Início » Fornos de Algodres (Pagina 20)

Fornos de Algodres

AF Guarda – Sorteio realizado do Distrital da 1ªDivisão

Teve lugar, no Hotel Quinta dos Cedros, em Celorico da Beira, o Sorteio do distrital maior da AF Guarda, com o seguinte emparelhamento de Clubes:

1ªjornada

Vilar Formoso – Aguiar da Beira

Vila Cortez – Foz Côa

Sabugal – Os Vilanovenses

Figueirense – S.Romão

SC Celoricense – Guarda FC Sad

AD Fornos de Algodres – Vila Franca das Naves

GD Trancoso – Mêda

Fotos:AFG

 

 

Avisos e Liturgia do XXII Domingo do TEMPO COMUM – ano C

O ELOGIO DA PEQUENEZ

No evangelho deste Domingo, encontramos a imagem do banquete nupcial, que foi utilizada muitas vezes por Jesus. Uma imagem que nos recorda a comunhão, a alegria de estar juntos. Portanto, esta imagem recorda-nos que todos fomos convidados para estas núpcias, porque Deus assim o quis, porque pensou em todos, porque quer partilhar a sua alegria connosco. Um banquete de casamento também nos faz recordar que a alegria provém da doação, da entrega mútua de dois esposos. Na vida de casal, quem vive procurando a sua própria felicidade pessoal, dificilmente a encontrará, porque a natureza do casamento é outra. No casal, a felicidade não é pessoal e egoísta, mas mútua e doada. É assim também no Reino de Deus. Não devemos procurar os primeiros lugares, nem ter uma atitude narcisista perante a vida. A grandeza que temos de desejar é a grandeza do coração. Por isso, a primeira leitura diz-nos que quanto “mais importante fores, mais deves humilhar-te, e encontrarás graça diante do Senhor”. Deus, imensamente rico em amor e na capacidade de se doar, rebaixou-se até ao extremo, em Jesus Cristo. A cruz de Cristo recorda-nos sempre a grandeza do seu amor por todos nós. Todos conhecemos exemplos da humilde grandeza que, por serem tão rotineiros, não lhe damos a importância devida: os pais que cuidam dos seus filhos, os nossos amigos que nunca nos deixam de apoiar e de estar presentes, os que se dedicam aos mais necessitados, sacrificando, por vezes, o pouco tempo que já têm para si; podíamos dar muitos mais exemplos. A alegria e a satisfação que estas pessoas experimentam no coração, sentindo que nesta entrega recebem mais do que dão, acontece, porque participam na maneira de ser e de agir de Deus, da sua inesgotável riqueza. Com o amor oferecido gratuitamente, quanto mais se dá, mais se tem. No evangelho, Jesus diz-nos para convidarmos aqueles que não podem dar nada em troca. Recebemos muito em troca, mas de outra maneira, como pode constatar que já esteve perto dos que sofrem e lhes prestou atenção. Necessitamos de ter um coração compassivo, que privilegie os outros. Se tal não acontecer, podemos viver confortavelmente, mas sentimo-nos vazios, como mortos por dentro. Quanto mais queremos ser e ter, mais pequeno fica o nosso coração, porque deixamos menos espaço a tudo o que é entrega e generosidade. Infelizmente, a sociedade actual não envereda muito por aqui: há a preocupação de cultivar uma imagem, a procura da popularidade; tudo leva a uma forma de ser em que a humildade e a entrega são desconhecidas e pouco apreciadas. Nesta sociedade, temos de procurar e promover encontros de qualidade, cultivar relações humanas enriquecedoras, profundas; aproximarmo-nos dos que sofrem e evitar deslumbramentos das miragens da fama e do bem-estar. Jesus convida-nos a sentarmo-nos no lugar mais humilde, tal como Ele fez. Ali descobriremos o que significa ser o primeiro no Reino de Deus: viver para amar, ter um coração livre que permita ser sem necessidade de máscaras, nem de imagens pré-fabricadas. É chegar à essência do que somos, sentindo-nos amados, sem necessidade de escalar posições sociais nem reconhecimentos do mundo e dedicarmo-nos àquilo que viemos fazer nesta vida: partilhar a plenitude que já nos foi dada e já nos pertence.

