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Saúde- Como gerir sintomas da Síndrome do Intestino Irritável (SII)

A alimentação é uma das formas mais comuns e mais simples de gerir alguns dos sintomas da Síndrome do Intestino Irritável (SII), apesar de não estar comprovada a eficácia de todas as dietas baixas em FODMAP e de diferentes pessoas reagirem de forma diferente à alteração da dieta. Contudo, existem recomendações que podem melhorar a qualidade de vida destes doentes, não só ao nível da alimentação, como na alteração dos estilos de vida, garante Carolina Ferreira, farmacêutica e membro do Movimento Intestino Feliz, uma iniciativa criada pela Ezfy, uma organização que reúne mais de 700 profissionais de saúde distribuídos por farmácias ao longo de todo o território nacional, em colaboração com a Biocodex. O objetivo é ajudar os portugueses a gerir uma doença que ainda é pouco conhecida e que tem forte impacto no bem-estar físico e psicológico das pessoas. “O farmacêutico tem um papel muito importante no acompanhamento destes doentes, muitas vezes frustrados por tratamentos que não estão a corresponder às suas expectativas”, reforça.

A nossa primeira recomendação é que os doentes se informem sobre todas as possibilidades de tratamento com o médico, inclusive sobre como melhorar o seu estilo de vida, e que se aconselhem também com um nutricionista, de preferência com experiência no tratamento e acompanhamento da SII”, explica.

Carolina Ferreira salienta que a Síndrome do Intestino Irritável é um distúrbio gastrointestinal funcional que afeta 10 a 25% das pessoas em todo o mundo e que, no nosso país, deve atingir mais de um milhão de portugueses. É duas vezes mais comum em mulheres do que em homens. Os sintomas podem variar bastante de pessoa para pessoa, mas os mais comuns são a dor, inchaço abdominal, excesso de gases e períodos de prisão de ventre ou diarreia.

De acordo com a farmacêutica, as causas da Síndrome do Intestino Irritável não estão ainda totalmente clarificadas.  “Alguns estudos demonstram que o risco de desenvolver SII é cinco vezes maior após uma infeção bacteriana. Outros também sugerem uma possível interrupção na comunicação entre o cérebro e o intestino em conjunto com um desequilíbrio da microbiota intestinal”, esclarece. Daí a importância que determinados probióticos específicos podem ter na gestão dos sintomas associados à SII.

Na sua opinião, “é muito importante intervir na alimentação para identificar e excluir da dieta os alimentos que são mais propensos a desencadear crises” e, por isso, a farmacêutica e uma das impulsionadoras do Movimento Intestino Feliz partilha sete conselhos que podem aumentar a qualidade de vida dos doentes e atenuar os efeitos indesejáveis desta doença. E explica ainda que nem todas as fibras são benéficas para quem sofre de SII.

  1. CONSELHOS GERAIS PARA PACIENTES COM SII 
  1. Faça refeições regulares e coma devagar. Evite saltar refeições ou ficar períodos longos sem comer. 
  2. Beba pelo menos 8 copos de água (ou outro líquido, sem cafeína ou álcool) por dia. 
  3. Restrinja o consumo de chá e café a três por dia. Não convém tomar 3 cafés e 3 chávenas de chá num só dia, embora o consumo ideal de café e chá possa variar de pessoa para pessoa. 
  4. Reduza o consumo de álcool e bebidas gaseificadas. 
  5. Ajuste o seu consumo de fibras – fale com o seu nutricionista para saber qual a quantidade e que tipo de fibras é o mais adequado. 
  6. Limite o consumo de fruta a três porções por dia. 
  7. Tente evitar os açúcares e adoçantes, de forma geral. 

 NEM TODOS OS TIPOS DE FIBRA SÃO BENÉFICOS PARA PESSOAS COM SII 

A fibra da fruta, dos vegetais, frutos secos, legumes e grãos integrais são o melhor combustível para a microbiota intestinal, ajudando a proteger a barreira intestinal, a melhorar a função imunitária e a prevenir a inflamação. Mas, para quem tem SII, nem todos os tipos de fibra podem ser benéficos.

