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Gouveia-Tomada de Posse-Luís Tadeu definiu objetivos para o novo mandato

Assembleia e Câmara Municipal empossadas
Aconteceu no Teatro Cine de Gouveia, a cerimónia de instalação dos órgãos municipais de Gouveia, Câmara e Assembleia Municipal, para o mandato 2021-2025.
Na cerimónia de tomada de posse da Assembleia Municipal, conduzida pelo Dr. Gil Barreiros, presidente da Assembleia Municipal cessante, enfatizou-se a importância da constituição dos dois órgãos representantes do Município de Gouveia, composto pela Assembleia Municipal e a Câmara Municipal. Relativamente à eleição da Assembleia Municipal, Gil Barreiros sublinhou a importância deste órgão para a democracia do concelho de Gouveia, com funções específicas que requerem o melhor empenho por parte de todos.
A tomada de posse dos membros da Câmara Municipal de Gouveia em resultado das eleições de 26 de outubro foi igualmente reconhecida pelo Presidente da Assembleia Municipal cessante, Dr. Gil Barreiros, onde foram investidos, cumprindo a ordem de eleição, Luís Manuel Tadeu Marques – PSD, Ana Paula Casegas Freitas – PS, Jorge Abrantes Cardoso Ferreira – PSD, Maria da Conceição Castro Salvador – PS, Cláudia Bonifácio Machado Martins – PSD, João Daniel Mosa Caetano – PS, José Nuno Ribeiro Saraiva Silva Santos – PSD.
A concluir a tomada de posse, e no seguimento da instalação da Câmara, usou da palavra o Presidente da Câmara Municipal de Gouveia, Dr. Luís Tadeu Marques, definindo que “os gouveenses e o progresso do nosso concelho como elementos centrais dos projetos a concretizar. O programa apresentado aos gouveenses e que vai orientar o executivo nos próximos quatro anos, irá ter como eixos fundamentais a economia e o emprego, a educação e formação dos gouveenses, o património cultural, o turismo, o desporto, a juventude, o ambiente, a inovação social e a modernização autárquica”, disse.
A concretização destes projetos nas diferentes áreas, só será possível com a articulação e com a colaboração dos Presidentes das Juntas de Freguesia, a quem dirigiu uma palavra especial com votos de um excelente mandato, “porque tudo o que fizerem de bom é para todos”. Apelou ainda à colaboração de todos os gouveenses na concretização destes projetos e deste programa que é para todos, “com a certeza que no final deste mandato Gouveia estará melhor”.
Para além da tomada de posse, teve igualmente lugar a primeira sessão da Assembleia Municipal, com a eleição da mesa da Assembleia. A maioria dos deputados votou na lista apresentada a votação pelo PSD. A mesa ficou assim constituída: Gil Barreiros (presidente da Assembleia Municipal), Ana Paula Alves Morgado Mendes (1.ª Secretária) e Ana Oliveira Martins Cardoso (2.ª Secretária).
A cerimónia de instalação dos órgãos do Município foi testemunhada por entidades civis e militares do Concelho, para além de diversos populares que compareceram no Teatro Cine.
Membros da Assembleia Municipal, empossados por ordem de eleição:
Luís António Vicente Gil Barreiros – PSD,
Pedro Jorge Cardoso Carvalho – PS,
António José Ferreira Machado – PSD,
Sara Vieira de Almeida – PS,
Susana Isabel Seara Pires de Andrade – PSD,
José Manuel Correia Santos Mota – PS,
Maria Helena Marques Gonçalves – PSD,
Ricardo Filipe Morgado Sousa – PSD,
Pedro António Morais Pacheco – PS,
Ana Isabel Oliveira Martins Cardoso – PSD,
Matilde Duarte Freitas – PS,
Ana Paula Alves Morgado Mendes– PSD,
Rui Manuel Gonçalves – PS,
Daniela Figueiredo Gomes de Oliveira – PSD,
Miguel Dias de Albuquerque – PSD,
Raquel Santos e Silva – PS,
Joana Cosme Jordão – PSD,
Rui Filipe Lopes Monteiro – PS,
Empossados, na qualidade de membros por inerência da Assembleia, foram os seguintes presidentes de Junta de Freguesia:
Sérgio Miguel Gonçalves Almeida – Assembleia de Freguesia de Aldeias e Mangualde da Serra (PSD),
Vítor Manuel Jordão da Silva – Assembleia de Freguesia de Arcozelo da Serra (PSD),
Virgínia Manuela de Araújo – Cativelos (PS),
Maria Elisabete Guerrinha – Assembleia de Freguesia de Figueiró e Freixo da Serra (PSD),
Isabel Maria de Sousa Teixeira – Assembleia de Freguesia de Folgosinho (PSD),
João José Amaro – Assembleia de Freguesia de Gouveia (PS),
Marcelo Almeida Santos – Assembleia de Freguesia de Melo e Nabais (PSD),
Carlos António Coelho – Assembleia de Freguesia de Moimenta da Serra e Vinhó (PSD)
Nuno Filipe Pereira Figueiredo – Assembleia de Freguesia de Nespereira (PSD)
Vítor Manuel dos Santos Quaresma – Assembleia de Freguesia de Paços da Serra (PSD)
Pedro Miguel dos Santos Monteiro – Assembleia de Freguesia de Ribamondego (PSD)
Gonçalo Chouzal do Nascimento – Assembleia de Freguesia de Rio Torto e Lagarinhos (PSD)
Glória Cardoso Lourenço – Assembleia de Freguesia de S.Paio (PS)
Avelino Zacarias Tente – Assembleia de Freguesia de Vila Cortês da Serra (PSD)
Carlos Manuel Santinho Pacheco – Assembleia de Freguesia de Vila Franca da Serra (PS)
Sandra Cristina Borges Cunha – Assembleia de Freguesia de Vila Nova de Tazem (PSD)
Membros da Câmara Municipal, empossados por ordem de eleição:
Luís Manuel Tadeu Marques – PSD (Presidente da Câmara)
Ana Paula Casegas Freitas – PS (Vereador)
Jorge Abrantes Cardoso Ferreira – PSD (Vereador),
Maria da Conceição Castro Salvador – PS (Vereador)
Cláudia Bonifácio Machado Martins – PSD (Vereador)
João Daniel Mosa Caetano – PS (Vereador)
José Nuno Ribeiro Saraiva Silva Santos – PSD (Vereador)
fonte:MG