31-08-2025

paroquiasagb

Leitura Espiritual

«O banquete está pronto, tudo está preparado: vinde às bodas» (Mt 22,4)

O Senhor tinha sido convidado para umas bodas. Ao observar os convivas, reparou que todos escolhiam os primeiros lugares, desejando sentar-se adiante de todos os outros e passar à frente de todos. Então, contou-lhes uma parábola (Lc 14,16ss), que, mesmo tomada no seu sentido literal, é muito útil e necessária a quantos gostam de usufruir da consideração dos outros e têm receio de ser rebaixados. Como esta história é uma parábola, possui um significado que ultrapassa o seu sentido literal. Estas bodas realizam-se diariamente na Igreja. Todos os dias o Senhor celebra bodas, todos os dias Se une às almas fiéis por ocasião do seu baptismo ou da sua passagem deste mundo para o Reino dos Céus. E nós, que recebemos a fé em Jesus Cristo e o selo do baptismo, somos convidados para estas bodas, onde foi posta uma mesa sobre a qual diz a Escritura: «Preparais-me um banquete à vista dos meus adversários» (Sl 22,5). Aí, encontramos os pães da oferenda, o vitelo gordo e o Cordeiro que tira os pecados do mundo (cf Ex 25,30; Lc 15,23; Jo 1,29); são-nos oferecidos o pão que desceu do Céu e o cálice da Nova Aliança (cf Jo 6,51; 1Cor 11,25); são-nos apresentados os evangelhos e as epístolas dos apóstolos, os livros de Moisés e dos profetas, quais alimentos extremamente deliciosos. Que mais poderíamos desejar? Porque havemos de escolher os primeiros lugares? Seja qual for o lugar que ocupemos, temos tudo em abundância e nada nos faltará. (São Bruno de Segni (c. 1045-1123), bispo, Comentário ao Evangelho de Lucas, 2, 14; PL 165, 406).

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

 

De 31 de agosto a 07 de setembro

Unidade Pastoral das P. de Fornos de Algodres, Cortiçô, Casal Vasco, Infias, Vila Chã e Algodres

Governo aumenta em 25% o valor diário pago aos bombeiros voluntários afetos ao DECIR que combateram os grandes incêndios

Medida excecional reconhece o esforço dos bombeiros no combate aos
grandes incêndios
Por Resolução do Conselho de Ministros, foi aumentado em 25% o valor diário pago aos bombeiros voluntários afetos ao Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2025.
Esta medida foi anunciada, esta quinta-feira, pela Ministra da Administração Interna, Maria Lúcia Amaral, no âmbito de uma visita à Associação Humanitários dos Bombeiros Voluntários de Serpins,
no concelho de Lousã.
Este aumento é válido no período temporal fixado na Resolução do Conselho de Ministros, isto é, de 26 de julho a 27 de agosto, bem como nos 15 dias seguintes a esta data, para todos os bombeiros voluntários que tiveram intervenção nas freguesias abrangidas pela Resolução do Conselho de Ministros.
Esta medida é uma forma de reconhecimento profundo pelo empenho extraordinário e pelo esforço
incansável demonstrado por estes profissionais que estiveram na linha da frente no combate aos
incêndios que assolaram o nosso país.
Foi transmitido à Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) para, com a máxima
brevidade, apurar os valores devidos ao abrigo deste despacho e promover a rápida transferência
dos montantes às respetivas Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários. O Governo reafirma que os bombeiros voluntários representam a espinha dorsal da Proteção Civil e
reforça o seu compromisso de valorizar estes profissionais. Este aumento serve como um primeiro
gesto simbólico desse reconhecimento.
O Ministério da Administração Interna, em nome do Governo, agradece muito a pronta colaboração
de todos os agentes de Proteção Civil, e em especial os bombeiros, por terem, uma vez mais,
provado serem verdadeiros exemplos de coragem, dedicação, resiliência e espírito de sacrifício no
combate aos incêndios, num contexto em que o dispositivo foi colocado sob forte pressão e se
prosseguiu uma política de empenho máximo de meios.

