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Raid Clássico Ibérico passa pela Guarda

São mais de 100 equipas de diferentes nacionalidades, que vão atravessar a península ibérica e passa pela Guarda a 21 de outubro, trata-se da segunda edição do Raid Clássico Ibérico.

O ‘desfile de carros clássicos’ fará uma passagem pela Praça Luís de Camões, às 12h30.

Barcelona-Madrid-Guarda-Lisboa, mais de 2.000 quilómetros para desfrutar durante oito etapas da mais longa corrida de regularidade para carros clássicos em estradas de terra na Europa. E não só isso, mas também um autêntico mosaico de paisagens, cultura e gastronomia. A segunda edição do Iberian Classic Raid é um grande sucesso em termos de participação, com a lista de entrada cheia desde Maio e até 50 equipas na lista de espera. Este raid internacional terá participantes de diferentes países europeus, tais como Holanda, Itália, Portugal, França e, claro, Espanha, que não querem perder a aventura épica de atravessar a Península Ibérica num carro clássico em estradas de terra batida.

O início deste Classic Raid foi no sábado, 16 de outubro, em Barcelona. Do Porto Olímpico, a caravana de carros clássicos deixará a cidade em busca de estradas de terra que os levarão a almoçar em Cervera e terminará em La Seu Vella, em Lérida. De lá para Huesca, Saragoça, Sigüenza, e Madrid, que marcará o ponto médio da incursão.

A segunda metade vai parar nas muralhas de Ávila (Património Mundial), almoço em Guijuelo, Ciudad Rodrigo e, a partir deste ponto, o raid entra em terras portuguesas para parar na Guarda, seguindo para Covilhã, Serra da Estrela (onde a etapa vai começar no ponto mais alto de Portugal) para descer ao nível do mar na Figueira de Foz. A partir daí, a última etapa começará e terminará nas margens do rio Tejo, no Monumento aos Descobrimentos, junto à Torre de Belém, no sábado 23 de outubro.

Foto:DR

Constálica Rallye Vouzela na estrada em 11 e 12 setembro

Constálica Rallye Vouzela mantém estrutura desportiva e reforça mensagem de consciência ambiental

O belíssimo cenário de Vouzela e da região de Lafões serviu como pano de fundo para a apresentação oficial do 8.º Constálica Rallye Vouzela, que decorreu esta segunda-feira, nas instalações da Constálica. Edição de 2021, a disputar nos dias 11 e 12 de setembro, promete continuar o legado de sucesso dos anos anteriores, numa estratégia de continuidade da Promolafões e do G.A.S. Prova terá seis classificativas de asfalto e repete forte aposta na minimização do impacto ambiental e nas condições de segurança sanitária.

Beleza natural, arte de bem receber, capacidade de inovação e paixão pelos automóveis.

A apresentação oficial do 8.º Constálica Rallye Vouzela reuniu todos os ingredientes que já tornaram o evento promovido pela Promolafões e organizado pelo G.A.S. numa referência em Portugal e não só. Rui Ladeira, presidente da Câmara Municipal de Vouzela, Jorge Loureiro, vice-presidente do Turismo Centro de Portugal, Ni Amorim, presidente da FPAK, Sérgio Matos, CEO da Constálica, Joaquim Neves, presidente do G.A.S., e José Correia, diretor da Promolafões, juntaram-se a representantes de outras entidades ligadas ao rali, convidados e membros da Comunicação Social para um evento que revelou as linhas mestras da edição agendada para 11 e 12 de setembro, que é pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis GT, Campeonato Centro de Ralis, Desafio Kumho Asfalto e Desafio Kumho Centro, tendo, como é hábito, uma prova-extra reservada ao grupo X5.

Estrutura concentrada

O parque industrial da Constálica será o centro operacional de uma prova que terá um esquema de seis classificativas de asfalto, com três passagens pelos troços da Senhora do Castelo / Constálica (6,05 km) e da Penoita / SIN Profile (13,50 km). O percurso totaliza 58,65 quilómetros cronometrados, integralmente disputados no domingo (dia 12).