Carlos Chaves Monteiro faz balanço do seu mandato

Carlos Chaves Monteiro, presidente cessante da Câmara Municipal da Guarda, vai fazer o balanço dos seus dois anos de mandato como presidente e iniciar a passagem de pasta ao novo presidente eleito, Sérgio Costa. O balanço será apresentado em conferência de imprensa na Câmara Municipal da Guarda, na próxima segunda-feira, dia 11 de outubro, pelas 11:00.

O presidente cessante da Câmara da Guarda convidou o presidente eleito, Sérgio Costa, para a última prestação pública de contas do mandato. “Queremos fazer a transição da forma mais completa, natural e transparente possível”, afirma Carlos Chaves Monteiro. “É o momento de colocar os mecanismos democráticos acima das divergências políticas e pessoais”.

Deixo o cargo de presidente da Câmara da Guarda com o sentimento de dever cumprido. Quero fazer a transição do poder autárquico da forma mais completa, natural e transparente possível”, afirmou Carlos Chaves Monteiro. “Agora é o momento de colocar os mecanismos democráticos e o desprendimento do poder acima das divergências políticas e pessoais. É o momento de continuar a contribuir, de outra forma, para o desenvolvimento da cidade e concelho”.

Carlos Chaves Monteiro fez questão de convidar o seu sucessor, Sérgio Costa, para acompanhar pessoalmente a apresentação do balanço final do seu mandato, bem como a situação financeira atual do município. “Convido o presidente da Câmara eleito para acompanhar a apresentação dos resultados que o empenho e a dedicação da nossa equipa conseguiu alcançar: quem, dentro de dias, assumir a gestão do município vai encontrar uma ótima situação financeira, boas obras em curso e vários projetos de muita qualidade bem encaminhados para sua concretização”, afirma o autarca.

Durante a conferência de imprensa serão apresentados os projetos em curso, as contas do município, estudos e projetos urbanísticos, protocolos e planos estratégicos desenhados para a cidade e para o concelho da Guarda durante os últimos anos.

Autárquicas 2021 no Distrito da Guarda- Câmaras Municipais

Aqui ficam os resultados da noite eleitoral no Distrito da Guarda, nas Câmaras Municipais nestas Autárquicas 21:

Na Guarda, Sérgio Costa (Pela Guarda)  36.22% – 8.559 votos, o PPD/PSD 33.68% – 7.958 votos, o PS 17.98% – 4.249 votos, o CH 2.69% – 636 votos, CDS-PP  2.69% – 636 votos, o B.E.  1.60% – 378 votos e o PCP-PEV  1.31% – 310 votos.