52.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau na região das Beiras

52.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau, que terá lugar de 4 a 7 de setembro de 2025, na imponente e inspiradora Serra da Estrela, em Portugal.

Este congresso será muito mais do que um encontro formal: será uma celebração da nossa identidade, da amizade que nos une além-fronteiras e da tradição que nos orgulha. Um momento único em que o espírito fraterno das Academias se encontrará com a riqueza cultural, histórica e gastronómica da região mais alta de Portugal.

Porque este é o momento anual máximo de união das Academias do Bacalhau de todo o mundo.
Porque a Serra da Estrela será o palco perfeito para criarmos memórias que ficarão gravadas para sempre.
Porque cada dia do programa foi pensado para combinar cultura, convívio, tradição e confraternização ao mais alto nível.

AF Guarda – Sorteios seniores de futebol e futsal a 4 e 5 de setembro

Em comunicado, a Direção da Associação de Futebol da Guarda referiu que deliberou proceder ao agendamento de
sorteios, conforme se segue:
4 de setembro de 2025 (Quinta-feira) – FUTEBOL
• Campeonatos Distritais de 1ª e 2ª Divisão (Seniores)
• Respetivas taças
O sorteio terá lugar no Hotel Quinta dos Cedros, em Celorico da Beira, após a reunião dos
clubes, que está agendada para as 19h.
5 de setembro de 2025 (Sexta-feira) – FUTSAL
• Campeonatos Distritais de Futsal Seniores (Masculino e Feminino)
• Respetivas taças
O sorteio terá lugar na sede da AF Guarda, após a reunião dos clubes, que está agendada
para as 19h. (a reunião dos clubes será igualmente na sede da AF Guarda).
Notas:
1. Os sócios ordinários que não assinarem os acordos de dívidas até 31 de agosto de 2025 ficam impedidos de participar nos sorteios.
2. Os sócios ordinários podem informar até 31 de agosto de 2025 o número de matriz, de acordo com o ponto 104.04 do Regulamento de Provas Oficiais.

Autárquicas 25 – Fornos de Algodres – Rui Ferreira candidato do Chega

Sob o slogan “Liberdade para mudar “, o Chega em comunicado referiu que Rui Ferreira será o candidato à Câmara Municipal em Fornos de Algodres.

Face a isso, o candidato salientou que: “É com enorme sentido de responsabilidade e dedicação que comunico a minha candidatura à presidência da Câmara Municipal de Fornos de Algodres!

Acredito numa forma de liderança que trabalha lado a lado com a população, respeitando o passado, valorizando o presente e preparando com confiança o futuro da nossa região”!

Rui Ferreira, empresário, Alumínios Ferreira com sede na Zona Industrial de Fornos de Algodres, cabeça de lista da candidatura à Câmara Municipal de Fornos de Algodres, comigo está uma equipa composta por um grupo de mulheres e homens com um vasto currículo nas mais variadas áreas profissionais do setor privado, com décadas de experiência que vão desde as artes, gestão empresarial, hotelaria, logística, transportes e gestão de ativos financeiros.

Avisos e Liturgia do XX Domingo do TEMPO COMUM – ano C

  1. a)       Não há alternativa. Ou acolhemos a Palavra de Deus e, por ela, o Deus da Palavra – fogo que queima, julga, purifica, salva – ou nos gastaremos na busca incessante de seguranças para a vida, que resultarão sempre limitadas, inconsequentes, falhadas. A mensagem da Palavra de Deus deste Domingo é, por si mesma, desconcertante. Esperaríamos do Deus da Palavra “paz”, “segurança”, “felicidade”. Mas ela diz-nos que se “apoderaram de Jeremias e meteram-no dentro de uma cisterna”. Que Jesus sofreu, da parte dos pecadores, uma total oposição à Sua pessoa: “Eu vim estabelecer a desavença… “. É a Palavra de Deus convertida em palavra de contradição, de julgamento.

