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Francisco Brito (UF Évora) novo presidente do Conselho Diretivo da Anafre

Decorreu, neste fim de semana, em Portimão, o XX Congresso da Associação Nacional de Freguesias (Anafre) com diversos temas a serem tratados e ainda foram aprovados os órgãos sociais para o quadriénio 2026/2030, liderados por Francisco Brito (UF Évora) no conselho diretivo, Maria da Graça Silva(Freguesia de Fajã de Cima) na Mesa de Congressos e Filipe Dourado – Junta de Freguesia de Arrentela, no Conselho Fiscal.

Destacamos a presença de Carlos Coelho – União de Freguesias Freixeda do Torrão, Quintã de Pêro Martins e Penha de Águia, Figueira de Castelo Rodrigo (Guarda), na Mesa dos Congressos.

Conselho Diretivo: Efetivos
Presidente: Francisco Branco de Brito – União de Freguesias de Évora, distrito de Évora

Ricardo Marques – Junta de Freguesia de Benfica (Lisboa)

Jorge Amador – Junta de Freguesia Serra D’El Rei (Lisboa)

Luís Miguel Correia – União de Freguesias de Eiras e São Paulo de Frades (Coimbra) Ler Mais »

PORTUGAL AINDA LONGE DAS METAS NA RECOLHA SELETIVA DE BIORRESÍDUOS: APENAS 19% DOS ALOJAMENTOS INTEGRALMENTE ABRANGIDOS

Um quinto do território continental encontra-se integralmente coberto pelo serviço de recolha seletiva de biorresíduos alimentares. Esta é uma das principais conclusões constantes no relatório
sobre os resultados do Inquérito de Diagnóstico de 2025 sobre a recolha seletiva de biorresíduos alimentares em Portugal continental, levado a cabo pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR). Apesar de alguns avanços registados relativamente a 2024, aquelevalor fica, porém, muito aquém das metas definidas para esta fração de resíduos.
Segundo o relatório, baseado em respostas de 222 entidades gestoras (EG), inquiridas pela ERSAR em 2025, representando 94% do universo nacional, 51% das EG (113 EG, cuja atividade cobre 76% do número de alojamentos do território nacional) afirmam ter implementado a recolha seletiva de biorresíduos alimentares até outubro de 2025. Contudo, essas EG admitem que, no
que respeita à recolha seletiva desta fração de resíduos, não cobrem o total da área geográfica que lhes compete. Ou seja, “como a maioria das EG não disponibiliza o serviço de recolha seletiva de biorresíduos alimentares em toda a sua área de intervenção, apurou-se, com base nas respostas ao inquérito, que apenas 19% dos alojamentos do território continental estão
cobertos”, contabiliza a presidente do Conselho de Administração da ERSAR, Vera Eiró.
A percentagem de cobertura, apurada a partir dos resultados às EG inquiridas, coloca Portugal ainda longe de cumprir a obrigação legal em vigor desde 31 de dezembro de 2023. O país tem como objetivo garantir a recolha seletiva de biorresíduos em todo o território até 2030, com metas intermédias para 2026 e 2035, alinhadas com o Plano Estratégico para os Resíduos Urbanos (PERSU 2030) e as diretivas europeias. “Estamos com um atraso significativo, que para ser ultrapassado exige um esforço acelerado para evitar o incumprimento das metas europeias”, afirma a presidente da ERSAR.

As EG inquiridas apontam como principais obstáculos à implementação da recolha seletiva de biorresíduos alimentares a falta de adesão da população (mesmo após campanhas de sensibilização), a insuficiência de meios financeiros e humanos e constrangimentos operacionais, como logística, morosidade de concursos e falta de articulação entre gestão “alta” e “baixa”.

No que respeita às principais fontes de financiamento, as EG indicam como principais fontes de financiamento as verbas do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR), os programas do Fundo Ambiental e os apoios comunitários no âmbito do PERSU 2030. Apesar disso, muitas referem que os apoios são insuficientes ou tardios, condicionando a implementação.