Carolina Ferreira explica que as fibras alimentares podem ser divididas entre solúveis e insolúveis, entre hidratos de carbono de cadeia curta ou de cadeia longa, do tipo fermentável ou não fermentável.

A fibra insolúvel encontra-se principalmente nas hortaliças e outros hortícolas e nos cereais inteiros e seus derivados integrais. “Estas fibras ajudam a dar volume às fezes e a que estas retenham água suficiente para serem suaves e fáceis de passar, estimulando ainda a motilidade intestinal. Esta estimulação faz com que o tempo de exposição da parede do cólon a agentes potencialmente nocivos seja menor”, frisa.

A fibra solúvel encontra-se sobretudo nos frutos, hortícolas, leguminosas e alimentos contendo aveia, cevada ou centeio. Aumenta o tempo de absorção dos nutrientes no intestino delgado e a saciedade, e contribui para a redução do total de glicose e de colesterol absorvidos pelo intestino.

“Não comer fibra suficiente, ou comer em demasia pode piorar os sintomas da SII. O nutricionista pode recomendar o aumento da ingestão de fibra de forma a regular as fezes, reduzir dor abdominal e a presença exacerbada de gases no intestino. O aumento gradual da ingestão de fibra pode modificar, melhorar e, em algumas pessoas, eliminar os hábitos intestinais anormais e sintomas dolorosos associados à SII”, remata.

Por:CF

Piaget organiza congresso internacional em saúde e bem-estar

Viseu  vai acolher o 2º Congresso Internacional de Intervenção em Saúde e Bem-Estar nos próximos dias 28 e 29 de maio.

Dirigido a profissionais, docentes, estudantes e investigadores na área das ciências da saúde e do bem-estar, o evento realizado a partir do Campus Universitário do Instituto Piaget de Viseu ganhou uma forte componente online devido ao atual contexto pandémico.

Subordinado ao tema “Saúde e bem-estar no ciclo vital”, o congresso é organizado pelo centro de investigação RECI (Research in Education and Community Intervention) e pela Escola Superior de Saúde Jean Piaget de Viseu, contando com o apoio institucional da autarquia viseense.

Com um programa recheado de painéis, mesas-redondas e apresentações, o evento científico pretende contribuir para a discussão das questões atuais e emergentes referentes à saúde e ao bem-estar das populações. Conta para isso com a participação de investigadores e profissionais de diferentes áreas de formação e atuação, incluindo das áreas da educação, desporto, ambiente e comunicação, para além da saúde. Além de Portugal, estarão representados oradores de Espanha, Brasil, Cabo Verde e Angola.

Em simultâneo com o congresso, decorrerá também a 1.ª Conferência Internacional de Cinesiologia Humana, a ciência que estuda os movimentos do corpo humano. A conferência é organizada pela KinesioLab, unidade de investigação portuguesa em movimento humano que se dedica ainda ao ensino, prestação de serviços técnicos especializados e transferência de conhecimento na área do desporto, seja de alto rendimento ou clínico desportivo.

O professor Gustavo Desouzart, presidente da comissão organizadora do Congresso, destaca a inclusão da conferência de cinesiologia humana no congresso, o que irá gerar uma maior dinâmica de intervenções no evento. “O programa é abrangente nas temáticas, intervenientes e âmbitos”, diz o responsável, que acrescenta que foram submetidos mais de 200 trabalhos científicos para apresentação. 

Dos vários painéis de discussão e comunicações previstas destacam-se “Saúde e bem-estar infantil – Crescimento e desenvolvimento”; “Saúde e bem-estar do adulto – Do individual à complexidade”; “Saúde e bem-estar do idoso – Perspetivas presentes e futuras”; “O Humor como promotor de saúde”; “A comunicação social:  Quando a saúde e o bem-estar se tornam notícia”; e “A saúde e o bem-estar em português – a diversidade das realidades”.

A primeira edição do Congresso Internacional de Intervenção em Saúde e Bem-estar realizou-se na primavera de 2019, tendo o número de participantes superado as expetativas, com mais de 300 presenças da Europa e de várias geografias da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa. O ano passado, a pandemia obrigou ao cancelamento do evento que retoma agora em 2021 o seu ciclo anual.

