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Município de Nelas na frente a nível da captação de fundos comunitários

O “Portal Mais Transparência” da “Agência Para o Desenvolvimento e Coesão”(AD&C)  revelou que o Município de Nelas captou 55,6 milhões de euros de fundos comunitários do PT2020, desde 2014 até 31 de março de 2021, o que representa 8,75% do total das verbas vindas para todos os 14 Municípios da Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões (CIMVDL), ou seja, 4.267€ por habitante, o valor mais elevado per capita a seguir a Vouzela, e muito superior a todos os restantes Municípios, quer da CIMVDL, quer do Distrito de Viseu, ou dos Municípios vizinhos e até de Municípios com cidades como Viseu, Leiria, Guarda, Castelo Branco, Vila Real ou Figueira da Foz e ao nível de Coimbra ou de Aveiro.

Os dados revelados esta sexta-feira pelo “Portal Mais Transparência” revelam que o Município de Nelas conseguiu esta excelente situação ao nível da captação de fundos e posição comparativa de captação de investimento, que arrancou em 2014 (no quadro comunitário anterior 2007-2013 foram captados para o Município apenas cerca de 5 milhões de euros) para apoiar a economia nos domínios com verbas do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), do Fundo Social Europeu (FSE), do Fundo de Coesão e do Fundo Europeu dos Assuntos Marítimos e das Pescas (FEAMP), só não incluindo os dados do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), ainda não disponíveis.

Ou seja, Nelas está na linha da frente da competitividade e internacionalização; da inclusão social e emprego; do capital humano; e a sustentabilidade e a eficiência dos recursos.

Os dados do “Portal Mais Transparência” revelam ainda que os fundos obtidos no Município de Nelas representam uma distribuição de cerca de 4.267€ por habitante, enquanto a média nos Municípios da CIMVDL é de 2.477€ e a média nacional fica abaixo dos 2.400€.

Estes dados representam um Concelho que voltou a ser um dínamo económico da região e até do país. É um conjunto de comunidades, assentes em fortes áreas de localização empresarial, dinamismo agrícola e comercial, património e turismo, com uma Câmara Municipal proactiva em matéria de investimento e criação de riqueza e emprego, com políticas fiscais e tarifárias amigas das empresas e das famílias, que tem capacidade de implementar projetos de investimento em setores diversificados e um pouco por todo o território. Nelas, apesar dos seus 125 Km2 e cerca de 13000 habitantes, é hoje capaz de ter uma cultura empresarial e um conjunto de projetos de investimento suficientemente grandes para o colocarem no topo a nível regional e até nacional na capacidade de atrair fundos europeus.

Todos estes dados estão disponíveis em:

https://transparencia.gov.pt/fundos-europeus/investimento-por-regioes/#inv_regions_distribution_id

 

Foto: Mun.Nelas

Homenagem ao Lobo, na entrada da Freguesia de Lapa do Lobo

Numa  iniciativa promovida pela Junta de Freguesia da Lapa do Lobo, está agora a principal entrada da Freguesia muito mais bonita, apelativa e representativa do orgulho Lapense, com a plantação de 25 oliveiras antigas, a colocação de um penedo de 8 toneladas e sobre ele um imponente lobo em metal.
Marcou presença nesta iniciativa, Borges da Silva , autarca de Nelas e demais entidades locais.
A Junta contou com a colaboração da empresa “Agrepor” e da Câmara Municipal neste investimento de atração territorial que orçou no total em mais de 5.000€.
Mais um Lobo em guarda da Lapa do Lobo!

Nelas – Aumento de pressão em Carvalhal Redondo e de Aguieira

Está a avançar a  realização de um investimento que visa aumentar a pressurização da rede de saída de água do reservatório de Carvalhal Redondo, para aumentar e garantir a pressão ideal na parte alta das localidades de Carvalhal Redondo e de Aguieira, bem como estabilizar a pressão na parte baixo, mantendo a pressão da água na rede constante e com qualidade, numa iniciativa da Câmara Municipal de Nelas, com a colaboração e apoio da Junta de Freguesia de Carvalhal Redondo e Aguieira

Neste sentido, está em curso a instalação de equipamentos, num investimento de cerca de 20.000€ que permite a estabilização desejada, sendo já um dos trabalhos complementares aos trabalhos em curso decorrentes da construção do Grande Reservatório de água de 4000m³, que está em fase final de construção e cuja entrada em funcionamento se prevê para o início do mês de julho próximo, reservatório este dotado de telegestão e que constitui um investimento superior a 1,7 milhões de euros.