Outro ponto crítico identificado a partir dos resultados apurados prende-se com o estado de adoção do modelo tarifário Pay-As-You-Throw (PAYT), que visa incentivar a redução de resíduos através da tarifação proporcional à produção. Segundo os dados do inquérito, em 2025, apenas 21% das EG implementaram sistemas PAYT, praticamente sem evolução face a 2024. Assim, a maioria das EG mantém modelos indexados ao consumo de água, considerados menos eficazes na promoção da separação na origem dos resíduos.

As EG identificam como principais barreiras à adoção do PAYT a complexidade técnica e operacional na medição individualizada, os custos elevados de implementação e a resistência dos utilizadores, associada à perceção de aumento de custos.
“Uma maior generalização do PAYT poderia dar um importante contributo para o cumprimento das metas europeias e para a redução da deposição em aterro”, sustenta Vera Eiró. No entender da ERSAR, importa igualmente reforçar os apoios financeiros, promover um maior envolvimento das populações e uma monitorização contínua, como forma de garantir que os municípios cumprem as obrigações legais e contribuem para uma gestão sustentável dos resíduos urbanos de origem doméstica.

Fonte:ERSAR

13.ª edição do Exercício de Sensibilização para o Risco Sísmico – A TERRA TREME

A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) promove no próximo dia 5 de novembro, às 11h05, a 13.ª edição do Exercício de Sensibilização para o Risco Sísmico – A TERRA TREME (www.aterratreme.pt).

Este exercício de âmbito nacional, realizado anualmente pela ANEPC em colaboração com diversas entidades públicas e privadas, tem como objetivo capacitar a população para saber agir antes, durante e depois da ocorrência de um sismo.

Durante um minuto, os participantes, individualmente ou em grupo (famílias, escolas, empresas, instituições públicas, privadas ou associativas), são desafiados a praticar três gestos de autoproteção: Baixar, Proteger e Aguardar.

Em todo o país, os Comandos Regionais e Sub-regionais de Emergência e Proteção Civil da ANEPC, em parceria com comunidades educativas, serviços municipais de proteção civil, corpos de bombeiros e outros agentes de proteção civil, irão desenvolver ações de sensibilização sobre o risco sísmico.

Muito graças ao empenho de todos, em particular da Direção-Geral da Educação (DGE) e da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares (DGEsTE), a participação das escolas tem sido bastante significativa, e por essa razão o evento principal desta 13.ª edição volta a realizar-se junto da comunidade escolar – mais concretamente no Agrupamento de Escolas Professor Reynaldo dos Santos, em Vila Franca de Xira.

A ANEPC convida todos os cidadãos e entidades a inscreverem-se em www.aterratreme.pt , demonstrando o seu compromisso pessoal e institucional com a causa da proteção e segurança, em nome de uma cidadania ativa e responsável.

Todas as informações em: www.aterratreme.pt .

E-Lar: Portal da Queixa recebeu várias reclamações sobre problemas com candidaturas

O Portal da Queixa está a receber inúmeras reclamações de pessoas que ficaram excluídas do programa E-Lar por causa de alegados problemas operacionais na submissão das candidaturas. Mau funcionamento da plataforma, erros, atrasos e bloqueios na página, formulários indisponíveis são alguns dos motivos apontados. O programa esgotou a verba em seis dias. Os beneficiários perguntam: haverá mais?

Em seis dias, o E-Lar – programa de apoio à troca de equipamentos a gás por equipamentos elétricos mais eficientes – registou cerca de 40 mil candidaturas e esgotou a verba de 30 milhões de euros disponível. O programa devia durar até junho do próximo ano, mas já não é possível submeter mais candidaturas.

Segundo os relatos que chegaram ao Portal da Queixa, parece que nem tudo terá corrido da melhor forma durante o processo de submissão online de candidaturas, o que fez disparar as reclamações.

As pessoas estão a denunciar vários constrangimentos operacionais sentidos durante o processo de candidatura, com relatos de mau funcionamento do site/plataforma, erros, atrasos e bloqueios na página, formulários inacessíveis, falta de apoio técnico e, por conseguinte, a não validação das candidaturas.

Esgotada a verba, e sem certeza se o Governo consegue reforçar o apoio financeiro junto de Bruxelas – tal como anunciou o Executivo -, a situação está a gerar indignação entre os consumidores que tentaram aceder ao E-Lar, sem sucesso.