  1. b)       Na primeira leitura, o profeta Jeremias é o protótipo acabado do mártir pela Palavra de Deus, que será “figura” de Jesus, na missão e no martírio, pela Palavra e pelo Reino. No ano 588, Nabucodonosor, rei de Babilónia, à frente do seu exército, avança para Ocidente e domina os vários pequenos estados em rebelião contra o Império. Depois, segue para Sul e cerca a cidade de Jerusalém. A Babilónia é o grande poder político e militar do tempo. Contra ele nada pode o pequeno Reino de Judá. É, então, que entra em cena o profeta Jeremias. Preocupado com a sorte do povo, insta com as autoridades de Jerusalém para que dialoguem com o rei babilónico e negoceiem com ele a paz. Mas o poder político de Jerusalém está sobretudo voltado para o Egipto. De facto, o Faraó Hofra entra em acção e, para melhor enfrentar o exército egípcio, a tropa babilónica levanta o cerco de Jerusalém. Parece evidente a vitória da classe política judaica e a derrota do profeta. Contudo, o profeta vê mais longe e intui que tentar resistir ao poderio babilónico significará, a breve prazo, a destruição da cidade e o suicídio colectivo da nação. Assim o pensa e assim o proclama, alto e bom som, a todo o povo que o quer escutar. Torna-se uma voz incómoda, desestabilizadora. É preciso eliminá-lo. Apoderam-se dele e metem-no dentro de uma cisterna. Mas a intervenção amiga de um estrangeiro salva-lhe a vida. Como homem ao serviço da Palavra de Deus, ganhará novo alento para, com coragem renovada, continuar a pregar os desígnios do Senhor.

  1. c)       No evangelho, S. Lucas mostra-nos como Jesus assume, claramente, o mesmo caminho do Profeta. Sendo a “Palavra incarnada” do Pai, Ele vive-a, proclama-a e dá-lhe dimensões insuspeitadas. Este evangelho de hoje faz parte de uma composição mais vasta em que São Lucas agrupa o ensinamento de Jesus quanto ao modo como os discípulos e a própria comunidade se devem comportar em relação ao mundo. Na primeira sentença – “Eu vim lançar o fogo sobre a terra e só quero que ele se tenha ateado” – a forma utilizada sugere que o fogo deverá ser ateado no futuro. A palavra “fogo”, entre outros matizes, poderá expressar, aqui, o estado de tensão e de guerra contra o mal, que Jesus vem eliminar. Neste sentido, assume a significação profética de “juízo” e “julgamento” de Deus que purifica os eleitos e extermina os ímpios. Jesus anunciaria, assim, a realização escatológica de um Povo purificado e santo. O “fogo” será o instrumento de formação e purificação da comunidade dos discípulos de Jesus. E porque não ver nele também o “fogo” do Pentecostes, o “fogo” do Espírito, que é dom do Ressuscitado à Sua Igreja, e a antecipação dos últimos dias?