Nelas recebeu formação de Bombeiros

Recentemente os elementos de comando das corporações de bombeiros participaram em Nelas e que vai repetir-se em 22 e 23 junho com outros Corpos de Bombeiros, numa ação de formação para operador de máquina de rastos com turmas de 24 elementos, sendo a parte teórica no 1.º dia, que decorreu na sala orgânica do Edifício Multiusos e a parte prática no 2.º dia, na Quinta da Cerca, com apoio da “Bulldozer” da Câmara Municipal.
Frequentaram a formação Comandos dos Bombeiros de Seia, Penalva do Castelo, S. Pedro do Sul, Tondela, Cabanas de Viriato, Folgosinho, Famalicão da Serra, S. Martinho do Porto, Benedita, Caldas da Rainha, Batalha, Estarreja, Anadia, Albergaria, Sever do Vouga, Proença a Nova, Belmonte, Vila Velha de Rodão, Covilhã, Cantanhede, Coja, Mira, Pampilhosa da Serra e elementos da Força Especial de Proteção Civil abrangendo os 6 Distritos da Região que são Coimbra, Leiria, Viseu, Guarda, Castelo Branco e Aveiro.
A ação de treino operacional permitiu desenvolver aprendizagem de procedimentos e técnicas de abordagem no combate a incêndios rurais com Máquina de Rastos.
Foram igualmente abordadas técnicas e procedimentos nas ações de consolidação e rescaldo dos perímetros dos incêndios rurais com Máquina de Rastos.
Fotos: Mun.Nelas

Dia Mundial do Ambiente assinalado com plantação de árvores em Nelas

O Largo Alexandre Herculano em Nelas foi o local escolhido para a plantação de 3 árvores de médio porte, para repor as que existiram e que secaram entretanto!
O Agrupamento de Escuteiros de Nelas-578 participou ativamente nesta atividade plantando três Tílias neste local, que também é designado de Largo do Arvoredo, que ganha assim uma nova vida, ficando assim valorizado em termos paisagísticos.
Comemorado desde o dia 5 de Junho de 1972, o Dia Mundial do Ambiente foi criado pela Assembleia Geral das Nações Unidas, marcando o início da Conferência de Estocolmo sobre o Ambiente Humano.
Ficou célebre o desafio “Uma Única Terra”, como compromisso ético da espécie humana para com o Ambiente.
O Dia Mundial do Ambiente é celebrado todos os anos numa cidade diferente, com um tema distinto e é comemorado em mais de 100 países.
Portugal festeja este dia desde 1973.
O tema do Dia Mundial do Ambiente deste ano 2021 é a RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS e o Paquistão será o anfitrião global. A comemoração deste ano será palco do lançamento da DÉCADA DAS NAÇÕES UNIDAS DA RESTAURAÇÃO DE ECOSSISTEMAS.
A restauração de ecossistemas pode assumir várias formas: mais árvores, cidades verdes, jardins florestais, mudança nas dietas ou limpeza de rios e encostas.
O lema é: Esta é a geração que pode fazer as pazes com a Natureza!
Também em Nelas se vive nos últimos anos, estruturalmente, este espírito de proteção da Natureza!
Foto: MN