Na reclamação registada no Portal da Queixa Ricardo Pesqueira, manifesta a sua indignação: “Problemas na validação de email no programa E-lar. Desde então: Tentei confirmar o email várias vezes, sem sucesso. No dia 02/10, enviei emails para notificacoes@fundoambiental.pt e geral@fundoambiental.pt, sem qualquer resposta. Fiz novo registo no mesmo dia e novamente no dia 03/10, com o mesmo erro. No dia 03/10, enviei também email para aviso.elar@apclima.pt, igualmente sem resposta. Hoje, dia 06/10, sou surpreendido com a informação de que a dotação do programa foi atingida e que já não são aceites candidaturas.”

Olinda Ribeiro é beneficiária da tarifa social e ficou de fora do programa por não conseguir efetivar a candidatura devido aos alegados constrangimentos técnicos no site e queixou-se ainda da falta de apoio do Fundo Ambiental.

Já na queixa apresentada por Manuela Gil lê-se: “O site, ou simplesmente não funciona, ou recebo um email a pedir um procedimento que, igualmente, não é possível concretizar no site. O programa foi anunciado publicamente, e desde a data do seu início não está acessível para os consumidores, sem que seja dada qualquer justificação objetiva. Absolutamente inadmissível.”

Maria Carvalho, outra consumidora que tentou inscrever-se e submeter a candidatura, relata: “O portal do E-Lar não dá acesso ao formulário. Os construtores e empresas de contabilidade bloquearam os acessos tal como fizeram com as bicicletas, janelas e painéis solares! O comum cidadão como eu tem uma resposta de confirmação que não funciona, não dá igual acesso a todos os cidadãos, por isso, é burla o E-Lar.”

Recorde-se que, as candidaturas ao E-Lar arrancaram no dia 30 de setembro, com o site do Fundo Ambiental em baixo devido à elevada adesão que provocou uma sobrecarga no servidor.

Fonte:Portal da Queixa

 

CCDR Centro desafia jovens a combater o idadismo

A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro, I.P. (CCDR Centro) lança nesta terça-feira,dia 7 de outubro – Dia da Consciencialização do Idadismo, o Concurso Regional Idadismo Zero, que desafia os alunos do ensino superior da região Centro a apresentarem ideias para combater o idadismo.
Com este concurso, a CCDR Centro, em articulação com as instituições de ensino superior da região Centro, pretende reconhecer e valorizar ideias, iniciativas e projetos que contribuam para o combate ao idadismo e para a promoção de uma cultura de respeito pelas pessoas mais velhas. O idadismo surge quando a idade é motivo de divisão e discriminação, causando danos e injustiças, comprometendo a solidariedade intergeracional e constituindo um obstáculo à definição de políticas públicas e à promoção do envelhecimento ativo e saudável.
O Concurso Regional Idadismo Zero tem como objetivos:
– Estimular a discussão sobre o idadismo entre os alunos do ensino superior, motivando-os a refletirem e proporem, individual ou coletivamente, ações concretas;
– Promover a realização de projetos ou iniciativas que contribuam para o combate ao idadismo;
– Reconhecer e reproduzir no território ideias, projetos ou iniciativas que ajudem a construir uma cultura de respeito pelas pessoas mais velhas, garantindo que todos, independentemente da idade, tenham a oportunidade de viver uma vida plena, digna e significativa em todas as etapas.
O concurso destina-se a todos os alunos do ensino superior público e privado da região Centro. As candidaturas podem ser apresentadas em equipas de um a três estudantes, com um professor responsável e o período de candidaturas será de 07 de outubro a 15 de dezembro de 2025.
A iniciativa vencedora receberá um prémio repartido da seguinte forma:
 750€ para a equipa de alunos vencedora;
 250€ para o professor responsável.
O projeto vencedor será, sempre que possível, desenvolvido pela CCDR Centro, podendo ser implementado como boa prática regional no combate ao idadismo.Esta é uma oportunidade para os jovens transformarem ideias criativas em ações concretas, podendo ser apresentadas iniciativas de qualquer área de ensino superior e em qualquer suporte.
Mais informações sobre o concurso podem ser consultadas em
https://envelhecimentoaocentro.ccdrc.pt/Idadismo.aspx