  1. d)       Seja como for, o próprio Jesus está implicado neste combate, que é de luta e tensão dentro do Reino, pois Ele mesmo declara que tem um “baptismo” para receber, e este baptismo, de acordo com Mc 10, 38, é claramente um baptismo de sofrimento, de paixão e de morte. “Pensais que Eu vim estabelecer a paz na terra? Pois Eu digo-vos que não: O que Eu vim estabelecer foi a desavença”. Mas não era a paz um dos temas mais decantados e ardentemente esperados pelo povo judeu, para os tempos messiânicos? Não cantam os Anjos essa paz no nascimento de Jesus em Belém? Jesus vem, efectivamente, trazer a “paz messiânica” prometida e cantada pelos profetas. Mas a paz messiânica exige a decisão pessoal de fé. E tal decisão acarreta consigo crises, riscos, rupturas, desavenças. São Mateus substitui a palavra “desavença” pela palavra “espada”. Exprimem ambas a mesma realidade: a cisão provocada pelo próprio Evangelho. As “desavenças” familiares descritas em S. Lucas e em S. Mateus são uma citação de Miqueias referida expressamente ao fim dos tempos, aos tempos da decisão. Aliás, os elementos aduzidos não serão mais do que um pequeno retracto do que estaria já a acontecer em muitas famílias de Jerusalém, por causa dos que aderiam, de alma e coração, à mensagem de Jesus. Dito de outra maneira: Quem acolhe e aceita o Evangelho de Jesus Cristo começa a experimentar, dentro de si mesmo, a guerra e a divisão. É que não se pode aceitar, com a mesma naturalidade, o bem e o mal, a verdade e a mentira, a justiça e a opressão. A imagem de um cristianismo fácil, contemporizador com todos os valores do mundo, tem de dar lugar a um cristianismo adulto, feito de decisões de Fé, marcado por atitudes assumidas, à luz do Evangelho. É neste sentido que a Palavra de Deus introduz a crise no mais íntimo do homem, porque contesta os valores da ordem estabelecida e exige uma decisão por Cristo ou contra Cristo. O homem actual é um homem de opções adiadas. Inserido num mundo de mediocridade e consumismo, treme perante as opções fundamentais da vida e da sua própria fé. Pretende, simultaneamente, dizer “sim” e “não” à sua vocação transcendental. Tem medo do risco. Ora o Evangelho é risco, que projecta o crente para a aventura sedutora de um futuro eterno e feliz em Deus.

  1. e)       Não será esta, precisamente, a mensagem da segunda leitura? Depois de enumerar uma “nuvem” de testemunhas “ a atestar-nos as grandezas da fé”, a Carta aos Hebreus apresenta-nos Cristo como modelo supremo da nossa “corrida” para a perfeição. Com Ele, “guia da nossa fé” e sinal de contradição para o mundo, também nós atingiremos a meta final.

17-08-2025

paroquiasagb

Leitura Espiritual

«Eu vim trazer o fogo à Terra e que quero Eu senão que ele se acenda?»

Nosso Senhor Jesus Cristo vive neste mundo nas almas, crescendo nelas segundo as operações da sua graça, como fazia na sua infância, conversando com sua Mãe; e prossegue a sua vida interior em nós quando somos exclusivamente dele. Aquilo que começou em Si mesmo, prossegue-o na sua Igreja, de modo que a vida divina que lhe comunica, e que tão gloriosa é para Deus seu Pai, não terá fim na eternidade. Ele deseja que toda a Terra esteja cheia de fogo, pois enviou-o cá para baixo com o único fim de que esse fogo devore o mundo […].

Não há nada melhor, nem que dê mais descanso e consolo à alma, do que ser arrebatada para fora de si mesma por Jesus Cristo e pelo seu Espírito divino, que, para tal, não precisa do carro de fogo de Elias (cf 2Rs 2,11), pois nos eleva da Terra ao Céu pelo seu próprio poder, e do fundo de nós mesmos nos transporta para o seio de Deus. E eu seria infiel a Jesus se não pressionasse incessantemente a vossa alma, a fim de impedir que ela descanse, um momento que seja, voltada para si mesma. (Jean-Jacques Olier (1608-1657), fundador dos padres de São Sulpício, Leituras espirituais, 44).

http://www.liturgia.diocesedeviseu.pt/

Avisos Unidade Pastoral das P. de Fornos de Algodres, Cortiçô, Casal Vasco, Infias, Vila Chã e Algodres

De 17 a 24 de Agosto

GNR reforça patrulhamento e vigilância face ao agravamento do risco de incêndio

A Guarda Nacional Republicana (GNR), através das suas valências de Proteção da Natureza e do Ambiente, Proteção e Socorro, Territorial e Investigação Criminal, e face ao agravamento do perigo de incêndio em várias zonas do território nacional, encontra-se a reforçar o patrulhamento de visibilidade e a vigilância em áreas florestais e agrícolas de risco elevado, muito elevado e máximo, com o objetivo de dissuadir comportamentos negligentes e detetar precocemente situações suspeitas.

No âmbito das nossas competências, a Guarda tem vindo a intensificar os esforços na investigação das causas dos incêndios, procurando apurar a origem de cada ocorrência com o máximo de rigor. Encontra-se em curso, assim, um trabalho contínuo que visa investigar todos os incêndios, no mais curto espaço de tempo.