Robô autónomo UX-1Neo testado na Urgeiriça

O robô autónomo UX-1Neo, para exploração de minas subterrâneas inundadas, foi testado esta quinta-feira na antiga mina de urânio da Urgeiriça, em Nelas, Viseu. Estes são os primeiros testes do robô desenvolvido pelo Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores, Tecnologia e Ciência (INESC TEC), no âmbito do projeto europeu UNEXUP.
O UNEXUP é um projeto que pretende melhorar a tecnologia desenvolvida anteriormente no UNEXMIN e comercializá-la. O novo robô de exploração tem o hardware e o software melhorados, revelando um melhor desempenho em termos de alcance e profundidade, aquisição, gestão e processamento de dados.“
“Trata-se de um dos robôs submarinos mais avançados do mundo, com uma nova arquitetura modular, elevada operacionalidade e um conjunto bastante alargado de sensores, num volume reduzido (aproximadamente uma esfera de 70 cm de diâmetro), incluindo seis câmaras, sistemas de sensorização 3D baseados em laser e sensores acústicos de mapeamento e imagem. Novas capacidades que conferem às missões de exploração mais confiabilidade e segurança, com menores custos”, afirma Alfredo Martins, investigador do INESC TEC e docente do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP).
Este robô subaquático autónomo permite a exploração de minas inundadas até mil metros de profundidade, obtendo informação relevante como o estado estrutural e mapa das mesmas (permitindo saber se existiram derrocadas ou outros problemas) e informação geológica importante para determinar a existência de recursos minerais com interesse económico, que de outra forma seria mais difícil e perigoso obter ou teria custos mais elevados (como por exemplo pela necessidade de retirar a água, baixando o nível freático).
Existem na Europa cerca de 30 mil minas fechadas, muitas das quais estão agora inundadas, mas ainda contêm recursos minerais importantes e passíveis de serem explorados. Este projeto permitirá introduzir no mercado europeu um robô com capacidade de produzir informações geológicas, mineralógicas e espaciais da forma mais segura possível, a partir de minas inundadas e outros ambientes confinados subaquáticos, preenchendo uma necessidade específica do mercado que não se encontra atualmente coberta.

Alto Mondego Rede Cultural regressa para animar as comunidades

Decorreu na manhã de sábado (22 de maio), a apresentação da segunda edição do Projeto” Alto Mondego- Rede Cultural”, no auditório Multiusos de Nelas. É composto pelos municípios de Fornos de Algodres, Nelas, Mangualde e Gouveia. O projeto contará com uma programação cultural diversificada e que tem como objetivo dinamizar os territórios com eventos culturais criados por associações culturais locais, com o intuito de impulsionar a economia local, mas também promover as artes e as criações artísticas no território, projetar a sua imagem e a região e ainda exponenciar novos fluxos turísticos de forma a contribuir para a valorização da autenticidade dos produtos culturais e patrimoniais endógenos.

Serão 24 espetáculos de várias artes performativas e 8 murais de arte urbana que acontecerão até setembro de 2022, recriados nos vários espaços emblemáticos dos quatro municípios, será um investimento de cerca de 300 mil euros.

Vão ser desenvolvidas 4 ações de capacitação artística com as diversas associações culturais, através da cooperação entre estas e capacitadores das seguinte áreas : slackline, arte urbana, música e dança.

As sessões de capacitação de slackline (corda bamba) e arte urbana decorrerão entre junho e agosto deste ano. As sessões de slackline serão orientadas pelo profissional Rui Mimoso, campeão nacional de slackline.

O slackline é um desporto que consiste prática de equilíbrio sobre uma linha dinâmica, esticada entre dois pontos fixos. O praticante pode caminhar sobre ela ou fazer manobras e truques, dinâmicos ou estáticos.

No que toca à área Arte Urbana , vão ser criados 4 murais, um em cada Município, resultado do trabalho entre as associações, a comunidade e o artista plástico Desy.

Por sua vez ,  as seesões na área da música acontecem em 2022, entre os meses de janeiro e maio. Entram em cena Bitocas e Artur Fernandes, que juntamente com as associações locais irão apresentar 8 espetáculos pelo território do Alto Mondego’ Rede Cultural.

Por fim, na área da dança, decorre entre maio e setembro de 2022, onde Marta Silva, irá trabalhar juntamente com as associações locais nos variados temas que abrangem a dança (movimento, corpo) e que resulta em 8 espetáculos artísticos itinerantes.