Durante a apresentação oficial ficou novamente patente a aposta da organização numa mensagem de consciência ambiental, materializada no projeto Race4Eco, que implementa um conjunto de medidas destinadas a minimizar a pegada ambiental do evento, como a utilização de viaturas elétricas pela organização ou a separação de resíduos no parque de assistência e nas zonas de público. A segurança desportiva e a segurança sanitária também continuam a ser pontos prioritários no Constálica Rallye
Vouzela, que na edição de 2020 chegou inclusive a ser apontada como um exemplo nos meios de comunicação em Portugal e Espanha, pelas medidas de controlo e prevenção
da Covid-19.

Uma das inovações da edição deste ano é o cartaz oficial da prova, que foi desenhado e pintado à mão por Bob Targino, artista brasileiro que há três anos se rendeu aos encantos e qualidade de vida do Interior de Portugal, deixando a metrópole de São Paulo para a residir em Vouzela. A convite da Promolafões, Bob Targino também pintou um quadro alusivo à carreira de Ni Amorim, passando para a tela uma imagem do consagrado piloto português, atual presidente da FPAK, numa das suas participações nas míticas 24 Horas de Le Mans. A arte e a emoção do desporto automóvel, em simbiose, no Constálica Rallye Vouzela.

Os protagonistas em direto Rui Ladeira (Presidente da Câmara Municipal de Vouzela): “O rali já uma imagem de marca da dinamização da Economia local, do território e da prática do desporto automóvel, que é uma paixão de muitos vouzelenses e das populações da região. É um caminho construído ao longo de oito anos, com parceiros credíveis como a Promolafões e a Constálica, mas que é também fruto do empenho dos colaboradores do Município, dos Bombeiros Voluntários, das forças de segurança, das
associações setoriais e locais, das Juntas de Freguesia. E depois é um evento importante também pelas mensagens que passa, como a da consciência ambiental, neste desporto
que obviamente queima combustíveis, mas que com estas medidas tenta atingir a neutralidade carbónica, dando um sinal educativo para a comunidade. Mas também com as boas práticas de prevenção da Covid-19, por exemplo, com o túnel de desinfeção, que foi uma medida pioneira e que faz parte de um plano para proporcionar condições de segurança sanitária aos participantes do rali e a quem nos visita. Destaco também as atividades solidárias com quem mais precisa, com a ASSOL, que é uma associação local muito prestigiada e acarinhada pela nossa comunidade. Esta postura de envolvimento com a comunidade, de colaboração entre entidades, de criação de riqueza e de dinâmica desportiva tem sido a raiz do sucesso do Constálica Rallye Vouzela.”

Ni Amorim (Presidente da FPAK): “Felizmente a evolução da pandemia permite-nos hoje ter um plano de contingência diferente do do ano passado, que obviamente criou enormes dificuldades ao desporto, à FPAK e às organizações. Por isso, tenho a expectativa que esta edição do Constálica Rallye Vouzela seja ainda melhor do que a do ano passado. A forma de comunicar a componente ambiental e ecológica aqui em Vouzela também deveria servir de exemplo, para que outros clubes repitam estas iniciativas. Se poluímos, temos depois de fazer algo para compensar essa poluição. Cada um de nós tem de fazer a sua parte e o desporto automóvel também deve ter essa preocupação, aliás como tem sido reforçado pelos programas da FIA. Fiquei totalmente surpreendido com o presente da organização, não esperava ter um artista brasileiro em Vouzela a desenhar um retrato meu. Foi naturalmente uma emoção especial e fico-lhe agradecido, pela qualidade da obra e por me fazer recordar uma das minhas seis participações nas 24 Horas de Le Mans.”

Sérgio Matos (CEO da Constálica): “Apoiámos o rali desde a primeira hora e tem sido uma boa experiência, é um evento que dinamiza o concelho e a nossa empresa. Gosto de fazer parcerias, sentimo-nos mais fortes, mais capazes. O rali tem sido isso, uma parceria entre diferentes entidades, que ajuda a trazer milhares de pessoas a Vouzela e a promover as empresas, o comércio, a restauração e toda a região aqui à volta.”