Existem 755 Espaços Cidadão em Portugal

Em Portugal, a rede de Espaços Cidadão conta atualmente com mais 151 balcões do que no início da legislatura do executivo de António Costa, num total de 755 Espaços em todo o território de Portugal continental.

Com a abertura, de dois novos Espaços Cidadão – em Escalos de Baixo e na Mata, em Castelo Branco – fica cumprida a meta de aumentar em 25% o número de Espaços Cidadão.

Este era um dos objetivos da Estratégia para a Inovação e Modernização do Estado e da Administração Pública que, no seu Eixo 4: Reforçar a proximidade, através do Objetivo estratégico 11: Promover a integração e a inclusão no atendimento, estabelecia como meta para a legislatura um aumento de 25% no número de Espaços Cidadão, reforçando as parcerias com as autarquias locais.

No que diz respeito à dispersão geográfica, foram abertos 50 Espaços Cidadão no Norte, 71 no Centro, 13 na Área Metropolitana de Lisboa, 14 no Alentejo e 3 no Algarve, tendo sido já quase 104 mil atendimentos nestes novos 151 Espaços Cidadão desde as respetivas aberturas.

Entre os serviços mais procurados nestes Espaços, está a renovação do cartão de cidadão, a Chave Móvel Digital (registo presencial no backoffice) e a alteração da morada do cartão de cidadão. Também a revalidação da carta de condução, a confirmação da alteração de morada no cartão de cidadão, o pedido de registo criminal, pedidos de informações ao Instituto de Segurança Social e o envio de documentação para reembolsos da ADSE Direta estão entre os serviços mais solicitados.

Os Espaços Cidadão são fruto de uma estreita colaboração entre a Administração Pública Central e as autarquias locais, sobretudo as juntas de freguesia, que tem permitido aproximar os serviços públicos das populações.

Além do investimento na desmaterialização e disponibilização digital de serviços, o Governo considera essencial manter o investimento na rede física de atendimento e na presença dos serviços públicos em todo o território nacional, através da rede presencial de balcões desconcentrados, das Lojas de Cidadão e, em particular, destes pontos de atendimento, que não só se mantiveram abertos mesmo nos períodos de confinamento como passaram a disponibilizar novos serviços como o agendamento para a vacinação da Covid-19 ou, em diversos pontos da rede, a entrega de cartões de cidadão.

Assim, os Espaços Cidadão continuaram a prestar um serviço de proximidade às populações, garantindo que todos aqueles que, por qualquer razão, não podem ou não querem recorrer aos serviços públicos digitais têm acesso a esses serviços de forma mediada e com acompanhamento personalizado.

Fonte:GP

Abertas as inscrições para aquisição e instalação de estruturas anti granizo

Estão abertas as candidaturas até às 17H00 do próximo dia 23 de junho de 2021, para investimento nas explorações agrícolas, de norte a sul de Portugal continental, com vista à aquisição e instalação de estruturas anti granizo em pomares de pomóideas e prunóideas, até 60% a fundo perdido, no âmbito do PDR 2020.

Estes fundos comunitários destinam-se a apoiar as explorações agrícolas a reforçar a sua viabilidade, em consonância com a preservação do ambiente e o respeito pelas normas de higiene e segurança dos trabalhadores agrícolas.

Os interessados devem submeter as suas candidaturas através de um formulário eletrónico no sítio do Portal do Portugal 2020 em www.portugal2020.pt ou do PDR 2020 em www.pdr-2020.pt.
Para mais informações, por favor, aceda a www.portugal2020.pt ou www.pdr-2020.pt .

Membros do Conselho Geral do Politécnico de Viseu tomaram posse

Teve lugar a cerimónia de tomada de posse  do Conselho Geral do Politécnico de Viseu, com António Correia de Campos a conferir a posse aos membros eleitos .

São dezasseis representantes dos professores e cinco representantes dos estudantes. Os representantes internos irão aprovar, em reunião própria, por maioria absoluta, a(s) proposta(s) de cooptação de nove personalidades externas de reconhecido mérito na qualidade de representantes da comunidade. Posteriormente, com a constituição do órgão totalmente definida, no total de 30 elementos, haverá lugar à eleição do/a futuro/a Presidente do Politécnico de Viseu.