As intervenções dos quatro presidentes serviram para explicar um pouco mais este projeto.

Borges da Silva (Nelas) referiu:” É um gosto continuar a partilhar esta experiência da Rede Cultural do Alto Mondego em mais uma iniciativa, mais uma candidatura, mais um projeto, projeto esse complementado com uma série de ações, que consiste em dinamizar e promover o património cultural e rapidamente também regressar à possibilidade das populações acederem à cultura e acho que conseguiram e felicito-os aqui por isso, deixando também aqui um cumprimento aos animadores e aos profissionais que mobilizaram  para estas ações quer as ações artísticas, do ponto de vista artístico, quer do ponto de vista de artes e cultura do Alto Mondego”.

Por sua vez, Elísio Oliveira (Mangualde)salientou a: importância deste projeto Alto Mondego, como disse o presidente de Nelas, um rio nos une, mas também nos podia separar.

Um rio une ou separa, mas quando se fazem pontes, a separação torna-se união e nós estamos aqui os quatro municípios unidos em torno do Alto Mondego. A cultura é importante para desenvolver a vida das pessoas para desenvolver a economia, valorizar o território para fixar e atrair pessoas e essa é a grande luta, é a grande batalha, é a luta da democracia e da demografia e da fixação de pessoas. Sem pessoas tudo o resto vai desertificando, as casas vão-se despovoando, os territórios vão-se abandonando e a cultura pode ser uma âncora e um instrumento importante para dar qualidade de vida material e imaterial aos territórios e às pessoas que neles habitam”.

Luís Tadeu(Gouveia) enalteceu que: “é um programa que nos une com o território e com as entidades  que incluem  o território que fazem cultura e que nesta altura estão a passar uma fase muito complicada , fruto da pandemia , obrigando a parar as suas iniciativas, que é sempre depois  complicado  muitas vezes recomeçar e voltar a motivar as pessoas.

 Assim com este nosso projeto não é só dizer a essas associações culturais do nosso território, que estamos com elas, confiamos nelas , que acreditamos no seu trabalho e que juntamente com todos aqueles que agora vêm de fora  enriquecer e engrandecer também o seu trabalho , que queremos que elas continuem  e confiamos que elas continuam a ser agentes importantes no  território para precisamente prolongar e salvaguardar a cultura mas também para lhe dar novas roupagens porque os tempos mudam, os tempos evoluem e portanto há que também que termos noção e atenção a isso não perdendo o espírito daquilo que são as nossas associações mas  envolver todos aqueles que nelas colaboram, que nelas participam sejam nas bandas filarmónicas, seja nos ranchos folclóricos ,seja  nos grupos de teatro que temos ,nos grupos de dança que temos enfim todos”.

 Manuel Fonseca (Fornos de Algodres) agradeceu de forma especial à comunicação social , uma vez que têm aqui um papel importante na divulgação deste projeto. Muitas das vezes senão forem  os OCS,  o que acontece é que os nossos projetos não são focados , não são difundidos da melhor forma, logo é um prazer que os OCS estejam presentes e como sempre vão fazer um bom trabalho  no sentido de darem a conhecer este projeto . Desde o princípio, no nosso município, entendemos que era o projeto que tínhamos de agarrar com alma e coração naturalmente que há outros projetos que correm paralelamente em cada uma das outras comunidades, mas este é um projeto como disse tinha uma identidade própria.

Este ano em termos deste projeto entendeu-se que devíamos também alargar a outras competências relativas não só à dança, não só ao teatro e foi por isso que decidimos também agarrar outras capacitações neste caso especificamente na questão do Slackline e também na Arte Urbana. Relativamente à 1ªquestão está aqui o Rui Mimoso que é de Fornos de Algodres também tenho que realçar que é um excelente player nesta matéria é dos primeiros que existe no país e naturalmente também estas áreas é importante também trazer os mais jovens, às vezes os jovens têm outro tipo de motivações e tendo outro tipo de motivações é importante que estes jovens possam ter outras competências, conclui o autarca fornense.

