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Idealista – Rendas das casas em Portugal aumentam 3,9% em fevereiro

Os preços das casas para arrendar em Portugal aumentaram 3,9% em fevereiro face ao mesmo mês no ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de fevereiro, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 1,8%.

Cidades capitais de distrito

O preço das casas para arrendar subiu em Évora (18,3%), Faro (16,7%), Funchal (16,6%), Santarém (12,4%), Braga (11,2%), Viana do Castelo (6,5%), Setúbal (6%), Coimbra (4,2%), Leiria (3%), Aveiro (2,3%), Castelo Branco (1,9%), Porto (1,7%) e Lisboa (1,6%).

Lisboa continua a ser a cidade onde é mais caro arrendar casa: 21,8 euros/m2. Porto (17,2 euros/m2) e Funchal (16,1 euros/m2) ocupam o segundo e terceiro lugares, respetivamente. Seguem-se Faro (14,2 euros/m2), Setúbal (12,6 euros/m2), Évora (12,5 euros/m2), Coimbra (11,5 euros/m2), Aveiro (11,2 euros/m2), Braga (10,4 euros/m2) e Santarém (8,9 euros/m2). Já as cidades mais económicas são Castelo Branco (6,8 euros/m2), Leiria (8,4 euros/m2) e Viana do Castelo (8,6 euros/m2).

Distritos/Ilhas

Dos 17 distritos e ilhas analisadas, os preços subiram em Faro (19,3%), ilha de São Miguel (17,3%), Santarém (14,7%), ilha da Madeira (14,5%), Évora (11,3%), Setúbal (10,2%), Braga (8,9%). Portalegre (7,8%), Viana do Castelo (7,3%), Aveiro (4,7%), Castelo Branco (4%), Lisboa (2,1%), Porto (1,7%). As menores subidas aconteceram em Beja (1,1%), Leiria (0,8%), Viseu (0,7%) e Coimbra (0,6%).

De referir que o ranking dos distritos mais caros para arrendar casa é liderado por Lisboa (20,1 euros/m2), seguido por Faro (15,8 euros/m2), ilha da Madeira (15,7 euros/m2), Porto (15,4 euros/m2), Setúbal (13,8 euros/m2), Évora (11,1 euros/m2), ilha de São Miguel (10,7 euros/m2), Coimbra (10,2 euros/m2), Braga (9,9 euros/m2), Aveiro (9,6 euros/m2), Beja (9,4 euros/m2), Leiria (9,4 euros/m2), Viana do Castelo (8,9 euros/m2) e Santarém (8,4 euros/m2). Já as casas para arrendar com preços mais económicos encontram-se em Portalegre (6,7 euros/m2), Castelo Branco (7 euros/m2) e Viseu (7,3 euros/m2).

Regiões

Em fevereiro, os preços das casas para arrendar subiram em todas as regiões do país. A liderar as subidas encontra-se o Algarve (19,3%), seguido pela Região Autónoma dos Açores (15,4%), Região Autónoma da Madeira (13,6%), Alentejo (11,5%), Centro (3,9%), Área Metropolitana de Lisboa (3%) e Norte (2,6%).

A Grande Lisboa, com 19,5 euros/m2, continua a ser a região mais cara, seguida pelo Algarve (15,8 euros/m2), Região Autónoma da Madeira (15,6 euros/m2) e Norte (14,1 euros/m2). Do lado oposto da tabela encontram-se o Centro (9,3 euros/m2), Região Autónoma dos Açores (10,2 euros/m2) e o Alentejo (11,2 euros/m2) que são as regiões mais baratas.

Foto:DR

GNR- Operação “Carnaval 2025”

A Guarda Nacional Republicana, entre os dias 24 de fevereiro e 5 de março, realiza uma operação intensiva de sensibilização, patrulhamento e fiscalização nos locais de festividades, estabelecimentos comerciais que comercializam artigos pirotécnicos e nos eixos rodoviários de acesso às principais zonas onde decorrem festividades associadas ao Carnaval, em todo o território continental.