José Correia (Diretor da Promolafões): “Ao longo destes anos conseguimos sempre introduzir inovações no Constálica Rallye Vouzela e penso que o evento atingiu um nível muito alto em termos desportivos, de impacto na região e na promoção do nosso território. Este ano, numa altura em que ainda estamos a lidar com os efeitos da pandemia mundial, quisemos apostar numa estratégia de continuidade, mas tentando sempre inovar e surpreender pela positiva, como aconteceu com o cartaz oficial da prova. A nossa missão é a de promover as mensagens certas associadas ao desporto automóvel e esta 8.ª edição do Constálica Rallye Vouzela tem todas as condições para continuar esse legado de sucesso.

Rodrigo Correia imparável no Caramulo

Proveniente dos ralis, o jovem piloto de 17 anos esteve imparável na prova do Regional da Rampa do Caramulo, onde fez “barba, cabelo e unhas” aos adversários, sendo o mais rápido
nos treinos cronometrados e vitória nas duas rampas do programa do Targa Clube.
Chegar, ver e vencer. Na estreia absoluta na Montanha, Rodrigo Correia impôs a lei do mais forte na Rampa do Caramulo, com a prova do Regional a não ter grande história, porque o jovem piloto, apesar de não estar familiarizado nesta disciplina do desporto automóvel,
agarrou o “touro pelos cornos” e passou com classe e distinção mais este exame.
Aos comandos de um Kia Picanto GT Cup om motor 1000 Turbo GDI que debita 130cv, Rodrigo
Correia suplantou os adversários circunstanciais e assumir o comando das operações para não
mais o perder, nem mesmo quando a chuva de domingo trocou as voltas ao sol de sábado.
José Borges, em Peugeot 206 GTi, que ficou a 3,932 segundos de distância, foi o único piloto da
frente a tentar desviá-lo dos seus objetivos. Não o conseguiu e, no final, assim como todos os
restantes que alinharam nesta competição, deram-lhe os parabéns pelo triunfo soberbo.
Aos 17 anos de idade e na estreia absoluta na Montanha, o mais novo piloto português de ralis
de sempre cresceu na ambição e, fruto da sua legítima irreverência, lançou o ataque cirúrgico
na primeira rampa para alcançar um triunfo imaculado. Tratou-se de um fim-de-semana
imponente para Rodrigo Correia no seu batismo na Montanha, com o Targa Clube a servir de
padrinho.
Ao cabo dos 2,850 km de estrada, o piloto do Reigoso, concelho de Oliveira de Frades,
efectuou o melhor tempo na véspera (1m47,341s, depois de ter subido a rampa em piso
completamente seco. Já no segundo dia e com piso encharcado em algumas zonas devido ao
aparecimento da chuva durante o período matinal e durante a hora de almoço, ninguém
conseguiu melhorar os tempos averbados na véspera.
Na estreia absoluta na Montanha, era impossível fazer melhor, já que o piloto da Autojac,
apoiado pela Constálica, Cacio – Sublime Furniture, Churrasqueira O Gavião,Autolook.pt,
Gapmec, Astrilusa, Promolafões, Caves Primavera, Travocar, Castrol, Corvauto, Sin Profile,
MotorVision, InspeAgueda, alcançou com ousadia a sua a primeira da sua carreira.
«Foi um excelente fim-de-semana. Sinceramente não estava nada à espera deste desfecho,
pese embora tenha encarado a prova com serenidade e muita vontade de fazer o melhor que
sei. Confesso que as provas de Montanha nunca estiveram no meu horizonte, mas depois
desta experiência, fiquei rendido», afirmou Rodrigo Correia.
Ainda de acordo com o piloto Autojac, «o ambiente é notável e, quiçá, num futuro próximo,
possa integrar algumas provas do calendário, se bem que a Rampa do Caramulo, pelo meu
passado nas demonstrações de kart e freestyle em moto4, tenha um especial carinho, além de
ter estado junto de muitos pilotos que sempre injetaram alento para nunca desistir da
competição».

Dupla Silva vai à prova para o seu melhor

O Rali Alitém irá para a estrada dias 3 e 4 de Julho e será composto por 6 troços cronometrados, perfazendo 58,40km ao cronómetro. City Stage-Pista TT do Arnal,  São Simão de Litém (5,36km), Albergaria dos Doze (11,55km) e Santiago de Litém (11,74km) são as especiais que integram o programa da prova da Escuderia Castelo Branco.