Diocese de Viseu avança com orientações para a Semana Santa

Pregamos Cristo Crucificado

diocese viseu

D.António Luciano, Bispo da Diocese de Viseu, apresenta as diretrizes para a Semana Santa que está a chegar.

A todas as pessoas de boa vontade:
1. Ser sujeito da própria história da fé ou construtor de um mundo novo e melhor é sempre uma profunda aspiração do homem e da sua realização no plano da salvação. Neste contexto o cristão é o homem da confiança e da esperança. Vivemos um tempo das igrejas vazias (Tomás Halík), e agora voltamos de novo à celebração comunitária e presencial da Eucaristia.
Afirmava Tomás Halík no Domingo de Ramos de 2020: “Não consigo afastar a ideia de que as igrejas vazias e fechadas nesta Páscoa são um sinal de alerta profético. Isso poderá acontecer em breve com a Igreja, se não passar por uma transformação profunda, pela morte e ressurreição, se não tiver coragem de deixar morrer muitas coisas, para que o novo possa surgir renovado para a vida” (O Tempo das Igrejas vazias, p. 73,74).
O Cristianismo e a Igreja nasceram da Páscoa de Jesus Cristo, acontecimento central e fundante da fé em Cristo, Crucificado e Ressuscitado.
Cristo entregou-se à morte na Cruz, assumindo no sofrimento e na morte a sua vitória. Esta foi a hora do Crucificado, em que glorificou o Pai e salvou a humanidade. A fé leva-nos sempre a buscar o próprio Deus, que no caminho quaresmal nos convida à conversão interior e à reconciliação com os irmãos. A Igreja, Mãe e Educadora na fé, deseja que todos os batizados façam este caminho pessoal e comunitário “de arrependimento dos seus pecados, pedindo a Deus o dom do perdão, com um coração sincero, e a procurar o dom da reconciliação com Deus e com os irmãos. O sinal da reconciliação faça crescer os cristãos na comunhão e na unidade. Queremos uma Igreja reconciliada e reconciliadora, que anuncia ao mundo de hoje o Evangelho da misericórdia” (Carta do Bispo de Viseu aos Sacerdotes, Diáconos e Consagrados, 19/03/2021).
Jesus, o Crucificado, é o nosso caminho para a Páscoa, a fortaleza da nossa fraqueza e a esperança da nossa ressurreição. Sabemos que “Deus ama o pecador, mas rejeita os seus pecados e acolhe-o, arrependido de braços abertos (cf. Lc 15, 20). Que todos, ao longo desta Quaresma, em tempo de pandemia, experimentemos a grandeza da conversão e da reconciliação, quer através do Sacramento da Reconciliação, quer através de um ato pessoal de arrependimento e de mudança interior para encontrar a vida nova.
2. A Quaresma, na reta final, convida-nos à celebração do Domingo de Ramos, pórtico da entrada triunfal de Jesus em Jerusalém e da celebração do Mistério da Sua Paixão e Morte, dom gratuito da salvação oferecido à humanidade.
O Mistério da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, que celebramos no Domingo de Ramos, é fundamental para a nossa fé cristã. Celebramos a entrada solene de Jesus em Jerusalém, como Rei e Senhor da história e da humanidade, montado numa jumentinha e aclamado pela multidão: “Bendito o que vem em nome do Senhor! Hossana nas alturas!”
A celebração e a bênção dos ramos realizam-se dentro das Igrejas, procurando cada um levar o seu ramo para ser benzido. Não devemos partilhar os ramos, por causa da pandemia. Como cristãos, abramos o nosso coração à contemplação de Jesus na Cruz, o Crucificado, que foi elevado para atrair a todos no caminho para a Páscoa. Como ensina São Paulo, os cristãos “pregamos Cristo Crucificado”, e esta é a missão de todos os batizados.
O peditório desta celebração, a Renúncia Quaresmal, este ano destina-se à Diocese de Pemba, Moçambique e a prover as necessidades da Diocese de Viseu. Em tempos de pobreza e vulnerabilidade sejamos generosos.
Coloque cada família uma cruz à entrada da sua casa.
3. A Semana Santa inicia o mistério da nossa salvação. Por isso os sacerdotes, os diáconos, os consagrados e os leigos celebram a Missa Crismal, presidida pelo Bispo da Diocese, na manhã de Quinta-feira Santa, na qual os sacerdotes se reúnem em presbitério e celebram o jubileu da ordenação os que têm 25, 60 e 70 anos de sacerdócio. Todos juntos, renovam as promessas sacerdotais, e benzem-se os Óleos dos Catecúmenos e dos Enfermos, e faz-se a consagração do Santo Crisma.