O objetivo desta Operação é prevenir a venda e utilização de material pirotécnico, combater a criminalidade, contribuir para a redução da sinistralidade rodoviária, regularizar o fluxo rodoviário e apoiar todos os cidadãos, promovendo um ambiente de festividades seguro e reforçando o sentimento de segurança, proximidade e confiança na Guarda. Ler Mais »

Fátima acolhe 2ºEncontro Social de Bombeiros do Quadro de Honra e Antigos Dirigentes

A exemplo do que aconteceu no ano passado, a Reviver mais volta a levar a efeito a segunda edição do Encontro Social de Bombeiros do Quadro de Honra e Antigos Dirigentes, desta vez o palco será em Fátima, no sábado, dia 12 de abril.

fonte:Reviver mais

 

Rendas das casas em Portugal aumentam 4,1% em janeiro

Os preços das casas para arrendar em Portugal aumentaram 4,1% em janeiro face ao mesmo mês no ano anterior. Segundo o índice de preços do idealista, arrendar casa tinha um custo de 16,4 euros por metro quadrado (euros/m2) no final do mês de janeiro, tendo em conta o valor mediano. Já em relação à variação trimestral, as rendas das casas subiram 2,1%.

Cidades capitais de distrito

O preço das casas para arrendar subiu em Santarém (14,8%), Braga (10,2%), Funchal (8,7%), Viana do Castelo (7,6%), Setúbal (5,6%), Viseu (5,6%), Porto (5,4%), Faro (4,3%), Castelo Branco (3,2%), Coimbra (2,8%), Aveiro (2,7%) e Lisboa (2,4%). Por outro lado, o preço das casas desceu em Leiria (-4,7%), sendo a única capital de distrito onde as rendas ficaram mais baratas. Ler Mais »

Arrendar quartos: oferta sobe 56% no final de 2024 (mas preços também)

A oferta de quartos para arrendar em casa partilhada subiu 56% no quarto trimestre de 2024, em comparação com o ano anterior, segundo análise publicada pelo idealista, o marketplace imobiliário de Portugal. No trimestre anterior o aumento da oferta foi de 36%, verificando-se assim uma tendência de continua subida nos últimos meses. Apesar de existirem mais quartos para arrendar, os preços subiram 13% num ano.

Analisando a oferta de quartos por cidades, verifica-se que o aumento do “stock” foi bastante acentuado no último ano, sendo na sua maioria superior aos 25%. Foi em Lisboa (103%) onde mais se verificou essa subida, seguida por Santarém (68%), Castelo Branco (68%), Coimbra (37%), Porto (35%), Aveiro (34%) e Viana do Castelo (28%). Com um aumento da oferta inferior a 25%, encontram-se as cidades de Braga (19%) e Leiria (9%). Já em Viseu, o número de quartos disponíveis para arrendar manteve-se estável nesse período.

Das cidades analisadas, a oferta diminuiu no Funchal (-71%), Guarda (-31%), Faro (-27%), Ponta Delgada (-17%), Évora (-12%) e Setúbal (-4%).

Oferta aumenta mas preços também

Apesar da subida da oferta, os preços dos quartos para arrendar aumentaram em 11 das 16 cidades analisadas (e com amostras representativas).

Foi no Funchal onde os preços mais subiram, sendo os quartos 38% mais caros do que há um ano. Seguem-se Ponta Delgada (33%), Faro (21%), Setúbal (14%), Évora (12%) e Aveiro (12%). Com subidas de preço inferiores a 10%, encontram-se Lisboa (9%), Porto (8%), Viana do Castelo (8%), Guarda (8%) e Castelo Branco (2%). Em Santarém, Coimbra e Leiria, o preço dos quartos para arrendar manteve-se estável nesse período. E acabou por cair no último ano em Viseu (-10%) e em Braga (-1%).

Lisboa continua a ser a cidade com os quartos mais caros em Portugal, onde os preços rondam os 599 euros mensais, seguida pelo Funchal (450 euros/mês), Porto (450 euros/mês), Faro (400 euros/mês), Ponta Delgada (400 euros/mês), Setúbal (375 euros/mês), Aveiro (350 euros/mês), Braga (345 euros/mês), Évora (337 euros/mês), Viana do Castelo (325 euros/mês), Coimbra (300 euros/mês), Leiria (300 euros/mês) e Santarém (300 euros/mês), Por outro lado, das cidades analisadas, as mais económicas para arrendar quarto são Guarda (215 euros/mês), Castelo Branco (225 euros/mês) e Viseu (260 euros/mês).