Após a sua primeira incursão pelos ralis algarvios, a dupla da J. Silvas Rally Team, Armando Carvalho e Ana Santos, rumam até terras de Alitém para disputarem a prova organizada pela Escuderia de Castelo Branco, o Rali Alitém.

Sem pressão de resultados, a equipa marcará presença na prova com o intuito de e divertirem ao máximo e proporcionarem um bom espetáculo nos troços da zona de Albergaria dos Doze.

Esta é uma prova que muito gostamos. Apesar de, nas edições anteriores a prova não nos ter corrido de feição, vamos regressar a uma das melhores provas de terra da nossa região e onde sempre fomos bem recebidos e acarinhados”, referiu o piloto Armando Carvalho.

Para esta prova, o nosso objetivo é unicamente tirar o máximo gozo do nosso Mitsubishi. A organização conseguiu reunir os melhores pilotos e, o Rali Alitém tem tudo para ser uma excelente prova”, conclui.

 

Rodrigo Correia e Miguel Paião: reserva de excelência na região vinhateira

As forças romanas de Junius Brutus passaram por Mesão Frio no ano 134 a.C., dando um cunho importante na história da vila erigida nas “Portas do Douro”. Nos pretéritos dias 15 e 16 de agosto, foi a vez de Rodrigo Correia e Miguel Paião “disputarem” o território da Região Demarcada do Douro, recolhendo uma extraordinária reserva no Rali Município de Mesão Frio…

Sem dó nem piedade. Na era das convenções à distância, Rodrigo Correia aproxima-se de indecisos e desconfiados e, prova após prova, tem cimentado a sua posição de novato e, nos testes a que tem sido colocado à prova, a nota tem sido positiva, ou seja, suficiente mais, a roçar o bom.

Este fim-de-semana, o jovem piloto de apenas 16 anos teve nova oportunidade de efetuar mais de meia centena de quilómetros no Rali Município de Mesão Frio. Nas “Portas do Douro”, que deslumbram pela sua beleza vinhateira e que atraem muitos visitantes, Rodrigo Correia, além de testemunhar que já é perseguido por uma legião de admiradores que se posicionam na berma da estrada para o aplaudir à sua passagem, alcançou mais um período de amadurecimento no processo de aprendizagem.

O seu processo de maturação é feito, basicamente, no interior do Kia Picanto GT Cup, numa função que é coadjuvada por Miguel Paião, numa função que é fazer com que haja o equilíbrio entre aluno e mestre. Na competição desenhada a régua e esquadra no concelho de Mesão Frio pelo Clube Automóvel da Régua, a dupla Rodrigo Correia e Miguel Paião recolheu na região vinhateira uma excelente colheita: 28.º lugar à geral – num universo de quase 80 equipas presentes, em que terminaram 49 –, terceiro na Classe 3 e quarto no Grupo 2.

Com aventura nos ralis a arrancar no início deste ano, a 7 e 8 de Março, no Rali da Bairrada, em Vagos, pontuável para o Centro de Ralis, prosseguindo, de 3 a 5 de Julho, em Castelo Branco, na estreia absoluta no Portugal de Ralis, a equipa assumiu na terceira prova, em Mesão Frio, um papel ativo e extraordinário, saindo daquela região deslumbrante muito satisfeita com as ilações retiradas.

«Em termos de aprendizagem, melhor era praticamente impossível. Por tudo isto, só tenho que agradecer a todos os parceiros por terem depositado em mim toda a confiança, e aos meus familiares e amigos que continuaram a apoiar-me. Sem eles não seria possível este crescimento desportivo. Também é do conhecimento geral que não é possível vencer de um dia para o outro, até porque não é esse o padrão que elegemos, o qual passa por aprender cada vez mais e, por isso, da minha parte podem contar com o maior empenho e com a certeza de que darei sempre o máximo para conseguir absorver os melhores ensinamentos com o Miguel Paião que, além de ser um excelente piloto e navegador, é também um distinto pedagogo», afirmou o piloto de Reigoso, concelho de Oliveira de Frades.

