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Bullying existe cada vez mais nas escolas

Nos dias que correm, o bullying existe um pouco por todo lado , mas nas escolas tende a surgir cada vez mais, assim, bullying é o ato sistemático de importunação, ameaça e de uso de violência, física ou emocional, sobre um indivíduo por uma ou mais pessoas. O termo bullying tem sua raiz no verbo da língua inglesa bully, que expressa a ação de machucar ou ofender alguém mais fraco ou de fazê-lo tomar uma atitude que este não deseja. Embora o ato de importunação e intimidação seja costumeiro nas interações entre grupos e pessoas, o termo bullying ganhou projeção sobretudo a partir dos constantes atentados em colégios nos Estados Unidos. Dessa forma, tornou-se uma preocupação central para pensar as práticas pedagógicas e, principalmente, as relações sociais que se descortinam na relação entre escola, família e sociedade.

Uma das características do bullying é seu caráter repetitivo, ou seja, trata-se de uma prática de abuso que acontece com regularidade e em um determinado contexto. Portanto, o bullying, mais do que um ação isolada motivada por uma briga pontual, é uma prática que se baseia na intimidação constante e permanente. É a cotidianização desses assédios que mina paulatinamente a autoestima e transforma a vida das vítimas do bullying em um pesadelo de perseguição e depreciação, ao passo que as ofensas vão sendo interiorizadas pelas vítimas, refletindo negativamente na capacidade de formação de uma autoimagem não distorcida.

Como combater o bullying escolar ?

O empoderamento e a valorização da diversidade são importantes temas e incentivos que podem ser inseridos em diversas matérias da grade curricular. É essencial que os funcionários e o corpo docente não ignorem quaisquer suspeitas de bullying. Ao menor sinal de provocação, são eles que possuem o poder de orientar os alunos a se respeitarem e terem empatia com os outros. Essa orientação tem o objetivo de fazê-los entender que cada indivíduo possui suas características, que isso não o faz melhor ou pior que o outro e que o desrespeito entre os alunos é inaceitável e só traz consequências ruins para ambas as partes.

O agressor

Os especialistas definem que, em geral, o agressor possui um comportamento provocador, passa a impressão de ser autoconfiante e pode ser popular entre os colegas. Às vezes, sua relação familiar é pouco afetiva ou apresenta uma rotina de constante pressão para a realização de atividades, seja na escola ou em casa.

A vítima

Costumam ser tímidas e menos confiantes, e carregam características consideradas distintas pelos demais, sejam estas: diferenças físicas, nomes incomuns, comportamento diferenciado ou quaisquer outras condições.

Tanto a vítima como o agressor sofrem, portanto, ambos devem ser tratados. Em muitos casos, o acompanhamento psicológico é importantíssimo para tratar as sequelas e auxiliar as crianças na relação com os estudos, a família e as emoções.

O tratamento também é importante para identificar o tipo de bullying e suas causas. Um psicólogo pode identificar, por exemplo, se a criança agressora possui algum transtorno de conduta. Caso este tipo de acompanhamento não esteja previsto por lei, é razoável aconselhar que os gestores locais busquem o SUS, clínicas universitárias ou serviços sociais para prestar o serviço.

foto:DR

fonte:Educando

 

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