Arrendar quarto não é só para estudantes

Os dados publicados neste relatório revelam que o arrendamento de quartos não é uma opção habitacional apenas para estudantes, convertendo-se também na opção eleita por jovens nos seus primeiros anos no mercado de trabalho e em alguns casos até mais tarde. A atual realidade do mercado de arrendamento português nas grandes cidades faz com que seja complexo para muitas pessoas solteiras ou separadas suportar o custo de uma casa, tornado o arrendamento de um quarto a opção mais vantajosa. Por outro lado, partilhar casa continua a ser um estímulo para muitos jovens com vontade de serem independentes e de sairem da casa dos pais, uma tendência que deverá aumentar nos próximos anos.

O idealista tornou-se numa referência para todos aqueles que procuram partilhar casa, tanto pela facilidade de utilização como qualidade da informação. A opção disponibilizada pelo idealista de procurar um companheiro de casa para iniciar com ele o processo de pesquisa de um alojamento, tem um grande sucesso entre os utilizadores portugueses e estrangeiros que se deslocam ao nosso país e que pretendem encontram um quarto desde os seus locais de origem. Uma das grandes vantagens são as diferentes opções linguísticas disponíveis no idealista: além do português está acessível o inglês, alemão, francês, russo, espanhol, italiano, sueco, holandês, finlandês, polaco, romeno, dinamarquês, chinês e grego.

Por:Idealista

Dia Mundial do Cancro-“Vamos Falar sobre Cancro?”- artigo da Ordem dos Psicólogos

O cancro não afecta apenas a Saúde Física, mas também a Saúde Mental, o funcionamento familiar e social e a qualidade de vida. Não admira, portanto, que seja uma das doenças mais temidas do mundo. Associamos a palavra cancro a sofrimento, a perda de bem-estar, a morte a luto. Por isso, é natural que nos provoque desconforto, preocupação, ansiedade e medo.

Para ajudar a lidar com estes sentimentos, a Ordem dos Psicólogos Portugueses (OPP) disponibiliza, na véspera do Dia Mundial do Cancro, que se assinala a 4 de fevereiro, o
documento “Vamos Falar sobre Cancro”, que responde a várias questões relacionadas com a doença.

COMO NOS PODEMOS SENTIR NA ALTURA DO DIAGNÓSTICO?
Quando recebemos um diagnóstico de cancro pode parecer-nos que o mundo se virou do avesso e sentirmos muitos sentimentos. Por exemplo:
• Choque e descrença (“não consigo acreditar”);
• Sensação de alienação (“nada disto parece real”), entorpecimento ou esvaziamento emocional;
• Zanga, revolta e injustiça (“porquê eu?”);
• Sobrecarga e dificuldade em compreender toda a nova informação e palavras;
• Falta de controlo;
• Dor pelos planos que tínhamos para a nossa vida e que poderão já não se realizar;
• Preocupação, ansiedade e/ou pânico;
• Medo de morrer;
• Tristeza e desesperança;
• Solidão.

COMO SE PODEM SENTIR OS CUIDADORES?
O cancro também tem um impacto psicológico nos cuidadores, familiares e amigos. Por exemplo, no caso dos parceiros da pessoa que tem cancro, o sofrimento psicológico pode ser equivalente ao longo da doença, sendo que na fase de tratamentos, são os cuidadores que experienciam mais sofrimento. No caso dos pais e mães de crianças com cancro, o sofrimento psicológico, o distress e as taxas de Perturbação de Stresse Pós-Traumático são superiores às das próprias crianças com cancro e às dos adultos que recuperaram. Os filhos de pessoas com cancro também revelam maior risco de desenvolver problemas de Saúde Mental e de ter problemas na escola.