Tanto Rodrigo Correia como Miguel Paião saíram de Mesão Frio animados com os resultados alcançados, mas conscientes, todavia, que muito trabalho terão pela frente, no sentido de aperfeiçoar todo o tipo de processos, em que o ponto forte passa, forçosamente, pela melhoria de comportamentos a cada abordagem de provas.

Como em finais de Agosto e Setembro são épocas de vindima em Portugal, até ao lavar dos cestos é vindima… O próximo compromisso de Rodrigo Correia e Miguel Paião com o Kia Picanto GT Cup é o Constálica Rallye Vouzela  a 27 de setembro.

 

Filipe Abrantes vai competir em Mesão Frio

 Depois do Rali de Castelo Branco em que o Citroen C2R2 da JMR Competição apresentou diversos problemas, obrigando Filipe Abrantes e Marco Vilas Boas a remar contra a maré para conseguir atingir os seus objectivos.

O Rali de Castelo Branco foi um dos ralis mais difíceis que tivemos em que tudo nos foi acontecendo mas nunca baixámos os braços e mesmo assim conseguimos chegar ao final da prova albicastrense. Não tenho palavras para agradecer o enorme esforço e apoio do Jorge e Carlos Rego da JMR Competição e do André Pires da XPower, pois foram incansáveis na prova da Escuderia Castelo Branco, referiu o piloto.

Depois do adiamento do Rali Vila Medieval de Ourém e, para não voltarmos a estar tanto tempo inactivos, vamos rumar a Norte e participar no Rali Município de Mesão Frio nos dias 15 e 16 de Agosto. Este ano tem sido muito atípico e quase que não temos andado com o carro. A prova organizada pelo Clube Automóvel da Régua vai servir para fazermos quilómetros e ganharmos confiança para conseguirmos alcançar os objectivos a que nos propusemos no Campeonato Centro de Ralis e também no Desafio Kumho”, concluí o piloto aguedense.

Disputado em pisos de asfalto e organizado pelo Clube Automóvel da Régua, o Rali Município de Mesão Frio vai para a estrada nos dias 15 e 16 de Agosto e vai contar com cerca de 60km’s de provas especiais de classificação.

Rodrigo Correia com estreia auspiciosa em Castelo Branco

Piloto AUTOJAC, de apenas 16 anos, Rodrigo Correia fez o baptismo no Campeonato de Portugal de Ralis, deixando um rasto de competência nas estradas asfaltadas do território albicastrense, fruto de uma excelente prestação ao volante de um Kia Picanto GT Cup co-pilotado por Miguel Paião.

Foi auspiciosa a estreia de Rodrigo Correia no Campeonato de Portugal de Ralis, este fim-de-semana, no Rali de Castelo Branco, conseguindo, no final, um conjunto de bons resultados e que lhe permitiu abrir o apetite para as próximas provas. O piloto AUTOJAC não se amedrontou por estar envolvido com os melhores pilotos nacionais presentes na prova da Escuderia Castelo Branco, embora reconheça ter sido uma experiência incrível.

«É um balanço extremamente positivo. Conseguimos a vitória na categoria RC5, ficámos em segundo lugar no Campeonato de Portugal Júnior e, na classificação geral, terminámos no 24.º lugar num universo de 38 equipas admitidas à partida. Como prova de baptismo no escalão máximo dos ralis em Portugal, não poderia ter outro desfecho, se bem que sempre encarei os resultados como secundários, dado que o mais importante é a aprendizagem», afirmou Rodrigo Correia.

Com apenas 16 anos de idade, o piloto de Reigoso, concelho de Oliveira de Frades, na Região de Lafões, iniciou o Rali de Castelo Branco com alguma dose de nervosismo, mas esse cenário «acabou por desaparecer e a surgir a legítima confiança causada pela experiência do meu co-piloto, o Miguel Paião, um piloto que dispensa apresentações e que transmite muita firmeza».

Rodrigo Correia destacou ainda o apoio e o comportamento exemplar do público no Rali de Castelo Branco, a primeira prova depois da suspensão da actividade causada pela pandemia: «Se o espírito competitivo que se viveu nos dois dias de prova foi primoroso, com as equipas a procurar fazer o seu melhor em prol dos resultados, a conduta dos espectadores também tem de ser realçada, contribuindo em grande parte para a excelência da competição da Escuderia Castelo Branco, reforçando aquilo que já digo há bastante tempo, ou seja, os melhores adeptos estão nos desportos motorizados, cumprindo as regras de distanciamento por causa da Covid-19».