O Tríduo Pascal inicia-se com a Eucaristia vespertina da Ceia do Senhor, de acordo com o ritual, e, este ano, sem a realização do gesto do lava-pés. Esta celebração evoca a Instituição da Eucaristia, onde Jesus no banquete se dá em alimento: “Ó Sagrado Banquete em que se recebe Cristo e se comemora a Sua Paixão, em que alma se enche de Cristo e nos é dado o penhor da futura glória”.
Jesus celebra a última ceia com os seus discípulos e entrega-lhes o Pão e o Vinho como alimento para fazerem sempre isto em sua memória. “A liberdade que Jesus nos dá, o mundo não a pode dar. Jesus é o caminho rumo à liberdade, a verdade que nos torna livres e a vida que liberta do medo, do pecado e da morte. Quando, juntos, celebramos a Eucaristia, a Ceia do Senhor, abrimo-nos nós mesmos, as nossa vidas, as nossa comunidades e todo o mundo a Cristo libertador” (Tomás Halík, Via Crucis, Paulinas, p. 6). A partilha desta Eucaristia é para ajudar os pobres, porque celebramos o Dia do Mandamento Novo do Amor.
A celebração de Sexta-Feira Santa faz memória da Paixão e Morte de Jesus. “No rito da adoração da Cruz, apenas o sacerdote fará o gesto habitual de adoração”.
Façamos em nossas casas um altar com Jesus Crucificado, diante do qual dediquemos um tempo de oração pessoal e familiar. Meditemos no mistério da cruz e do crucificado e escutemos a oração de Jesus: “Meu Deus, porque me abandonastes”. No abandono, na dor, no sofrimento, “Jesus entrega o seu espírito” ao Pai e experimenta o mistério da morte. “Mas Deus não está morto, não dorme. Nas noites escuras da ocultação de Deus, é preciso viver uma tríplice paciência: na fé, na esperança e no amor” (Tomás Halík, p. 10 e 11).
O peditório deste dia é para os Lugares Santos; sejamos generosos com os cristãos da Terra Santa.
O Sábado Santo é um dia de silêncio, de luto, de oração, de solidão e de repouso. Transformemos as perguntas e dúvidas em oração. “Deus não deixa que a pergunta do seu Filho fique sem resposta: a sua resposta é a luz da manhã de Páscoa” (Tomás Halík, p. 24).
A Vigília Pascal é a “Mãe de todas as Vigílias”. Realiza-se no interior da Igreja, e nela celebramos a vida nova, que em Cristo Ressuscitado foi oferecida à humanidade, vencendo o pecado e a morte. A bênção do lume novo, o cântico do Precónio Pascal, a escuta da Palavra de Deus, o cântico solene do Aleluia, o Evangelho da ressurreição, a oração, a bênção da água e a renovação solene das promessas do Batismo são momentos para celebrarmos o anúncio solene de Cristo Ressuscitado.
O Domingo da Ressurreição, Páscoa do Senhor, centro da espiritualidade cristã, celebra-se dentro da Igreja. Não se realiza a procissão da Ressurreição com Jesus na Eucaristia. Viva-se festivamente a Páscoa, tocando solenemente os sinos. Convido todos os cristãos a colocar uma cruz enfeitada na porta das suas casas ou janelas e a dar destaque ao estandarte de Cristo Ressuscitado.
Vivamos este dia no cumprimento das normas da DGS e das orientações da CEP, que proíbe “as procissões e outras expressões da piedade popular, como as “visitas pascais” e a “saída simbólica de cruzes, de modo a evitar riscos para a saúde pública” (CEP, 11 de março de 2021).
É preciso saber obedecer às orientações. Faço um apelo a todo o povo de Deus para que saiba ser responsável, evitando aglomerações de pessoas nos exteriores das igrejas.
Saibamos todos contribuir para as necessidades da Igreja e para a sustentação do clero, quer seja pela partilha da côngrua, quer pela oferta do folar. Que todos experimentem a Vida Nova em Cristo. Caminhemos juntos, com Cristo Ressuscitado, pelas estradas de Emaús, ao encontro dos irmãos.
Que a Senhora da Alegria e São José encham de gozo espiritual as nossas vidas, enfeitadas com a beleza das flores brancas da Páscoa.
“Desejo a todos Santas Festas de Páscoa em Cristo Ressuscitado. Aleluia! Aleluia!!