COMO PODEMOS LIDAR COM A EXPERIÊNCIA DE VIVER COM UM CANCRO?
A partir do momento em que recebemos um diagnóstico de cancro precisamos de percorrer um processo de adaptação a uma situação nova. É importante lembrar que não há formas certas e erradas de o fazer. Todos somos diferentes e, por isso, cada pessoa reage e adapta-se de forma diferente à doença. Muitas vezes, este processo implica inúmeras mudanças na nossa vida (por exemplo, passar a viver continuamente com a incerteza do prognóstico, alterações na aparência física ou imagem corporal, dor crónica, alteração de capacidades ou limitações na mobilidade, preocupações com dinheiro, estigma social, tensões nas relações familiares e de amizade ou alterações do projecto de vida pré-estabelecido) e uma “montanha-russa emocional”, que nos obriga a gerir pensamentos e sentimentos ambivalentes e contraditórios.

Algumas estratégias podem ajudar-nos a lidar e a viver com um problema oncológico:
 Expressar as nossas emoções e sentimentos
 Procurar informação e aprender sobre a doença
 Confiar nos profissionais de saúde
 Procurar informação e aprender sobre a doença
 Contar com familiares e amigos
 Antecipar o que pudermos antecipar
 Planear alterações à rotina
 Manter hábitos e projectos de vida
 Cultivar a esperança, o optimismo e o sentido de humor
 Cuidar da saúde psicológica e privilegiar o autocuidado
 Procurar ajuda
Um documento que responde ainda a várias outras questões: como contar a alguém que temos cancro?, como lidar com uma situação terminal? ou como podemos cuidar e apoiar alguém com cancro ou como lidar com a experiência de sobreviver a um cancro?

Consulte o documento completo no link:
https://www.ordemdospsicologos.pt/ficheiros/documentos/opp_vamosfalarsobrecancro.pdf

INQUÉRITO: 71% dos homens conhecem alguém com infertilidade, mas acreditam que não vão ser afetados

Segundo o inquérito “Atitudes em relação à fertilidade masculina”, realizado pela GFK, através de entrevistas em todas as regiões do país, a maioria dos homens portugueses entre os 30 e os 50 anos quer ter filhos ou mais filhos, mas mostra pouca ou nenhuma preocupação com eventuais problemas de fertilidade e desconhece que estes problemas têm vindo a aumentar nos últimos 20 anos.
Apesar de 71% dos homens terem afirmado que conhecem alguém com problemas de fertilidade, na sua esmagadora maioria pessoas próximas e familiares diretos, acham que não vão ser afetados. Questionados diretamente sobre se estão preocupados com a possibilidade de poderem vir a ter dificuldades em ter filhos, 67% dos que desejam ter filhos, dos que querem aumentar a família ou que ainda não decidiram se pretendem ser pais, responderam que estão pouco ou nada preocupados. Apenas 12% revelaram estarem muito preocupados.
“Talvez o facto de os homens não terem a consciência que as mulheres têm em relação ao declínio da sua fertilidade os leve a pensar que podem ser pais em qualquer altura. Mas, a verdade, é que a fertilidade masculina, segundo alguns estudos, poderá ter diminuído significativamente nos últimos 20 anos. Este inquérito também mostrou que é preciso sensibilizar os homens para os fatores que podem interferir com a fertilidade masculina”, afirma o Dr. Samuel Ribeiro, especialista em medicina da reprodução e diretor e coordenador científico do IVI Lisboa.
Outro aspeto marcante deste inquérito realizado a pedido do IVI prende-se com a perceção que os homens têm dos fatores que interferem com a fertilidade. Os avanços científicos nos últimos anos levaram a uma melhor compreensão dos fatores que influenciam negativamente a fertilidade masculina, como a qualidade do sémen, idade, hábitos de vida e exposição a toxinas, stress, obesidade, tabagismo, consumo excessivo de álcool e ou a exposição a produtos químicos.
Este inquérito, mostra que há uma perceção elevada quanto aos malefícios do tabaco, do álcool, má alimentação ou consumo de drogas, mas também revela que existem muitos outros fatores que os homens desvalorizam, como a obesidade, a idade ou o sedentarismo. A atividade física produz benefícios cardiovasculares, neurológicos e no metabolismo. Além disso, há estudos que demonstram que o exercício melhora a qualidade dos espermatozoides. No entanto, apenas 8% dos homens apontaram o sedentarismo e a falta de exercício físico como fator que prejudica a fertilidade masculina. E a obesidade e a idade, no seu conjunto, também só foram indicadas por 8% dos homens entre os 39 e os 50 anos.
“Uma alimentação mais saudável além de ter um impacto direto na fertilidade ajudará a prevenir doenças como é o caso da obesidade ou da diabetes, que podem contribuir para a infertilidade. Por outro lado, a acumulação de gordura abdominal faz aumentar a temperatura dos testículos, o que prejudica a qualidade do sémen. As roupas muito justas também podem prejudicar a fertilidade, uma vez que interferem com a circulação do sangue e com a temperatura dos testículos, o que pode levar à diminuição da quantidade e qualidade dos espermatozoides”, sublinha o médico.
Tabu sobre infertilidade masculina perde força
Embora este inquérito tenha revelado que há um longo caminho a percorrer no que se refere à informação sobre os fatores que têm impacto na fertilidade masculina, os homens portugueses mostraram que estão mais disponíveis para falar abertamente sobre a infertilidade. A maioria dos homens que estão a enfrentar dificuldades para serem pais partilha esta questão com os familiares e amigos mais próximos. E os restantes, questionados sobre a eventualidade de virem a enfrentar problemas de infertilidade masculina, também manifestaram abertura para falar sobre o assunto com a família e amigos mais chegados.
“Metade dos homens entre os 30 e os 50 anos falaria com total normalidade com as pessoas mais próximas se fosse confrontado com problemas de fertilidade. É um dado muito positivo. O facto de, nos últimos anos, se debater e falar mais sobre as questões relacionadas com a infertilidade, tanto feminina como masculina, faz com que as pessoas não se sintam tão estigmatizadas, o que é muito importante. Silenciar a infertilidade pode causar isolamento emocional no casal, aumentando os níveis de ansiedade e stress, o que agrava o problema em ambos os sexos”, remata o Dr. Samuel Ribeiro.