Numa prova em que Armindo Araújo e Luís Ramalho conduziram o Skoda Fabia R5 Evo ao trunfo, relegando para a segunda e terceira posição, respectivamente, Bruno Magalhães e Carlos Magalhães (Hyundai i20 R5) e Ricardo Teodósio e José Teixeira (Skoda Fabia R5 Evo), Rodrigo Correia e Miguel Paião viveram lutas intensas mais atrás, em que a aprendizagem teve um enorme aproveitamento.

«Mas como já tive a oportunidade de afirmar, não é os tempos que me faz mover neste momento, mas sim a adquirir a adaptação e toda a envolvência da própria competição, sobretudo ao nível das condições do percurso. Deparámo-nos com a estrada bastante suja, provocada pela passagem das viaturas, dificultando a passagem do pequeno mas ágil Kia Picanto GT Cup, mas soubemos “sobreviver” com os devidos índices de segurança», sublinhou Rodrigo Correia.

O jovem piloto, que agradeceu «o apoio da Constálica, Castrol, Travocar, Cácio – Sublime Furniture, Caves Primavera, InspeÁgueda, Sin Profile, Promolafões – Organizamos Emoções, Astrilusa – Representações, autolook.pt, Facting, Gapmec – Economistas e Consultores, Motor Vision, Movielight, Creactive e Consultâmega para levar por diante este projecto», sublinhou «a coragem da Escuderia Castelo Branco em colocar a prova na estrada com muita competência».

Também o co-piloto Miguel Paião sustentou que «a estratégia foi cumprida à risca, mantendo uma toada consistente, já que o nosso propósito foi fazer tudo direitinho, até porque o Rodrigo (Correia), que não escondeu algum nervosismo inicial, mas também é motivo de regozijo verificar a sua excelente progressão, marcada por uma condução mais segura e mais limpa».

Fotos: Promolafões

NelaSport no top ten em Tábua

A dupla da NelaSport, Luís Borges/José Figueiredo, que participaram nesta Prova, sem preocupação pelas contas do campeonato, fizeram uma corrida tranquila, sem necessidade de correr riscos, terminando em 10º lugar da geral.

O Rally de Tábua a contar para o Campeonato Centro de Ralis,  contabilizou um total de 26 equipas inscritas, o que antevia muita adrenalina e competição, à medida que as contas de Campeonato se vão definindo.

“Esta foi uma participação onde assumimos logo de início, que o objetivo principal seria terminar e preferencialmente sem danos no carro, o que foi amplamente alcançado. Sabíamos que a nossa falta de ritmo competitivo, inerente a uma paragem superior a um ano, apenas interrompida com a participação no Rally Vinho do Dão, não nos permitia lutar por um bom resultado, pelo que a entrada no “top ten”, foi uma agradável surpresa, para uma prova onde praticamente não assumimos qualquer risco. O desenho das especiais de classificação de Tábua, exigem muita “mão-de-obra”, obrigando a que o ritmo e níveis de concentração, estivessem num escalão elevado, o que só é possível treinando e competindo frequentemente, o que não tem sido o nosso caso. Esta época e tendo em consideração o budget disponível, a prioridade da equipa foi a aposta no Campeonato de Portugal de Kartcross, pelo que a “disponibilidade”, para os ralis ficou de alguma forma condicionada às participações, em Nelas e aqui em Tábua”, afirma Luís Borges.

Por.Nelasport

NelaSport na 6ª prova do Campeonato de Portugal de Kartcross, em Castelo Branco

Após Lousada, que terá sido possivelmente a prova mais complicada para a NelaSport, onde um conjunto de vicissitudes alheias a toda a equipa, impediram que o piloto Alexandre Borges, conseguisse rodar dentro do nível ambicionado, a Prova do Campeonato de Portugal de Kartcross que se segue, é Castelo Branco, já nos próximos dias 22 e 23 de setembro, no Parque de Desportos Motorizados, da Reta do Lanço Grande, a cargo da Escuderia de Castelo Branco.