Figueira de Castelo Rodrigo,  Carlos Condesso (PSD)  47.63% – 1.882 votos,  PS – 45.41% – 1.794 votos, o CDS-PP – 2.61% – 103 votos, PCP-PEV – 0.61% 24 votos e o L – 0.23% – 9 votos.

Trancoso, Amílcar Salvador (PS)  59.71% – 3.461 votos,  PPD/PSD.CDS-PP – 32.71% – 1.896 votos e o PCP-PEV – 1.76% – 102 votos.

Fornos de Algodres, Manuel Fonseca(PS) 60.33% – 1.945 votos,  PPD/PSD.CDS-PP  34.24% – 1.104 votos e o PCP-PEV – 1.33% – 43 votos.

Celorico da Beira, Carlos Ascensão (PSD)  56.16% – 2830 votos, PS – 37.37% – 1.883 votos, o Chega – 2.50% – 126 votos e o PCP-PEV – 0.50% – 25 votos.

Pinhel, Rui Ventura (PSD) 66.64% – 3.629 votos,  PS 25.08% – 1.366 votos e o PCP-PEV  2.64% -144 votos.

Manteigas, Flávio Massano (Manteigas 2030)  34,14% – 758 votos, PS  28,11% – 624 votos, o PSD  26,76% – 594 votos, o NC  6,71% – 149 votos e o CDU  1,40% – 31 votos.

Sabugal, Vítor Proença (PSD)  47,09% – 3.403 votos,  PS com 40,22% – 2.907 votos,  CDS  4,14% – 299 votos, o Chega  2,85% – 206 votos e  CDU  1,54% – 111 votos.

Gouveia, Luís Tadeu(PSD) 50.09% 3.516 votos,  PS 40.85% – 2.868 votos e  PCP-PEV  2.99% – 210 votos.

Seia, Luciano Ribeiro (PS)  43.68% – 5.629 votos,  PPD/PSD  24.59% – 3.167 votos, o JPNT  17.82% – 2.296 votos, o Chega  5.54% – 714 votos e o PCP-PEV  3.41% – 439 votos.

Mêda, João Mourato(PPD/PSD.CDS-PP) 49.78% – 1.716 votos,  PS  44.27% – 1.526 votos e  PCP-PEV 1.13% – 39 votos.

Almeida, António Machado (PSD) 49.74% – 2.086 votos,  PS 42.61% – 1.787 votos e o PCP-PEV  2.62% -110 votos.

Vila Nova de Foz Côa, João Paulo (PSD)  51.30% – 2.287 votos,  PS 38.56% – 1.719 votos, o NC  4.33% -193 votos e o PCP-PEV  1.73% – 77 votos.

Aguiar da Beira, Virgílio da Cunha (UPNT)  52.16% – 2.194 votos,  PPD/PSD  40.04% – 1.684 votos,  Chega com 4.18% – 176 votos e o PCP-PEV  0.31% -13 votos.

 

AUTÁRQUICAS 21 -Joaquim Almeida faz lista à Câmara de Fornos de Algodres

Fornos de Algodres volta a ter Joaquim Almeida,  como candidato à Câmara , passando a serem três , depois de Manuel Fonseca e Joaquina Domingues.

O jovem de 34 anos, que volta a fazer lista pela CDU e apresenta como objetivo , o combate ao despovoamento e a criação de emprego.

A candidatura da CDU à Câmara Municipal de Fornos de Algodres tem como principais objetivos o combate ao despovoamento do concelho, a criação de oportunidades de emprego e fixação da população mais jovem, assim como oferecer a todos os fornenses estabilidade e apoio constante”, referiu Joaquim Almeida à agência Lusa.

Salienta ainda o candidato que:“ Dinamizar o Gabinete Municipal do Investimento, vocacionado para o relacionamento com agentes económicos e a criação de empresas, que trabalhe efetivamente no sentido do desenvolvimento económico do concelho, na promoção da produção local, ao nível da agricultura, da indústria e de outras atividades económicas e que promova a criação de novos postos de trabalho” é outra das propostas.

O cabeça-de-lista da CDU considera que “a presença e fixação de população jovem em Fornos de Algodres deve ser encarada como um fator muito positivo para a região” e a autarquia deve zelar para que encontrem “condições dignas de vida, os meios para a satisfação das suas mais básicas necessidades e pelo cumprimento dos seus direitos”.