INQUÉRITO
Foi realizado através de 100 entrevistas online a homens com idades entre os 30 e os 50 anos com NSE (nível socioeconómico) Alto, Médio-Alto e Médio, com um tempo máximo de 10 minutos cada uma, entre 23 de setembro e 3 de outubro de 2024. Entrevistas por região: Norte 35%; Centro 23%; Lisboa 30%; Alentejo 8%; Algarve 5%. Margem de erro da amostra: 9,8%.

Por:IVI

GNR aconselha condução prudente quando está a chover

A GNR aconselha para condução prudente, face a má visibilidade,  perda de aderência e o maior desgaste da viatura são os principais fatores que concorrem para uma maior perigosidade da condução com condições climatéricas adversas.
A GNR aconselha: adapte a condução ao estado do piso, às condições de visibilidade, ao estado e carga do veículo e à intensidade do trânsito.
Antes de iniciar uma viagem:
-Verifique se os pneus estão em bom estado de conservação e pressão;
– Certifique-se o sistema de iluminação e sinalização estão em boas condições de funcionamento;
– Assegure-se do bom funcionamento do sistema de travagem, do limpa para-brisas e do estado de conservação das escovas.
Durante a condução:
-Aumente a distância de segurança entre veículos;
-Modere a velocidade;
-Circule com os “médios” ligados.

