líder 2020 ,na sequência da qualidade do seu desempenho e perfil de risco.”
Mais um ano lhes, foi atribuído esta distinção e a empresa ficou mais uma vez satisfeita e esta distinção representa motivo de orgulho e prometem continuar o seu caminho sempre na obtenção do sucesso.

Informações e Esclarecimentos da AHRESP

Clarificação nos horários de funcionamento de cafés e pastelarias – Após grande insistência da AHRESP, o Governo veio emitir um Despacho interpretativo sobre os horários de funcionamento, determinando que os estabelecimentos similares aos estabelecimentos de restauração, como é o caso dos cafés e pastelarias, podem encerrar à 01,00 hora, não podendo no entanto aceitar novas admissões a partir das 00,00 horas. Esclarece-se ainda que a proibição de grupos de mais de 4 pessoas, até às 20,00 horas, nos estabelecimentos que se localizem num raio de 300 metros a partir de um estabelecimento de ensino, não se aplica aos espaços de restauração e bebidas integrados em empreendimentos turísticos, no caso de serviço a hóspedes ou clientes de outros serviços dos empreendimentos. Consulte o Site AHRESP.

 Venda de álcool nos estabelecimentos – Muitas têm sido as dúvidas levantadas sobre a venda e consumo de álcool nos estabelecimentos de Restauração e Similares. É nosso entendimento que a venda de bebidas alcoólicas no interior dos estabelecimentos é permitida, sem qualquer restrição horária. No serviço de take away  ou entregas ao domicílio, não é permitido o fornecimento de bebidas alcoólicas depois das 23,00 horas. Relativamente às esplanadas, é proibido o consumo de bebidas alcoólicas após as 20,00 horas, exceto se incluídas no serviço de refeições. Caso seja confrontado com diferente entendimento, nomeadamente por parte das forças de segurança, queiram contar os serviços da AHRESP para que seja questionada a respetiva tutela. Consulte o Site AHRESP.

 Novo Despacho interpretativo para eventos corporativos – O Governo emitiu um novo Despacho interpretativo por forma a adaptá-lo às regras da Resolução do Conselho de Ministros que está em vigor até ao próximo dia 30 de setembro. Assim, apesar dos eventos corporativos poderem ser realizados com um número de pessoas superior a 10, estabelece-se que, nas áreas de consumo de bebidas e alimentos integradas no âmbito desses eventos corporativos, aplicam-se as normas previstas para os estabelecimentos de restauração e similares, o que implica a aplicação da regra da ocupação máxima de 10 pessoas por mesa salvo se forem do mesmo agregado familiar. Consulte o Site AHRESP.

Alojamento para estudantes do ensino superior – A AHRESP assinou hoje um protocolo com a Direção Geral do Ensino Superior para que estudantes do ensino superior tenham acesso a alojamento. Na sequência deste protocolo, mais  4.500 novas camas serão disponibilizadas em todo o país através de pousadas da juventude e alojamentos turísticos. Este processo resultou de acordos estabelecidos com a Movijovem e várias estruturas associativas, com o objetivo de serem disponibilizados alojamentos para os estudantes até ao final do ano letivo de 2020/2021 em condições de conforto, qualidade e segurança. Consulte o Site AHRESP.

Segurança Social disponibiliza simulador relativo a cálculo de TSU a pagar durante apoio à retoma progressiva – O prazo de pagamento das contribuições de agosto termina hoje. O simulador que permite fazer o cálculo do crédito correspondente à isenção total e à dispensa parcial do pagamento das contribuições à Segurança Social, conforme aplicável, no âmbito do Apoio Extraordinário à Retoma Progressiva, está disponível no portal da Segurança Social. Atendendo ao facto de que as Declarações de Remuneração foram declaradas à taxa normal, para calcular quais as contribuições que as empresas devem pagar deve ser deduzido ao valor normal de TSU o valor do crédito estimado correspondente à isenção ou dispensa parcial. Consulte o Site AHRESP.

 Pagamento de impostos por débito direto – A Autoridade Tributária disponibiliza a possibilidade de pagamento por débito direto dos seguintes impostos: IMI, IRS, IRC, IUC e IVA. Também as prestações relativas a planos prestacionais de coimas ou execuções fiscais podem ser pagas por esta via. A cobrança por débito direto é obrigatoriamente precedida de um aviso (exceto no caso do IVA), enviado por SMS ou e-mail, com o valor e data a partir do qual o imposto irá ser cobrado. Consulte o Site AHRESP.