Vai ter como  candidato à Assembleia Municipal de Fornos de Algodres é o assistente operacional António José Rebelo, de 59 anos, dirigente do STAL – Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional.

Fonte: Lusa

Foto:DR

JSD de Fornos de Algodres em comunicado critica a retenção total de IRS do Município

A JSD de Fornos de Algodres em comunicado critica a retenção total de IRS do Município referindo que: Os impostos municipais têm sido, por diversas vezes, alvo de critica por parte dos jovens social-democratas. Mas desta vez, o foco recaiu sobre o IRS que o município cativa de cada um dos munícipes.   

 Em cada ano, todos os municípios têm direito a uma participação variável de até 5% no IRS dos seus munícipes, relativo aos rendimentos do ano imediatamente anterior, calculada sobre a respetiva coleta líquida deduzida das deduções previstas na lei. 

Por iniciativa própria, alguns municípios decidem abdicar dessa receita na totalidade. Outros apenas em parte. E outros, como o de Fornos de Algodres, a taxa de devolução é zero, o que significa que a autarquia não concede qualquer desconto no IRS. 

Em 2021, tendo o município um papel de extrema importância, no auxílio aos munícipes a enfrentar o contexto de crise, a JSD volta a defender a alteração do benefício municipal de IRS.  

E nesta senda, os jovens social-democratas remeteram uma carta aos munícipes, desafiando-os a calcular o valor que a Câmara Municipal cativou do seu IRS, valor que não foi devolvido ou por outro lado, que poderia ter sido não pago.    A JSD pretende com isto, reforçar que o elevado sufoco de impostos não ajuda à fixação de pessoas, penalizando ainda mais quem vive todos os dias num concelho já fustigado pelos efeitos da interioridade.

JSD Fornos de Algodres lança comunicado sobre desemprego

Como é que o partido socialista combate o desemprego?

Em comunicado, a JSD de Fornos de Algodres interroga o PS , com combate o desemprego, face a isso refere que:”Em véspera de discussão do último orçamento municipal deste executivo, antes de eleições autárquicas de 2021. A JSD Fornos de Algodres lança uma campanha de sensibilização aos munícipes, de um exemplo de gestão deste executivo socialista.

Nos últimos anos, os gastos com pessoal têm crescido de forma significativa, se compararmos o valor orçamentado em 2020 com o ano de 2017, o valor aumentou 26%, segundo os documentos disponíveis no arquivo online do município.

Com este aumento da despesa, o executivo socialista continua a acreditar que esta é a melhor forma de combater o desemprego, mas estas políticas, são acompanhadas de uma asfixia de impostos municipais para todas as empresas do concelho e seus munícipes.

Por isso, a JSD mais uma vez, reforça a sua posição, da importância de o município analisar a possibilidade de uma redução de taxas e impostos municipais. Para além disso, a JSD apresentou a proposta de inclusão no orçamento para 2021, de uma aposta no desenvolvimento de um gabinete do empreendedor (para o apoio à criação de novas empresas no concelho), bem como uma aposta na formação e incentivo aos jovens agricultores (para uma modernização no setor).

Na ótica da JSD, falta a este executivo uma verdadeira política de combate ao desemprego, com a atribuição de incentivos à fixação de empresas no concelho, ao invés do reforço da câmara municipal como principal empregador no concelho.

Como diz, o proverbio chinês se o objetivo é suprimirmos a fome a um individuo, devemos ensiná-lo a pescar e não lhe entregar já o peixe. Pois dar uma boa resposta hoje, não significa uma melhor resposta no futuro.

Este executivo camarário, infelizmente, segue as mesmas políticas do governo central, numa altura difícil que se avizinha, recorda lembrar que Portugal tem o maior governo da história e claro, o mais dispendioso.  E como é visível, não será por haver mais recursos humanos no governo que a sua capacidade de resposta melhorou…”

Concelhia do PS Guarda reage aos acontecimentos políticos na cidade mais alta

Teve lugar, na sede do PS Guarda, ao fim da tarde desta terça-feira, uma conferência de imprensa, pela Concelhia do PS Guarda, sobre os acontecimentos políticos nos últimos dias nas cidade da Guarda:

“Todos assistimos, em choque, e com grande perplexidade, aos acontecimentos
políticos dos últimos dias, na nossa Cidade. A Guarda foi notícia nacional, mas,
infelizmente, pelos piores motivos. Da Cidade mais alta têm saído, por estes dias,
exemplos de fraca elevação por parte dos seus principais responsáveis políticos.