Campeonato de Portugal- Resultados da 19ªronda

Grande tarde nos Trambelos
Nova ronda se disputou no Campeonato de Portugal, com o Clássico das Beiras entre Lusitano e Vila Cortez, com o triunfo para a formação dos Trambelos por quatro bolas a duas.
SÉRIE “D”-19ª Jornada
Anadia Fc-Sanjoanense, Sad-0-2
Valadares Gaia Fc- Recreio D. Águeda-2-0
São João Ver, Sad-Canelas 2010-0-0
Lusitânia Lourosa -Sc Beira Mar-2-1
Lus. Vildemoinhos-Vila Cortêz Mondego-4-2
Sc Espinho-Castro Daire-0-0
Classificação:
1- Anadia FC-38
2-Canelas 2010- 36
3-Lus.Lourosa-36
—————–
8- Castro Daire- 23
—————-
11- Lus.Vildemoinhos-16
12-Vila Cortez-4

Valores das casas para arrendar desce 0,6% em fevereiro

Os preços das casas para arrendar em Portugal desceram 0,6% em fevereiro, fixando-se em 11,1 euros por metro quadrado (m2). Em relação à variação trimestral, a descida foi de 0,9%, segundo o índice de preços do idealista. Em termos anuais, ou seja, face a fevereiro do ano passado, a descida foi de 3%.

 Segundo o relatório por regiões ,durante o mês de fevereiro, os preços das casas para arrendar desceram na Área Metropolitana de Lisboa (-1%), na Região Autónoma da Madeira (-0,4%) e na Região Autónoma dos Açores (-0,1%). Por outro lado, foi no Alentejo onde se assistiu a uma maior subida dos preços, sendo a subida de 4,1%, seguida pelo Centro (1%) e Algarve (0,9%). No Norte os preços mantiveram-se estáveis.

A Área Metropolitana de Lisboa, com 12,7 euros por m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Norte (9,3 euros por m2), Algarve (9,1 euros por m2), e Região Autónoma da Madeira (8,3 euros por m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (6,4 euros por m2), o Alentejo (6,8 euros por m2) e a Região Autónoma dos Açores (7,5 euros por m2) que são as regiões mais baratas.

 Distritos/Ilhas

Dos distritos analisados, os maiores aumentos em fevereiro tiveram lugar em Santarém (4%), Viana do Castelo (2,2%) e Leiria (1,7%). Seguem-se na lista Viseu (1,2%), Coimbra (1,1%), Faro (0,9%), Porto (0,7%), Setúbal (0,3%) e Ilha de São Miguel (0.2%).

No sentido contrário, desceram em Braga (-3,7%), Castelo Branco (-3,3%), Lisboa (-0,9%), Aveiro (-0,7%) e Ilha da Madeira (-0,4%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é Lisboa (13 euros por m2), seguido pelo Porto (10 euros por m2), Faro (9,1 euros por m2), Setúbal (8,5 euros por m2) e Ilha da Madeira (8,3 euros por m2). Arrendar casa na Ilha de São Miguel custa 7,9 euros por m2, em Aveiro 7,2 euros por m2, Coimbra 6,9 euros por m2 e Braga 6 euros por m2.

Os preços mais económicos encontram-se em Castelo Branco (4,8 euros por m2), Viseu (4,9 euros por m2), Santarém (5,1 euros por m2), Viana do Castelo (5,4 euros por m2) e Leiria (5,9 euros por m2).

Cidades capitais de distrito

O preço de arrendamento desceu em 6 capitais de distrito, com Aveiro (-5,9%) e o Funchal (-2%) a liderar a lista. A acompanhar esta descida de preços seguem-se Ponta Delgada e Leiria (-1,7% em ambas as cidades), Braga (-1,5%) e Lisboa (-0,5%).