Nesta sequência, a GNR registou, até ao dia 13 de agosto de 2025, um total de 5 996 incêndios florestais, tendo sido possível apurar, no âmbito das investigações das causas dos incêndios que, destas ignições, 30,2% foram causadas pelo uso do fogo (1 022 casos), 14,5% tiveram origem acidental (492 casos), 0,5% tiveram origem estrutural (17 casos), 24,0% resultaram de incendiarismo (814 casos), 1,0% foram naturais (35 casos), 23,2% tiveram causas indeterminadas (786 casos) e 6,6% ocorreram por reacendimento (223 casos).

No que diz respeito ao trabalho preventivo e de fiscalização, no ano de 2025 e em todo o país, a GNR sinalizou 10 417 situações relativas à limpeza de terrenos, tendo elaborado, até ao dia 13 de agosto, 1 289 autos de contraordenação por falta de gestão de combustível.

Relativamente às infrações registadas por queimas e queimadas, até ao dia 13 de agosto deste ano, foram registados 56 autos de contraordenação por queimadas e 248 por queimas e fogueiras diversas. Em todo o ano de 2024, foram elaborados 86 autos de contraordenação por queimadas e 587 autos por queimas e fogueiras diversas.

Tendo em consideração todo o trabalho preventivo e de vigilância e deteção desenvolvido pela GNR ao longo deste ano, temos o registo de 42 pessoas detidas, em flagrante delito, pelo crime de incêndio florestal até ao dia 13 de agosto, bem como temos ainda identificados 566 suspeitos pela prática deste crime. Durante todo o ano de 2024, detivemos, em flagrante delito, 36 pessoas pelo crime de incêndio florestal e identificamos 551 suspeitos.

A GNR apela, uma vez mais, ao sentido de responsabilidade de todos os cidadãos, reforçando a importância de evitar ações que possam originar incêndios, nomeadamente:

  • Fumar, fazer lume ou fogueiras;
  • Fazer queimas ou queimadas;
  • Lançar foguetes e balões com mecha acesa;
  • Fumigar ou desinfestar apiários sem dispositivos de retenção de faúlhas;
  • Utilizar tratores, máquinas e veículos pesados sem extintor, sistema de retenção de faúlhas ou faíscas e tapa-chamas nos tubos de escape ou chaminés.

título preventivo, recomenda-se ainda que:

  • Se acompanhem os avisos meteorológicos e os níveis de risco de incêndio através dos canais oficiais;
  • Se comunique de imediato qualquer foco de fumo ou fogo às autoridades (112);
  • Se evitem deslocações desnecessárias a zonas florestais em dias de maior risco.

Câmara Municipal de Fornos de Algodres apoia produtores de ovinos na doença da língua azul

A Câmara Municipal de Fornos de Algodres referiu que está ao lado dos produtores num momento particularmente difícil para a saúde animal no concelho.

Nos dias 14 e 15 de julho, foi confirmada a presença do Serotipo 3 da Língua Azul em explorações de ovinos e caprinos do nosso território. Esta estirpe do vírus, com elevada taxa de morbilidade e mortalidade, tem provocado graves prejuízos, com o registo de animais mortos e doentes.

Para minimizar o impacto da doença, é fundamental agir com rapidez e responsabilidade. A vacinação dos animais e a desinsectização são medidas essenciais no controlo do surto.

➡ Nesse sentido, o Município decidiu apoiar financeiramente os produtores locais com 1,50€ por animal vacinado até 30 de setembro, num investimento total estimado de 6.000€.
Os apoios serão pagos por transferência bancária a partir de outubro.

Com esta medida, reafirmam que o seu compromisso com quem vive da terra e cuida dos seus rebanhos. “Vamos continuar a trabalhar em proximidade, promovendo a resiliência das explorações agrícolas e a sustentabilidade da nossa economia rural”, refere fonte do Munícipio.
Para mais informações, os produtores devem contactar os Serviços Municipal de Veterinária, ou diretamente o Dr. João Castelo Branco.

Foto:DR