O Partido Socialista, ciente de que vivemos um momento de acrescida
responsabilidade, por força do combate à pandemia da COVID-19, não pode deixar
de repudiar, veementemente, os lamentáveis acontecimentos que transportaram para
a praça pública conflitos político-partidários passíveis de ferir o prestígio e a
honorabilidade, que devem estar subjacentes ao exercício dos cargos de Presidente
da Câmara e de Presidente da Assembleia Municipal.
Numa altura em que todos temos o dever de estar juntos, mais unidos do que nunca,
colocando de parte interesses políticos, partidários e, até, ideológicos, focando-nos,
com todas as nossas forças, na luta desigual contra o coronavírus, consideramos,
verdadeiramente vergonhoso que aqueles que têm o dever de liderar, com empenho
e responsabilidade, este difícil combate, decidam entreter-se em guerrilhas partidárias
de ambição política pessoal, ao invés de cuidarem de cumprir, com zelo e
responsabilidade, as funções para as quais foram eleitos com os votos dos
Guardenses.
É que, Álvaro Amaro já tivemos um e, felizmente, foi-se embora. Era o que mais
faltava, estarmos, agora, a sujeitar os Guardenses a este exercício confrangedor de
um braço de ferro, para ver qual será a sua melhor imitação.
Quem não se sentir capaz de contribuir para a estabilidade de que a Guarda precisa,
que saia!
Depois deste insólito acontecimento, pensamos que se impõe, aos atores políticos
que nele intervieram, uma reflexão séria, acerca das condições que têm para
continuarem no exercício dos seus cargos.

Esta é a segunda vez que o Partido Socialista se apresenta, responsavelmente, como
solução, em nome da Guarda e dos Guardenses, face aos problemas internos do
PSD.
Se o PSD não se sentir em condições de assegurar o normal funcionamento das
instituições, neste caso, do órgão deliberativo, que saiba tirar as devidas
consequências.
O Partido Socialista estará disponível para apresentar uma solução para a Assembleia
Municipal, que seja capaz de garantir um funcionamento digno porque, desta forma,
é a própria função fiscalizadora sobre o executivo que pode ficar, a partir deste
momento, ferida de dúvida. E o executivo precisa de escrutínio e fiscalização. O
executivo não pode ter, neste conflito com a Presidente da Assembleia Municipal,
desculpas para não trabalhar.

A mesa da Assembleia Municipal tem de refletir se tem condições para prosseguir e
o PSD tem de refletir se deve, ou não, manter-lhe a confiança política. Mas o poder
deliberativo na cairá na rua. O Partido Socialista cá estará para poder apresentar uma
solução, pois estamos conscientes de que à mesa da Assembleia Municipal compete
a coordenação do exercício do poder deliberativo e fiscalizador, com exigência e
sentido de responsabilidade, em nome dos interesses da Guarda, e sem ter em vista
a gestão de ambições pessoais, ou em função de conflitos de fação.
O cargo de presidente da Assembleia Municipal não é um cargo de eleição direta.
Não tem de ser exercido pelo cabeça de lista de uma bancada, nem indicado pelo
partido mais votado. Trata-se de uma escolha feita por todos os eleitos, deputados
ou membros por inerência (presidentes de junta).
O PS está, por isso, disponível para propor uma solução que salvaguarde o pleno
cumprimento das obrigações da Assembleia Municipal. Depois de todos estes
acontecimentos, mais do que nunca, exige-se uma presidência de Assembleia
Municipal que atue pela razão, na defesa do interesse público e não pela emoção, ou
em nome de estratégias pessoais ou partidárias.

É este sentido de responsabilidade que, mais uma vez, o Partido Socialista está
disponível para oferecer, diante de mais uma crise no partido que tem a maioria para
governar, mas que está, com as suas guerras internas, a fazer a perder tempo à
Guarda.

O Partido Socialista continua a reafirmar, tal como já o fez anteriormente, a sua
disponibilidade para contribuir para ajudar os Guardenses, com as suas ideias, com
as suas propostas e com o seu trabalho, a ultrapassar esta crise, adotando uma postura
de responsabilidade, pautada pelos princípios essenciais da colaboração, da
convergência e da cooperação.
A Guarda sabe que pode contar, como sempre, com a responsabilidade do Partido
Socialista que, livre de condicionamentos políticos e de jogos de interesses partidários
e de ambições pessoais, cumprirá o seu papel, assumindo-se, cada vez mais, como a
alternativa credível e necessária pela qual os Guardenses anseiam”.