IMOVIRTUAL –  Terrenos ganham novo protagonismo com entrada em vigor da Lei dos Solos

Entre abril e junho de 2025, foram publicados 139.394 anúncios de terrenos no Imovirtual, o que representa uma quebra de 22% face ao mesmo período do ano anterior. Apesar desta descida, o trimestre ficou marcado pela entrada em vigor da nova Lei dos Solos, que permite, mediante critérios definidos, a reconversão de terrenos rústicos em urbanos — uma mudança com potencial para reconfigurar o mercado e estimular novas dinâmicas de investimento no setor imobiliário.

Do lado da procura, o número de pesquisas por terrenos registou uma ligeira descida de 2,9% face ao mesmo trimestre do ano anterior, o que poderá indicar uma estabilização após o pico de atenção gerado pela entrada em vigor da nova lei. Ainda assim, o interesse mantém-se elevado, com mais de 4.000 sessões mensais únicas dedicadas à pesquisa de terrenos no portal. Também em destaque está a valorização do preço por metro quadrado, que atingiu os 42€, refletindo um crescimento de 7,7% face ao trimestre anterior (39€/m²). A dimensão mediana dos terrenos procurados manteve-se estável nos 1.900 m², revelando uma preferência contínua por espaços amplos, sobretudo fora das grandes áreas urbanas.

Do lado da oferta, além da quebra no número de anúncios, os dados revelam uma redução na dimensão média dos terrenos anunciados, que passou de 1.497 m² em dezembro de 2024 para 1.078 m² em junho de 2025 — uma descida de 28% em apenas seis meses. Esta tendência poderá refletir a entrada no mercado de terrenos mais pequenos e urbanizáveis, agora mais atrativos face ao novo enquadramento legal.

Este desfasamento entre o que se procura e o que está a ser oferecido poderá traduzir uma dualidade emergente no mercado: por um lado, uma oferta cada vez mais adaptada ao potencial de reconversão urbana; por outro, uma procura que se mantém firme em torno de projetos com maior área e dimensão, frequentemente associados a habitação fora dos grandes centros ou a usos de caráter mais rural.

Em termos regionais, destacam-se algumas variações relevantes nos valores por metro quadrado:

Lisboa continua a apresentar o preço por m² mais elevado do país, com 130€/m², apesar de uma descida de 7% face ao ano anterior.
Faro, com 44€/m², registou uma queda de 25% em termos homólogos, mas mantém níveis expressivos de procura.
Ilha da Madeira destacou-se com um crescimento homólogo de 15%, atingindo os 113€/m², o que reflete um aumento sustentado da procura por terrenos na região.
Portalegre, embora com valores absolutos mais baixos, registou uma valorização de 14%, com um preço médio de 16€/m².
Setúbal apresentou um aumento de 2,75%, atingindo os 187€/m².
Braga, por sua vez, viu o preço por m² cair para 56€, com uma descida de quase 7%.
Quanto à dimensão dos terrenos, os dados confirmam a preferência por espaços amplos fora dos grandes centros urbanos:

Beja destaca-se com 9.650 m² de dimensão mediana, sendo uma das regiões com maiores áreas disponíveis.
Évora apresenta terrenos com uma média de 8.375 m², mantendo a mesma dimensão que no ano anterior.
Guarda oferece terrenos com cerca de 4.940 m², também acima da média nacional.
Na Ilha do Porto Santo, registou-se um aumento de 29% na dimensão dos terrenos face a 2024, fixando-se agora nos 2.620 m².
A entrada em vigor da nova Lei dos Solos introduz um novo paradigma na gestão do território, ao permitir a reclassificação de terrenos rústicos como urbanos. Esta medida pretende facilitar a construção de habitação em zonas com menor pressão urbanística e parece já estar a influenciar o mercado. A expectativa de valorização futura está a reposicionar o interesse por determinadas regiões.