“Lousada, foi de facto uma prova complicada, onde logo na primeira corrida de qualificação, me vi inserido no meio de uma carambola, a que fui totalmente alheio. A partir daí tudo se tornou mais complicado, onde o pressing para recuperar, aliado a pequenos percalços, levou a que a qualificação para a Final A, fosse arrancada a ferros. Numa modalidade, onde os lugares são decididos ao milésimo de segundo, arrancar numa posição pouco favorável na grelha de partida, torna a tarefa muito complicada, pelo que apenas conseguimos chegar ao décimo lugar, ao cair da bandeira de xadrez. Agora o foco está na prova de Castelo Branco, onde mais uma vez, vamos procurar dar o nosso melhor, nesta que é uma caminhada de aprendizagem”, afirma Alexandre Borges.

Por:NelaSports

Nuno Antunes triunfou no Rali Bridgestone / First Stop na Guarda

Nuno Antunes voltou à carga e venceu, pela segunda vez, o Rali Bridgestone / First Stop, após a estreia, em 2016, na subida ao lugar mais alto do pódio, e um segundo lugar conquistado no ano transacto. Nuno Antunes, em Mini, realizou a prova em 39,053 segundos, com apenas 28 centésimas de diferença de Francisco Carvalho, em 1275 GT, que já venceu este rali por nove vezes. Araújo Pereira, em Skoda Fabia, conquistou o terceiro lugar do pódio, realizando a prova em 41,635 segundos.

A 22ª edição do rali turístico desportivo, que decorreu de 29 de Junho a 1 de Julho, marcou os 30 anos deste encontro de representantes das marcas automóveis, pilotos, organizadores e jornalistas e contou com a participação de 45 equipas e um total de 120 pessoas, das quais 19 completaram a prova de maneabilidade que decorreu no sábado à tarde, junto ao mercado municipal.

As melhores prestações femininas foram as de Olga Marlene Pereira, em Peugeot, que cumpriu o percurso em 59,137 segundos, e foi imediatamente seguida de Teresa Reis, em Mercedes, (59,790 seg) e Bianca Bessa, em Fiat (01’03,924).

As subidas ao pódio dos melhores classificados foram feitas com o espumante em garrafa magnum de Figueira de Castelo Rodrigo, sendo que todas as equipas receberam troféus Spal de participação no almoço de encerramento. Presença forte também a da Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior, que realizou uma prova de vinhos do agrado de todos.

Como habitualmente, as marcas realizaram uma ação de entretenimento para os participantes, desta vez uma ação conjunta de competição entre Renault, Ford e Bridgestone /First Stop, na qual as equipas foram desafiadas a puxar pela criatividade e conhecimento sobre vocabulário da língua portuguesa. No “Conhecimento em Velocidade” saiu vencedora a marca Bridgestone / First Stop.

Na prova de maneabilidade, não faltaram as mais inusitadas participações, nomeadamente Pedro Gil, em táxi, e André Coelho, a substituir o pai, ao volante de um pequeno Ferrari elétrico. A boa disposição e as brincadeiras são, aliás, características de tradição deste rali, o que foi confirmado por Pedro Machado, presidente do Turismo do Centro de Portugal, que também alinhou à partida.

No Rali, os participantes realizaram ainda um percurso de estrada que ligou os concelhos da Guarda e de Pinhel, conheceram o pálio de ouro de Cidadelhe que em breve passará a ter espaço próprio de visita, e visitaram o Museu Municipal de Pinhel. Não faltaram ainda ofertas que são sempre bem acolhidas pelos participantes, nomeadamente da BP, Câmara da Guarda e Turismo do Centro.

O Rali teve como patrocinador oficial a Bridgestone e a First Stop. Contou ainda com o apoio da BP, Valorpneu, SPAL, Renault, Ford, Comissão Vitivinícola Regional da Beira Interior e Adega de Figueira de Castelo Rodrigo, além da parceria institucional do Turismo do Centro de Portugal, Municípios da Guarda e Pinhel, Natura IMB Hotels e Hotel Palácio Estoril.