 Programa de Revitalização de Empresas (PRE) disponível para negócios em dificuldade – A AHRESP lançou, em parceria com a MONERIS, uma ferramenta destinada a ajudar as empresas do setor do alojamento turístico e da restauração e bebidas que atravessem dificuldades financeiras e possam estar em risco de encerramento. O PRE faz um diagnóstico da situação económica da sua empresa e apresenta um plano de suporte à reorganização das empresas face às diversas mudanças, tais como: reformulação dos modelos de negócios, capitalização da empresa, novas formas de trabalho e novos modelos de comunicação. Consulte o Site AHRESP.

                                                           MEDIDAS AHRESP

 Salvar postos de trabalho – A AHRESP insiste na necessidade de ser prolongado o regime de lay-off Simplificado, à semelhança do que vem sendo implementado em outros países:

  • O Governo alemão decidiu manter um mecanismo de apoio equivalente ao Lay-off simplificado português até 31 de dezembro de 2021, num esforço para salvar postos de trabalho e prevenir o desemprego;
  • O Governo Francês anunciou recentemente o prolongamento do “chômage partiel longue durée”, o equivalente ao lay-off português até ao verão de 2021. Este mecanismo de apoio ao emprego garante aos trabalhadores 84% do seu salário líquido e permite reduzir os seus períodos normais de trabalho até 40%. Os empregadores são responsáveis por assegurar o pagamento de apenas 15% do salário dos trabalhadores, sendo o restante pagamento assegurado pelo Estado Francês.

Encerramentos por ajuntamento – A AHRESP tomou conhecimento do encerramento durante 14 dias, por parte das autoridades de saúde, de diversos estabelecimentos de restauração e similares em concelhos como a Amadora, que tiveram como justificação a existência de ajuntamentos. A AHRESP apela aos empresários para que informem os seus clientes sobre as regras que devem cumprir, de forma a evitar este tipo de situações nos seus estabelecimentos.

 

 

Beatas no chão passa a dar multa

Deste modo, agora deitar uma beata de cigarro para o chão dá lugar a uma multa, perante a Lei n.º 88/2019 de redução do impacto das pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros no meio ambiente aprova medidas para recolha e tratamento dos resíduos de tabaco e pune com coimas entre 25 e 250 euros quem atirar beatas para a via pública.

Desta forma, as pontas de cigarros, charutos ou outros cigarros contendo produtos de tabaco passam a ser equiparadas a resíduos sólidos urbanos e, por isso, fica proibido o seu “descarte em espaço público”.

A lei foi publicada a 3 de setembro de 2019, entrando em vigor no dia seguinte, mas previa um “período transitório de um ano a contar da data da entrada em vigor” para que as entidades pudessem fazer as adaptações necessárias.

AF Guarda leva a efeito cursos de arbitragem

Vão realizar-se sob a egide da AF Guarda, curso de arbitragem, para futsal e futebol, com o objetivo de continuar a rejuvenecer a arbitragem egitaniense. Tem de ter entre 14 e 39 anos e possuir a escola mínima obrigatória.

Inscrições disponiveis:
arbitragem@afguarda.pt
Na sede da AF Guarda
💻 www.facebook.com/arbitragemguarda

O curso tem inicio previsto para outubro de 2020.

Em Nelas, o“Mercadinho de Produtos Agrícolas” é um sucesso

Na sequência de mais um “Mercadinho de Produtos Agrícolas” realizado no passado domingo, dia 02 de agosto, no Mercado Municipal de Nelas, novamente com grande êxito, e que se voltará a realizar em todos os próximos domingos, no mesmo local, entre as 8:00 e as 12:00 horas, os Serviços Sociais da Câmara Municipal de Nelas deram continuidade esta semana à distribuição de fruta e produtos hortícolas pelas famílias mais carenciadas do Concelho de Nelas.

Desta vez foram beneficiadas mais 14 famílias carenciadas, referenciadas nos Serviços Sociais da Câmara Municipal (com o apoio das Juntas de Freguesia), abrangendo 46 pessoas no total, residentes nas Freguesias de Nelas, Canas de Senhorim e Lapa do Lobo, que receberam os 14 cabazes com diversificados produtos hortícolas e fruta.

Desde o começo desta iniciativa em 24 de maio do corrente ano, os Serviços Sociais da Câmara Municipal de Nelas já ajudaram, nestes moldes, 525 pessoas de 185 famílias.

Na próxima semana, prosseguirá a distribuição de mais produtos hortícolas e fruta por outras famílias referenciadas nos Serviços Sociais, de acordo também com as indicações fornecidas pelas Juntas de Freguesia, como se referiu.