Celebração do XIV Domingo do TEMPO COMUM – ano C

O CRISTÃO É O CAUDAL DA ESPERANÇA, DA CONFIANÇA E DA ALEGRIA

Na Sagrada Escritura, são muitas as imagens utilizadas para exprimir as profundas experiências de encontro com Deus, onde constatamos que Deus ultrapassa tudo quanto possamos esperar. Quanto mais nos aproximamos de Deus e entramos no seu mistério, penetrando na sua beleza e no seu amor, mais nos surpreendemos com a sua grandeza. Neste Domingo, a leitura de Isaías é um cântico sobre a abundância dos dons do Senhor. É utilizada a imagem de um rio, de uma torrente que vai crescendo. É uma imagem que nos recorda o dom de Deus, que é contínuo e não intermitente. O Senhor cumula-nos com os seus dons em todos os momentos da nossa vida, ou seja, em qualquer circunstância somos objecto do seu amor. Portanto, o rio pode ser para nós um sinal de fidelidade a Deus que nos leva a confiar cada vez mais no Senhor. Quando temos a sensação que o Senhor não nos abençoa com os seus dons, que já não nos ouve, que parece estar indiferente aos nossos pedidos, não quer dizer que tenha desviado de nós o caudal do rio, mas que está a fazer crescer o desejo e a esperança em cada um de nós. Assim, preparamos o nosso coração para acolher este rio, que não conseguimos compreender. Quando nos encontramos com o Senhor, fazemos uma experiência de alegria. Recordemos a narração da ressurreição: a alegria dos discípulos ao verem Cristo ressuscitado. É a mesma alegria que sentimos quando nos encontramos com um amigo, ou quando um casal se encontra. Assim é o encontro entre Deus e cada um de nós. O amor move-se num ambiente de alegria e de festa. Portanto, todos os que amamos o Senhor e que sentimos que somos amados por Ele, temos de ser alegres. Não podemos viver acabrunhados, destroçados, não podemos arrastar-nos pela vida. Apesar de tudo, temos de nos alegrar, porque o Senhor nos ama e nos recorda qual é o ponto de chegada da história: a vitória de Deus sobre o mal e sobre a morte. É ao Domingo que celebramos a maior vitória do povo dos redimidos: a Páscoa. É evidente que teremos dias em que estaremos alegres e dias de tristeza: é a condição humana. Mas o cenário da nossa vida, pelo facto de sermos cristãos, não pode ser outro senão a alegria. É esta a alegria dos setenta e dois discípulos, enviados por Jesus. O que estariam a pensar? Que alegria estar com Jesus e ser enviado a anunciar o Reino de Deus! Neste Domingo, pedimos a Deus que nos dê “uma santa alegria…para que possamos chegar à felicidade eterna”. Teremos alegria se nos abrirmos ao dom de Cristo ressuscitado, que nos concede a paz: “paz a esta casa”. Nunca podemos esquecer: o Senhor quer que vivamos felizes, alegres e não amargurados e cabisbaixos. Quando alguém está alegre e vai ao encontro do irmão, isso nota-se nele! A sociedade precisa de alegria e nós, como testemunhas do ressuscitado, temos de levar paz e alegria aos nossos irmãos. Devemos ser uma torrente transbordante, pela qual se transmite vida para nós e para os outros. Devemos ser uma torrente que vai crescendo, transmitindo tudo o que vamos recebendo do Senhor, sem sermos tentados pelo egoísmo. Sejamos o carinho de Deus, a mão bondosa de Deus para os outros. Esta é a nossa missão, esta foi a missão dos setenta e dois discípulos: levar a alegria do Evangelho a todos. A frase “Está perto o Reino de Deus”, significa que o nosso Deus chegou e inunda-nos com os seus dons. É a alegria do Evangelho que irá renovar este mundo, cheio de conflitos, onde falta a esperança e a alegria. Sejamos rio, onde corre esperança, confiança e alegria. Ler Mais »

Beatriz Realinho irá encabeçar a lista do Bloco de Esquerda pelo Distrito da Guarda

Neste sábado,  dia 22 março, em Assembleia Distrital de Aderentes do Bloco de Esquerda Guarda foi aprovada a 1ª candidata às eleições Legislativas do dia 18 de maio: .

O nome foi aprovado em reunião de Mesa Nacional este domingo, dia 23 de março.