JSD Aguiar da Beira tomou posse em Carapito

Teve lugar na localidade de Carapito, a tomada de posse da JSD de Aguiar da Beira seguido de um almoço-debate com o tema “Potencial do Turismo no Interior”, com a participação de Filipe Pinto, Presidente da Junta de Freguesia de Carapito e Ricardo Guerra, Professor do Ensino Superior na área do Turismo.

Marcaram presença autarcas e vereador Fernando Pires eleitos pelo partido no concelho e ainda a estrutura da JSD Distrital da Guarda.

Fornos de Algodres acolheu apresentação e debate do OE2020 aos militantes do PS

A tarde deste sábado, em Fornos de Algodres, ficou mais rica com a apresentação e debate do Orçamento de Estado 2020, perante um Plenário de militantes do Partido Socialista, no Centro Cultural Dr.António Menano.

Face a isso, a mesa foi composta por Rita Mendes, Secretária de Estado da Ação Social, Santinho Pacheco e Cristina Sousa, Deputados à Assembleia da República do Partido Socialista eleitos pelo círculo eleitoral da Guarda, Filipe Camelo, Presidente da Comissão Política do PS Guarda – Federação Distrital da Guarda do Partido Socialista, e Manuel Fonseca, Presidente da Concelhia de Fornos de Algodres do Partido Socialista.

Assim o Novo Orçamento de Estado para este ano 2020, foi apresentado e debatido nos diversos pontos inerentes, onde segundo os socialistas novas medidas de emprego, igualdade, crescimento e fixação de jovens no interior.

foto:FP

Ângelo Videira dos Santos candidato à liderança da Distrital da Guarda da JSD

 

Segundo comunicado,no passado Domingo dia 22, decorreu em Celorico da Beira o último Conselho Distrital da JSD Distrital da Guarda do mandato 2018-2020.

Ângelo Videira dos Santos, no presente ex-membro da mesma estrutura distrital, apresentou a sua candidatura a Presidente da Comissão Política Distrital da JSD Distrital da Guarda, com o lema um “Compromisso com o Futuro” .

Compromisso com o futuro é o mote para a equipa sólida e organizada que pretende apresentar a Congresso Distrital no início do próximo ano de 2020.

“Volto à minha casa de partida, e por isso a minha casa de sempre, para vos dizer que o Desafio de Uma Geração não se conquista sem um “Compromisso com o Futuro”, com base no respeito e num compromisso com todos os jovens da nossa JSD, mas sobretudo com todos jovens na nossa estrutura distrital. É prioritário voltar a unir e contar com todos! Apresento-me para agregar, para trabalhar com todos e em prol da estrutura, em prol da nossa juventude e de todos os nossos concidadãos.

Uma estrutura ativa e organizada internamente e que permita com liberdade a participação de todos os militantes, para que sejamos uma juventude partidária respeitada na sociedade civil e que permita também o contributo cívico desta, independentemente das posições políticas de cada um.

Só com a abertura e o trabalho unido de todos, podemos ter um papel ativo e construtivo para com a nossa sociedade.

Pretendo apresentar uma alternativa credível com tomadas de posição necessárias sobre os problemas das pessoas, apontando caminhos e soluções.

Integrar, democracia e pluralidade interna, defesa de pessoas, valores e princípios são alguns dos caminhos a seguir por esta candidatura.

Liberdade e Meritocrácia são as bases estruturais para que contando com todos estejamos organizados em equipas de trabalho que serão coordenadas pelo gabinete de estudos que pretendo tornar ativo, e por membros da Distrital.

São cincos as áreas de ação e trabalho político, e consequentemente, estas cinco estarão divididas em subáreas, a saber:

1 – Coesão Territorial (Europa, Investimentos Públicos, Emprego e Ação Social)

2 – Saúde (Bem-Estar e Qualidade de Vida)

3 – Educação (Ensino Profissional, Ensino Básico e Secundário, Ensino Superior, Novas Tecnologias)

4 – Ambiente (Alterações Climáticas, Proteção Civil)

5 – Comunicação (Eleições Nacionais e Autárquicas, Comunicação Social e Comunicação Política, Redes, Formação Cívica e Política e Diálogo Estruturado)