Por outro lado, os preços aumentaram em Castelo Branco (5,5%), Viana do Castelo (5,1%), Viseu (3,2%), Faro (2,8%), Setúbal (1,9%), Santarém (1,6%), Coimbra (1,5%) e Porto (0,8%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 13,6 euros por m2. Porto (10,7 euros por m2) e Funchal (8,5 euros por m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (4,7 euros por m2), Viseu (4,9 euros por m2) e Santarém (5,1 euros por m2).

Índice de preços imobiliários do idealista

Para a realização do índice de preços imobiliários do idealista, são analisados ​​os preços de oferta (com base nos metros quadrados construídos) publicados pelos anunciantes do idealista. São eliminados da estatística anúncios atípicos e com preços fora de mercado.

Incluímos ainda a tipologia “moradias unifamiliares” e descartamos todos os anúncios que se encontram na nossa base de dados e que estão há algum tempo sem qualquer tipo de interação pelos utilizadores. O resultado final é obtido através da mediana de todos os anúncios válidos de cada mercado.

Por :Idealista

GNR assinalou o Dia Internacional para a Discriminação Zero

A Guarda Nacional Republicana assinalou recentemente, o Dia Internacional para a Discriminação Zero com o objetivo de consciencializar a população para as diferentes formas de discriminação e desigualdades, sejam elas através do género, idade, orientação sexual, deficiência, raça, etnia, saúde, religião, nacionalidade, situação económica ou estrato social, como forma de prevenir comportamentos discriminatórios.

A discriminação baseia-se em informações erradas, medo ou ignorância, refletindo-se em diversas situações comuns do dia-a-dia. Como tal, a GNR aproveita este dia para celebrar a diversidade em favor de uma sociedade mais justa, inclusiva e tolerante. Além de sensibilizar a população, a Guarda tem desenvolvido ações de formação ao seu efetivo, para que esteja cada vez mais bem preparado para participar, enquadrar, tratar e acompanhar esta realidade.

Neste alinhamento, a GNR realizou a primeira sessão de uma videoconferência subordinada ao tema “Direitos Humanos, Racismo, Discriminação Racial, Xenofobia e Intolerância relacionada”, cujo público-alvo são militares da Guarda, havendo lugar a uma segunda sessão a 8 de março.

Além disso, a Guarda tem integrado nos planos curriculares de todos os cursos de formação inicial e em diversos cursos de formação contínua estas temáticas, tendo realizado recentemente três cursos de Prevenção Criminal Policiamento Comunitário e Direitos Humanos, aos militares das Secções de Prevenção Criminal e Policiamento Comunitário (SPC), onde estudaram novos fenómenos criminais e aperfeiçoaram formas de intervenção que a sociedade atual exige. No ano passado formou ainda mais de 100 militares no âmbito de uma ação direcionada para a discriminação racial, que contou com a colaboração da CICDR.

No contexto atual de pandemia COVID-19, e em complemento de todas as ações que vêm sendo desencadeadas por todo o seu dispositivo, a Guarda tem, ainda assim, lançado campanhas nacionais com o objetivo de combater todas as formas de discriminação e proteger os mais vulneráveis, como os idosos (“Censos Sénior”, “65Longe+Perto”, “Natal a GUARDAr os nossos idosos”), as crianças (“Não sou um Alvo”, “Internet Segura”), as pessoas com deficiência (“desMarca a Diferença”) e as vítimas de violência doméstica (“Não sou um Saco”, “campanha para a Eliminação da Violência contra as Mulheres”).

A vontade de viver numa sociedade mais segura e inclusiva, implica alcançar um desenvolvimento sustentável em todo o espectro social assumindo esta matéria uma prioridade para a Guarda Nacional Republicana e para os seus militares.

A GNR relembra que:

·         Todas as pessoas são iguais perante a lei;

·         Trate as todas as pessoas com respeito, independentemente da sua raça, orientação sexual, género, religião, nacionalidade, deficiência ou estrato social;

·         Tenha conhecimento dos seus direitos, bem como dos seus deveres;

·         Denuncie situações de discriminação.