Por fim, cada um dos capacitadores apresentaram as suas atividades, seguindo-se uma pequena demonstração do Slackline pelo atleta Rui Mimoso, pelos jovens convidados e demais entidades que quiseram experimentar.

Este projeto “Alto Mondego Rede Cultural” é cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

 

Alto Mondego- Rede Cultural apresentado dia 22 em Nelas

 Iniciativa “Alto”, coordenada artisticamente pela Contracanto Associação Cultural, no âmbito do projeto do Alto Mondego’ rede cultural, enquanto proposta de programação cultural em rede no território composto pelos Municípios de Gouveia, Nelas, Fornos de Algodres e Mangualde, que tinha sido adiada em 2020 devido à pandemia Covid-19, será retomada no próximo ano, em 2022.
O Alto Mondego’ rede cultural é um projeto cofinanciado pelo Centro 2020, Portugal 2020 e União Europeia, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.
que vai ser apresentado no próximo sábado, durante a manhã no auditório Multiusos de Nelas.

Estratégia Local de Habitação vai ser analisada pelo Município de Nelas

São 121 famílias, que constituem pelo menos 281 pessoas, a viver em casa sem condições, 15 pelo menos nas suas habitações em várias localidades do Concelho, 27 em núcleos precários e 28 com carências várias de alojamento condigno. A esta realidade acresce a necessidade de construção ou reabilitação de pelo menos 50 habitações, numa fase inicial, para fixar e atrair jovens casais, com idades entre os 20 e os 34 anos preferencialmente.

Para resolver o problema, a Câmara de Nelas vai discutir e votar na próxima reunião de Câmara da próxima quarta-  feira, a Estratégia Local de Habitação gizada pelo Executivo e pelo Presidente da Câmara Municipal.

Prevê-se um investimento de quase 9 milhões de euros nos próximos quatro anos com o apoio estatal do “1º Direito” – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação (Decreto Lei 37/2018, de 4 de Junho e Portaria 230/2018 de 17 de Agosto), bem como no acesso ao Programa de Habitação a Custos Controlados.

A ideia destes Programas é, nos 50 anos do 25 de Abril – em 2024 – não ter ninguém em Portugal, a viver em habitação que não seja digna. A Câmara de Nelas já fez o seu diagnóstico e tem tudo pronto para submeter a candidatura, assim a mesma seja aprovada em reunião de Câmara e na Assembleia Municipal a realizar logo de seguida.

A par destes Projetos e Candidatura, a Câmara de Nelas vai começar em breve as obras de requalificação de todas as 47 habitações sociais já existentes (Figueira Velha, Bairro Dr, Augusto Rosado, Póvoa de Luzianes, Fiais e Canas de Senhorim), no âmbito de uma Candidatura de eficiência energética aprovada no Centro 2020, no valor de 450,000€.

A Câmara, no âmbito da Estratégia Local de Habitação e Construção de Habitação a Custos Controlados, vem adquirindo já terrenos junto à conhecida Quinta dos Bigote (e ao arruamento que dá acesso ao Novo Quartel  dos Bombeiros de Nelas) para resolução do problema de habitação indigna dos núcleos precários, negociando terrenos junto ao Bairro de Santa Luzia para construção de apartamentos não destinados a residentes em núcleos precários ou acampamentos e disponibilizando ainda imóveis seus para reabilitação para esse fim (por exemplo no antigo Edifício da EDP, no Folhadal junto à Igreja da Sra. da Tosse e em Vila Ruiva).

Nelas- Culturas na Quinta da Cerca

Estão abertas,  as inscrições no Gabinete de Apoio ao Agricultor de familiares e/ou munícipes que pretendam usufruir de um espaço de 200 m2 de terreno pronto para ser plantado com culturas em modo biológico, na Quinta da Cerca, espaço esse, devidamente lavrado e com água disponível, estando vedado e vigiado. As inscrições devem ser efetuadas com o preenchimento de uma ficha de candidatura disponível no Gabinete de Apoio ao Agricultor.

Para as inscrições contate o Gabinete de Apoio ao Agricultor através do número 963710667 ou do email geral.agricultura@cm-nelas.pt