Beatriz Realinho, 24 anos, natural da Guarda. Atualmente encontra-se a escrever a tese de mestrado em Antropologia.
Estudou na Escola Secundária Afonso de Albuquerque, na Guarda, e em 2018 ingressou na licenciatura de Ciência Política na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da UNL. Em 2022 concluiu a pós-graduação em Estudos sobre as Mulheres: as mulheres na sociedade e na cultura.
Ativista Feminista e LGBTQI+, dirigente nacional e local do Bloco de Esquerda.

Atividades agendadas no TMG

Atividades agendadas para a presente semana:

Chá Dançante

19 mar | 14h30 | Entrada Gratuita | 90m | Café Concerto •

O Chá Dançante é um momento muito particular de convívio entre a comunidade sénior do concelho da Guarda. Trata-se de uma atividade regular do TMG em prática desde há quase 19 anos. Durante duas horas, ao som de música de dança especialmente selecionada para esta faixa etária, o público das instituições convive e diverte-se, com um momento para beber um chá e comer uns bolinhos.

Que Nada Nos Defina – Por Sincera Teatro

20 mar | 21h30 | 5 € | Teatro | 60m | Pequeno Auditório | M/16

Ouve-se um grito rasgado de uma mulher que aparece vestida de branco, descalça, despenteada, batom vermelho borrado na cara, mãos marcadas no pescoço…Esperança silenciou a sua dor, durante vários anos de abusos físicos e psicológicos. Em criança também foi vítima de violência doméstica. O medo paralisou-a. A esperança deu-lhe força para sobreviver psicologicamente. E a coragem deu-lhe a capacidade para se manter lúcida e conseguir libertar-se da condição de vítima. Conseguiu salvar a sua vida, e a do filho, libertando-se da pessoa que mais amou, o seu companheiro. Baseado em histórias verdadeiras.

XXII OPPIDANA – Festival de Tunas Cidade da Guarda

22 mar | 21h30 | 7.5 € | Música | 180m | Grande Auditório | M/6

O OPPIDANA retrata-se como um Festival de Tunas de carácter competitivo. Estarão presentes a concurso 4 Tunas dos mais diversos pontos do país, das quais, e como já é seu apanágio, será mais uma vez do melhor que existe a nível nacional no panorama Tunante, proporcionando assim, um excelente espetáculo musical muito eclético, a todos os presentes, sempre de sala cheia. A apresentação ficará a cargo dos inconfundíveis e incomparáveis, os “À Meia Noite Nas Eólicas “.

Foto:DR

AF Guarda – Formação de arbitragem

Na passada sexta-feira, dia 14 de março, o Conselho de Arbitragem da Associação de Futebol da Guarda realizou uma formação importante para os árbitros da região, marcada por momentos de troca de conhecimento e integração.
No início da sessão, foram apresentados os novos membros do Conselho de Arbitragem, do Conselho de Disciplina e da Direção da Associação de Futebol da Guarda. Discutiram-se tópicos relevantes para o crescimento da arbitragem, com intervenções dos três presidentes dos Núcleos de Árbitros de Foz Côa, Serra da Estrela e Guarda, Francisco Afonso, Rui Ventura e André Fonseca, respetivamente e de Paulo Brás, árbitro internacional.
Seguiram-se os discursos do presidente do Conselho de Disciplina, Francisco Aguilar, que reforçou a importante ligação entre todos os órgãos para que tudo funcione da melhor forma, do presidente da direção, Luís Brás, que mencionou o novo ciclo da Associação de Futebol da Guarda e que o objetivo é colocar a mesma num outro patamar, referindo que “todos temos que remar para o mesmo lado” e que “todos podem errar, mas que nunca errem na educação”, e, por fim, do presidente do Conselho de Arbitragem, Fábio Cardoso, que realçou que a principal missão da sua equipa é “construir uma arbitragem cada vez mais forte, coesa, respeitada e justa”.
Após os discursos, o presidente do Conselho de Arbitragem, Fábio Cardoso deu início à formação, acabando por passar a palavra ao seu vice-presidente, Fernando Ferreira, que partilhou os seus conhecimentos e experiências com os árbitros presentes. O evento contou com um elevado número de árbitros, o que reflete o interesse e o compromisso com a melhoria contínua da arbitragem na nossa região.