Fonte:GNR

IPMA alerta para agravamento de tempo devido à depressão GAROE

O IPMA prevê, para os próximos dias, um agravamento do estado do tempo em Portugal continental devido aos efeitos da depressão #GAROE com precipitação, por vezes forte, acompanhada de trovoada e ocasionalmente de granizo, situação que deverá manter-se até quarta-feira, 22 de janeiro, destacando-se:
– 𝗣𝗿𝗲𝗰𝗶𝗽𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 por vezes forte, podendo ser de granizo e acompanhada de trovoada, em especial nas regiões Centro e Sul e no litoral Norte;
– 𝗩𝗲𝗻𝘁𝗼 do quadrante sul, com rajadas até 75km/h no litoral e nas terras altas;
 -𝗔𝗴𝗶𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗺𝗮𝗿𝗶́𝘁𝗶𝗺𝗮 a partir de amanhã, 21 de janeiro, na costa ocidental e a sul do cabo Carvoeiro, incluindo o barlavento algarvio, com ondas de 5,5 metros.
𝟮. 𝗘𝗙𝗘𝗜𝗧𝗢𝗦 𝗘𝗫𝗣𝗘𝗖𝗧𝗔́𝗩𝗘𝗜𝗦
Agravamento das condições meteorológicas adversas com precipitação, vento forte e agitação marítima, sendo previsto:
 A ocorrência de inundações em zonas urbanas, causadas por acumulação de águas pluviais por obstrução dos sistemas de escoamento ou por galgamento costeiro;
 A ocorrência de cheias, potenciadas pelo transbordo do leito de alguns cursos de água, rios e ribeiras;
 A instabilidade de vertentes, conduzindo a movimentos de massa (deslizamentos, derrocadas e outros) motivados pela infiltração da água, fenómeno que pode ser potenciado pela remoção do coberto vegetal na sequência de incêndios rurais, ou por artificialização do solo;
 Piso rodoviário escorregadio devido à possível formação de lençóis de água;
 Possíveis acidentes na orla costeira, devido à forte agitação marítima;
 Arrastamento para as vias rodoviárias de objetos soltos, ou ao desprendimento de estruturas móveis ou deficientemente fixadas, por efeito de episódios de vento forte, que podem causar acidentes com veículos em circulação ou transeuntes na via pública;
 Desconforto térmico na população devido ao aumento da intensidade do vento.
𝟯. 𝗠𝗘𝗗𝗜𝗗𝗔𝗦 𝗣𝗥𝗘𝗩𝗘𝗡𝗧𝗜𝗩𝗔𝗦
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil recomenda as seguintes medidas de prevenção e autoproteção:
 Garanta a desobstrução dos sistemas de escoamento das águas pluviais e retirada de inertes e outros objetos que possam
ser arrastados ou criem obstáculos ao livre escoamento das águas;
 Garanta uma adequada fixação de estruturas soltas, nomeadamente, andaimes, placards e outras estruturas suspensas;
 Tenha especial cuidado na circulação e permanência junto de áreas arborizadas, estando atento para a possibilidade de queda de ramos e árvores, em virtude de vento mais forte;
 Tenha especial cuidado na circulação junto da orla costeira e zonas ribeirinhas historicamente mais vulneráveis a galgamentos
costeiros, evitando a circulação e permanência nestes locais;
 Não pratique atividades relacionadas com o mar, nomeadamente pesca desportiva, desportos náuticos e passeios à beira-mar, evitando ainda o estacionamento de veículos muito próximos da orla marítima;
 Adote uma condução defensiva, reduzindo a velocidade e tendo especial cuidado com a possível formação de lençóis de água nas vias;
 Não atravesse zonas inundadas, de modo a precaver o arrastamento de pessoas ou viaturas para buracos no pavimento ou caixas de esgoto abertas.
 Mantenha-se seguro !
Prepare-se e proteja-se. Esteja atento às informações da meteorologia e às indicações da Proteção Civil e Forças de Segurança.
Fonte:ANPC-IPMA

GNR-Operação “Natal e Ano Novo 2024/2025” já iniciou

A Guarda Nacional Republicana (GNR) iniciou , nesta quarta-feira, dia 18 de dezembro, a Operação “Natal e Ano Novo 2024/2025”, que se prolongará até ao dia 2 de janeiro de 2025. Esta operação tem como objetivo reforçar o sentimento de segurança dos cidadãos, através de ações de prevenção (proximidade) e de patrulhamento, nos locais de maior afluência de pessoas, com foco na Operação “Comércio Seguro”. Paralelamente, serão realizadas ações de fiscalização e de segurança rodoviária, nos períodos de esforço do Natal e Ano Novo, nas vias com maior fluxo de trânsito, de forma a garantir que as festividades e as deslocações decorram em segurança, em todo o território nacional.

No âmbito da operação, a Guarda vai orientar o patrulhamento para os locais de festividades e de concentração de pessoas, zonas residenciais, de diversão, comerciais e industriais, com o objetivo de garantir a segurança e tranquilidade públicas, prevenir as infrações, dissuadir e combater a criminalidade, incluindo o patrulhamento rodoviário nas vias mais críticas, para garantir elevados níveis de segurança pública.

O combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária constitui-se como uma prioridade estratégica para a Guarda, sendo que para isso nesta Operação serão empenhadas várias valências da Guarda, numa ótica de complementaridade e de sinergia de várias ações de patrulhamento, sensibilização e fiscalização, de forma flexível, orientando o esforço de forma a contribuir para a diminuição da criminalidade em geral e da sinistralidade rodoviária, para garantir a fluidez do tráfego e para o promover o apoio dos utentes nas vias.

Sobretudo nos períodos de Natal e Ano Novo, e à semelhança de anos anteriores, é expetável um aumento do movimento de pessoas em todo o Território Nacional, o que se reflete num grande aumento do tráfego rodoviário, e consequentemente, no incremento de práticas associadas a comportamentos de risco e excessos por parte de alguns condutores.

 

Assim, na Operação Natal e Ano Novo 2024/2025, a Guarda Nacional Republicana pretende cumprir dois grandes objetivos:

A diminuição da criminalidade geral, com ênfase na prevenção de ilícitos criminais, através de ações de sensibilização e patrulhamento e o reforço do policiamento de proximidade junto das pessoas mais vulneráveis;
A diminuição da sinistralidade rodoviária, através de ações de fiscalização orientadas para os locais de maior fluxo rodoviário, especialmente nos períodos do Natal e do Ano Novo.

 

Numa primeira fase, de prevenção e sensibilização, antes das festividades do Natal e do Ano Novo, a Guarda aconselha:

Quando se ausentarem das suas casas, por vários dias, informar a autoridade policial da sua zona de residência, para que se consiga orientar o patrulhamento para estes locais;
Se tiver instalado um sistema de alarme em casa ou no estabelecimento, verificar se está devidamente ligado antes de sair;
Evite o crime de oportunidade, não deixando portas e janelas abertas;
Não deixar indícios ou sinais na porta, nas janelas ou na caixa de correio que indiquem a sua ausência.

 

Numa segunda fase, nomeadamente no período do Natal (entre o dia 20 de dezembro e o dia 26 de dezembro de 2024), que corresponde ao período de maior afluência e concentração de cidadãos, o patrulhamento será dirigido para a prevenção, fiscalização, apoio, aconselhamento e segurança de todos os cidadãos.

 

Numa terceira fase, durante o período de Ano Novo (entre o 27 de dezembro e 2 de janeiro de 2025), intensifica-se a necessidade de patrulhamento em locais de festividades e concentração de pessoas, zonas residenciais, de diversão, comerciais e industriais, com o objetivo de garantir a segurança e tranquilidade pública.

 

A Guarda estará ainda, particularmente, atenta aos comportamentos de risco dos condutores, nomeadamente o excesso de velocidade, a condução sob o efeito do álcool, as manobras perigosas, a correta sinalização e execução de manobras de ultrapassagem, de mudança de direção e de cedência de passagem, a utilização indevida do telemóvel, à circulação correta na via mais à direita em autoestradas e itinerários principais e complementares, bem como à incorreta ou à não utilização do cinto de segurança e/ou dos sistemas de retenção para crianças.

 

Para que os condutores possam usufruir de uma época festiva em segurança, a Guarda aconselha que:

Efetue um planeamento cuidado das viagens, evitando os períodos do dia onde se prevê maior intensidade de tráfego;
Descanse convenientemente antes de efetuar a viagem e, pelo menos de 2 em 2 horas, ou sempre que exista necessidade, efetuar curtas paragens;
Adeque a velocidade às condições meteorológicas, ao estado da via e ao volume de tráfego rodoviário;
Evite manobras que possam resultar em embaraço para o trânsito ou que, de alguma forma, possam originar acidentes;
Adote uma condução atenta, cautelosa e defensiva, contribuindo para a redução dos índices de sinistralidade rodoviária.

 

O objetivo da Guarda é que esta quadra natalícia e a entrada no novo ano, sejam períodos caracterizados pela união de familiares e amigos, em Segurança.